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Poucos artigos sérios usam a palavra “vício" para falar de tecnologia. É comum ver eufemismos como “compulsão" ou “uso exagerado". “Vício" é palavra ainda rara. Ou ao menos era. Na edição de janeiro de 2015, a revista Wired (influente publicação sobre tecnologia) não hesitou em usar a palavra “viciante", da seguinte forma: “Facebook, Twitter, Instagram. Os produtos tecnológicos de maior sucesso têm uma coisa em comum: eles são viciantes".
O texto comenta a obra do consultor Nir Eyal, especializado em aconselhar empresas e designers a tornarem seus produtos mais viciantes. Eyal é autor do livro Hooked: How to Build Habit-Forming Products (Fisgado: como construir produtos que formam hábitos) e roda o mundo auxiliando a “fisgar" usuários e não soltá-los mais.
Em seu livro, Eyal cria um sistema a partir de autores polêmicos, como B. Frederic Skinner, inventor da “caixa de Skinner". Nela é colocado um pombo que, para se alimentar, precisa puxar uma alavanca. Skinner demonstrou que, se a comida aparece todas as vezes em que o pombo aciona a alavanca, o bicho se torna preguiçoso e apenas a puxa quando sente fome. Já se a comida aparecer aleatoriamente, o pombo passa a acionar a alavanca incessantemente, desenvolvendo uma compulsão por ela. Skinner demonstrou que recompensas esporádicas ligadas a uma ação podem gerar compulsão por repetir a ação (algo visível em cassinos ou muitos sites na rede).
Aproveitando-se desses modelos, Eyal foi ainda além. Ele explica a dinâmica da criação do vício com quatro elementos: gatilho, ação, recompensa esporádica e investimento.
O gatilho corresponde aos nossos confortos e desconfortos inevitáveis ao longo do dia. Por exemplo, momentos em que sentimos tédio, solidão ou ansiedade. Ao passar por um deles, buscamos algo que possa nos distrair.
Daí vem a ação. Por exemplo, tirar o celular do bolso e abrir um aplicativo como o Instagram. Ao fazer isso, a recompensa é incerta. Podemos achar uma foto interessante ou não. Uma vez que esse comportamento é associado ao gatilho, o vício se forma. Quando a pessoa se sentir desconfortável novamente, terá vontade de abrir o Instagram.
A última fase do processo é o investimento. Ele acontece quando a pessoa passa a trabalhar para o ciclo. Por exemplo, passa a postar fotos suas no Instagram, pois sabe que isso irá gerar comentários e curtidas. Nesse momento, a pessoa passa a ter incentivos adicionais para voltar frequentemente ao aplicativo a fim de conferir a repercussão de sua postagem, e o ciclo recomeça.
Muitas pessoas ficarão incomodadas com o trabalho de Eyal. Outras vão sair correndo para comprar seu livro. O fato é que sua obra nos provoca a pensar de que lado da caixa de Skinner estamos neste exato momento.
(Ronaldo Lemos. www.folha.uol.com.br, 03.02.2015. Adaptado)
Poucos artigos sérios usam a palavra “vício" para falar de tecnologia. É comum ver eufemismos como “compulsão" ou “uso exagerado". “Vício" é palavra ainda rara. Ou ao menos era. Na edição de janeiro de 2015, a revista Wired (influente publicação sobre tecnologia) não hesitou em usar a palavra “viciante", da seguinte forma: “Facebook, Twitter, Instagram. Os produtos tecnológicos de maior sucesso têm uma coisa em comum: eles são viciantes".
O texto comenta a obra do consultor Nir Eyal, especializado em aconselhar empresas e designers a tornarem seus produtos mais viciantes. Eyal é autor do livro Hooked: How to Build Habit-Forming Products (Fisgado: como construir produtos que formam hábitos) e roda o mundo auxiliando a “fisgar" usuários e não soltá-los mais.
Em seu livro, Eyal cria um sistema a partir de autores polêmicos, como B. Frederic Skinner, inventor da “caixa de Skinner". Nela é colocado um pombo que, para se alimentar, precisa puxar uma alavanca. Skinner demonstrou que, se a comida aparece todas as vezes em que o pombo aciona a alavanca, o bicho se torna preguiçoso e apenas a puxa quando sente fome. Já se a comida aparecer aleatoriamente, o pombo passa a acionar a alavanca incessantemente, desenvolvendo uma compulsão por ela. Skinner demonstrou que recompensas esporádicas ligadas a uma ação podem gerar compulsão por repetir a ação (algo visível em cassinos ou muitos sites na rede).
