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Ano: 2014 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Jucurutu - RN
Q1223957 Radiologia
No Código de Ética Profissional, alguns critérios são relevantes para uma boa conduta do técnico em radiologia. Marque a alternativa que apresenta a conduta correta do técnico em serviço.
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Ano: 2014 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Jucurutu - RN
Q1223880 Radiologia
As incidências radiológicas são também conhecidas por seus nomes científicos. Assim, a opção que apresenta correlação correta dos nomes com as estruturas
1) Fleishner
2) Fergunson
3) Hirtz
4) Grashey
(  ) Cavidade Glenóide
(  ) Àpico lordotico
(  ) Sacro-ilíaca
(  ) Arco Zigomático
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Ano: 2014 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Jucurutu - RN
Q1223767 Medicina
Durante o exame para a visualização do osso esterno, localizado no arcabouço torácico, o paciente deverá ficar obliquado (OAD). Nessa posição, essa peça anatômica sobrepõe o
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Ano: 2014 Banca: CONSULPLAN Órgão: HOB
Q1207995 Medicina
Para uma incidência axial supero‐inferior localizada para ossos nasais, como o raio central deve incidir com relação à linha infraorbitomeatal? 
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Ano: 2014 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Criciúma - SC
Q1201674 Química
Na processamento de filmes nos exames de imagem o processo pelo qual átomos ou moléculas eletricamente neutros transformam-se em íons é chamado de:

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Ano: 2014 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Ulianópolis - PA
Q1201295 Noções de Informática
Para visitar as páginas acessadas anteriormente no Internet Explorer 11 (instalação padrão), o usuário precisa acessar a janela que contém a Guia “Histórico”, utilizando as teclas
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Ano: 2014 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Ulianópolis - PA
Q1201213 Noções de Informática
Para colocar um determinado texto, previamente selecionado, em ordem alfabética ou classificar dados numéricos de uma tabela em um documento que está sendo editado no Microsoft Office Word 2010, é necessário acessar os recursos disponíveis na caixa de diálogo “Classificar Texto”, clicando no botão “Classificar”, do grupo “Parágrafo”, que está localizado na Guia
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Ano: 2014 Banca: CONSULPLAN Órgão: HOB
Q1197540 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras foram acentuadas pelo mesmo motivo. 
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Ano: 2014 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Jucurutu - RN
Q1196683 Português
VICIADOS EM REDES SOCIAIS
João Loes

O vício em redes sociais é uma realidade e tem impactos impossíveis de ignorar. Um dos primeiros estudos a revelar a força dessa nova dependência de forma inconteste foi apresentado em fevereiro de 2012 pela Universidade de Chicago. Depois de acompanhar a rotina de checagem de atualizações em redes sociais de 205 pessoas por sete dias, os pesquisadores concluíram que resistir ao Facebook e ao Twitter é mais difícil do que dizer “não” ao álcool e ao cigarro. Uma consulta aos números do programa de dependência de internet do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (IPq HCUSP) dá contornos brasileiros ao argumento posto pelos americanos de Chicago.

Cerca de 25% dos pacientes que buscam ajuda no programa do IPq o fazem atrás de tratamento para o vício em redes sociais. “E esse percentual deve aumentar”, afirma Dora Góes, psicóloga do programa. O vício em redes sociais é forte como o da dependência química. Como o viciado em drogas, que, com o tempo, precisa de doses cada vez maiores de uma substância para ter o efeito entorpecente parecido com o obtido no primeiro contato, o viciado em Facebook também necessita se expor e ler as confissões de amigos com cada vez mais frequência para saciar sua curiosidade e narcisismo. Sintomas de crise de abstinência, como ansiedade, acessos de raiva, suores e até depressão, quando há afastamento da rede, também são comuns.

