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Q770547 Matemática
Um copo tem o formato de um cilindro reto com raio da base medindo 4cm e altura de 10 cm. Qual o volume desse copo?
Alternativas
Q770546 Matemática
Raoni comprou um fogão com 25% de desconto, pagando por ele R$ 330,00. Qual era o preço do fogão sem o desconto?
Alternativas
Q770545 Matemática
Dividir um número por 0,025 é equivalente a multiplicá-lo por:
Alternativas
Q770544 Matemática
Aos domingos, Bruno faz um treino com a sua bicicleta. Em um certo domingo, após alguns quilômetros parou para tirar algumas fotos e a seguir percorreu o quádruplo da quantidade de quilômetros que havia percorrido antes de parar. Se ao todo percorreu 20 km, quantos quilômetros percorreu após a parada para as fotos?
Alternativas
Q770543 Português
Adjunto adverbial é o termo que indica as circunstâncias em que se dá a ação verbal. Os adjuntos adverbiais expressam diferentes valores semânticos. Veja alguns: causa, companhia, dúvida, fim, instrumento, tempo, intensidade, lugar, modo, afirmação, negação. Assinale a alternativa onde temos um adjunto adverbial indicando fim, finalidade.
Alternativas
Q770542 Português
Assinale a alternativa onde temos um numeral fracionário.
Alternativas
Q770541 Português
Considere as afirmações sobre artigo e numeral e assinale a alternativa correta: I - Algumas palavras que atendem o substantivo, como um, em “um dia”, podem modificar-lhe o sentido. Podemos entender a expressão como “um dia qualquer” e também como “um único dia.” Na primeira situação, a palavra um é artigo; na segunda, um é numeral.
II - Artigo é a palavra que antecede o substantivo, definindo-o ou indefinindo-o. Numeral é a palavra que expressa quantidade exata de pessoas ou coisas, ou lugar que elas ocupam numa determinada sequência.
III - Os numerais classificam-se em: cardinais (designam uma quantidade de seres); ordinais (indicam série, ordem, posição); multiplicativos (expressam aumento proporcional a um múltiplo da unidade); fracionários (denotam diminuição proporcional a divisões, frações da unidade).
IV - O numeral pode referir-se a um substantivo ou substituí-lo; no primeiro caso, é numeral substantivo; no segundo, numeral adjetivo.
Alternativas
Q770540 Português

Leia o poema para responder à próxima questão.


O texto, um fragmento de “O navio negreiro”, Castro Alves; é a descrição do que se via no interior de um navio negreiro.


“Era um sonho dantesco!... o tombadilho,

Que das luzernas avermelha o brilho,

Em sangue a se banhar.

Tinir de ferros...estalar de açoite...

Legiões de homens negros como a noite,

Horrendos a dançar...


Negras mulheres, suspendendo às tetas

Magras crianças, cujas bocas pretas

Rega o sangue das mães:

Outras, moças, mas nuas e espantadas,

No turbilhão de espectros arrastadas,

Em ânsia e mágoa vãs!


E rir-se a orquestra, irônica, estridente...

E da ronda fantástica a serpente

Faz doudas espirais...

Se o velho arqueja, se no chão resvala,

Ouvem-se gritos...o chicote estala.

E voam mais e mais... 


Presa nos elos de uma só cadeia,

A multidão faminta cambaleia,

E chora e dança ali.

Um de raiva delira, outro enlouquece,

Outro, que de martírios embrutece,

Cantando, geme e ri!


No entanto o capitão manda a manobra.

E após fitando o céu que se desdobra

Tão puro sobre o mar,

Diz do fumo entre os densos nevoeiros:

Vibrai rijo o chicote, marinheiros!

Fazei-os mais dançar!...


E rir-se a orquestra irônica, estridente...

E da ronda fantástica a serpente

Faz doudas espirais...

Qual num sonho dantesco as sombras voam!

Gritos, ais, maldições, preces ressoam!

E rir-se Satanás!...”

Ainda com referência ao poema, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q770539 Português

Leia o poema para responder à próxima questão.


O texto, um fragmento de “O navio negreiro”, Castro Alves; é a descrição do que se via no interior de um navio negreiro.


“Era um sonho dantesco!... o tombadilho,

Que das luzernas avermelha o brilho,

Em sangue a se banhar.

Tinir de ferros...estalar de açoite...

Legiões de homens negros como a noite,

Horrendos a dançar...