Aproveitando-se desses modelos, Eyal foi ainda além. Ele explica a dinâmica da criação do vício com quatro elementos: gatilho, ação, recompensa esporádica e investimento.
O gatilho corresponde aos nossos confortos e desconfortos inevitáveis ao longo do dia. Por exemplo, momentos em que sentimos tédio, solidão ou ansiedade. Ao passar por um deles, buscamos algo que possa nos distrair.
Daí vem a ação. Por exemplo, tirar o celular do bolso e abrir um aplicativo como o Instagram. Ao fazer isso, a recompensa é incerta. Podemos achar uma foto interessante ou não. Uma vez que esse comportamento é associado ao gatilho, o vício se forma. Quando a pessoa se sentir desconfortável novamente, terá vontade de abrir o Instagram.
A última fase do processo é o investimento. Ele acontece quando a pessoa passa a trabalhar para o ciclo. Por exemplo, passa a postar fotos suas no Instagram, pois sabe que isso irá gerar comentários e curtidas. Nesse momento, a pessoa passa a ter incentivos adicionais para voltar frequentemente ao aplicativo a fim de conferir a repercussão de sua postagem, e o ciclo recomeça.
Muitas pessoas ficarão incomodadas com o trabalho de Eyal. Outras vão sair correndo para comprar seu livro. O fato é que sua obra nos provoca a pensar de que lado da caixa de Skinner estamos neste exato momento.
(Ronaldo Lemos. www.folha.uol.com.br, 03.02.2015. Adaptado)
Skinner demonstrou que, se a comida aparece todas as vezes em que o pombo aciona a alavanca, o bicho se torna preguiçoso e apenas a puxa quando sente fome.
Um sinônimo para o termo preguiçoso é
Poucos artigos sérios usam a palavra “vício" para falar de tecnologia. É comum ver eufemismos como “compulsão" ou “uso exagerado". “Vício" é palavra ainda rara. Ou ao menos era. Na edição de janeiro de 2015, a revista Wired (influente publicação sobre tecnologia) não hesitou em usar a palavra “viciante", da seguinte forma: “Facebook, Twitter, Instagram. Os produtos tecnológicos de maior sucesso têm uma coisa em comum: eles são viciantes".
O texto comenta a obra do consultor Nir Eyal, especializado em aconselhar empresas e designers a tornarem seus produtos mais viciantes. Eyal é autor do livro Hooked: How to Build Habit-Forming Products (Fisgado: como construir produtos que formam hábitos) e roda o mundo auxiliando a “fisgar" usuários e não soltá-los mais.
Em seu livro, Eyal cria um sistema a partir de autores polêmicos, como B. Frederic Skinner, inventor da “caixa de Skinner". Nela é colocado um pombo que, para se alimentar, precisa puxar uma alavanca. Skinner demonstrou que, se a comida aparece todas as vezes em que o pombo aciona a alavanca, o bicho se torna preguiçoso e apenas a puxa quando sente fome. Já se a comida aparecer aleatoriamente, o pombo passa a acionar a alavanca incessantemente, desenvolvendo uma compulsão por ela. Skinner demonstrou que recompensas esporádicas ligadas a uma ação podem gerar compulsão por repetir a ação (algo visível em cassinos ou muitos sites na rede).
Aproveitando-se desses modelos, Eyal foi ainda além. Ele explica a dinâmica da criação do vício com quatro elementos: gatilho, ação, recompensa esporádica e investimento.
O gatilho corresponde aos nossos confortos e desconfortos inevitáveis ao longo do dia. Por exemplo, momentos em que sentimos tédio, solidão ou ansiedade. Ao passar por um deles, buscamos algo que possa nos distrair.
Daí vem a ação. Por exemplo, tirar o celular do bolso e abrir um aplicativo como o Instagram. Ao fazer isso, a recompensa é incerta. Podemos achar uma foto interessante ou não. Uma vez que esse comportamento é associado ao gatilho, o vício se forma. Quando a pessoa se sentir desconfortável novamente, terá vontade de abrir o Instagram.
A última fase do processo é o investimento. Ele acontece quando a pessoa passa a trabalhar para o ciclo. Por exemplo, passa a postar fotos suas no Instagram, pois sabe que isso irá gerar comentários e curtidas. Nesse momento, a pessoa passa a ter incentivos adicionais para voltar frequentemente ao aplicativo a fim de conferir a repercussão de sua postagem, e o ciclo recomeça.
Muitas pessoas ficarão incomodadas com o trabalho de Eyal. Outras vão sair correndo para comprar seu livro. O fato é que sua obra nos provoca a pensar de que lado da caixa de Skinner estamos neste exato momento.
