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Q3073222 Português
Quanto à concordância verbal, assinale a alternativa correta
Alternativas
Q3073221 Português
Avaliação Econômica em Saúde

A saúde no Brasil apresentou mudanças expressivas que provocaram um crescimento acelerado dos gastos nessa área, e uma das principais causas foi o desenvolvimento tecnológico de novas estratégias diagnósticas e terapêuticas – que, na grande maioria das vezes, são mais eficazes, mas ao mesmo tempo mais dispendiosas.
      Torna-se crítico, portanto, para qualquer serviço de saúde, estabelecer políticas bem definidas de adoção, manutenção e incorporação de novas tecnologias no sistema para minimizar os aspectos negativos e, assim, contribuir para uma maior qualidade dos serviços de saúde, maximizando-se os ganhos em saúde com o bom uso dos recursos disponíveis. A tomada de decisão deve apoiar-se em avaliações criteriosas que levem em consideração aspectos clínicos e econômicos. É nesse campo que se desenvolve a avaliação econômica em saúde, parte das avaliações de tecnologias em saúde. Países como a Inglaterra, País de Gales e Canadá criaram instituições que se dedicam a tais políticas. No Brasil, o Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde tem estimulado o desenvolvimento da avaliação econômica e sua participação na tomada de decisões relacionadas à incorporação de novas tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS).
      A avaliação econômica em saúde visa a responder basicamente duas grandes questões: “A estratégia de saúde em questão é vantajosa quando comparada com alternativas que poderiam ser implementadas com esses recursos?” e “Estamos cientes e de acordo que os recursos sejam usados dessa maneira e não de outra?”.
      Os principais métodos de avaliação econômica utilizados na área da saúde são: a análise custo-benefício, análise de minimização de custos, análise custo-efetividade e análise custo-utilidade. Nosso foco central é a análise custo-benefício, que se destaca nas avaliações econômicas, por ser considerada mais abrangente e que contempla todos os aspectos da eficiência alocativa de determinado programa. Por ser um método no qual os custos e benefícios são relatados usando a métrica comum das unidades monetárias, resultados de diferentes estudos são comparáveis e permitem avaliar o quanto a sociedade está disposta a pagar pelos efeitos de programas ou políticas públicas.
      Nesse contexto de desigualdades sociais e escassez de recursos para o financiamento da saúde, a avaliação de custo-benefício de ações e de serviços é essencial para a elaboração de estratégias e programas que respondam às reais necessidades da população. Embora se possa avaliar eficácia (influência de inovações tecnológicas), efetividade (grau de aproximação aos aprimoramentos possíveis) e eficiência (economia de custos sem prejuízo de metas), a utilização de avaliações em saúde deve justificar estratégias e programas e auxiliar na racionalização dos gastos públicos, e o conceito de eficiência é o nosso foco.
      Pela utilização dos índices de morbidade e mortalidade infantil como importantes indicadores de saúde do país, observa-se que as causas infecciosas vêm decaindo como responsáveis pela taxa total de óbitos na infância. À medida que problemas infectocontagiosos estão sendo resolvidos e que se aumenta a capacidade de manter vivos maior número de recém-nascidos, os problemas de ordem congênita e hereditária se tornam pertinentes e de relevância na saúde pública, devendo ser alvo de ações e políticas de saúde específicas.

CAMELO JUNIOR, José Simon et al. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/8MhgHV8m6HjTBQjfnDCJCkv/. Acesso em 08 de fev 2024. Fragmento adaptado.
Assinale a alternativa correta
Alternativas
Q3073220 Português
Avaliação Econômica em Saúde

