Questões de Concurso Para técnico em radiologia

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Q3045810 Raciocínio Lógico
José foi ao barbeiro para cortar o cabelo e viu uma placa com o valor de algumas combinações de dois serviços:

Imagem associada para resolução da questão

Considerando que José irá apenas cortar o cabelo, mantendo-se a precificação proposta pelo barbeiro na placa, quanto ele deverá pagar pelo corte?
Alternativas
Q3045809 Raciocínio Lógico
Para a excursão de certa escola que possui 7 turmas, apenas 32 alunos serão selecionados. Como cada uma das turmas possui 20 alunos e não é possível dividir o número de vagas igualmente entre as salas, será selecionada a maior quantidade possível de alunos por sala, de tal forma que todas as salas tenham a mesma quantidade de alunos. Após essa divisão, as vagas restantes serão sorteadas entre todos os alunos não selecionados. A probabilidade de um determinado aluno não selecionado ser sorteado aleatoriamente para ocupar uma dessas vagas está compreendida entre:
Alternativas
Q3045808 Raciocínio Lógico
Uma pessoa faz uma viagem de carro e, devido a um problema de saúde, precisa parar a cada 30 minutos. O tempo de parada é sempre de 10 minutos. Sabe-se que essa pessoa consegue percorrer uma distância de 80 km a cada hora. Quantas paradas ela precisará fazer em uma viagem de 240 km antes de chegar ao destino? 
Alternativas
Q3045807 Raciocínio Lógico
Para reformar o sistema de esgoto de uma residência, Gabriel comprou 15 metros de tubo PVC e 2 luvas para ligação por R$ 550,00. Como não precisou usar todo o material comprado, ele devolveu 3 metros de PVC e 1 luva para ligação, e recebeu R$ 125,00 de restituição pela devolução desses itens. Qual foi o valor que Gabriel pagou por cada luva de ligação?
Alternativas
Q3045806 Português
Nomofobia: uso exagerado das redes sociais pode gerar quadro de vício

       A utilização de equipamentos eletrônicos é cada vez mais crescente na sociedade, ajuda em várias atividades do dia a dia e auxilia, inclusive, na comunicação entre as pessoas. Porém, o uso exagerado, principalmente das redes sociais, pode gerar um quadro de vício, que se caracteriza pela angústia e pelo desconforto gerados pela falta de acesso à comunicação via internet. Apesar de ainda não ser uma patologia classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), essa condição é chamada de nomofobia e os comportamentos desencadeados são um alerta para essa imersão da população em um mundo altamente conectado.
     A psicóloga Mirlene Mattos explica que essa patologia pode afetar várias áreas da vida do indivíduo. “Pode atrapalhar o desempenho social, educacional, profissional, convívio com família e amigos, além de interferir cognitivamente”, explica.
     Nesse caso, a utilização da internet pode começar por necessidade real, distração ou para fugir do tédio, mas, com o passar do tempo, se torna um mecanismo de fuga da realidade. Segundo a psicóloga Amanda Medeiros, em quadros mais agravados, há uma perda de sentidos da realidade, então o indivíduo não consegue identificar um cenário fora dessas redes e para além da interação digital.
     Além disso, os estímulos rápidos ocasionam a liberação de dopamina pelo cérebro, conhecida como hormônio do prazer e da satisfação. À primeira vista, pode parecer bom, mas o uso exagerado cria um ciclo que faz o cérebro buscar cada vez mais essa sensação.
     Como na maioria das dependências, a nomofobia também é causada por muitos fatores. O contexto de vinculação excessiva das tecnologias no dia a dia é um dos motores para o aparecimento da condição, uma vez que elas possuem a potência de tirar os sujeitos do presente e direcionar para algo que, muitas vezes, é mais confortável que a realidade. Essa necessidade humana de prazer e de se sentir bem é o ponto que a psicóloga Amanda Medeiros destaca como motivador para o aparecimento da condição.
      A ansiedade e a agonia provocadas por estar separado de dispositivos com acesso a redes sociais, ou apenas de imaginar esse cenário, são os principais indicativos da nomofobia. A verificação constante do celular, a incapacidade de se afastar do aparelho ou o medo de perder contato com internet são outros sinais dessa fobia. “Os sintomas podem ir desde o emocional até o físico, como estresse, irritabilidade, angústia, solidão, dor de cabeça, dor ou pressão no peito, tontura e falta de ar”, enumera a psicóloga Mirlene Mattos.
    Amanda explica que esse estresse causado pelo medo de ficar incomunicável dificulta a manutenção e a criação de novas relações humanas. “Em caráter comportamental, essa pessoa pode evitar estar em ambientes onde seja impossibilitada de usar o celular”, exemplifica a especialista.
      Os indivíduos mergulhados nesse vício acreditam que não podem se desconectar da internet e possuem um medo irracional dessa separação. Isso afeta na conclusão de tarefas do cotidiano e aumenta a procrastinação. Além disso, pode atrapalhar o sono, gerando cansaço físico.
     Em um mundo altamente conectado, a procura de uma prevenção contra essa fobia é difícil, mas não impossível. Profissionais indicam um consumo mais consciente em relação ao conteúdo, ao tempo e à frequência de acesso à internet.
      Além disso, o vício pode ser desencadeado por questões psicológicas prévias. A sensibilidade dos indivíduos nesses quadros e o aparente apoio que as redes geram agravam a necessidade dessa fuga, característica principal da patologia. O tratamento psicológico é interessante para que esses transtornos mentais não sejam gatilhos para o desenvolvimento da fobia.
     O apoio emocional de amigos e familiares também ajuda no tratamento. A tentativa de criar relacionamentos, sem ser no digital, e investir nos ciclos sociais, em que o indivíduo se sinta bem e seguro, é importante no processo de melhora. “A ressignificação desse símbolo de segurança e a promoção de vínculos saudáveis também em caráter presencial são essenciais para uma vida plena”, ressalta Amanda.