(Ronaldo Lemos. www.folha.uol.com.br, 03.02.2015. Adaptado)
Poucos artigos sérios usam a palavra “vício" para falar de tecnologia. É comum ver eufemismos como “compulsão" ou “uso exagerado". “Vício" é palavra ainda rara. Ou ao menos era. Na edição de janeiro de 2015, a revista Wired (influente publicação sobre tecnologia) não hesitou em usar a palavra “viciante", da seguinte forma: “Facebook, Twitter, Instagram. Os produtos tecnológicos de maior sucesso têm uma coisa em comum: eles são viciantes".
O texto comenta a obra do consultor Nir Eyal, especializado em aconselhar empresas e designers a tornarem seus produtos mais viciantes. Eyal é autor do livro Hooked: How to Build Habit-Forming Products (Fisgado: como construir produtos que formam hábitos) e roda o mundo auxiliando a “fisgar" usuários e não soltá-los mais.
Em seu livro, Eyal cria um sistema a partir de autores polêmicos, como B. Frederic Skinner, inventor da “caixa de Skinner". Nela é colocado um pombo que, para se alimentar, precisa puxar uma alavanca. Skinner demonstrou que, se a comida aparece todas as vezes em que o pombo aciona a alavanca, o bicho se torna preguiçoso e apenas a puxa quando sente fome. Já se a comida aparecer aleatoriamente, o pombo passa a acionar a alavanca incessantemente, desenvolvendo uma compulsão por ela. Skinner demonstrou que recompensas esporádicas ligadas a uma ação podem gerar compulsão por repetir a ação (algo visível em cassinos ou muitos sites na rede).
Aproveitando-se desses modelos, Eyal foi ainda além. Ele explica a dinâmica da criação do vício com quatro elementos: gatilho, ação, recompensa esporádica e investimento.
O gatilho corresponde aos nossos confortos e desconfortos inevitáveis ao longo do dia. Por exemplo, momentos em que sentimos tédio, solidão ou ansiedade. Ao passar por um deles, buscamos algo que possa nos distrair.
Daí vem a ação. Por exemplo, tirar o celular do bolso e abrir um aplicativo como o Instagram. Ao fazer isso, a recompensa é incerta. Podemos achar uma foto interessante ou não. Uma vez que esse comportamento é associado ao gatilho, o vício se forma. Quando a pessoa se sentir desconfortável novamente, terá vontade de abrir o Instagram.
A última fase do processo é o investimento. Ele acontece quando a pessoa passa a trabalhar para o ciclo. Por exemplo, passa a postar fotos suas no Instagram, pois sabe que isso irá gerar comentários e curtidas. Nesse momento, a pessoa passa a ter incentivos adicionais para voltar frequentemente ao aplicativo a fim de conferir a repercussão de sua postagem, e o ciclo recomeça.
Muitas pessoas ficarão incomodadas com o trabalho de Eyal. Outras vão sair correndo para comprar seu livro. O fato é que sua obra nos provoca a pensar de que lado da caixa de Skinner estamos neste exato momento.
(Ronaldo Lemos. www.folha.uol.com.br, 03.02.2015. Adaptado)
Poucos artigos sérios usam a palavra “vício" para falar de tecnologia. É comum ver eufemismos como “compulsão" ou “uso exagerado". “Vício" é palavra ainda rara. Ou ao menos era. Na edição de janeiro de 2015, a revista Wired (influente publicação sobre tecnologia) não hesitou em usar a palavra “viciante", da seguinte forma: “Facebook, Twitter, Instagram. Os produtos tecnológicos de maior sucesso têm uma coisa em comum: eles são viciantes".
O texto comenta a obra do consultor Nir Eyal, especializado em aconselhar empresas e designers a tornarem seus produtos mais viciantes. Eyal é autor do livro Hooked: How to Build Habit-Forming Products (Fisgado: como construir produtos que formam hábitos) e roda o mundo auxiliando a “fisgar" usuários e não soltá-los mais.
Em seu livro, Eyal cria um sistema a partir de autores polêmicos, como B. Frederic Skinner, inventor da “caixa de Skinner". Nela é colocado um pombo que, para se alimentar, precisa puxar uma alavanca. Skinner demonstrou que, se a comida aparece todas as vezes em que o pombo aciona a alavanca, o bicho se torna preguiçoso e apenas a puxa quando sente fome. Já se a comida aparecer aleatoriamente, o pombo passa a acionar a alavanca incessantemente, desenvolvendo uma compulsão por ela. Skinner demonstrou que recompensas esporádicas ligadas a uma ação podem gerar compulsão por repetir a ação (algo visível em cassinos ou muitos sites na rede).