A saúde no Brasil apresentou mudanças expressivas que provocaram um crescimento acelerado dos gastos nessa área, e uma das principais causas foi o desenvolvimento tecnológico de novas estratégias diagnósticas e terapêuticas – que, na grande maioria das vezes, são mais eficazes, mas ao mesmo tempo mais dispendiosas.
      Torna-se crítico, portanto, para qualquer serviço de saúde, estabelecer políticas bem definidas de adoção, manutenção e incorporação de novas tecnologias no sistema para minimizar os aspectos negativos e, assim, contribuir para uma maior qualidade dos serviços de saúde, maximizando-se os ganhos em saúde com o bom uso dos recursos disponíveis. A tomada de decisão deve apoiar-se em avaliações criteriosas que levem em consideração aspectos clínicos e econômicos. É nesse campo que se desenvolve a avaliação econômica em saúde, parte das avaliações de tecnologias em saúde. Países como a Inglaterra, País de Gales e Canadá criaram instituições que se dedicam a tais políticas. No Brasil, o Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde tem estimulado o desenvolvimento da avaliação econômica e sua participação na tomada de decisões relacionadas à incorporação de novas tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS).
      A avaliação econômica em saúde visa a responder basicamente duas grandes questões: “A estratégia de saúde em questão é vantajosa quando comparada com alternativas que poderiam ser implementadas com esses recursos?” e “Estamos cientes e de acordo que os recursos sejam usados dessa maneira e não de outra?”.
      Os principais métodos de avaliação econômica utilizados na área da saúde são: a análise custo-benefício, análise de minimização de custos, análise custo-efetividade e análise custo-utilidade. Nosso foco central é a análise custo-benefício, que se destaca nas avaliações econômicas, por ser considerada mais abrangente e que contempla todos os aspectos da eficiência alocativa de determinado programa. Por ser um método no qual os custos e benefícios são relatados usando a métrica comum das unidades monetárias, resultados de diferentes estudos são comparáveis e permitem avaliar o quanto a sociedade está disposta a pagar pelos efeitos de programas ou políticas públicas.
      Nesse contexto de desigualdades sociais e escassez de recursos para o financiamento da saúde, a avaliação de custo-benefício de ações e de serviços é essencial para a elaboração de estratégias e programas que respondam às reais necessidades da população. Embora se possa avaliar eficácia (influência de inovações tecnológicas), efetividade (grau de aproximação aos aprimoramentos possíveis) e eficiência (economia de custos sem prejuízo de metas), a utilização de avaliações em saúde deve justificar estratégias e programas e auxiliar na racionalização dos gastos públicos, e o conceito de eficiência é o nosso foco.
      Pela utilização dos índices de morbidade e mortalidade infantil como importantes indicadores de saúde do país, observa-se que as causas infecciosas vêm decaindo como responsáveis pela taxa total de óbitos na infância. À medida que problemas infectocontagiosos estão sendo resolvidos e que se aumenta a capacidade de manter vivos maior número de recém-nascidos, os problemas de ordem congênita e hereditária se tornam pertinentes e de relevância na saúde pública, devendo ser alvo de ações e políticas de saúde específicas.

CAMELO JUNIOR, José Simon et al. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/8MhgHV8m6HjTBQjfnDCJCkv/. Acesso em 08 de fev 2024. Fragmento adaptado.
Assinale a frase em que todas as palavras sublinhadas apresentam sentido figurado (conotativo). 
Alternativas
Q3073219 Português
Avaliação Econômica em Saúde

A saúde no Brasil apresentou mudanças expressivas que provocaram um crescimento acelerado dos gastos nessa área, e uma das principais causas foi o desenvolvimento tecnológico de novas estratégias diagnósticas e terapêuticas – que, na grande maioria das vezes, são mais eficazes, mas ao mesmo tempo mais dispendiosas.
      Torna-se crítico, portanto, para qualquer serviço de saúde, estabelecer políticas bem definidas de adoção, manutenção e incorporação de novas tecnologias no sistema para minimizar os aspectos negativos e, assim, contribuir para uma maior qualidade dos serviços de saúde, maximizando-se os ganhos em saúde com o bom uso dos recursos disponíveis. A tomada de decisão deve apoiar-se em avaliações criteriosas que levem em consideração aspectos clínicos e econômicos. É nesse campo que se desenvolve a avaliação econômica em saúde, parte das avaliações de tecnologias em saúde. Países como a Inglaterra, País de Gales e Canadá criaram instituições que se dedicam a tais políticas. No Brasil, o Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde tem estimulado o desenvolvimento da avaliação econômica e sua participação na tomada de decisões relacionadas à incorporação de novas tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS).
      A avaliação econômica em saúde visa a responder basicamente duas grandes questões: “A estratégia de saúde em questão é vantajosa quando comparada com alternativas que poderiam ser implementadas com esses recursos?” e “Estamos cientes e de acordo que os recursos sejam usados dessa maneira e não de outra?”.
      Os principais métodos de avaliação econômica utilizados na área da saúde são: a análise custo-benefício, análise de minimização de custos, análise custo-efetividade e análise custo-utilidade. Nosso foco central é a análise custo-benefício, que se destaca nas avaliações econômicas, por ser considerada mais abrangente e que contempla todos os aspectos da eficiência alocativa de determinado programa. Por ser um método no qual os custos e benefícios são relatados usando a métrica comum das unidades monetárias, resultados de diferentes estudos são comparáveis e permitem avaliar o quanto a sociedade está disposta a pagar pelos efeitos de programas ou políticas públicas.
      Nesse contexto de desigualdades sociais e escassez de recursos para o financiamento da saúde, a avaliação de custo-benefício de ações e de serviços é essencial para a elaboração de estratégias e programas que respondam às reais necessidades da população. Embora se possa avaliar eficácia (influência de inovações tecnológicas), efetividade (grau de aproximação aos aprimoramentos possíveis) e eficiência (economia de custos sem prejuízo de metas), a utilização de avaliações em saúde deve justificar estratégias e programas e auxiliar na racionalização dos gastos públicos, e o conceito de eficiência é o nosso foco.
      Pela utilização dos índices de morbidade e mortalidade infantil como importantes indicadores de saúde do país, observa-se que as causas infecciosas vêm decaindo como responsáveis pela taxa total de óbitos na infância. À medida que problemas infectocontagiosos estão sendo resolvidos e que se aumenta a capacidade de manter vivos maior número de recém-nascidos, os problemas de ordem congênita e hereditária se tornam pertinentes e de relevância na saúde pública, devendo ser alvo de ações e políticas de saúde específicas.

