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Q3963433 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

“Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias” (4º parágrafo). Nesse trecho, a palavra em destaque classifica-se corretamente como:
Alternativas
Q3963432 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

“A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm” (3º parágrafo). O trecho em destaque é classificado corretamente como: 
Alternativas
Q3963431 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

“somos conquistados por espelhinhos e colares” (1º parágrafo). Na voz ativa, essa frase seria corretamente reescrita da seguinte forma:
Alternativas
Q3963430 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

“Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos” (1º parágrafo). Nesse trecho, a forma verbal em destaque está flexionada no:
Alternativas
Q3963429 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

No texto, a expressão “uma gigante do ramo” (4º parágrafo), usada para caracterizar a Morana, substitui:
Alternativas
Q3963428 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

No trecho “Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja” (3º parágrafo), o elemento em destaque estabelece uma relação de:
Alternativas
Q3963427 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

Considerando o texto como um todo, a autora:
Alternativas
Q3963426 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

O uso da primeira pessoa ao longo do texto contribui principalmente para:
Alternativas
Q3963425 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

No primeiro parágrafo, a referência à “era das descobertas” cumpre a função de:
Alternativas
Q3957747 Radiologia
    O processamento químico de filmes radiográficos convencionais constitui etapa fundamental para a obtenção de imagens diagnósticas adequadas. Alterações na composição das soluções, no tempo ou na temperatura do processamento podem comprometer significativamente a qualidade da imagem.
    Assinale a alternativa incorreta a respeito do processamento de filmes radiográficos.
Alternativas
Q3957746 Radiologia
    Um paciente de 62 anos foi admitido no serviço de urgência com déficit neurológico súbito, suspeita de acidente vascular cerebral (AVC) e início dos sintomas há aproximadamente 1 hora. A equipe médica optou pela realização imediata de tomografia computadorizada de crânio sem contraste para orientar a conduta terapêutica.
    A escolha desse método diagnóstico, nesse contexto clínico, fundamenta-se principalmente no fato de que a tomografia computadorizada:
Alternativas
Q3957745 Radiologia
    Os métodos tomográficos revolucionaram o diagnóstico por imagem ao possibilitar a avaliação seccional das estruturas anatômicas e a reconstrução tridimensional das imagens. A respeito da tomografia computadorizada, analise as afirmativas a seguir:

I. A formação da imagem tomográfica depende da aquisição de múltiplas projeções radiográficas obtidas em diferentes ângulos ao redor do paciente, posteriormente reconstruídas por algoritmos matemáticos.
II. Na tomografia computadorizada médica, os valores atribuídos aos voxels correspondem à atenuação relativa dos tecidos à radiação, sendo padronizados em uma escala que utiliza a água como referência.
III. Na tomografia computadorizada de feixe cônico, os valores de cinza apresentam correspondência direta e padronizada com as unidades de Hounsfield, permitindo mensuração confiável da densidade tecidual.
IV. Em comparação com radiografias convencionais bidimensionais, a tomografia possibilita redução de sobreposição de estruturas anatômicas, favorecendo maior precisão diagnóstica em diversas situações clínicas.
Alternativas
Q3957744 Radiologia
    Durante a realização de um exame radiológico, um paciente demonstrou insegurança em relação à exposição à radiação e solicitou mais informações antes de autorizar o procedimento. O técnico em radiologia explicou a finalidade do exame, os benefícios diagnósticos e os cuidados adotados para reduzir a dose de radiação.
    Essa conduta do profissional está diretamente relacionada ao princípio bioético da:
Alternativas
Q3957743 Saúde Pública
    Em uma unidade pública de saúde integrante, um técnico em radiologia atende diariamente pacientes encaminhados para exames. Em determinado dia, um usuário demonstrou ansiedade e dificuldades para compreender as orientações do procedimento. Ao mesmo tempo, outro paciente solicitou atendimento imediato alegando conhecer funcionários da unidade.
    Considerando os princípios do SUS previstos na Lei nº 8.080/1990, bem como as normas do Decreto nº 1.171/1994, o profissional deve:
Alternativas
Q3957742 Radiologia
    Um paciente de 45 anos procurou atendimento após sofrer um acidente doméstico, relatando dor intensa na região anterior do tórax, principalmente ao respirar profundamente e ao realizar movimentos do tronco. O médico suspeita de possível fratura no esterno e solicitou exame radiográfico específico para melhor avaliação dessa estrutura, evitando sobreposição excessiva das estruturas torácicas.
    A incidência mais indicada para avaliação do esterno é:
Alternativas
Q3957741 Radiologia
    Um paciente de 32 anos procurou atendimento médico com suspeita de sinusite maxilar após apresentar dor facial, congestão nasal persistente e sensação de pressão na região das bochechas. O médico solicitou um exame radiográfico dos seios da face que permitisse boa visualização dos seios maxilares, com redução da sobreposição das pirâmides petrosas.
    Considerando as técnicas de posicionamento radiográfico, o técnico em radiologia deverá utilizar a incidência:
Alternativas
Q3957740 Radiologia
    No estudo da anatomia humana e na interpretação de exames de imagem, a utilização de planos anatômicos é fundamental para descrever cortes e localizar estruturas no corpo humano.
    Assinale a alternativa que descreve corretamente um plano anatômico:
Alternativas
Q3957739 Radiologia
    Durante a realização de exames e procedimentos diagnósticos, diferentes posições podem ser solicitadas para facilitar o acesso a determinadas estruturas anatômicas e melhorar a qualidade da imagem. Analise as afirmativas a seguir:

I. Na posição de Fowler, o paciente permanece em decúbito dorsal com elevação da cabeceira, podendo variar o grau de inclinação do tronco.
II. A posição de Trendelenburg caracteriza-se pela elevação da cabeça em relação aos pés, sendo indicada para melhorar a ventilação pulmonar.
III. Na posição genupeitoral, o paciente apoia os joelhos e o tórax na superfície de exame, mantendo o quadril elevado.
IV. A posição de litotomia é caracterizada pelo paciente em decúbito dorsal, com quadris e joelhos flexionados e membros inferiores apoiados em suportes.
Alternativas
Q3957738 Radiologia
    Durante a preparação de um paciente para determinado exame contrastado do trato gastrointestinal inferior, o profissional solicitou que ele permanecesse em posição de Sims, frequentemente utilizada também em procedimentos clínicos.
    Considerando as posições clássicas de posicionamento do paciente, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3957737 Radiologia
    Durante a realização de uma radiografia abdominal, o técnico em radiologia utilizou uma grade antidifusora focalizada. Após a exposição, a imagem apresentou redução uniforme da densidade radiográfica em toda a imagem, sem distorção lateral evidente.
    Considerando o funcionamento das grades antidifusoras, assinale a alternativa que apresenta a explicação mais provável para esse achado:
Alternativas
Respostas
181: B
182: D
183: C
184: B
185: C
186: A
187: D
188: C
189: D
190: D
191: B
192: D
193: D
194: B
195: C
196: C
197: B
198: A
199: B
200: D