Negras mulheres, suspendendo às tetas

Magras crianças, cujas bocas pretas

Rega o sangue das mães:

Outras, moças, mas nuas e espantadas,

No turbilhão de espectros arrastadas,

Em ânsia e mágoa vãs!


E rir-se a orquestra, irônica, estridente...

E da ronda fantástica a serpente

Faz doudas espirais...

Se o velho arqueja, se no chão resvala,

Ouvem-se gritos...o chicote estala.

E voam mais e mais... 


Presa nos elos de uma só cadeia,

A multidão faminta cambaleia,

E chora e dança ali.

Um de raiva delira, outro enlouquece,

Outro, que de martírios embrutece,

Cantando, geme e ri!


No entanto o capitão manda a manobra.

E após fitando o céu que se desdobra

Tão puro sobre o mar,

Diz do fumo entre os densos nevoeiros:

Vibrai rijo o chicote, marinheiros!

Fazei-os mais dançar!...


E rir-se a orquestra irônica, estridente...

E da ronda fantástica a serpente

Faz doudas espirais...

Qual num sonho dantesco as sombras voam!

Gritos, ais, maldições, preces ressoam!

E rir-se Satanás!...”

Analise as informações dadas a seguir e assinale a alternativa correta: I - O texto revela grande força expressiva em razão de sua plasticidade, criada a partir das fortes imagens e das sugestões de cor, som e movimento que envolvem a cena. II - Duas cores são postas em oposição na 1ª e na 2ª estrofes, o vermelho e o preto, que compõem o dramático painel em que o sangue dos escravos contrasta com o negro de sua pele. III - As frases “horrendos a dançar”, “a serpente faz doudas espirais”, “fazei-os mais dançar!” são expressões que indicam imobilidade. IV - As referências “tinir de ferros”, “estalar de açoites”, “ e rir-se a orquestra irônica, estridente”, “ouvem-se gritos”, “o chicote estala” associam sonoridade. V - Acentuando a plasticidade do texto, por duas vezes, Castro Alves aproxima as ideias de som e movimento, empregando as palavras orquestra e dança, como se houvesse uma dança dos escravos ao som da orquestra.
Alternativas
Q768511 Raciocínio Lógico
Para construir uma bola de futebol, costura-se gomos de um material sintético mais resistente e leve do que o couro, que era utilizado anteriormente. Para a Copa do Mundo de Futebol de 1970, a Adidas criou o formato que, atualmente, associamos ao de uma bola de futebol. Ele é composto por gomos com forma de pentágonos e hexágonos regulares, com lados de mesma medida. São utilizados 20 hexágonos e 12 pentágonos para construir uma bola Imagem associada para resolução da questão Sabendo que são necessários 25cm de linha para unir dois gomos (um lado de um hexágono com um lado de um pentágono ou outro hexágono), quantos metros de linha são necessários para costurar a bola inteira?
Alternativas
Q768510 Raciocínio Lógico
Durante a realização do primeiro turno eleitoral de uma capital da Região Nordeste, que contava, inicialmente, com 8 candidatos, apenas os candidatos X e Y, os mais votados, obtiveram, respectivamente, 49% e 24% do total dos votos válidos. Suponhamos que para o segundo turno o número de votos válidos se manteve o mesmo e os eleitores que votaram inicialmente em X ou Y, mantiveram suas opções. Para obter um número de votos válidos maior do que a metade e vencer o segundo turno, o candidato Y deve conquistar um percentual dos eleitores que, no primeiro turno, votaram nos demais candidatos excluídos. Qual o valor aproximado dessa percentagem? 
Alternativas
Q768509 Raciocínio Lógico
O hexágono regular é composto por seis triângulos equiláteros. A posição 1 mostra um desses triângulos, simbolizado pela letra F. As posições seguintes obedecem a um padrão geométrico: 
Imagem associada para resolução da questão
Assinale a alternativa que corresponde à posição 2016. 
Alternativas
Q768508 Raciocínio Lógico
Um barco a motor se desloca, num rio, a uma velocidade constante. O rio possui uma correnteza de velocidade também constante e sempre no mesmo sentido. O barco leva 2 horas para sair de um ponto X para um ponto Y, a favor da correnteza, e 3 horas para voltar do ponto Y ao X, contra a corrente. Se soltarmos um graveto no rio no ponto X, quantas horas ele levará para chegar em Y apenas sob ação da correnteza?
Alternativas
Q768507 Raciocínio Lógico
Considere a seguinte sequência de figuras formadas por círculos: Imagem associada para resolução da questão Continuando a sequência de maneira a manter o mesmo padrão geométrico, o número de círculos da Figura 18 é
Alternativas
Q768506 Raciocínio Lógico

