Questões de Concurso
Para técnico em radiologia
Foram encontradas 13.373 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Neste ano, mais uma vacina foi disponibilizada pelo SUS, trata-se da vacina contra o HPV e o câncer do colo do útero, conforme se verifica na notícia a seguir.

Segundo a enfermeira Miriam Rostirolla, chefe do setor de imunização da Secretaria Municipal de Saúde, o HPV é o principal causador do câncer de colo de útero e após o início da vida sexual a adolescente tem que se submeter ao exame papanicolau. “As meninas devem receber três doses. Uma nesta campanha, a segunda dose após seis meses (setembro) e a terceira cinco anos depois (2019). A vacina protege a usuária de alguns subtipos do HPV, mas não de outras doenças sexualmente transmissíveis. Por isso, é sempre importante usar a camisinha”, explica.
(Disponível em: http://www.emvideira.com.br/noticias/2014/3/6/sa%C3%BAde---secretaria-de-sa%C3%BAde-de-videira-inicia-
vacina%C3%A7%C3%A3o-contra-hpv-em-adolescentes-na-pr%C3%B3xima-segunda-feira-%2810%29. Acesso em: 15/05/2014. Adaptado.)
Num hospital público, estava afixado o seguinte cartaz:
Não morra de dengue.
Viagens durante as férias exigem cuidados especiais com os vasos de plantas.
As preposições destacadas possuem valor, respectivamente, de
Leia o texto.
O Brasil tem metade dos médicos que precisa
Conheça o retrato dramático da saúde pública no Brasil e saiba por que o programa do governo de importação de médicos pode ajudar a resolver esse flagelo.
No início do ano, uma pesquisa do Ipea realizada com 2.773 frequentadores do SUS, o Sistema Único de Saúde, indicou que o principal problema de 58% dos brasileiros que procuram atendimento na rede pública é a falta de médicos. Num País com cerca de 400 mil médicos formados, no qual pouco mais de 300 mil exercem a profissão, nada menos que 700 municípios – ou 15% do total – não possuem um único profissional de saúde. Em outros 1,9 mil municípios, 3 mil candidatos a paciente disputam a atenção estatística de menos de um médico por pessoa – imagine por 30 segundos como pode ser a consulta dessas pessoas. Na segunda-feira 8, no Palácio do Planalto, a presidenta Dilma Rousseff assinará uma medida provisória e três editais para tentar dar um basta a essa situação dramática em que está envolta a saúde pública do País. Trata-se da criação do programa Mais Hospitais, Mais Médicos. Embora inclua ampliação de bolsas de estudo para recém-formados e mudanças na prioridade para cursos de especialização, com foco nas necessidades próprias da população menos assistida, o ponto forte do programa envolve uma decisão política drástica – a de trazer milhares de médicos estrangeiros, da Espanha, de Portugal e de Cuba, para preencher 9,5 mil vagas em aberto nas regiões mais pobres do País. [...]
(Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/313133_O+BRASIL+ TEM+ METADE+DOS+MEDICOS+QUE+PRECISA. Acesso em: 18/05/2014.)
Com base no texto, analise as afirmativas.
I. Dentre as medidas tomadas pela presidente Dilma, está a de trazer milhares de médicos estrangeiros, da Espanha, de Portugal e de Cuba, para preencher 9,5 mil vagas em aberto nas regiões mais pobres do País.
II. O Ipea realizou uma pesquisa com os frequentadores do SUS e detectou que o principal dessas pessoas é a falta de médicos.
III. 15% do total de municípios brasileiros não possuem alguns profissionais de saúde.
IV. O Brasil forma 400 mil médicos, mas somente 300 mil exercem a profissão.
Estão corretas apenas as afirmativas
O resultado da fórmula =CONT.NÚM(A1:A2) na célula A3 é:
1) Fleishner
2) Fergunson
3) Hirtz
4) Grashey
( ) Cavidade Glenóide
( ) Àpico lordotico
( ) Sacro-ilíaca
( ) Arco Zigomático
João Loes
O vício em redes sociais é uma realidade e tem impactos impossíveis de ignorar. Um dos primeiros estudos a revelar a força dessa nova dependência de forma inconteste foi apresentado em fevereiro de 2012 pela Universidade de Chicago. Depois de acompanhar a rotina de checagem de atualizações em redes sociais de 205 pessoas por sete dias, os pesquisadores concluíram que resistir ao Facebook e ao Twitter é mais difícil do que dizer “não” ao álcool e ao cigarro. Uma consulta aos números do programa de dependência de internet do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (IPq HCUSP) dá contornos brasileiros ao argumento posto pelos americanos de Chicago.