CAMELO JUNIOR, José Simon et al. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/8MhgHV8m6HjTBQjfnDCJCkv/. Acesso em 08 de fev 2024. Fragmento adaptado.
Considerando o que se afirma no texto, assinale a alternativa correta
Alternativas
Q3073218 Português
Avaliação Econômica em Saúde

A saúde no Brasil apresentou mudanças expressivas que provocaram um crescimento acelerado dos gastos nessa área, e uma das principais causas foi o desenvolvimento tecnológico de novas estratégias diagnósticas e terapêuticas – que, na grande maioria das vezes, são mais eficazes, mas ao mesmo tempo mais dispendiosas.
      Torna-se crítico, portanto, para qualquer serviço de saúde, estabelecer políticas bem definidas de adoção, manutenção e incorporação de novas tecnologias no sistema para minimizar os aspectos negativos e, assim, contribuir para uma maior qualidade dos serviços de saúde, maximizando-se os ganhos em saúde com o bom uso dos recursos disponíveis. A tomada de decisão deve apoiar-se em avaliações criteriosas que levem em consideração aspectos clínicos e econômicos. É nesse campo que se desenvolve a avaliação econômica em saúde, parte das avaliações de tecnologias em saúde. Países como a Inglaterra, País de Gales e Canadá criaram instituições que se dedicam a tais políticas. No Brasil, o Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde tem estimulado o desenvolvimento da avaliação econômica e sua participação na tomada de decisões relacionadas à incorporação de novas tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS).
      A avaliação econômica em saúde visa a responder basicamente duas grandes questões: “A estratégia de saúde em questão é vantajosa quando comparada com alternativas que poderiam ser implementadas com esses recursos?” e “Estamos cientes e de acordo que os recursos sejam usados dessa maneira e não de outra?”.
      Os principais métodos de avaliação econômica utilizados na área da saúde são: a análise custo-benefício, análise de minimização de custos, análise custo-efetividade e análise custo-utilidade. Nosso foco central é a análise custo-benefício, que se destaca nas avaliações econômicas, por ser considerada mais abrangente e que contempla todos os aspectos da eficiência alocativa de determinado programa. Por ser um método no qual os custos e benefícios são relatados usando a métrica comum das unidades monetárias, resultados de diferentes estudos são comparáveis e permitem avaliar o quanto a sociedade está disposta a pagar pelos efeitos de programas ou políticas públicas.
      Nesse contexto de desigualdades sociais e escassez de recursos para o financiamento da saúde, a avaliação de custo-benefício de ações e de serviços é essencial para a elaboração de estratégias e programas que respondam às reais necessidades da população. Embora se possa avaliar eficácia (influência de inovações tecnológicas), efetividade (grau de aproximação aos aprimoramentos possíveis) e eficiência (economia de custos sem prejuízo de metas), a utilização de avaliações em saúde deve justificar estratégias e programas e auxiliar na racionalização dos gastos públicos, e o conceito de eficiência é o nosso foco.
      Pela utilização dos índices de morbidade e mortalidade infantil como importantes indicadores de saúde do país, observa-se que as causas infecciosas vêm decaindo como responsáveis pela taxa total de óbitos na infância. À medida que problemas infectocontagiosos estão sendo resolvidos e que se aumenta a capacidade de manter vivos maior número de recém-nascidos, os problemas de ordem congênita e hereditária se tornam pertinentes e de relevância na saúde pública, devendo ser alvo de ações e políticas de saúde específicas.