(Iandara Pimentel Santana. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2023/10. Acesso em: junho de 2024.)
Conforme o novo acordo ortográfico, assinale a alternativa cuja palavra ou expressão sofreu alteração.
Alternativas
Q3045805 Português
Nomofobia: uso exagerado das redes sociais pode gerar quadro de vício

       A utilização de equipamentos eletrônicos é cada vez mais crescente na sociedade, ajuda em várias atividades do dia a dia e auxilia, inclusive, na comunicação entre as pessoas. Porém, o uso exagerado, principalmente das redes sociais, pode gerar um quadro de vício, que se caracteriza pela angústia e pelo desconforto gerados pela falta de acesso à comunicação via internet. Apesar de ainda não ser uma patologia classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), essa condição é chamada de nomofobia e os comportamentos desencadeados são um alerta para essa imersão da população em um mundo altamente conectado.
     A psicóloga Mirlene Mattos explica que essa patologia pode afetar várias áreas da vida do indivíduo. “Pode atrapalhar o desempenho social, educacional, profissional, convívio com família e amigos, além de interferir cognitivamente”, explica.
     Nesse caso, a utilização da internet pode começar por necessidade real, distração ou para fugir do tédio, mas, com o passar do tempo, se torna um mecanismo de fuga da realidade. Segundo a psicóloga Amanda Medeiros, em quadros mais agravados, há uma perda de sentidos da realidade, então o indivíduo não consegue identificar um cenário fora dessas redes e para além da interação digital.
     Além disso, os estímulos rápidos ocasionam a liberação de dopamina pelo cérebro, conhecida como hormônio do prazer e da satisfação. À primeira vista, pode parecer bom, mas o uso exagerado cria um ciclo que faz o cérebro buscar cada vez mais essa sensação.
     Como na maioria das dependências, a nomofobia também é causada por muitos fatores. O contexto de vinculação excessiva das tecnologias no dia a dia é um dos motores para o aparecimento da condição, uma vez que elas possuem a potência de tirar os sujeitos do presente e direcionar para algo que, muitas vezes, é mais confortável que a realidade. Essa necessidade humana de prazer e de se sentir bem é o ponto que a psicóloga Amanda Medeiros destaca como motivador para o aparecimento da condição.
      A ansiedade e a agonia provocadas por estar separado de dispositivos com acesso a redes sociais, ou apenas de imaginar esse cenário, são os principais indicativos da nomofobia. A verificação constante do celular, a incapacidade de se afastar do aparelho ou o medo de perder contato com internet são outros sinais dessa fobia. “Os sintomas podem ir desde o emocional até o físico, como estresse, irritabilidade, angústia, solidão, dor de cabeça, dor ou pressão no peito, tontura e falta de ar”, enumera a psicóloga Mirlene Mattos.
    Amanda explica que esse estresse causado pelo medo de ficar incomunicável dificulta a manutenção e a criação de novas relações humanas. “Em caráter comportamental, essa pessoa pode evitar estar em ambientes onde seja impossibilitada de usar o celular”, exemplifica a especialista.
      Os indivíduos mergulhados nesse vício acreditam que não podem se desconectar da internet e possuem um medo irracional dessa separação. Isso afeta na conclusão de tarefas do cotidiano e aumenta a procrastinação. Além disso, pode atrapalhar o sono, gerando cansaço físico.
     Em um mundo altamente conectado, a procura de uma prevenção contra essa fobia é difícil, mas não impossível. Profissionais indicam um consumo mais consciente em relação ao conteúdo, ao tempo e à frequência de acesso à internet.
      Além disso, o vício pode ser desencadeado por questões psicológicas prévias. A sensibilidade dos indivíduos nesses quadros e o aparente apoio que as redes geram agravam a necessidade dessa fuga, característica principal da patologia. O tratamento psicológico é interessante para que esses transtornos mentais não sejam gatilhos para o desenvolvimento da fobia.
     O apoio emocional de amigos e familiares também ajuda no tratamento. A tentativa de criar relacionamentos, sem ser no digital, e investir nos ciclos sociais, em que o indivíduo se sinta bem e seguro, é importante no processo de melhora. “A ressignificação desse símbolo de segurança e a promoção de vínculos saudáveis também em caráter presencial são essenciais para uma vida plena”, ressalta Amanda.

(Iandara Pimentel Santana. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2023/10. Acesso em: junho de 2024.)
O acento grave indicador de crase foi usado pelo mesmo motivo em todas as alternativas a seguir, EXCETO em:
Alternativas
Q3045804 Português
Nomofobia: uso exagerado das redes sociais pode gerar quadro de vício

       A utilização de equipamentos eletrônicos é cada vez mais crescente na sociedade, ajuda em várias atividades do dia a dia e auxilia, inclusive, na comunicação entre as pessoas. Porém, o uso exagerado, principalmente das redes sociais, pode gerar um quadro de vício, que se caracteriza pela angústia e pelo desconforto gerados pela falta de acesso à comunicação via internet. Apesar de ainda não ser uma patologia classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), essa condição é chamada de nomofobia e os comportamentos desencadeados são um alerta para essa imersão da população em um mundo altamente conectado.
     A psicóloga Mirlene Mattos explica que essa patologia pode afetar várias áreas da vida do indivíduo. “Pode atrapalhar o desempenho social, educacional, profissional, convívio com família e amigos, além de interferir cognitivamente”, explica.
     Nesse caso, a utilização da internet pode começar por necessidade real, distração ou para fugir do tédio, mas, com o passar do tempo, se torna um mecanismo de fuga da realidade. Segundo a psicóloga Amanda Medeiros, em quadros mais agravados, há uma perda de sentidos da realidade, então o indivíduo não consegue identificar um cenário fora dessas redes e para além da interação digital.
     Além disso, os estímulos rápidos ocasionam a liberação de dopamina pelo cérebro, conhecida como hormônio do prazer e da satisfação. À primeira vista, pode parecer bom, mas o uso exagerado cria um ciclo que faz o cérebro buscar cada vez mais essa sensação.
     Como na maioria das dependências, a nomofobia também é causada por muitos fatores. O contexto de vinculação excessiva das tecnologias no dia a dia é um dos motores para o aparecimento da condição, uma vez que elas possuem a potência de tirar os sujeitos do presente e direcionar para algo que, muitas vezes, é mais confortável que a realidade. Essa necessidade humana de prazer e de se sentir bem é o ponto que a psicóloga Amanda Medeiros destaca como motivador para o aparecimento da condição.
      A ansiedade e a agonia provocadas por estar separado de dispositivos com acesso a redes sociais, ou apenas de imaginar esse cenário, são os principais indicativos da nomofobia. A verificação constante do celular, a incapacidade de se afastar do aparelho ou o medo de perder contato com internet são outros sinais dessa fobia. “Os sintomas podem ir desde o emocional até o físico, como estresse, irritabilidade, angústia, solidão, dor de cabeça, dor ou pressão no peito, tontura e falta de ar”, enumera a psicóloga Mirlene Mattos.
    Amanda explica que esse estresse causado pelo medo de ficar incomunicável dificulta a manutenção e a criação de novas relações humanas. “Em caráter comportamental, essa pessoa pode evitar estar em ambientes onde seja impossibilitada de usar o celular”, exemplifica a especialista.
      Os indivíduos mergulhados nesse vício acreditam que não podem se desconectar da internet e possuem um medo irracional dessa separação. Isso afeta na conclusão de tarefas do cotidiano e aumenta a procrastinação. Além disso, pode atrapalhar o sono, gerando cansaço físico.
     Em um mundo altamente conectado, a procura de uma prevenção contra essa fobia é difícil, mas não impossível. Profissionais indicam um consumo mais consciente em relação ao conteúdo, ao tempo e à frequência de acesso à internet.
      Além disso, o vício pode ser desencadeado por questões psicológicas prévias. A sensibilidade dos indivíduos nesses quadros e o aparente apoio que as redes geram agravam a necessidade dessa fuga, característica principal da patologia. O tratamento psicológico é interessante para que esses transtornos mentais não sejam gatilhos para o desenvolvimento da fobia.
     O apoio emocional de amigos e familiares também ajuda no tratamento. A tentativa de criar relacionamentos, sem ser no digital, e investir nos ciclos sociais, em que o indivíduo se sinta bem e seguro, é importante no processo de melhora. “A ressignificação desse símbolo de segurança e a promoção de vínculos saudáveis também em caráter presencial são essenciais para uma vida plena”, ressalta Amanda.

(Iandara Pimentel Santana. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2023/10. Acesso em: junho de 2024.)
“Em um mundo altamente conectado, a procura de uma prevenção contra essa fobia é difícil, mas não impossível.” (9º§) Sobre o trecho, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3045803 Português
Nomofobia: uso exagerado das redes sociais pode gerar quadro de vício

       A utilização de equipamentos eletrônicos é cada vez mais crescente na sociedade, ajuda em várias atividades do dia a dia e auxilia, inclusive, na comunicação entre as pessoas. Porém, o uso exagerado, principalmente das redes sociais, pode gerar um quadro de vício, que se caracteriza pela angústia e pelo desconforto gerados pela falta de acesso à comunicação via internet. Apesar de ainda não ser uma patologia classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), essa condição é chamada de nomofobia e os comportamentos desencadeados são um alerta para essa imersão da população em um mundo altamente conectado.
     A psicóloga Mirlene Mattos explica que essa patologia pode afetar várias áreas da vida do indivíduo. “Pode atrapalhar o desempenho social, educacional, profissional, convívio com família e amigos, além de interferir cognitivamente”, explica.
     Nesse caso, a utilização da internet pode começar por necessidade real, distração ou para fugir do tédio, mas, com o passar do tempo, se torna um mecanismo de fuga da realidade. Segundo a psicóloga Amanda Medeiros, em quadros mais agravados, há uma perda de sentidos da realidade, então o indivíduo não consegue identificar um cenário fora dessas redes e para além da interação digital.
     Além disso, os estímulos rápidos ocasionam a liberação de dopamina pelo cérebro, conhecida como hormônio do prazer e da satisfação. À primeira vista, pode parecer bom, mas o uso exagerado cria um ciclo que faz o cérebro buscar cada vez mais essa sensação.
     Como na maioria das dependências, a nomofobia também é causada por muitos fatores. O contexto de vinculação excessiva das tecnologias no dia a dia é um dos motores para o aparecimento da condição, uma vez que elas possuem a potência de tirar os sujeitos do presente e direcionar para algo que, muitas vezes, é mais confortável que a realidade. Essa necessidade humana de prazer e de se sentir bem é o ponto que a psicóloga Amanda Medeiros destaca como motivador para o aparecimento da condição.
      A ansiedade e a agonia provocadas por estar separado de dispositivos com acesso a redes sociais, ou apenas de imaginar esse cenário, são os principais indicativos da nomofobia. A verificação constante do celular, a incapacidade de se afastar do aparelho ou o medo de perder contato com internet são outros sinais dessa fobia. “Os sintomas podem ir desde o emocional até o físico, como estresse, irritabilidade, angústia, solidão, dor de cabeça, dor ou pressão no peito, tontura e falta de ar”, enumera a psicóloga Mirlene Mattos.
    Amanda explica que esse estresse causado pelo medo de ficar incomunicável dificulta a manutenção e a criação de novas relações humanas. “Em caráter comportamental, essa pessoa pode evitar estar em ambientes onde seja impossibilitada de usar o celular”, exemplifica a especialista.
      Os indivíduos mergulhados nesse vício acreditam que não podem se desconectar da internet e possuem um medo irracional dessa separação. Isso afeta na conclusão de tarefas do cotidiano e aumenta a procrastinação. Além disso, pode atrapalhar o sono, gerando cansaço físico.
     Em um mundo altamente conectado, a procura de uma prevenção contra essa fobia é difícil, mas não impossível. Profissionais indicam um consumo mais consciente em relação ao conteúdo, ao tempo e à frequência de acesso à internet.
      Além disso, o vício pode ser desencadeado por questões psicológicas prévias. A sensibilidade dos indivíduos nesses quadros e o aparente apoio que as redes geram agravam a necessidade dessa fuga, característica principal da patologia. O tratamento psicológico é interessante para que esses transtornos mentais não sejam gatilhos para o desenvolvimento da fobia.
     O apoio emocional de amigos e familiares também ajuda no tratamento. A tentativa de criar relacionamentos, sem ser no digital, e investir nos ciclos sociais, em que o indivíduo se sinta bem e seguro, é importante no processo de melhora. “A ressignificação desse símbolo de segurança e a promoção de vínculos saudáveis também em caráter presencial são essenciais para uma vida plena”, ressalta Amanda.

(Iandara Pimentel Santana. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2023/10. Acesso em: junho de 2024.)
Analise as palavras destacadas em seus contextos e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3045802 Português
Nomofobia: uso exagerado das redes sociais pode gerar quadro de vício

       A utilização de equipamentos eletrônicos é cada vez mais crescente na sociedade, ajuda em várias atividades do dia a dia e auxilia, inclusive, na comunicação entre as pessoas. Porém, o uso exagerado, principalmente das redes sociais, pode gerar um quadro de vício, que se caracteriza pela angústia e pelo desconforto gerados pela falta de acesso à comunicação via internet. Apesar de ainda não ser uma patologia classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), essa condição é chamada de nomofobia e os comportamentos desencadeados são um alerta para essa imersão da população em um mundo altamente conectado.
     A psicóloga Mirlene Mattos explica que essa patologia pode afetar várias áreas da vida do indivíduo. “Pode atrapalhar o desempenho social, educacional, profissional, convívio com família e amigos, além de interferir cognitivamente”, explica.
     Nesse caso, a utilização da internet pode começar por necessidade real, distração ou para fugir do tédio, mas, com o passar do tempo, se torna um mecanismo de fuga da realidade. Segundo a psicóloga Amanda Medeiros, em quadros mais agravados, há uma perda de sentidos da realidade, então o indivíduo não consegue identificar um cenário fora dessas redes e para além da interação digital.
     Além disso, os estímulos rápidos ocasionam a liberação de dopamina pelo cérebro, conhecida como hormônio do prazer e da satisfação. À primeira vista, pode parecer bom, mas o uso exagerado cria um ciclo que faz o cérebro buscar cada vez mais essa sensação.
     Como na maioria das dependências, a nomofobia também é causada por muitos fatores. O contexto de vinculação excessiva das tecnologias no dia a dia é um dos motores para o aparecimento da condição, uma vez que elas possuem a potência de tirar os sujeitos do presente e direcionar para algo que, muitas vezes, é mais confortável que a realidade. Essa necessidade humana de prazer e de se sentir bem é o ponto que a psicóloga Amanda Medeiros destaca como motivador para o aparecimento da condição.
      A ansiedade e a agonia provocadas por estar separado de dispositivos com acesso a redes sociais, ou apenas de imaginar esse cenário, são os principais indicativos da nomofobia. A verificação constante do celular, a incapacidade de se afastar do aparelho ou o medo de perder contato com internet são outros sinais dessa fobia. “Os sintomas podem ir desde o emocional até o físico, como estresse, irritabilidade, angústia, solidão, dor de cabeça, dor ou pressão no peito, tontura e falta de ar”, enumera a psicóloga Mirlene Mattos.
    Amanda explica que esse estresse causado pelo medo de ficar incomunicável dificulta a manutenção e a criação de novas relações humanas. “Em caráter comportamental, essa pessoa pode evitar estar em ambientes onde seja impossibilitada de usar o celular”, exemplifica a especialista.
      Os indivíduos mergulhados nesse vício acreditam que não podem se desconectar da internet e possuem um medo irracional dessa separação. Isso afeta na conclusão de tarefas do cotidiano e aumenta a procrastinação. Além disso, pode atrapalhar o sono, gerando cansaço físico.
     Em um mundo altamente conectado, a procura de uma prevenção contra essa fobia é difícil, mas não impossível. Profissionais indicam um consumo mais consciente em relação ao conteúdo, ao tempo e à frequência de acesso à internet.
      Além disso, o vício pode ser desencadeado por questões psicológicas prévias. A sensibilidade dos indivíduos nesses quadros e o aparente apoio que as redes geram agravam a necessidade dessa fuga, característica principal da patologia. O tratamento psicológico é interessante para que esses transtornos mentais não sejam gatilhos para o desenvolvimento da fobia.
     O apoio emocional de amigos e familiares também ajuda no tratamento. A tentativa de criar relacionamentos, sem ser no digital, e investir nos ciclos sociais, em que o indivíduo se sinta bem e seguro, é importante no processo de melhora. “A ressignificação desse símbolo de segurança e a promoção de vínculos saudáveis também em caráter presencial são essenciais para uma vida plena”, ressalta Amanda.

(Iandara Pimentel Santana. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2023/10. Acesso em: junho de 2024.)
No trecho “Amanda explica que esse estresse causado pelo medo de ficar incomunicável dificulta a manutenção e a criação de novas relações humanas.” (7º§), a palavra “que” está introduzindo oração subordinada
Alternativas
Q3045801 Português
Nomofobia: uso exagerado das redes sociais pode gerar quadro de vício

       A utilização de equipamentos eletrônicos é cada vez mais crescente na sociedade, ajuda em várias atividades do dia a dia e auxilia, inclusive, na comunicação entre as pessoas. Porém, o uso exagerado, principalmente das redes sociais, pode gerar um quadro de vício, que se caracteriza pela angústia e pelo desconforto gerados pela falta de acesso à comunicação via internet. Apesar de ainda não ser uma patologia classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), essa condição é chamada de nomofobia e os comportamentos desencadeados são um alerta para essa imersão da população em um mundo altamente conectado.
     A psicóloga Mirlene Mattos explica que essa patologia pode afetar várias áreas da vida do indivíduo. “Pode atrapalhar o desempenho social, educacional, profissional, convívio com família e amigos, além de interferir cognitivamente”, explica.
     Nesse caso, a utilização da internet pode começar por necessidade real, distração ou para fugir do tédio, mas, com o passar do tempo, se torna um mecanismo de fuga da realidade. Segundo a psicóloga Amanda Medeiros, em quadros mais agravados, há uma perda de sentidos da realidade, então o indivíduo não consegue identificar um cenário fora dessas redes e para além da interação digital.
     Além disso, os estímulos rápidos ocasionam a liberação de dopamina pelo cérebro, conhecida como hormônio do prazer e da satisfação. À primeira vista, pode parecer bom, mas o uso exagerado cria um ciclo que faz o cérebro buscar cada vez mais essa sensação.
     Como na maioria das dependências, a nomofobia também é causada por muitos fatores. O contexto de vinculação excessiva das tecnologias no dia a dia é um dos motores para o aparecimento da condição, uma vez que elas possuem a potência de tirar os sujeitos do presente e direcionar para algo que, muitas vezes, é mais confortável que a realidade. Essa necessidade humana de prazer e de se sentir bem é o ponto que a psicóloga Amanda Medeiros destaca como motivador para o aparecimento da condição.
      A ansiedade e a agonia provocadas por estar separado de dispositivos com acesso a redes sociais, ou apenas de imaginar esse cenário, são os principais indicativos da nomofobia. A verificação constante do celular, a incapacidade de se afastar do aparelho ou o medo de perder contato com internet são outros sinais dessa fobia. “Os sintomas podem ir desde o emocional até o físico, como estresse, irritabilidade, angústia, solidão, dor de cabeça, dor ou pressão no peito, tontura e falta de ar”, enumera a psicóloga Mirlene Mattos.
    Amanda explica que esse estresse causado pelo medo de ficar incomunicável dificulta a manutenção e a criação de novas relações humanas. “Em caráter comportamental, essa pessoa pode evitar estar em ambientes onde seja impossibilitada de usar o celular”, exemplifica a especialista.
      Os indivíduos mergulhados nesse vício acreditam que não podem se desconectar da internet e possuem um medo irracional dessa separação. Isso afeta na conclusão de tarefas do cotidiano e aumenta a procrastinação. Além disso, pode atrapalhar o sono, gerando cansaço físico.
     Em um mundo altamente conectado, a procura de uma prevenção contra essa fobia é difícil, mas não impossível. Profissionais indicam um consumo mais consciente em relação ao conteúdo, ao tempo e à frequência de acesso à internet.
      Além disso, o vício pode ser desencadeado por questões psicológicas prévias. A sensibilidade dos indivíduos nesses quadros e o aparente apoio que as redes geram agravam a necessidade dessa fuga, característica principal da patologia. O tratamento psicológico é interessante para que esses transtornos mentais não sejam gatilhos para o desenvolvimento da fobia.
     O apoio emocional de amigos e familiares também ajuda no tratamento. A tentativa de criar relacionamentos, sem ser no digital, e investir nos ciclos sociais, em que o indivíduo se sinta bem e seguro, é importante no processo de melhora. “A ressignificação desse símbolo de segurança e a promoção de vínculos saudáveis também em caráter presencial são essenciais para uma vida plena”, ressalta Amanda.

(Iandara Pimentel Santana. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2023/10. Acesso em: junho de 2024.)
Assinale a alternativa cujo trecho tem sentido de finalidade.
Alternativas
Q3045800 Português
Nomofobia: uso exagerado das redes sociais pode gerar quadro de vício

       A utilização de equipamentos eletrônicos é cada vez mais crescente na sociedade, ajuda em várias atividades do dia a dia e auxilia, inclusive, na comunicação entre as pessoas. Porém, o uso exagerado, principalmente das redes sociais, pode gerar um quadro de vício, que se caracteriza pela angústia e pelo desconforto gerados pela falta de acesso à comunicação via internet. Apesar de ainda não ser uma patologia classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), essa condição é chamada de nomofobia e os comportamentos desencadeados são um alerta para essa imersão da população em um mundo altamente conectado.
     A psicóloga Mirlene Mattos explica que essa patologia pode afetar várias áreas da vida do indivíduo. “Pode atrapalhar o desempenho social, educacional, profissional, convívio com família e amigos, além de interferir cognitivamente”, explica.
     Nesse caso, a utilização da internet pode começar por necessidade real, distração ou para fugir do tédio, mas, com o passar do tempo, se torna um mecanismo de fuga da realidade. Segundo a psicóloga Amanda Medeiros, em quadros mais agravados, há uma perda de sentidos da realidade, então o indivíduo não consegue identificar um cenário fora dessas redes e para além da interação digital.
     Além disso, os estímulos rápidos ocasionam a liberação de dopamina pelo cérebro, conhecida como hormônio do prazer e da satisfação. À primeira vista, pode parecer bom, mas o uso exagerado cria um ciclo que faz o cérebro buscar cada vez mais essa sensação.
     Como na maioria das dependências, a nomofobia também é causada por muitos fatores. O contexto de vinculação excessiva das tecnologias no dia a dia é um dos motores para o aparecimento da condição, uma vez que elas possuem a potência de tirar os sujeitos do presente e direcionar para algo que, muitas vezes, é mais confortável que a realidade. Essa necessidade humana de prazer e de se sentir bem é o ponto que a psicóloga Amanda Medeiros destaca como motivador para o aparecimento da condição.
      A ansiedade e a agonia provocadas por estar separado de dispositivos com acesso a redes sociais, ou apenas de imaginar esse cenário, são os principais indicativos da nomofobia. A verificação constante do celular, a incapacidade de se afastar do aparelho ou o medo de perder contato com internet são outros sinais dessa fobia. “Os sintomas podem ir desde o emocional até o físico, como estresse, irritabilidade, angústia, solidão, dor de cabeça, dor ou pressão no peito, tontura e falta de ar”, enumera a psicóloga Mirlene Mattos.
    Amanda explica que esse estresse causado pelo medo de ficar incomunicável dificulta a manutenção e a criação de novas relações humanas. “Em caráter comportamental, essa pessoa pode evitar estar em ambientes onde seja impossibilitada de usar o celular”, exemplifica a especialista.
      Os indivíduos mergulhados nesse vício acreditam que não podem se desconectar da internet e possuem um medo irracional dessa separação. Isso afeta na conclusão de tarefas do cotidiano e aumenta a procrastinação. Além disso, pode atrapalhar o sono, gerando cansaço físico.
     Em um mundo altamente conectado, a procura de uma prevenção contra essa fobia é difícil, mas não impossível. Profissionais indicam um consumo mais consciente em relação ao conteúdo, ao tempo e à frequência de acesso à internet.
      Além disso, o vício pode ser desencadeado por questões psicológicas prévias. A sensibilidade dos indivíduos nesses quadros e o aparente apoio que as redes geram agravam a necessidade dessa fuga, característica principal da patologia. O tratamento psicológico é interessante para que esses transtornos mentais não sejam gatilhos para o desenvolvimento da fobia.
     O apoio emocional de amigos e familiares também ajuda no tratamento. A tentativa de criar relacionamentos, sem ser no digital, e investir nos ciclos sociais, em que o indivíduo se sinta bem e seguro, é importante no processo de melhora. “A ressignificação desse símbolo de segurança e a promoção de vínculos saudáveis também em caráter presencial são essenciais para uma vida plena”, ressalta Amanda.

(Iandara Pimentel Santana. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2023/10. Acesso em: junho de 2024.)
Na leitura do seguinte trecho “O contexto de vinculação excessiva das tecnologias no dia a dia é um dos motores para o aparecimento da condição, uma vez que elas possuem a potência de tirar os sujeitos do presente e direcionar para algo que, muitas vezes, é mais confortável que a realidade.” (5º§), identifica-se que a expressão conjuntiva “uma vez que” estabelece
Alternativas
Q3045799 Português
Nomofobia: uso exagerado das redes sociais pode gerar quadro de vício

       A utilização de equipamentos eletrônicos é cada vez mais crescente na sociedade, ajuda em várias atividades do dia a dia e auxilia, inclusive, na comunicação entre as pessoas. Porém, o uso exagerado, principalmente das redes sociais, pode gerar um quadro de vício, que se caracteriza pela angústia e pelo desconforto gerados pela falta de acesso à comunicação via internet. Apesar de ainda não ser uma patologia classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), essa condição é chamada de nomofobia e os comportamentos desencadeados são um alerta para essa imersão da população em um mundo altamente conectado.
     A psicóloga Mirlene Mattos explica que essa patologia pode afetar várias áreas da vida do indivíduo. “Pode atrapalhar o desempenho social, educacional, profissional, convívio com família e amigos, além de interferir cognitivamente”, explica.
     Nesse caso, a utilização da internet pode começar por necessidade real, distração ou para fugir do tédio, mas, com o passar do tempo, se torna um mecanismo de fuga da realidade. Segundo a psicóloga Amanda Medeiros, em quadros mais agravados, há uma perda de sentidos da realidade, então o indivíduo não consegue identificar um cenário fora dessas redes e para além da interação digital.
     Além disso, os estímulos rápidos ocasionam a liberação de dopamina pelo cérebro, conhecida como hormônio do prazer e da satisfação. À primeira vista, pode parecer bom, mas o uso exagerado cria um ciclo que faz o cérebro buscar cada vez mais essa sensação.
     Como na maioria das dependências, a nomofobia também é causada por muitos fatores. O contexto de vinculação excessiva das tecnologias no dia a dia é um dos motores para o aparecimento da condição, uma vez que elas possuem a potência de tirar os sujeitos do presente e direcionar para algo que, muitas vezes, é mais confortável que a realidade. Essa necessidade humana de prazer e de se sentir bem é o ponto que a psicóloga Amanda Medeiros destaca como motivador para o aparecimento da condição.
      A ansiedade e a agonia provocadas por estar separado de dispositivos com acesso a redes sociais, ou apenas de imaginar esse cenário, são os principais indicativos da nomofobia. A verificação constante do celular, a incapacidade de se afastar do aparelho ou o medo de perder contato com internet são outros sinais dessa fobia. “Os sintomas podem ir desde o emocional até o físico, como estresse, irritabilidade, angústia, solidão, dor de cabeça, dor ou pressão no peito, tontura e falta de ar”, enumera a psicóloga Mirlene Mattos.
    Amanda explica que esse estresse causado pelo medo de ficar incomunicável dificulta a manutenção e a criação de novas relações humanas. “Em caráter comportamental, essa pessoa pode evitar estar em ambientes onde seja impossibilitada de usar o celular”, exemplifica a especialista.
      Os indivíduos mergulhados nesse vício acreditam que não podem se desconectar da internet e possuem um medo irracional dessa separação. Isso afeta na conclusão de tarefas do cotidiano e aumenta a procrastinação. Além disso, pode atrapalhar o sono, gerando cansaço físico.
     Em um mundo altamente conectado, a procura de uma prevenção contra essa fobia é difícil, mas não impossível. Profissionais indicam um consumo mais consciente em relação ao conteúdo, ao tempo e à frequência de acesso à internet.
      Além disso, o vício pode ser desencadeado por questões psicológicas prévias. A sensibilidade dos indivíduos nesses quadros e o aparente apoio que as redes geram agravam a necessidade dessa fuga, característica principal da patologia. O tratamento psicológico é interessante para que esses transtornos mentais não sejam gatilhos para o desenvolvimento da fobia.
     O apoio emocional de amigos e familiares também ajuda no tratamento. A tentativa de criar relacionamentos, sem ser no digital, e investir nos ciclos sociais, em que o indivíduo se sinta bem e seguro, é importante no processo de melhora. “A ressignificação desse símbolo de segurança e a promoção de vínculos saudáveis também em caráter presencial são essenciais para uma vida plena”, ressalta Amanda.