Cerca de 25% dos pacientes que buscam ajuda no programa do IPq o fazem atrás de tratamento para o vício em redes sociais. “E esse percentual deve aumentar”, afirma Dora Góes, psicóloga do programa. O vício em redes sociais é forte como o da dependência química. Como o viciado em drogas, que, com o tempo, precisa de doses cada vez maiores de uma substância para ter o efeito entorpecente parecido com o obtido no primeiro contato, o viciado em Facebook também necessita se expor e ler as confissões de amigos com cada vez mais frequência para saciar sua curiosidade e narcisismo. Sintomas de crise de abstinência, como ansiedade, acessos de raiva, suores e até depressão, quando há afastamento da rede, também são comuns.
Atualmente, a atenção em torno do assunto é tamanha que já há setores defendendo 18 a inclusão da dependência por redes sociais no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, da Associação Americana de Psiquiatria. O pedido mais incisivo veio de um time formado por quatro psiquiatras da Universidade de Atenas, na Grécia, que publicou um artigo na revista acadêmica “European Psychiatry” com uma descrição assustadora da rotina de uma paciente de 24 anos completamente viciada. Trazida à clínica pelos pais, ela passava cinco horas por dia no Facebook, havia perdido os amigos reais, o emprego, a vida social e, aos poucos, estava perdendo a saúde, pois já não dormia nem se alimentava bem. “A paciente usava a internet havia sete anos e nunca tinha tido problemas”, diz o artigo. “A rede social é que foi o gatilho para o distúrbio do impulso.” Considerando a escala potencialmente planetária desse novo candidato à doença – o Facebook tem 901 milhões de usuários no mundo, sendo 46,3 milhões no Brasil, o segundo país com maior participação da Terra –, o pleito é mais do que razoável.
Entender as razões dessa compulsão em ascensão é um desafio. Por que usamos tanto e, às vezes, até preferimos esses canais para nos comunicar? Carlos Florêncio, coach e consultor em desenvolvimento pessoal há 20 anos, com mais de 60 mil atendimentos no currículo, tem uma teoria: “Nas redes sociais, temos controle absoluto sobre quem somos”, diz ele. Lá, as vidas são editadas para que só os melhores momentos, as mais belas fotos e os detalhes mais interessantes do dia a dia sejam expostos. Até os defeitos, quando compartilhados, são cuidadosamente escolhidos. E isso tem um custo imenso. São poucas as pessoas que conseguem, de fato, viver o ideal que projetam, o que gera grande frustração. E mais: privilegiar as relações mediadas pela internet compromete as nossas habilidades sociais no mundo real. “Desaprendemos a olhar no olho, interpretar os sinais corporais e dar a atenção devida a quem está ali, diante da gente”, diz Dora, do IPq-HCUSP.
Mas nem tudo é ruim nas teias das redes sociais. Pelo contrário. Grande parte do que elas oferecem é bom. O problema é saber dosar o uso para que as vantagens não sejam ofuscadas pelo vício que surge com os excessos. Afinal, cair no canto da sereia virtual é fácil e conveniente. As redes sociais são a cocaína da era digital e estamos todos viciados. Você não está sozinho.
Disponível em <http://www.istoe.com.br/reportagens/204040_VICIADOS+EM+REDES+SOCIAIS>.Acesso em: 20 ago.2014.[Adaptado]
No texto, o propósito comunicativo dominante é
Qual exame deve ser realizado primeiro e por quê?
Qual a sequência indicada dos exames?
Embora o foco do texto seja apresentar uma pesquisa sobre expressões da Língua, percebe-se que, em alguns momentos, há a presença subjetiva do seu autor. Assinale a opção que confirma essa afirmação.