Em uma escola foi feita uma pesquisa relacionando as notas dos alunos em cinco matérias: Português, História, Matemática, Filosofia e Física. Depois da pesquisa, foi concluído que


I. todo aluno bom em Física é bom em Matemática.

II. nenhum aluno bom em Português é bom em Física.

III. alguns alunos bons em Português são bons em Matemática.

IV. todo aluno bom em História é bom em Português.

V. todo aluno bom em Filosofia é bom em Matemática e Português.

VI. alguns alunos bons em História são bons em Matemática.


Sabendo que todas as proposições acima são verdadeiras, é possível afirmar que a alternativa CORRETA é:

Alternativas
Q768505 Raciocínio Lógico
Um casal, normalmente, vai trabalhar junto e leva, aproximadamente, 30 minutos de caminhada para chegar ao trabalho. Certo dia, o marido se atrasou e disse para a mulher seguir na frente que ele a alcançaria. Sabendo que o marido saiu 6 minutos depois da esposa e andou com uma velocidade 50% maior do que ela, em quanto tempo ele a alcançou?
Alternativas
Q768504 Português
Leia os TEXTOS 06 e 07 para responder à questão a seguir.

TEXTO 06
GAROTA DE IPANEMA

Olha que coisa mais linda
Mais cheia de graça
É ela menina
Que vem e que passa
Num doce balanço
A caminho do mar

Moça do corpo dourado
Do sol de Ipanema
O seu balançado é mais que um poema
É a coisa mais linda que eu já vi passar

Ah, por que estou tão sozinho?
Ah, por que tudo é tão triste?
Ah, a beleza que existe
A beleza que não é só minha
Que também passa sozinha

Ah, se ela soubesse
Que quando ela passa
O mundo inteirinho se enche de graça
E fica mais lindo
Por causa do amor (3x)

Por causa do amor (2x)

Ah, se ela soubesse
Que quando ela passa
O mundo inteirinho se enche de graça
E fica mais lindo
Por causa do amor (3x)

Disponível em:<www.vagalume.com.br/tom-jobim/garota- de ipanema.ttml>.Acesso:08.out.2016.



A partir da leitura e análise dos TEXTOS 06 e 07, julgue as proposições a seguir.
I. A intertextualidade é garantida, sobretudo, pela paródia, no outdoor da Hortifruti, de um trecho da música “Garota de Ipanema”.
II. As imagens utilizadas no segundo plano quebram o caráter intertextual proposto no anúncio publicitário.
III. O slogan “Entre no ritmo da Hortifruti” ganha sentido a partir do diálogo entre a campanha e a composição musical.
IV. Não se pode afirmar que há uma intertextualidade explícita, pois não há uma intencionalidade latente na referência à música de Tom Jobim e Vinícius de Moraes.
V. A intertextualidade com “Garota de Ipanema” não é encontrada na superfície textual do outdoor, ocorre, portanto, o que se denomina de intertexto implícito.
Estão CORRETAS, apenas, as proposições 
Alternativas
Q768503 Português

Leia o TEXTO 05 para responder à questão a seguir.


TEXTO 05

ANDORINHA


Andorinha lá fora está dizendo:

-Passei o dia à toa, à toa.


Andorinha, andorinha, minha canção é mais triste:

-Passei a vida à toa, à toa.


BANDEIRA, M. Andorinha.José Olympio, Rio de Janeiro, 1966.


No poema de Manuel Bandeira, foi utilizado um acento grave indicativo da crase entre a preposição “a” e o artigo “a”. Assinale, entre as alternativas a seguir, a única em que a utilização do acento grave seria obrigatório na palavra sublinhada

Alternativas
Q768502 Português

Leia o TEXTO 04 e responda à questão a seguir.


TEXTO 04

O GIGOLÔ DAS PALAVRAS


    Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por seu professor de Português: saber se eu considerava o estudo da Gramática indispensável para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava seu gravador cassete, certamente o instrumento vital da pedagogia moderna, e andava arrecadando opiniões. Suspeitei de saída que o tal professor lia esta coluna, se descabelava diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar. Já estava até preparando, às pressas, minha defesa (“Culpa da revisão! Culpa da revisão!”). Mas os alunos desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo errado? Não. Então vamos em frente.