CAMELO JUNIOR, José Simon et al. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/8MhgHV8m6HjTBQjfnDCJCkv/. Acesso em 08 de fev 2024. Fragmento adaptado.
Assinale a alternativa que melhor resume o texto. 
Alternativas
Q3039501 Odontologia
Dentre os agentes utilizados para promover a assepsia das superfícies inanimadas, evidencie a solução que exige a limpeza prévia da superfície inanimada com toalhas de papel, água e sabão para posterior desinfecção, devendo ser aplicada por fricção, na superfície por três vezes, possuindo espectro de ação germicida, tuberculicida, bactericida, fungicida e viruscida; não sendo, portanto, esporicida.
Alternativas
Q3039500 Odontologia
É importante que o profissional responsável pelo tratamento da neuralgia do trigêmeo saiba diagnosticar e orientar o paciente para a terapia correta, principalmente a farmacologia clínica adequada, evitando assim que o paciente tenha procedimentos odontológicos desnecessários. Analise as assertivas a seguir.

I- O uso de fármacos, como a carbamazepina, o baclofen e a fenitoína atuam diretamente nas sinapses inibitórias do núcleo trigeminal.
II- O uso da infiltração da lidocaína como alternativa para a terapia médica convencional, como um bloqueador anestésico do ramo peritrigeminal.
III- Uma opção que vem sendo pesquisada para o tratamento da neuralgia do trigêmeo é a calcitonina, promovendo analgesia por inibir a prostaglandina e aumentar os níveis de endorfina, e, promover interferência nas correntes iônicas de cálcio nas membranas neuronais, resultando em limiares de dor alterados.
IV- A toxina botulínica surge como alternativa para o tratamento da neuralgia do trigêmeo.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3039499 Odontologia
Diante da descrição abaixo, responda à questão.

Paciente J.A.D, 30 anos, feminino, sem envolvimento sistêmico pessoal e com histórico familiar de diabetes mellitus paterna. A referida paciente procurou o serviço de Cirurgia Bucomaxilofacial da Universidade Estadual da Paraíba queixando-se de baixa estima, por apresentar mordida cruzada posterior, bilateral, com 4 milímetros de discrepância transversal da maxila e uma relação classe III de Angle nos caninos. Por solicitação da ortodontista, há a necessidade da combinação do tratamento ortodôntico convencional junto ao procedimento cirúrgico, dada a deformidade dentofacial e a maturidade óssea apresentada. Solicitaram-se os exames de rotina préoperatória (hematológico, avaliação cardiológica e risco cirúrgico), para agendamento cirúrgico e correção óssea da denformidade dentofacial, em ambiente hospitalar, estando tais exames dentro dos padrões de normalidade e o procedimento cirúrgico liberado. Previamente ao procedimento cirúrgico, a paciente apresenta um disjuntor Hirax devidamente cimentado nos elementos dentários 13, 16, 23 e 26.
Objetivando a promoção do descruzamento da mordida bilateral da paciente, indique o sinal clínico dentário evidenciado no transoperatório que evidencie que as osteomias foram efetivas e que promoverão o movimento ósseo almejado para o descruzamento da mordida, assim como, o grau de voltas a serem instituídas no parafuso deste disjuntor Hirax.
Alternativas
Q3039498 Odontologia
Diante da descrição abaixo, responda à questão.

Paciente J.A.D, 30 anos, feminino, sem envolvimento sistêmico pessoal e com histórico familiar de diabetes mellitus paterna. A referida paciente procurou o serviço de Cirurgia Bucomaxilofacial da Universidade Estadual da Paraíba queixando-se de baixa estima, por apresentar mordida cruzada posterior, bilateral, com 4 milímetros de discrepância transversal da maxila e uma relação classe III de Angle nos caninos. Por solicitação da ortodontista, há a necessidade da combinação do tratamento ortodôntico convencional junto ao procedimento cirúrgico, dada a deformidade dentofacial e a maturidade óssea apresentada. Solicitaram-se os exames de rotina préoperatória (hematológico, avaliação cardiológica e risco cirúrgico), para agendamento cirúrgico e correção óssea da denformidade dentofacial, em ambiente hospitalar, estando tais exames dentro dos padrões de normalidade e o procedimento cirúrgico liberado. Previamente ao procedimento cirúrgico, a paciente apresenta um disjuntor Hirax devidamente cimentado nos elementos dentários 13, 16, 23 e 26.
Diante do caso apresentado, e visando a resolutividade cirúrgica para o descruzamento da mordida cruzada bilateral da paciente, explicite o nome da técnica a ser empregada, assim como, as áreas anatômicas para a localização das osteomias na maxila.
Alternativas
Q3039497 Odontologia
Diante da descrição abaixo, responda a questão.