(Iandara Pimentel Santana. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2023/10. Acesso em: junho de 2024.)
“Nesse caso, a utilização da internet pode começar por necessidade real, distração ou para fugir do tédio, mas, com o passar do tempo, se torna um mecanismo de fuga da realidade. Segundo a psicóloga Amanda Medeiros, em quadros mais agravados, há uma perda de sentidos da realidade, então o indivíduo não consegue identificar um cenário fora dessas redes e para além da interação digital.” (3º§) Analise as palavras destacadas anteriormente e assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3045798 Português
Nomofobia: uso exagerado das redes sociais pode gerar quadro de vício

       A utilização de equipamentos eletrônicos é cada vez mais crescente na sociedade, ajuda em várias atividades do dia a dia e auxilia, inclusive, na comunicação entre as pessoas. Porém, o uso exagerado, principalmente das redes sociais, pode gerar um quadro de vício, que se caracteriza pela angústia e pelo desconforto gerados pela falta de acesso à comunicação via internet. Apesar de ainda não ser uma patologia classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), essa condição é chamada de nomofobia e os comportamentos desencadeados são um alerta para essa imersão da população em um mundo altamente conectado.
     A psicóloga Mirlene Mattos explica que essa patologia pode afetar várias áreas da vida do indivíduo. “Pode atrapalhar o desempenho social, educacional, profissional, convívio com família e amigos, além de interferir cognitivamente”, explica.
     Nesse caso, a utilização da internet pode começar por necessidade real, distração ou para fugir do tédio, mas, com o passar do tempo, se torna um mecanismo de fuga da realidade. Segundo a psicóloga Amanda Medeiros, em quadros mais agravados, há uma perda de sentidos da realidade, então o indivíduo não consegue identificar um cenário fora dessas redes e para além da interação digital.
     Além disso, os estímulos rápidos ocasionam a liberação de dopamina pelo cérebro, conhecida como hormônio do prazer e da satisfação. À primeira vista, pode parecer bom, mas o uso exagerado cria um ciclo que faz o cérebro buscar cada vez mais essa sensação.
     Como na maioria das dependências, a nomofobia também é causada por muitos fatores. O contexto de vinculação excessiva das tecnologias no dia a dia é um dos motores para o aparecimento da condição, uma vez que elas possuem a potência de tirar os sujeitos do presente e direcionar para algo que, muitas vezes, é mais confortável que a realidade. Essa necessidade humana de prazer e de se sentir bem é o ponto que a psicóloga Amanda Medeiros destaca como motivador para o aparecimento da condição.
      A ansiedade e a agonia provocadas por estar separado de dispositivos com acesso a redes sociais, ou apenas de imaginar esse cenário, são os principais indicativos da nomofobia. A verificação constante do celular, a incapacidade de se afastar do aparelho ou o medo de perder contato com internet são outros sinais dessa fobia. “Os sintomas podem ir desde o emocional até o físico, como estresse, irritabilidade, angústia, solidão, dor de cabeça, dor ou pressão no peito, tontura e falta de ar”, enumera a psicóloga Mirlene Mattos.
    Amanda explica que esse estresse causado pelo medo de ficar incomunicável dificulta a manutenção e a criação de novas relações humanas. “Em caráter comportamental, essa pessoa pode evitar estar em ambientes onde seja impossibilitada de usar o celular”, exemplifica a especialista.
      Os indivíduos mergulhados nesse vício acreditam que não podem se desconectar da internet e possuem um medo irracional dessa separação. Isso afeta na conclusão de tarefas do cotidiano e aumenta a procrastinação. Além disso, pode atrapalhar o sono, gerando cansaço físico.
     Em um mundo altamente conectado, a procura de uma prevenção contra essa fobia é difícil, mas não impossível. Profissionais indicam um consumo mais consciente em relação ao conteúdo, ao tempo e à frequência de acesso à internet.
      Além disso, o vício pode ser desencadeado por questões psicológicas prévias. A sensibilidade dos indivíduos nesses quadros e o aparente apoio que as redes geram agravam a necessidade dessa fuga, característica principal da patologia. O tratamento psicológico é interessante para que esses transtornos mentais não sejam gatilhos para o desenvolvimento da fobia.
     O apoio emocional de amigos e familiares também ajuda no tratamento. A tentativa de criar relacionamentos, sem ser no digital, e investir nos ciclos sociais, em que o indivíduo se sinta bem e seguro, é importante no processo de melhora. “A ressignificação desse símbolo de segurança e a promoção de vínculos saudáveis também em caráter presencial são essenciais para uma vida plena”, ressalta Amanda.

(Iandara Pimentel Santana. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2023/10. Acesso em: junho de 2024.)
“Em um mundo altamente conectado, a procura de uma prevenção contra essa fobia é difícil, mas não impossível.” (9º§) Assinale a afirmativa correta quanto ao emprego da vírgula nas duas situações expostas no trecho. 
Alternativas
Q3045797 Português
Nomofobia: uso exagerado das redes sociais pode gerar quadro de vício

