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Q4216139 Serviço Social
A Resolução CFESS nº 1.098,de 3 de abril de 2025, dispõe sobre os procedimentos para salvaguarda de documentos técnicos e de documentos técnicos sigilosos do Serviço Social. Sobre o disposto na referida resolução, é correto afirmar que:
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Q4216138 Serviço Social
No âmbito do Serviço Social, a instrumentalidade profissional não se reduz ao uso de instrumentos e técnicas. Ela expressa a capacidade historicamente construída pela profissão de transformar finalidades profissionais em ações concretas diante das múltiplas expressões da questão social. Nesse processo, articulam-se as dimensões teórico-metodológica, ético-política e técnico-operativa. Considerando a direção social assumida pelo projeto ético-político profissional, essas dimensões: 
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Q4216065 Matemática
Um supermercado está realizando uma campanha promocional para os jogos da copa do mundo: a cada R$ 105,75 em compras, o cliente ganha um cupom para concorrer a uma televisão de 55 polegadas. Se uma cliente realizou uma compra no valor total de R$ 1269,00, assinale a alternativa que indica quantos cupons ela receberá.
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Q4216064 Matemática
Considere as proposições relativas às propriedades e conceitos dos números naturais e assinale a alternativa INCORRETA
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Q4216063 Matemática
Um banco digital bloqueia o acesso do cliente ao aplicativo após a terceira tentativa incorreta de digitação da senha. Para desbloquear o serviço e gerar uma nova senha de 6 caracteres, o usuário deve entrar em contato com o suporte. Por motivos de segurança, a operadora estabelece uma regra: a senha deve ser formada por 6 caracteres, sendo as duas primeiras posições ocupadas por letras e as quatro últimas por algarismos. As letras podem repetir-se e devem ser escolhidas entre as cinco primeiras letras do alfabeto (A, B, C, D e E). Os três primeiros algarismos podem ser quaisquer dígitos do sistema decimal, enquanto o último deve ser um algarismo primo. Assinale a alternativa que apresenta quantas senhas diferentes podem ser formadas. 
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Q4216060 Segurança da Informação
A autenticação em dois fatores (2FA) aumenta a segurança ao exigir que o usuário comprove sua identidade por meio de dois fatores de categorias diferentes. Essas categorias são divididas em: conhecimento (algo que o usuário sabe), posse (algo que o usuário tem) e inerência (algo que o usuário é). Considerando essa regra, assinale a alternativa que apresenta uma combinação válida de autenticação em dois fatores (2FA):
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Q4216059 Noções de Informática
Durante uma reunião, o gerente de uma empresa informou que o servidor local (on-premises) que armazena os arquivos da organização será desativado. A partir do próximo mês, todos os novos arquivos digitais gerados deverão ser salvos na nuvem. Assinale a alternativa que indica qual dos seguintes serviços apresenta uma solução adequada para o armazenamento de arquivos em nuvem.
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Q4216058 Noções de Informática
Sobre navegadores de Internet, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4216057 Noções de Informática
Considerando os conceitos de intranet e internet, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4216056 Noções de Informática
Após a realização de um processo seletivo, um candidato foi aprovado e deve ser comunicado por e-mail. O procedimento da empresa exige que o mesmo e-mail também seja enviado aos três membros da comissão de seleção, porém, por questões de privacidade e segurança, o candidato não deve conseguir visualizar os endereços de email dos membros da comissão. Sendo assim, ao enviar o e-mail deve-se:
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Q4216055 Noções de Informática
Uma lista de compras de 10 itens foi criada usando o Google Planilhas, ferramenta de planilhas do ambiente Google Drive. A lista de compras se estende pelas colunas A, B, C e D, de modo que a coluna A contém o NOME DO ITEM, a coluna B contém o VALOR UNITÁRIO, a coluna C contém a QUANTIDADE DE UNIDADES A SER COMPRADA, e a coluna D contém o VALOR TOTAL DO ITEM (VALOR UNITÁRIO * QUANTIDADE). Os itens estão dispostos das linhas 2 a 11. Para calcular o valor total geral a ser gasto com todos os itens, deve-se utilizar a fórmula: 
Alternativas
Q4216053 Noções de Informática
Em relação à criação e organização de pastas e arquivos no Windows 11, assinale V para as afirmações verdadeiras e F para as falsas.
( ) Não é permitido criar ou armazenar dois arquivos com o mesmo nome e a mesma extensão dentro de uma mesma pasta.
( ) O nome de um arquivo é composto, por padrão, por duas partes principais: o nome escolhido pelo usuário e a extensão que identifica o seu tipo.
( ) É possível criar e salvar um arquivo com o nome trabalho:da:escola.docx.
Após análise, conclui-se que a sequência correta é: 
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Q4216051 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A pragmática é o ramo dos estudos linguísticos que estuda a linguagem em seu contexto de uso. Sabendo disso, ao analisar a interação de Whatsapp observada na imagem apresentada, pode-se afirmar que: 
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Q4216050 Português
Leia a tirinha a seguir para responder a questão. 