Paciente J.M.S, 18 anos, masculino, portador de válvula cardíaca mitral e hipertensão arterial, em uso contínuo de anti-hipertensivo e com histórico familiar de cardiopatia paterna e materna. O referido paciente procurou o serviço de cirurgia bucomaxilofacial da Universidade Estadual da Paraíba queixando-se de apresentar a passagem de ar pelo rebordo alveolar, especialmente em região do alvéolo dentário 26. O paciente alega ter realizado a exodontia, há trinta dias, dos restos radiculares do dente 26, tendo sido a exodontia traumática e com uso de instrumentos manuais por todo o procedimento cirúrgico. O paciente refere quadro de cefaleia constante. Ao realizar a anamnese, o paciente referiu processo alérgico medicamentoso à penicilina e ao exame físico do paciente, verificou-se a existência de fístula oroantral, com comunicação ativa verificada pela manobra de Vassalva, ao denotar a presença de borbulhamento de secreção no interior do alvéolo. O exame radiográfico revelou a presença de alvéolo dentário 26, sem restos dentários no interior, assim como, área radiolúcida em região óssea pregressa das raízes dentárias, tendo o seio maxilar ausência de espessamento de mucosa. Evidencia-se que o assoalho deste seio apresenta-se com projeção alveolar, e, sobre a região proximal, apresenta extensa perda de continuidade óssea.
De acordo com o protocolo medicamentoso, explicite a necessidade ou não do uso de antibioticoterapia para o paciente do caso descrito, descrevendo o protocolo medicamentoso a ser prescrito como primeira escolha, em qual tempo operatório deverá ser prescrito e mantido, respectivamente, com a finalidade de evitar a endocardite bacteriana?
Alternativas
Q3039496 Odontologia
Diante da descrição abaixo, responda a questão.

Paciente J.M.S, 18 anos, masculino, portador de válvula cardíaca mitral e hipertensão arterial, em uso contínuo de anti-hipertensivo e com histórico familiar de cardiopatia paterna e materna. O referido paciente procurou o serviço de cirurgia bucomaxilofacial da Universidade Estadual da Paraíba queixando-se de apresentar a passagem de ar pelo rebordo alveolar, especialmente em região do alvéolo dentário 26. O paciente alega ter realizado a exodontia, há trinta dias, dos restos radiculares do dente 26, tendo sido a exodontia traumática e com uso de instrumentos manuais por todo o procedimento cirúrgico. O paciente refere quadro de cefaleia constante. Ao realizar a anamnese, o paciente referiu processo alérgico medicamentoso à penicilina e ao exame físico do paciente, verificou-se a existência de fístula oroantral, com comunicação ativa verificada pela manobra de Vassalva, ao denotar a presença de borbulhamento de secreção no interior do alvéolo. O exame radiográfico revelou a presença de alvéolo dentário 26, sem restos dentários no interior, assim como, área radiolúcida em região óssea pregressa das raízes dentárias, tendo o seio maxilar ausência de espessamento de mucosa. Evidencia-se que o assoalho deste seio apresenta-se com projeção alveolar, e, sobre a região proximal, apresenta extensa perda de continuidade óssea.
De acordo com o manejo cirúrgico para o tratamento da fístula oroantral, assinale a alternativa que descreve a sequência cirúrgica a ser seguida.
Alternativas
Q3039495 Odontologia
Diante da descrição abaixo, responda a questão.

Paciente J.M.S, 18 anos, masculino, portador de válvula cardíaca mitral e hipertensão arterial, em uso contínuo de anti-hipertensivo e com histórico familiar de cardiopatia paterna e materna. O referido paciente procurou o serviço de cirurgia bucomaxilofacial da Universidade Estadual da Paraíba queixando-se de apresentar a passagem de ar pelo rebordo alveolar, especialmente em região do alvéolo dentário 26. O paciente alega ter realizado a exodontia, há trinta dias, dos restos radiculares do dente 26, tendo sido a exodontia traumática e com uso de instrumentos manuais por todo o procedimento cirúrgico. O paciente refere quadro de cefaleia constante. Ao realizar a anamnese, o paciente referiu processo alérgico medicamentoso à penicilina e ao exame físico do paciente, verificou-se a existência de fístula oroantral, com comunicação ativa verificada pela manobra de Vassalva, ao denotar a presença de borbulhamento de secreção no interior do alvéolo. O exame radiográfico revelou a presença de alvéolo dentário 26, sem restos dentários no interior, assim como, área radiolúcida em região óssea pregressa das raízes dentárias, tendo o seio maxilar ausência de espessamento de mucosa. Evidencia-se que o assoalho deste seio apresenta-se com projeção alveolar, e, sobre a região proximal, apresenta extensa perda de continuidade óssea.
De acordo com o relato do caso, das drogas anestésicas disponíveis no mercado, qual(is) pode(m) ser utilizadas no manejo cirúrgico do paciente, com a descrição do local de punção anestésica e qual(is) o(s) nervo(s) dessensibilizado(s), respectivamente?
Alternativas
Q3039494 Odontologia
Diante da descrição abaixo, responda a questão.

Paciente J.M.S, 18 anos, masculino, portador de válvula cardíaca mitral e hipertensão arterial, em uso contínuo de anti-hipertensivo e com histórico familiar de cardiopatia paterna e materna. O referido paciente procurou o serviço de cirurgia bucomaxilofacial da Universidade Estadual da Paraíba queixando-se de apresentar a passagem de ar pelo rebordo alveolar, especialmente em região do alvéolo dentário 26. O paciente alega ter realizado a exodontia, há trinta dias, dos restos radiculares do dente 26, tendo sido a exodontia traumática e com uso de instrumentos manuais por todo o procedimento cirúrgico. O paciente refere quadro de cefaleia constante. Ao realizar a anamnese, o paciente referiu processo alérgico medicamentoso à penicilina e ao exame físico do paciente, verificou-se a existência de fístula oroantral, com comunicação ativa verificada pela manobra de Vassalva, ao denotar a presença de borbulhamento de secreção no interior do alvéolo. O exame radiográfico revelou a presença de alvéolo dentário 26, sem restos dentários no interior, assim como, área radiolúcida em região óssea pregressa das raízes dentárias, tendo o seio maxilar ausência de espessamento de mucosa. Evidencia-se que o assoalho deste seio apresenta-se com projeção alveolar, e, sobre a região proximal, apresenta extensa perda de continuidade óssea.
Diante do descrito, indique o diagnóstico clínico para o caso apresentado.
Alternativas
Q3039493 Odontologia
Diante da descrição abaixo, responda à questão.

Paciente K.L.M, 22 anos, masculino, portador de hipertensão arterial e com histórico familiar de diabetes mellitus, procurou o centro de especialidades odontológicas do município onde reside queixando-se de aumento de volume em hemi-face direita, assim como, em região de trígono retro molar direita. Ao realizar o exame físico evidencia-se discreto edema gengival em região retro molar direita, com preservação do recobrimento gengival em tal região, associada à assimetria facial. Observa-se ausência do elemento 48 e erupção completa dos elementos dentários 45, 44, 43, 42 e 41, com deslocamento acentuado do elemento 45, associado à giroversão dentária de tal elemento. Realizada a avaliação clínica solicitou-se a radiografia panorâmica, a qual demonstrou a presença de lesão cística, unilocular, de bordos definidos, associada à impactação dentária dos elementos 48, 47 e 46, estendendo-se da raiz dentária do elemento 44 até o envolvimento completo da coroa dentária do elemento 48, em toda a região de ângulo mandibular. Solicitada tomografia computadorizada cone beam da mandíbula, a qual confirmou os achados da radiografia panorâmica, associando à lesão ao aumento das corticais mandibulares, e acometendo toda a região do ângulo da mandíbula direito até o corpo da mandíbula, na região do 44, associada ao englobamento dos elementos dentários 46 e 47 para a base mandibular, além dos bordos da lesão apresentarem proximidade ao canal alveolar inferior.
Confirmada a hipótese diagnóstica de tumor odontogênico queratocisto, explicite a(s) possível(is) alternativa(s) que denota(m) o tratamento cirúrgico da lesão apresentada, a partir dos tratamentos dispostos a seguir.

I- Osteotomia periférica.
II- Tratamento do sítio cirúrgico com a solução de Carnoy's.
III- Eletrocauterização.
IV- Crioterapia.
V- Ressecção.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3039492 Odontologia
Diante da descrição abaixo, responda à questão.

Paciente K.L.M, 22 anos, masculino, portador de hipertensão arterial e com histórico familiar de diabetes mellitus, procurou o centro de especialidades odontológicas do município onde reside queixando-se de aumento de volume em hemi-face direita, assim como, em região de trígono retro molar direita. Ao realizar o exame físico evidencia-se discreto edema gengival em região retro molar direita, com preservação do recobrimento gengival em tal região, associada à assimetria facial. Observa-se ausência do elemento 48 e erupção completa dos elementos dentários 45, 44, 43, 42 e 41, com deslocamento acentuado do elemento 45, associado à giroversão dentária de tal elemento. Realizada a avaliação clínica solicitou-se a radiografia panorâmica, a qual demonstrou a presença de lesão cística, unilocular, de bordos definidos, associada à impactação dentária dos elementos 48, 47 e 46, estendendo-se da raiz dentária do elemento 44 até o envolvimento completo da coroa dentária do elemento 48, em toda a região de ângulo mandibular. Solicitada tomografia computadorizada cone beam da mandíbula, a qual confirmou os achados da radiografia panorâmica, associando à lesão ao aumento das corticais mandibulares, e acometendo toda a região do ângulo da mandíbula direito até o corpo da mandíbula, na região do 44, associada ao englobamento dos elementos dentários 46 e 47 para a base mandibular, além dos bordos da lesão apresentarem proximidade ao canal alveolar inferior.
Aponte a técnica cirúrgica a ser conduzida em um primeiro momento cirúrgico para o presente caso, assim como a forma de diagnóstico CORRETA para a elucidação diagnóstica.
Alternativas
Q3039491 Odontologia
Diante da descrição abaixo, responda à questão.

Paciente K.L.M, 22 anos, masculino, portador de hipertensão arterial e com histórico familiar de diabetes mellitus, procurou o centro de especialidades odontológicas do município onde reside queixando-se de aumento de volume em hemi-face direita, assim como, em região de trígono retro molar direita. Ao realizar o exame físico evidencia-se discreto edema gengival em região retro molar direita, com preservação do recobrimento gengival em tal região, associada à assimetria facial. Observa-se ausência do elemento 48 e erupção completa dos elementos dentários 45, 44, 43, 42 e 41, com deslocamento acentuado do elemento 45, associado à giroversão dentária de tal elemento. Realizada a avaliação clínica solicitou-se a radiografia panorâmica, a qual demonstrou a presença de lesão cística, unilocular, de bordos definidos, associada à impactação dentária dos elementos 48, 47 e 46, estendendo-se da raiz dentária do elemento 44 até o envolvimento completo da coroa dentária do elemento 48, em toda a região de ângulo mandibular. Solicitada tomografia computadorizada cone beam da mandíbula, a qual confirmou os achados da radiografia panorâmica, associando à lesão ao aumento das corticais mandibulares, e acometendo toda a região do ângulo da mandíbula direito até o corpo da mandíbula, na região do 44, associada ao englobamento dos elementos dentários 46 e 47 para a base mandibular, além dos bordos da lesão apresentarem proximidade ao canal alveolar inferior.
De acordo com a descrição acima, avalie os possíveis diagnósticos diferenciais para a lesão cística apresentada.

I- Cisto periodontal lateral.
II- Cisto dentígero.
III- Ceratocisto.
IV- Cisto de Erupção.
V- Ameloblastoma.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3039490 Odontologia
Diante da descrição abaixo, responda a questão.

Paciente Y.A.S, 18 anos, feminino, com histórico de angina pectoris instável, portadora de hipertensão arterial e com histórico familiar de hipertensão paterna e diabetes mellitus materna, procurou o centro de especialidades odontológicas do município onde reside queixando-se de dor contínua e latejante na mandíbula esquerda. Ao realizar o exame físico evidencia-se edema gengival em região retro-molar esquerda, com ausência de laceração gengival e presença de sensibilidade dolorosa exacerbada em tal região. Observa-se os elementos dentários 37, 36, 35, 34, 33, 32 e 31, totalmente erupcionados e hígidos. Ausência de processo inflamatório gengival. Acompanhando o quadro clínico, há a presença de trismo mandibular. Na anamnese a paciente referiu que o quadro clínico apresentado (edema gengival e dor) já aconteceu em momentos anteriores. Após a avaliação clínica solicitou-se exames radiográficos e hematológicos para a elucidação diagnóstica e o preparo cirúrgico do paciente.
Ao realizar a radiografia diagnóstica para elucidação do caso, observa-se que o elemento 38 encontra-se incluso, em uma posição mésio-angulada segundo a classificação de Winter e na posição II-B, segundo Pell e Gregory, com raízes laceradas e divergentes e com a imagem sugestiva de proximidade dos ápices radiculares com o canal alveolar inferior. Em região distal da coroa do elemento 38, observa-se área radiolúcida em porção óssea superior do espaço retro molar e ramo ascendente da mandíbula. Diante do relato, explicite o provável diagnóstico para a área radiolúcida apresentada, assim como, se há a necessidade de técnicas cirúrgicas adicionais para a exérese do dente incluso 38. 
Alternativas
Q3039489 Odontologia
Diante da descrição abaixo, responda a questão.