Aproveitando-se desses modelos, Eyal foi ainda além. Ele explica a dinâmica da criação do vício com quatro elementos: gatilho, ação, recompensa esporádica e investimento.
O gatilho corresponde aos nossos confortos e desconfortos inevitáveis ao longo do dia. Por exemplo, momentos em que sentimos tédio, solidão ou ansiedade. Ao passar por um deles, buscamos algo que possa nos distrair.
Daí vem a ação. Por exemplo, tirar o celular do bolso e abrir um aplicativo como o Instagram. Ao fazer isso, a recompensa é incerta. Podemos achar uma foto interessante ou não. Uma vez que esse comportamento é associado ao gatilho, o vício se forma. Quando a pessoa se sentir desconfortável novamente, terá vontade de abrir o Instagram.
A última fase do processo é o investimento. Ele acontece quando a pessoa passa a trabalhar para o ciclo. Por exemplo, passa a postar fotos suas no Instagram, pois sabe que isso irá gerar comentários e curtidas. Nesse momento, a pessoa passa a ter incentivos adicionais para voltar frequentemente ao aplicativo a fim de conferir a repercussão de sua postagem, e o ciclo recomeça.
Muitas pessoas ficarão incomodadas com o trabalho de Eyal. Outras vão sair correndo para comprar seu livro. O fato é que sua obra nos provoca a pensar de que lado da caixa de Skinner estamos neste exato momento.
(Ronaldo Lemos. www.folha.uol.com.br, 03.02.2015. Adaptado)
Seja X1, X2, ..., Xn uma amostra aleatória independente e identicamente distribuída de uma U(0, θ) onde X(n) = max(X1, X2, ..., Xn). Qual o estimador não viciado para o parâmetro θ?
Sejam A e B dois eventos independentes e não mutuamente exclusivos, então:
Se ma, mg, mh representam a média aritmética, geométrica e harmônica respectivamente, pode-se afirmar que:
A média harmônica do conjunto de dados {1,4,4,2} é:
Utilize as equações abaixo para solucionar as questões 54 e 55.
Onde ∈t é independente e identicamente distribuído no intervalo (0,1).
A variância incondicional de ∈t é:
Utilize as equações abaixo para solucionar as questões 54 e 55.
Onde ∈t é independente e identicamente distribuído no intervalo (0,1).
Qual alternativa representa o modelo ajustado?
Analise os gráficos a seguir referentes às funções de autocorrelação e autocorrelação parcial de uma determinada série temporal.
Qual processo é o mais adequado para modelar esta série?
Analisando o gráfico abaixo, referente à densidade de probabilidade de uma determinada variável aleatória, o que se pode inferir sobre a assimetria da distribuição?
Supondo que o preço de uma garrafa de água era de R$ 1,50 em 2005 e de R$ 2,40 em 2013, determine o relativo de preço em 2013, tomando como base o ano de 2013.
Observando a tabela abaixo para uma análise de variância ANOVA simples, o que se pode concluir a respeito das seguintes hipóteses?
H0 = média dos tratamentos são iguais
H1 = pelo menos duas médias não são iguais
Em um modelo de regressão linear múltipla com k variáveis independentes x1, x2, ..., xk e n observações y1, y2, ..., yn solução de mínimos quadrados para estimar o vetor de parâmetros é:
Para responder às questões 46, 47 e 48 use as informações a seguir sobre as variáveis Z e W. Suponha que as duas variáveis estejam relacionadas segundo um modelo de regressão linear simples, Z = β0 + β1 w + ε, sendo ε o termo aleatório e que:
Qual opção informa o valor do coeficiente de correlação entre X e Y (ρXY)?
Para responder às questões 46, 47 e 48 use as informações a seguir sobre as variáveis Z e W. Suponha que as duas variáveis estejam relacionadas segundo um modelo de regressão linear simples, Z = β0 + β1 w + ε, sendo ε o termo aleatório e que:
Qual opção informa a estimativa não viciada para a variância?
Para responder às questões 46, 47 e 48 use as informações a seguir sobre as variáveis Z e W. Suponha que as duas variáveis estejam relacionadas segundo um modelo de regressão linear simples, Z = β0 + β1 w + ε, sendo ε o termo aleatório e que:
Qual opção informa as estimativas de mínimos quadrados de β0 e β1, respectivamente?
As alturas de 37 indivíduos foram medidas e resultaram no ramo-e-folhas a seguir. A amplitude total, o desvio interquartílico e a mediana em centímetros são respectivamente: