Questões de Concurso
Para técnico em radiologia
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A ressonância magnética nuclear é um exame indispensável para detecção de distúrbios nos tecidos, pois permite uma avaliação rigorosa das doenças, podendo ser útil para planejamento cirúrgico, caso indicado. O mesmo evita também que o paciente faça uma biópsia, um método invasivo que pode deixar sequelas. Ademais, este exame é sobretudo útil para avaliar de forma eficaz, o tamanho e a localização de tumores mais agressivos.
Sobre os mecanismos e princípios do aparelho de ressonância magnética nuclear, assinale a alternativa correta.
O estudo radiológico da cabeça e do pescoço, abrange as regiões cervical, mandíbula, maxila, seios da face, articulação temporomandibular, ouvidos e órbitas.
Sobre a radiologia da cabeça e pescoço, assinale a alternativa incorreta.
Analise a figura.

Fonte: JUNIOR, C. M., Radiologia Básica, 2 ed., Revinter, 2016.
Quais das numerações presentes na figura, refere-se ao ar e à gordura, respectivamente?
Prestes ao início da Copa do Mundo de Futebol, um jogador do Brasil foi convocado pela primeira vez. Ao correr para o campo, sentiu um nó no estômago e seu coração disparou. Recebeu seu primeiro passe e já lançou com perfeição ao volante, que logo no começo da partida quase marcou um gol. Aos poucos seu coração desacelerou e o estômago relaxou, sentiu que seria uma excelente partida para a seleção brasileira.
Analisando esse caso, assinale a alternativa incorreta.
É construída uma sequência de figuras, como dado a seguir.

Se em cada passo novo é adicionado o mesmo número de losangos, quantos losangos a figura terá no passo de número 8?
Durante a pandemia, _____ inúmeras mortes de mulheres por feminicídio. Esses números _____ aumentado significativamente no Brasil. Tal realidade tem ____ com o isolamento social, já que a maioria dos agressores é de pessoas próximas.
Assinale a alternativa cujos termos completam respectiva e corretamente as lacunas.
O texto a seguir é referência para a questão.
Pajem do sinhô-moço, escravo do sinhô-moço, tudo do sinhô-moço, nada do sinhô-moço. Um dia o coronelzinho, que já sabia ler, ficou curioso para ver se negro aprendia os sinais, as letras de branco e começou a ensinar o pai de Ponciá. O menino respondeu logo ao ensinamento do distraído mestre. Em pouco tempo reconhecia todas as letras. Quando sinhô-moço se certificou que o negro aprendia, parou a brincadeira. Negro aprendia sim! Mas o que o negro ia fazer com o saber de branco? O pai de Ponciá Vicêncio, em matéria de livros e letras, nunca foi além daquele saber.
(EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio. Rio de Janeiro: Pallas, 2017, p. 15.)
O texto a seguir é referência para a questão.
Pajem do sinhô-moço, escravo do sinhô-moço, tudo do sinhô-moço, nada do sinhô-moço. Um dia o coronelzinho, que já sabia ler, ficou curioso para ver se negro aprendia os sinais, as letras de branco e começou a ensinar o pai de Ponciá. O menino respondeu logo ao ensinamento do distraído mestre. Em pouco tempo reconhecia todas as letras. Quando sinhô-moço se certificou que o negro aprendia, parou a brincadeira. Negro aprendia sim! Mas o que o negro ia fazer com o saber de branco? O pai de Ponciá Vicêncio, em matéria de livros e letras, nunca foi além daquele saber.
(EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio. Rio de Janeiro: Pallas, 2017, p. 15.)
O texto a seguir é referência para a questão.
O que é lugar de fala?
Numa sociedade como a brasileira, de herança escravocrata, pessoas negras vão experenciar racismo do lugar de quem é objeto dessa opressão, do lugar que restringe oportunidades por conta desse sistema de opressão. Pessoas brancas vão experenciar do lugar de quem se beneficia dessa mesma opressão. Logo, ambos os grupos podem e devem discutir essas questões, mas falarão de lugares distintos. Estamos dizendo, principalmente, que queremos e reivindicamos que a história sobre a escravidão no Brasil seja contada por nossas perspectivas também e não somente pela perspectiva de quem venceu, para parafrasear Walter Benjamin, em Teses sobre o conceito de história. Estamos apontando para a importância de quebra de um sistema vigente que invisibiliza essas narrativas.
(RIBEIRO, Djamila. O que é: lugar de fala? Belo Horizonte: Letramento: Justificando, 2017, p. 48. Adaptado.)
O texto a seguir é referência para a questão.
O que é lugar de fala?
Numa sociedade como a brasileira, de herança escravocrata, pessoas negras vão experenciar racismo do lugar de quem é objeto dessa opressão, do lugar que restringe oportunidades por conta desse sistema de opressão. Pessoas brancas vão experenciar do lugar de quem se beneficia dessa mesma opressão. Logo, ambos os grupos podem e devem discutir essas questões, mas falarão de lugares distintos. Estamos dizendo, principalmente, que queremos e reivindicamos que a história sobre a escravidão no Brasil seja contada por nossas perspectivas também e não somente pela perspectiva de quem venceu, para parafrasear Walter Benjamin, em Teses sobre o conceito de história. Estamos apontando para a importância de quebra de um sistema vigente que invisibiliza essas narrativas.
(RIBEIRO, Djamila. O que é: lugar de fala? Belo Horizonte: Letramento: Justificando, 2017, p. 48. Adaptado.)