Paciente Y.A.S, 18 anos, feminino, com histórico de angina pectoris instável, portadora de hipertensão arterial e com histórico familiar de hipertensão paterna e diabetes mellitus materna, procurou o centro de especialidades odontológicas do município onde reside queixando-se de dor contínua e latejante na mandíbula esquerda. Ao realizar o exame físico evidencia-se edema gengival em região retro-molar esquerda, com ausência de laceração gengival e presença de sensibilidade dolorosa exacerbada em tal região. Observa-se os elementos dentários 37, 36, 35, 34, 33, 32 e 31, totalmente erupcionados e hígidos. Ausência de processo inflamatório gengival. Acompanhando o quadro clínico, há a presença de trismo mandibular. Na anamnese a paciente referiu que o quadro clínico apresentado (edema gengival e dor) já aconteceu em momentos anteriores. Após a avaliação clínica solicitou-se exames radiográficos e hematológicos para a elucidação diagnóstica e o preparo cirúrgico do paciente.
O serviço de especialidades odontológicas do município possui aparelhos de radiografia com disponibilidade de películas radiográficas periapicais e oclusais. Das técnicas radiográficas indicadas para o caso, quais podem ser aplicadas para elucidação diagnóstica radiográfica? Analise as assertivas a seguir:

I- Lateral oblíqua da mandíbula.
II- Miller-Winter.
III- Donavan.
IV- Parma.
V- Interproximal.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3039488 Odontologia
Diante da descrição abaixo, responda a questão.

Paciente Y.A.S, 18 anos, feminino, com histórico de angina pectoris instável, portadora de hipertensão arterial e com histórico familiar de hipertensão paterna e diabetes mellitus materna, procurou o centro de especialidades odontológicas do município onde reside queixando-se de dor contínua e latejante na mandíbula esquerda. Ao realizar o exame físico evidencia-se edema gengival em região retro-molar esquerda, com ausência de laceração gengival e presença de sensibilidade dolorosa exacerbada em tal região. Observa-se os elementos dentários 37, 36, 35, 34, 33, 32 e 31, totalmente erupcionados e hígidos. Ausência de processo inflamatório gengival. Acompanhando o quadro clínico, há a presença de trismo mandibular. Na anamnese a paciente referiu que o quadro clínico apresentado (edema gengival e dor) já aconteceu em momentos anteriores. Após a avaliação clínica solicitou-se exames radiográficos e hematológicos para a elucidação diagnóstica e o preparo cirúrgico do paciente.
Das drogas anestésicas apresentadas avalie qual(is) a(s) droga(s) anestésica(s) pode(m) ser utilizada(s) para a realização do procedimento, considerando a farmacocinética e a farmacodinâmica da droga anestésica?
Alternativas
Q3039487 Odontologia
De acordo com o padrão de inclusão dentária, os terceiros molares são os dentes que mais frequentemente encontram-se inclusos, tendo uma maior predileção pelos terceiros molares inferiores (35%) e superiores (34%), seguidos dos caninos (9%), pré-molares mandibulares, pré-molares maxilares e segundos molares (Marzola, 1995). Fatores sistêmicos e locais, além de causas filogenéticas são elencados para a etiologia das inclusões dentárias. Com relação aos fatores sistêmicos, é possível destacar doenças que contribuem para as inclusões dentárias por promoverem alterações no metabolismo do cálcio, a saber:
I-  Sífilis.
II- Tuberculose
III- Síndrome de Down.
IV- Síndrome de Gardner.
V- Síndrome da Imunodeficiência adquirida.
VI- Raquitismo.
Das doenças citadas acima, destaca-se como doenças desencadeadoras de alterações no metabolismo do cálcio e, consequentemente, possíveis contribuintes para a etiologia das inclusões dentárias, é CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Respostas
481: A
482: E
483: A
484: D
485: E
486: E
487: E
488: A
489: D
490: D
491: A
492: C
493: B
494: D
495: C
496: A
497: E
498: B
499: B
500: C