Atualmente, a atenção em torno do assunto é tamanha que já há setores defendendo 18 a inclusão da dependência por redes sociais no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, da Associação Americana de Psiquiatria. O pedido mais incisivo veio de um time formado por quatro psiquiatras da Universidade de Atenas, na Grécia, que publicou um artigo na revista acadêmica “European Psychiatry” com uma descrição assustadora da rotina de uma paciente de 24 anos completamente viciada. Trazida à clínica pelos pais, ela passava cinco horas por dia no Facebook, havia perdido os amigos reais, o emprego, a vida social e, aos poucos, estava perdendo a saúde, pois já não dormia nem se alimentava bem. “A paciente usava a internet havia sete anos e nunca tinha tido problemas”, diz o artigo. “A rede social é que foi o gatilho para o distúrbio do impulso.” Considerando a escala potencialmente planetária desse novo candidato à doença – o Facebook tem 901 milhões de usuários no mundo, sendo 46,3 milhões no Brasil, o segundo país com maior participação da Terra –, o pleito é mais do que razoável.
Entender as razões dessa compulsão em ascensão é um desafio. Por que usamos tanto e, às vezes, até preferimos esses canais para nos comunicar? Carlos Florêncio, coach e consultor em desenvolvimento pessoal há 20 anos, com mais de 60 mil atendimentos no currículo, tem uma teoria: “Nas redes sociais, temos controle absoluto sobre quem somos”, diz ele. Lá, as vidas são editadas para que só os melhores momentos, as mais belas fotos e os detalhes mais interessantes do dia a dia sejam expostos. Até os defeitos, quando compartilhados, são cuidadosamente escolhidos. E isso tem um custo imenso. São poucas as pessoas que conseguem, de fato, viver o ideal que projetam, o que gera grande frustração. E mais: privilegiar as relações mediadas pela internet compromete as nossas habilidades sociais no mundo real. “Desaprendemos a olhar no olho, interpretar os sinais corporais e dar a atenção devida a quem está ali, diante da gente”, diz Dora, do IPq-HCUSP.

Mas nem tudo é ruim nas teias das redes sociais. Pelo contrário. Grande parte do que elas oferecem é bom. O problema é saber dosar o uso para que as vantagens não sejam ofuscadas pelo vício que surge com os excessos. Afinal, cair no canto da sereia virtual é fácil e conveniente. As redes sociais são a cocaína da era digital e estamos todos viciados. Você não está sozinho.

Disponível em <http://www.istoe.com.br/reportagens/204040_VICIADOS+EM+REDES+SOCIAIS>.Acesso em: 20 ago.2014.[Adaptado]

No texto, o propósito comunicativo dominante é
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Ano: 2014 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Rubelita - MG
Q1193418 Radiologia
Você está de plantão no serviço de tomografia computadorizada e recebe o aviso de solicitação de 2 (duas) tomografias de crânio: um paciente do pronto-socorro com dor de cabeça e um paciente da UTI, em isolamento de contato, ambos sem urgência. 
Qual exame deve ser realizado primeiro e por quê? 
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Ano: 2014 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Rubelita - MG
Q1193359 Medicina
A célula fotoelétrica é usada, em nosso meio, relacionada a qual exame?
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Ano: 2014 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Rubelita - MG
Q1193355 Radiologia
Paciente é encaminhado ao serviço de Radiologia para realização de uretrocistografia miccional (UCM) e urografia excretora (EU). 
Qual a sequência indicada dos exames? 
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Ano: 2014 Banca: IBFC Órgão: Prefeitura de Alagoa Grande - PB
Q1184550 Português
Texto I Pegar o bonde andando (Márcio Cotrim) Expressão antiga. Literalmente, era tomar o veículo em movimento, com cuidado para não levar um espetacular tombo e perder uma perna na estripulia. Em linguagem figurada, significa “pegar uma conversa pela metade, entrar num assunto sem saber direito do que se trata”. Mas falemos do bonde propriamente dito. Se você é jovem, não deve tê- lo conhecido. Então, é bom saber que, durante décadas, ele foi figurinha fácil na paisagem urbana das maiores cidades brasileiras. O berço do vocábulo é curioso. O dinheiro que financiou os primeiros desses veículos que circularam entre nós no século 19 veio de um empréstimo negociado com a Grã-Bretanha. Para garanti-lo, foram emitidos bonds (“bônus”, “debêntures”, “títulos a receber”). Esses bonds, usados pelos passageiros, exibiam a figura do veículo. O nome pegou e o povo passou a chamar de “bonde”, não só o bilhete mas a própria viatura. Dessa palavra derivaram algumas expressões como “pegar o bonde andando” e “comprar um bonde” – adquirir produto sem valor. Uma curiosidade sobre o bonde: o que percorria, no Rio, uma linha suburbana em direção ao Real Engenho usava em sua tabuleta frontal a expressão abreviada “Real Eng”, ou seja, Realengo, que acabou virando nome de um populoso bairro carioca. O bonde deixou saudade. Gente da terceira e até da quarta idade ainda se lembra da popular figura do “almofadinha”. Como os bancos dos bondes eram de madeira, sem muito conforto, esses sujeitos levavam almofadas onde se sentavam durante a viagem e, vento no rosto, iam cultivando seus sonhos. Enquanto isso, o trocador, pendurado no estribo, ia cobrando a passagem, que os mais gozadores assim imitavam: “Din din din din, dois pra Light e um pra mim” (Light era a concessionária do serviço...) , e um cartaz colado perto dos balaústres dizia, com espírito, os versos do poeta Bastos Tigre: “Veja ilustre passageiro/ o belo tipo faceiro/ que você tem a seu lado/ no entanto, acredite, quase morreu de bronquite/ salvou-o o Rhum Creosotado”.

Embora o foco do texto seja apresentar uma pesquisa sobre expressões da Língua, percebe-se que, em alguns momentos, há a presença subjetiva do seu autor. Assinale a opção que confirma essa afirmação. 
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Ano: 2014 Banca: IBFC Órgão: Prefeitura de Alagoa Grande - PB
Q1184074 Português
A acentuação do vocábulo “própria” ocorre pelo mesmo motivo que justifica o acento da seguinte palavra: 
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Ano: 2014 Banca: IBFC Órgão: HMDCC
Q1182393 Português
O que é filosofia?     Querida Sofia,     Muitas pessoas têm hobbies diferentes. Algumas colecionam moedas e selos antigos, outras gostam de trabalhos manuais, outras ainda dedicam quase todo o seu tempo livre a uma determinada modalidade de esporte.    Também há os que gostam de ler. Mas os tipos de leitura também são muito diferentes. Alguns leem apenas jornais ou gibis, outros gostam de romances, outros ainda preferem livros sobre temas diversos como astronomia, a vida dos animais ou as novas descobertas da tecnologia.     Se me interesso por cavalos ou pedras preciosas, não posso querer que todos os outros tenham o mesmo interesse. Se fico grudado na televisão assistindo a todas as transmissões de esporte, tenho que aceitar que outras pessoas achem o esporte uma chatice.     Mas será que alguma coisa interessa a todos? Será que existe alguma coisa que concerne a todos, não importando quem são ou onde se encontram? Sim, querida Sofia, existem questões que deveriam interessar a todas as pessoas. E é sobre tais questões que trata este curso.     Qual é a coisa mais importante da vida? Se fazemos esta pergunta a uma pessoa de um país assolado pela fome, a resposta será: a comida. Se fazemos a mesma pergunta a quem está morrendo de frio, então a resposta será: o calor. E quando perguntamos a alguém que se sente sozinho e isolado, então certamente a resposta será: a companhia de outras pessoas.     Mas, uma vez satisfeitas todas essas necessidades, será que ainda resta alguma coisa de que todo mundo precise? Os filósofos acham que sim. Eles acham que o ser humano não vive apenas de pão. É claro que todo mundo precisa comer. E precisa também de amor e cuidado. Mas ainda há uma coisa de que todos nós precisamos. Nós temos a necessidade de descobrir quem somos e por que vivemos. Portanto, interessar-se em saber por que vivemos não é um interesse “casual” como colecionar selos por exemplo. Quem se interessa por tais questões toca um problema que vem sendo discutido pelo homem praticamente desde quando passamos a habitar este planeta. A questão de saber como surgiu o universo, a Terra e a vida por aqui é uma questão maior e mais importante do que saber quem ganhou mais medalhas de ouro nos últimos Jogos Olímpicos.      (GAARDER, Jostein. O mundo de Sofia. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. p.24-25)     A partir da análise do texto, assinale a alternativa que apresenta uma afirmação INCORRETA. 
Alternativas
Ano: 2014 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Jucurutu - RN
Q1182230 Português
VICIADOS EM REDES SOCIAIS
João Loes
O vício em redes sociais é uma realidade e tem impactos impossíveis de ignorar. Um dos primeiros estudos a revelar a força dessa nova dependência de forma inconteste foi apresentado em fevereiro de 2012 pela Universidade de Chicago. Depois de acompanhar a rotina de checagem de atualizações em redes sociais de 205 pessoas por sete dias, os pesquisadores concluíram que resistir ao Facebook e ao Twitter é mais difícil do que dizer “não” ao álcool e ao cigarro. Uma consulta aos números do programa de dependência de internet do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (IPq HCUSP) dá contornos brasileiros ao argumento posto pelos americanos de Chicago.
Cerca de 25% dos pacientes que buscam ajuda no programa do IPq o fazem atrás de tratamento para o vício em redes sociais. “E esse percentual deve aumentar”, afirma Dora Góes, psicóloga do programa. O vício em redes sociais é forte como o da dependência química. Como o viciado em drogas, que, com o tempo, precisa de doses cada vez maiores de uma substância para ter o efeito entorpecente parecido com o obtido no primeiro contato, o viciado em Facebook também necessita se expor e ler as confissões de amigos com cada vez mais frequência para saciar sua curiosidade e narcisismo. Sintomas de crise de abstinência, como ansiedade, acessos de raiva, suores e até depressão, quando há afastamento da rede, também são comuns.