Na oração “Filho, escovou os dentes?”, presente no primeiro quadrinho da tirinha do Armandinho, o termo em destaque exerce função sintática de: 
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Q4216049 Português
Leia a tirinha a seguir para responder a questão. 

Figuras de linguagem são recursos expressivos que fogem do sentido literal (denotativo) das palavras. Ciente disso, após leitura da tirinha do Armandinho, percebe-se, na oração “Já pedi um milhão de vezes”, presente no segundo quadrinho, o uso: 
Alternativas
Q4216044 Português
Leia a tirinha a seguir para responder à questão.

A tirinha é um gênero que utiliza de um fato social para trazer alguma crítica, de modo humorístico, à sociedade. Ciente disso, pode-se afirmar que o humor da tirinha apresentada é construído:
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Q4216043 Português
De acordo com Pestana (2013, p.418), “O pronome relativo é um elemento conector de caráter anafórico, isto é, refere-se a um termo antecedente explícito”. Sabendo disso, assinale, a seguir, a alternativa na qual o pronome relativo NÃO foi utilizado de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q4216042 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O surto psicodélico da Copa
Neide Fischer

        O Brasil é conhecido como o país do futebol. Não que eu aprecie muito esse título. Pouco compreendo do assunto, mas na Copa até eu torço, nem que seja por uma questão de amor à pátria. É uma época em que, durante os jogos, o país parece, numa espécie de surto psicodélico coletivo, esquecer por noventa minutos que não está com essa bola toda em vários sentidos.
    
        O que quero abordar aqui sai do futebol e entra na política, economia e sociedade, pois me veio uma preocupação recente que gostaria de compartilhar com meus pares: os jornalistas. A preocupação atende por um velho nome: pão e circo.
    
        Boa parte de vocês já conhece a expressão. Como já faziam os romanos com sua política do “pão e circo”, especialistas em distrair a população enquanto os problemas reais continuavam ali. Mudam-se os impérios, permanecem os truques.
    
        E é justamente aí que mora o meu receio.
  
        O Brasil atravessa uma fase política problemática, com corrupção, violência crescente, empresas estatais quase à beira de um colapso e uma população cada vez mais cansada de pagar a conta de tudo. Poderíamos citar mais vinte problemas sem esforço algum, e nós, brasileiros, conhecemos cada um deles e sentimos na pele suas consequências. Não é necessário aprofundar todas essas mazelas porque elas já batem diariamente à nossa porta.
    
        Ainda assim, quando chega a Copa do Mundo, parte da imprensa entra num estado quase hipnótico: tabelas, treinos, tornozelos lesionados, cabelo de jogador, análise emocional de técnico, grama usada no estádio da seleção e, se deixar, até reportagem investigativa sobre o cachorro do camisa 10 ou previsão astrológica da seleção. 
    
        Isso começa a parecer uma espécie de loucura coletiva. Um excesso de zelo que, se fosse aplicado a temas realmente importantes, talvez deixasse a população muito mais bem informada sobre aquilo que impacta diretamente sua vida.

        Não digo que não haja pauta no futebol. Claro que há. Copa do Mundo movimenta economia, cultura, comportamento e audiência. Ignorar isso seria tolice. Minha questão começa quando todo o resto desaparece do noticiário como mágica. Como se os problemas do país tirassem férias durante os jogos. Como se a violência aguardasse educadamente o apito final.
  
        Nós, jornalistas, não podemos nos dar ao luxo de embarcar completamente nesse espetáculo enquanto os problemas reais das famílias brasileiras continuam acontecendo fora do estádio, muito longe dos camarotes e dos flashes psicodélicos.
    
        Cobrir futebol é legítimo. Transformar a cobertura esportiva em anestesia coletiva já é outra coisa. E é exatamente esse o meu alerta. Talvez nossa obrigação, justamente durante grandes eventos, seja redobrar a atenção ao que tentam empurrar para debaixo do tapete enquanto o país está distraído gritando “gol”.
   
        Precisamos de um jornalismo mais crítico, inteligente e audaz. Um jornalismo que não fale apenas mais do mesmo, que não viva requentando matérias ou reciclando opiniões prontas. Pior ainda: precisamos fugir de um jornalismo militante, que utiliza essa profissão, uma das mais importantes para a democracia, para induzir pensamentos, comportamentos e interpretações em uma população que, muitas vezes, desconhece os mecanismos de influência e o poder do chamado gatekeeping na formação das narrativas.
    
        A teoria da comunicação já mostrou há muito tempo que a imprensa não determina exatamente o que as pessoas devem pensar, mas influencia fortemente sobre o que elas irão pensar. E isso traz uma responsabilidade gigantesca para quem escolhe quais assuntos terão destaque e quais serão deixados em segundo plano.
    
        No fim das contas, talvez o verdadeiro papel do jornalista não seja apenas informar sobre o espetáculo, mas garantir que o espetáculo não seja usado para esconder a realidade.

