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Para técnico de laboratório
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A miscigenação brasileira é tão antiga quanto o Brasil. Começou na primeira geração de colonizadores portugueses, muitos dos quais se casavam com índias e adotavam modos tupi. Em meio à brutalidade da escravidão, ex-escravos africanos e filhos livres deles também se casaram com brancos e brancas, gerando uma população majoritariamente mestiça. José Bonifácio, o Patriarca da Independência e defensor da Abolição, já enxergava o casamento inter-racial como uma das grandes forças culturais da nova nação que ele ajudava a fundar. Você, que está lendo este texto, provavelmente tem um pouco dessas três origens (e de outras) no seu DNA.
Na cultura, algo similar acontece. [...] A cultura oficial por muito tempo pretendeu ser europeia, embora contasse com expoentes mestiços e negros (como Padre Vieira, o poeta simbolista Cruz e Souza, Machado de Assis). Com o modernismo, hoje centenário, o valor da miscigenação finalmente entrou em nossa consciência, para não sair mais dela.
Dito isso, não existe racismo no Brasil, então? Claro que existe. E muito. Mesmo assim, as últimas décadas foram palco de um fenômeno positivo, que é a revalorização da nossa matriz africana e a afirmação da beleza negra e mestiça [...]. Essa beleza nunca deixou de ser notada, por exemplo, na música popular, mas era inferiorizada em grande parte da cultura e das relações humanas.
Ao trazermos para cá a militância americana, apagamos a mestiçagem brasileira como realidade social e como valor. Em vez de abraçar o que é brasileiro e livremente usado por pessoas de todas as cores e credos, essa militância reforça justamente aquilo que deveria ser combatido: a segregação.
(FONSECA, Joel Pinheiro da. A receita brasileira para um
futuro livre de racismo. Superinteressante, São Paulo: Editora
Abril, abr. 2017. p. 10-11. Fragmento com adaptações).
A miscigenação brasileira é tão antiga quanto o Brasil. Começou na primeira geração de colonizadores portugueses, muitos dos quais se casavam com índias e adotavam modos tupi. Em meio à brutalidade da escravidão, ex-escravos africanos e filhos livres deles também se casaram com brancos e brancas, gerando uma população majoritariamente mestiça. José Bonifácio, o Patriarca da Independência e defensor da Abolição, já enxergava o casamento inter-racial como uma das grandes forças culturais da nova nação que ele ajudava a fundar. Você, que está lendo este texto, provavelmente tem um pouco dessas três origens (e de outras) no seu DNA.
Na cultura, algo similar acontece. [...] A cultura oficial por muito tempo pretendeu ser europeia, embora contasse com expoentes mestiços e negros (como Padre Vieira, o poeta simbolista Cruz e Souza, Machado de Assis). Com o modernismo, hoje centenário, o valor da miscigenação finalmente entrou em nossa consciência, para não sair mais dela.
Dito isso, não existe racismo no Brasil, então? Claro que existe. E muito. Mesmo assim, as últimas décadas foram palco de um fenômeno positivo, que é a revalorização da nossa matriz africana e a afirmação da beleza negra e mestiça [...]. Essa beleza nunca deixou de ser notada, por exemplo, na música popular, mas era inferiorizada em grande parte da cultura e das relações humanas.
Ao trazermos para cá a militância americana, apagamos a mestiçagem brasileira como realidade social e como valor. Em vez de abraçar o que é brasileiro e livremente usado por pessoas de todas as cores e credos, essa militância reforça justamente aquilo que deveria ser combatido: a segregação.
(FONSECA, Joel Pinheiro da. A receita brasileira para um
futuro livre de racismo. Superinteressante, São Paulo: Editora
Abril, abr. 2017. p. 10-11. Fragmento com adaptações).
Leia o texto a seguir.
Arábia Saudita suspende peregrinação a Meca por vírus
Medida é para prevenir e eliminar propagação da doença
A Arábia Saudita suspendeu temporariamente a entrada de peregrinos que visitam a Meca - um dos locais sagrados para o islamismo - "para impedir a chegada do novo coronavírus (Covid-19) e sua difusão", anunciou o Ministério das Relações Exteriores do país nesta quinta-feira (27).
As autoridades sauditas publicaram uma lista de medidas para "prevenir e eliminar" a expansão do novo coronavírus, que inclui a "suspensão temporária da entrada no reino para os propósitos da umra", uma peregrinação a Meca que pode ser realizada em qualquer época do ano, ao contrário do Haj, que só pode ser feito em datas específicas do calendário lunar islâmico. O governo saudita ainda informou que também proibiu a entrada no país de visitantes com vistos de turistas de nações onde a doença já se espalhou.