Atualmente, a atenção em torno do assunto é tamanha que já há setores defendendo 18 a inclusão da dependência por redes sociais no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, da Associação Americana de Psiquiatria. O pedido mais incisivo veio de um time formado por quatro psiquiatras da Universidade de Atenas, na Grécia, que publicou um artigo na revista acadêmica “European Psychiatry” com uma descrição assustadora da rotina de uma paciente de 24 anos completamente viciada. Trazida à clínica pelos pais, ela passava cinco horas por dia no Facebook, havia perdido os amigos reais, o emprego, a vida social e, aos poucos, estava perdendo a saúde, pois já não dormia nem se alimentava bem. “A paciente usava a internet havia sete anos e nunca tinha tido problemas”, diz o artigo. “A rede social é que foi o gatilho para o distúrbio do impulso.” Considerando a escala potencialmente planetária desse novo candidato à doença – o Facebook tem 901 milhões de usuários no mundo, sendo 46,3 milhões no Brasil, o segundo país com maior participação da Terra –, o pleito é mais do que razoável.
Entender as razões dessa compulsão em ascensão é um desafio. Por que usamos tanto e, às vezes, até preferimos esses canais para nos comunicar? Carlos Florêncio, coach e consultor em desenvolvimento pessoal há 20 anos, com mais de 60 mil atendimentos no currículo, tem uma teoria: “Nas redes sociais, temos controle absoluto sobre quem somos”, diz ele. Lá, as vidas são editadas para que só os melhores momentos, as mais belas fotos e os detalhes mais interessantes do dia a dia sejam expostos. Até os defeitos, quando compartilhados, são cuidadosamente escolhidos. E isso tem um custo imenso. São poucas as pessoas que conseguem, de fato, viver o ideal que projetam, o que gera grande frustração. E mais: privilegiar as relações mediadas pela internet compromete as nossas habilidades sociais no mundo real. “Desaprendemos a olhar no olho, interpretar os sinais corporais e dar a atenção devida a quem está ali, diante da gente”, diz Dora, do IPq-HCUSP.
Mas nem tudo é ruim nas teias das redes sociais. Pelo contrário. Grande parte do que elas oferecem é bom. O problema é saber dosar o uso para que as vantagens não sejam ofuscadas pelo vício que surge com os excessos. Afinal, cair no canto da sereia virtual é fácil e conveniente. As redes sociais são a cocaína da era digital e estamos todos viciados. Você não está sozinho.
Disponível em <http://www.istoe.com.br/reportagens/204040_VICIADOS+EM+REDES+SOCIAIS>.Acesso em: 20 ago.2014.[Adaptado]
Leia o trecho a seguir:
“Trazida à clínica pelos pais, ela passava cinco horas por dia no Facebook, havia perdido os amigos reais [...].”
A exemplo do que ocorre nesse trecho, o uso do acento grave (indicativo da crase) também está correto em:
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Ano: 2014 Banca: IADES Órgão: EBSERH Prova: IADES - 2014 - EBSERH - Técnico em Radiologia |
Q776477 Radiologia
A Norma Regulamentadora 17 (NR 17) visa estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente. Com base nos conceitos de ergonomia no trabalho e da NR 17, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IADES Órgão: EBSERH Prova: IADES - 2014 - EBSERH - Técnico em Radiologia |
Q776474 Radiologia
São conhecidas várias vantagens significativas da radiografia digital direta (RD) em relação aos exames em filme écran. A esse respeito, assinale a alternativa que apresenta a desvantagem da utilização de RD.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IADES Órgão: EBSERH Prova: IADES - 2014 - EBSERH - Técnico em Radiologia |
Q776463 Radiologia
No serviço de radiologia, a câmara escura é a sala em cujo interior se desenvolvem os processos de manuseio e revelação das películas radiográficas. Com relação a esse tema, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IADES Órgão: EBSERH Prova: IADES - 2014 - EBSERH - Técnico em Radiologia |
Q776458 Radiologia
De acordo com a Portaria n° 453/1998, da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, assinale a alternativa que indica alguns dos princípios básicos de proteção radiológica.
Alternativas
Respostas
12021: B
12022: A
12023: A
12024: A
12025: B
12026: B
12027: D
12028: D
12029: D
12030: D
12031: B
12032: D
12033: C
12034: B
12035: D
12036: D
12037: A
12038: E
12039: E
12040: B