Fonte: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/futebol/o-surtopsicodelico-da-copa/
No que tange à regência verbal, do ponto de vista da gramática normativo-prescritiva da Língua Portuguesa, no período “Transformar a cobertura esportiva em anestesia coletiva já é outra coisa”, presente no décimo parágrafo do texto, o verbo em destaque classifica-se como: 
Alternativas
Q4216041 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O surto psicodélico da Copa
Neide Fischer

        O Brasil é conhecido como o país do futebol. Não que eu aprecie muito esse título. Pouco compreendo do assunto, mas na Copa até eu torço, nem que seja por uma questão de amor à pátria. É uma época em que, durante os jogos, o país parece, numa espécie de surto psicodélico coletivo, esquecer por noventa minutos que não está com essa bola toda em vários sentidos.
    
        O que quero abordar aqui sai do futebol e entra na política, economia e sociedade, pois me veio uma preocupação recente que gostaria de compartilhar com meus pares: os jornalistas. A preocupação atende por um velho nome: pão e circo.
    
        Boa parte de vocês já conhece a expressão. Como já faziam os romanos com sua política do “pão e circo”, especialistas em distrair a população enquanto os problemas reais continuavam ali. Mudam-se os impérios, permanecem os truques.
    
        E é justamente aí que mora o meu receio.
  
        O Brasil atravessa uma fase política problemática, com corrupção, violência crescente, empresas estatais quase à beira de um colapso e uma população cada vez mais cansada de pagar a conta de tudo. Poderíamos citar mais vinte problemas sem esforço algum, e nós, brasileiros, conhecemos cada um deles e sentimos na pele suas consequências. Não é necessário aprofundar todas essas mazelas porque elas já batem diariamente à nossa porta.
    
        Ainda assim, quando chega a Copa do Mundo, parte da imprensa entra num estado quase hipnótico: tabelas, treinos, tornozelos lesionados, cabelo de jogador, análise emocional de técnico, grama usada no estádio da seleção e, se deixar, até reportagem investigativa sobre o cachorro do camisa 10 ou previsão astrológica da seleção. 
    
        Isso começa a parecer uma espécie de loucura coletiva. Um excesso de zelo que, se fosse aplicado a temas realmente importantes, talvez deixasse a população muito mais bem informada sobre aquilo que impacta diretamente sua vida.

        Não digo que não haja pauta no futebol. Claro que há. Copa do Mundo movimenta economia, cultura, comportamento e audiência. Ignorar isso seria tolice. Minha questão começa quando todo o resto desaparece do noticiário como mágica. Como se os problemas do país tirassem férias durante os jogos. Como se a violência aguardasse educadamente o apito final.
  
        Nós, jornalistas, não podemos nos dar ao luxo de embarcar completamente nesse espetáculo enquanto os problemas reais das famílias brasileiras continuam acontecendo fora do estádio, muito longe dos camarotes e dos flashes psicodélicos.
    
        Cobrir futebol é legítimo. Transformar a cobertura esportiva em anestesia coletiva já é outra coisa. E é exatamente esse o meu alerta. Talvez nossa obrigação, justamente durante grandes eventos, seja redobrar a atenção ao que tentam empurrar para debaixo do tapete enquanto o país está distraído gritando “gol”.
   
        Precisamos de um jornalismo mais crítico, inteligente e audaz. Um jornalismo que não fale apenas mais do mesmo, que não viva requentando matérias ou reciclando opiniões prontas. Pior ainda: precisamos fugir de um jornalismo militante, que utiliza essa profissão, uma das mais importantes para a democracia, para induzir pensamentos, comportamentos e interpretações em uma população que, muitas vezes, desconhece os mecanismos de influência e o poder do chamado gatekeeping na formação das narrativas.
    
        A teoria da comunicação já mostrou há muito tempo que a imprensa não determina exatamente o que as pessoas devem pensar, mas influencia fortemente sobre o que elas irão pensar. E isso traz uma responsabilidade gigantesca para quem escolhe quais assuntos terão destaque e quais serão deixados em segundo plano.
    
        No fim das contas, talvez o verdadeiro papel do jornalista não seja apenas informar sobre o espetáculo, mas garantir que o espetáculo não seja usado para esconder a realidade.

Fonte: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/futebol/o-surtopsicodelico-da-copa/
Releia o período presente no quadro a seguir.
Um excesso de zelo que, se fosse aplicado a temas realmente importantes, talvez deixasse a população muito mais bem informada sobre aquilo que impacta diretamente sua vida.
Após a leitura, analise as afirmativas a seguir:
I. No trecho “Um excesso de zelo que”, o termo “que” exerce função morfossintática de pronome relativo;
II. A oração “se fosse aplicado a temas realmente importantes”, classificada como oração subordinada adverbial condicional, está entre o sujeito e o verbo de uma oração, o que justifica o uso das vírgulas;
III. As orações “que talvez deixasse a população muito mais bem informada sobre aquilo” e “que impacta diretamente sua vida” são orações subordinadas substantivas;
IV. No trecho “Um excesso de zelo”, o termo em destaque trata-se de um adjunto adnominal.
Após análise das afirmativas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Respostas
1301: C
1302: B
1303: B
1304: D
1305: D
1306: C
1307: B
1308: A
1309: C
1310: B
1311: A
1312: D
1313: E
1314: D
1315: C
1316: E
1317: A
1318: C
1319: D
1320: A