       A utilização de equipamentos eletrônicos é cada vez mais crescente na sociedade, ajuda em várias atividades do dia a dia e auxilia, inclusive, na comunicação entre as pessoas. Porém, o uso exagerado, principalmente das redes sociais, pode gerar um quadro de vício, que se caracteriza pela angústia e pelo desconforto gerados pela falta de acesso à comunicação via internet. Apesar de ainda não ser uma patologia classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), essa condição é chamada de nomofobia e os comportamentos desencadeados são um alerta para essa imersão da população em um mundo altamente conectado.
     A psicóloga Mirlene Mattos explica que essa patologia pode afetar várias áreas da vida do indivíduo. “Pode atrapalhar o desempenho social, educacional, profissional, convívio com família e amigos, além de interferir cognitivamente”, explica.
     Nesse caso, a utilização da internet pode começar por necessidade real, distração ou para fugir do tédio, mas, com o passar do tempo, se torna um mecanismo de fuga da realidade. Segundo a psicóloga Amanda Medeiros, em quadros mais agravados, há uma perda de sentidos da realidade, então o indivíduo não consegue identificar um cenário fora dessas redes e para além da interação digital.
     Além disso, os estímulos rápidos ocasionam a liberação de dopamina pelo cérebro, conhecida como hormônio do prazer e da satisfação. À primeira vista, pode parecer bom, mas o uso exagerado cria um ciclo que faz o cérebro buscar cada vez mais essa sensação.
     Como na maioria das dependências, a nomofobia também é causada por muitos fatores. O contexto de vinculação excessiva das tecnologias no dia a dia é um dos motores para o aparecimento da condição, uma vez que elas possuem a potência de tirar os sujeitos do presente e direcionar para algo que, muitas vezes, é mais confortável que a realidade. Essa necessidade humana de prazer e de se sentir bem é o ponto que a psicóloga Amanda Medeiros destaca como motivador para o aparecimento da condição.
      A ansiedade e a agonia provocadas por estar separado de dispositivos com acesso a redes sociais, ou apenas de imaginar esse cenário, são os principais indicativos da nomofobia. A verificação constante do celular, a incapacidade de se afastar do aparelho ou o medo de perder contato com internet são outros sinais dessa fobia. “Os sintomas podem ir desde o emocional até o físico, como estresse, irritabilidade, angústia, solidão, dor de cabeça, dor ou pressão no peito, tontura e falta de ar”, enumera a psicóloga Mirlene Mattos.
    Amanda explica que esse estresse causado pelo medo de ficar incomunicável dificulta a manutenção e a criação de novas relações humanas. “Em caráter comportamental, essa pessoa pode evitar estar em ambientes onde seja impossibilitada de usar o celular”, exemplifica a especialista.
      Os indivíduos mergulhados nesse vício acreditam que não podem se desconectar da internet e possuem um medo irracional dessa separação. Isso afeta na conclusão de tarefas do cotidiano e aumenta a procrastinação. Além disso, pode atrapalhar o sono, gerando cansaço físico.
     Em um mundo altamente conectado, a procura de uma prevenção contra essa fobia é difícil, mas não impossível. Profissionais indicam um consumo mais consciente em relação ao conteúdo, ao tempo e à frequência de acesso à internet.
      Além disso, o vício pode ser desencadeado por questões psicológicas prévias. A sensibilidade dos indivíduos nesses quadros e o aparente apoio que as redes geram agravam a necessidade dessa fuga, característica principal da patologia. O tratamento psicológico é interessante para que esses transtornos mentais não sejam gatilhos para o desenvolvimento da fobia.
     O apoio emocional de amigos e familiares também ajuda no tratamento. A tentativa de criar relacionamentos, sem ser no digital, e investir nos ciclos sociais, em que o indivíduo se sinta bem e seguro, é importante no processo de melhora. “A ressignificação desse símbolo de segurança e a promoção de vínculos saudáveis também em caráter presencial são essenciais para uma vida plena”, ressalta Amanda.

(Iandara Pimentel Santana. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2023/10. Acesso em: junho de 2024.)
A partir da leitura do texto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3044349 Legislação dos Municípios do Estado de Goiás
São consideradas datas oficiais e feriado municipal, segundo o artigo 13 da Lei Orgânica de Teresina de Goiás: 
Alternativas
Q3044345 Radiologia
O exame fornece uma visualização panorâmica do sistema coletor. Comumente são utilizadas incidências oblíquas do abdome para melhor demonstrar os trajetos ureterais, e uma radiografia pós-miccional que demonstra se o esvaziamento vesical é adequado. 
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q3044344 Radiologia
Os exames por imagens (radiografias) produzidos pelos Técnicos e Tecnólogos em Radiologia são importantíssimos para que o médico consiga um diagnóstico eficaz e ajude o paciente a tratar a doença da melhor maneira possível. Essas radiografias podem ser adquiridas em incidências radiológicas diferentes, possibilitando ao profissional visualizar diversas estruturas nos diversos ângulos diferentes, tirando por exemplo, estruturas de sobreposições ósseas, diminuir e até aumentar magnificações das estruturas de interesse. Observe a imagem e escolha a opção verdadeira sobre a incidência.
Imagem associada para resolução da questão
(https:// incidências-rx-ombro/)
Alternativas
Q3044343 Radiologia
A aplicação mais corriqueira da “Física Moderna” é a “Física das Radiações”. O uso da “Física Moderna” na nossa vida pode ser dividido em “Física Médica” e “Física das Radiações”. Na “Física Médica” temos o uso terapêutico das radiações no tratamento do câncer; o uso do raio X na traumatologia; o uso da ressonância magnética nuclear e o do tomógrafo. Na indústria temos o uso das radiações nos ensaios não destrutivos. Por exemplo, temos o uso do raio X na detecção de trincas e falhas estruturais em óleos dutos. Analise as afirmações e escolha a opção incorreta.
Alternativas
Q3044342 Radiologia
Os exames de radiografia são essenciais para ter um bom diagnóstico, pois possibilitam a visualização de estruturas internas do corpo baseado nas diferenças de densidade entre elas. No entanto, o bom diagnóstico depende de uma alta qualidade da imagem radiográfica, ou seja, é preciso que ela apresente com nitidez a estrutura anatômica a ser analisada. Os fatores radiológicos são aspectos importantes a serem considerados em ambientes de trabalho que envolve a exposição a radiações ionizantes. Estes fatores podem ter um impacto significativo na saúde dos trabalhadores e na segurança do ambiente de trabalho. Desses fatores escolha a opção que traz o responsável pela qualidade e/ou poder de penetração dos feixes de raio X.
Alternativas
Q3044341 Radiologia
“Não se conhecem, com precisão, os efeitos biológicos da radiação para pequenas doses tanto para desenvolver uma lesão (nível somático), como para provocar mutação (nível genético)”. Em nível somático, ocorre destruição de tecidos em que a radiossensibilidade é maior, como o tecido vascular, sexual e oftálmico. Em nível genético, as mutações ocorrem por quebras de cromossomos que contêm os genes, ocorrendo reorganização aleatória e alterando o padrão hereditário. Escolha a opção que traz apenas efeitos determinísticos somáticos da exposição da radiação.
Alternativas
Respostas
3921: A
3922: D
3923: C
3924: B
3925: A
3926: D
3927: C
3928: C
3929: D
3930: C
3931: B
3932: C
3933: C
3934: A
3935: D
3936: C
3937: A
3938: D
3939: B
3940: D