"Esses procedimentos são temporários e estão sujeitos a avaliação contínua pelas autoridades competentes", acrescentou o governo. Até o momento, a Arábia Saudita não registrou nenhum caso de coronavírus no país, apesar de alguns de seus cidadãos que vivem em outras nações terem testado positivo para a doença.
(Disponível em: https://istoe.com.br/arabia-saudita-suspende-peregrinacao-a-meca-por-virus/. Acesso em: 1
mar. de 2020, com adaptações).
Com respeito às características do gênero
notícia presentes no texto, assinale a alternativa
correta.
A bandeira do município de Maringá é composta de três faixas horizontais de cores distintas e pelo Brasão de Armas do Município. De acordo com as informações disponibilizadas pelo site da Prefeitura Municipal de Maringá, complete as lacunas com as cores e sua respectiva simbolização. (Considerar a ordem das faixas de cima para baixo)
A primeira faixa, em_________, simboliza a ______.
A segunda faixa, em__________, simboliza a_______.
A terceira faixa, em__________, simboliza a__________.
Assinale a alternativa que preenche as lacunas de forma CORRETA e SEQUENCIAL:
Analise os itens abaixo e em seguida assinale a alternativa CORRETA:
I. O número decimal 0,865 corresponde à fração decimal 865/100.
II. A fração 758/100 corresponde ao número decimal 7,58.
III. O número decimal 0,0274 corresponde à fração 274/10000.
Analise os itens a seguir sobre frações e em seguida assinale a alternativa CORRETA:
I. Efetuando a operação 2/3 + 5/4 , obtemos como resultado um valor igual a 23/12.
II. Fazendo a operação 3/5 x 2/8 , obtemos um resultado igual a 10/24 .
III. Fazendo a operação 3/7 : 4/9 , obtemos um resultado igual a 27/28 .
TEXTO 3
Governo vai dar isenção de imposto a empresas e cobrar INSS do seguro-desemprego
Dinheiro dos desempregados vai compensar o que o governo deixará de arrecadar das empresas
Para bancar o custo de programa para incentivar a contratação de jovens, o governo resolveu taxar em 7,5% os
trabalhadores que recebem seguro-desemprego. Na prática, os desempregados vão bancar o prometido programa de
Emprego Verde Amarelo. Anunciado nesta segunda-feira, 11, o plano prevê a geração de 1,8 milhão de postos de trabalho
até o fim de 2022 para jovens entre 18 e 29 anos que ainda não tiveram nenhum emprego com carteira assinada. Os mais
velhos, com mais de 55 anos, foram excluídos da proposta final. O teto da remuneração na nova modalidade será de 1,5
salário mínimo, ou R$ 1.497.
(Fonte: https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/governo-vai-dar-isencao-de-imposto-a-empresas-e-cobrar-inss-do-seguro-desemprego/)
Acerca do texto 3, considere as proposições a seguir:
I. O título do texto é um período composto por coordenação.
II. Em “Governo vai dar isenção de imposto a empresas” a forma verbal, construída por um verbo no presente do indicativo e outro no infinitivo impessoal, refere-se a um tempo posterior ao momento da fala.
III. Em “O teto da remuneração na nova modalidade” o termo “nova modalidade” faz referência à nova taxa sobre o seguro-desemprego.
IV. Em “Na prática, os desempregados vão bancar o prometido programa de Emprego Verde Amarelo”, o termo “os desempregados” é sujeito da forma verbal “vão bancar”.
De acordo com as proposições acima, em relação ao texto 3, assinale a alternativa CORRETA:
TEXTO 3
Governo vai dar isenção de imposto a empresas e cobrar INSS do seguro-desemprego
Dinheiro dos desempregados vai compensar o que o governo deixará de arrecadar das empresas
Para bancar o custo de programa para incentivar a contratação de jovens, o governo resolveu taxar em 7,5% os
trabalhadores que recebem seguro-desemprego. Na prática, os desempregados vão bancar o prometido programa de
Emprego Verde Amarelo. Anunciado nesta segunda-feira, 11, o plano prevê a geração de 1,8 milhão de postos de trabalho
até o fim de 2022 para jovens entre 18 e 29 anos que ainda não tiveram nenhum emprego com carteira assinada. Os mais
velhos, com mais de 55 anos, foram excluídos da proposta final. O teto da remuneração na nova modalidade será de 1,5
salário mínimo, ou R$ 1.497.
(Fonte: https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/governo-vai-dar-isencao-de-imposto-a-empresas-e-cobrar-inss-do-seguro-desemprego/)