    Respondi que a linguagem, qualquer linguagem, é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro, certo? O importante é comunicar. (E quando possível surpreender, iluminar, divertir, mover... Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática.) A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas, e aí é de interesse restrito a necrólogos e professores de Latim, gente em geral pouco comunicativa. Aquela sombria gravidade que a gente nota nas fotografias em grupo dos membros da Academia Brasileira de Letras é de reprovação pelo Português ainda estar vivo. Eles só estão esperando, fardados, que o Português morra para poderem carregar o caixão e escrever sua autópsia definitiva. É o esqueleto que nos traz de pé, certo, mas ele não informa nada, como a Gramática é a estrutura da língua, mas sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias conversam entre si em Gramática pura.

    Claro que eu não disse tudo isso para meus entrevistadores. E adverti que minha implicância com a Gramática na certa se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em Português. Mas – isso eu disse – vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão indispensável que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas.[...]

VERRÍSSIMO, Luis Fernando. O gigolô das palavras. In:____ . Para gostar de ler: Luis Fernando Verissímo: o nariz e outras crônicas. 10 . ed. V. 14. São Paulo: Ática, 2002. P. 77-78.

“Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo errado?”(1º parágrafo). Se observado à luz do novo acordo ortográfico, o termo em destaque autoriza a seguinte leitura:
Alternativas
Q768501 Português

Leia o TEXTO 04 e responda à questão a seguir.


TEXTO 04

O GIGOLÔ DAS PALAVRAS


    Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por seu professor de Português: saber se eu considerava o estudo da Gramática indispensável para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava seu gravador cassete, certamente o instrumento vital da pedagogia moderna, e andava arrecadando opiniões. Suspeitei de saída que o tal professor lia esta coluna, se descabelava diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar. Já estava até preparando, às pressas, minha defesa (“Culpa da revisão! Culpa da revisão!”). Mas os alunos desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo errado? Não. Então vamos em frente.

    Respondi que a linguagem, qualquer linguagem, é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro, certo? O importante é comunicar. (E quando possível surpreender, iluminar, divertir, mover... Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática.) A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas, e aí é de interesse restrito a necrólogos e professores de Latim, gente em geral pouco comunicativa. Aquela sombria gravidade que a gente nota nas fotografias em grupo dos membros da Academia Brasileira de Letras é de reprovação pelo Português ainda estar vivo. Eles só estão esperando, fardados, que o Português morra para poderem carregar o caixão e escrever sua autópsia definitiva. É o esqueleto que nos traz de pé, certo, mas ele não informa nada, como a Gramática é a estrutura da língua, mas sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias conversam entre si em Gramática pura.

    Claro que eu não disse tudo isso para meus entrevistadores. E adverti que minha implicância com a Gramática na certa se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em Português. Mas – isso eu disse – vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão indispensável que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas.[...]

VERRÍSSIMO, Luis Fernando. O gigolô das palavras. In:____ . Para gostar de ler: Luis Fernando Verissímo: o nariz e outras crônicas. 10 . ed. V. 14. São Paulo: Ática, 2002. P. 77-78.

Considere as proposições abaixo sobre o TEXTO 04.


I. Em O gigolô das palavras, ao tratar de modo peculiar a gramática, o autor defende o ensino de gramática da língua materna. II. Para o autor, o domínio gramatical não é essencial para que haja comunicação; apenas serve para manter uma estrutura que sirva como padrão.

III. O autor questiona a “obediência cega” à gramática e a passividade do usuário diante de suas regras.

IV. Em “Claro que eu não disse isso para meus entrevistadores” (3º parágrafo), o cronista “confidencia” algo ao leitor como se este fosse seu amigo.

V. No que se refere ao Novo Acordo Ortográfico, o autor ironiza a Academia Brasileira de Letras, um dos órgãos que regem a ortografia da Língua Portuguesa no Brasil, ao afirmar que os membros da academia querem que a língua morra.


Está(ão) CORRETA(S) a(s) proposição(ões). 

Alternativas
Respostas
9001: B
9002: C
9003: C
9004: D
9005: A
9006: D
9007: C
9008: B
9009: A
9010: B
9011: E
9012: A
9013: E
9014: D
9015: A
9016: C
9017: B
9018: D
9019: A
9020: A