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Q1810536 Português
Instrução: Leia o texto e responda à questão.

2020
   E vamos nós para o ano vinte-vinte, na esperança de que a repetição dos números signifique alguma coisa. Vivemos sempre com a expectativa que uma anomalia, qualquer anomalia, qualquer ruptura com o normal – como um ano com números reincidentes – seja um sinal. Estão querendo nos dizer alguma coisa. Quem, e o quê? Os avisos chegam de todos os lados, caberia a nós entendê-los. A Terra fala conosco por meio dos seus desastres naturais: terremotos e vulcões seriam recados a serem decifrados. A História fala conosco por meio dos seus intérpretes. E o Universo se dirige a nós pelos astros.
   As pessoas procuram nos astros a evidência de que não estão sozinhas, que algo guia seus passos e orienta sua vida – de longe, bem longe. A persistente crença em astrologia, apesar da dificuldade em conciliar seus princípios e sua linguagem com o bom senso, não tem explicação – ou só se explica pela renúncia à racionalidade que também é uma forma de buscar uma direção na vida, venha ela de onde vier, das religiões ou de Júpiter.
   História pessoal, que já contei mais de uma vez: quando comecei a trabalhar na imprensa, há 200 anos, fazia de tudo na redação, depois de passar o dia no meu outro emprego de redator de publicidade. Um dia me pediram para fazer o horóscopo, já que o astrólogo profissional insistia em ganhar um aumento, uma reivindicação irrealista, dadas as condições do jornal. Como eu já fazia de tudo na redação, comecei a fazer o horóscopo também. Todos os dias inventava o destino das pessoas e distribuía as previsões e os conselhos pelos 12 signos do zodíaco.
   O horóscopo era a última coisa que eu fazia no jornal antes de ir me encontrar com a Lucia e, se tivéssemos sorte, ir a um cinema, de modo que meu horóscopo era sempre feito às pressas, e com a escassa energia que sobrava depois de um dia fazendo de tudo, na agência de publicidade e na redação. E então bolei uma solução genial para liquidar o horóscopo em pouco tempo e ir embora. Como era óbvio que as pessoas só querem saber o texto do seu próprio signo e não o dos outros, comecei a fazer um rodízio: mudava os textos de signo e de lugar. O que um dia era o texto para libra no dia seguinte era para sagitário, etc. Ninguém iria notar a trapaça sideral, os deuses me perdoariam.
   Não demorou para que o editor do jornal me chamasse. Tinha muita gente reclamando do horóscopo. O que eu pensava que era óbvio não era. Minha pseudoesperteza tinha sido descoberta, aparentemente todo o mundo lê todo o horóscopo todos os dias. Minha breve carreira de astrólogo terminou ali. Mas eu só queria dizer que, mesmo quando era eu que escrevia os textos, nunca deixava de olhar para ver o que libra reservava para meu futuro. Fazer o quê? Precisamos de uma direção na vida, venha ela de onde vier.
(Veríssimo, L. F. Disponível em: https://cultura.estadao.com.br. Acesso em: 23/01/2020.) 
Em depois de passar o dia no meu outro emprego de redator, tem-se um exemplo de
Alternativas
Q1810535 Português
Instrução: Leia o texto e responda à questão.

2020
   E vamos nós para o ano vinte-vinte, na esperança de que a repetição dos números signifique alguma coisa. Vivemos sempre com a expectativa que uma anomalia, qualquer anomalia, qualquer ruptura com o normal – como um ano com números reincidentes – seja um sinal. Estão querendo nos dizer alguma coisa. Quem, e o quê? Os avisos chegam de todos os lados, caberia a nós entendê-los. A Terra fala conosco por meio dos seus desastres naturais: terremotos e vulcões seriam recados a serem decifrados. A História fala conosco por meio dos seus intérpretes. E o Universo se dirige a nós pelos astros.
   As pessoas procuram nos astros a evidência de que não estão sozinhas, que algo guia seus passos e orienta sua vida – de longe, bem longe. A persistente crença em astrologia, apesar da dificuldade em conciliar seus princípios e sua linguagem com o bom senso, não tem explicação – ou só se explica pela renúncia à racionalidade que também é uma forma de buscar uma direção na vida, venha ela de onde vier, das religiões ou de Júpiter.
   História pessoal, que já contei mais de uma vez: quando comecei a trabalhar na imprensa, há 200 anos, fazia de tudo na redação, depois de passar o dia no meu outro emprego de redator de publicidade. Um dia me pediram para fazer o horóscopo, já que o astrólogo profissional insistia em ganhar um aumento, uma reivindicação irrealista, dadas as condições do jornal. Como eu já fazia de tudo na redação, comecei a fazer o horóscopo também. Todos os dias inventava o destino das pessoas e distribuía as previsões e os conselhos pelos 12 signos do zodíaco.
   O horóscopo era a última coisa que eu fazia no jornal antes de ir me encontrar com a Lucia e, se tivéssemos sorte, ir a um cinema, de modo que meu horóscopo era sempre feito às pressas, e com a escassa energia que sobrava depois de um dia fazendo de tudo, na agência de publicidade e na redação. E então bolei uma solução genial para liquidar o horóscopo em pouco tempo e ir embora. Como era óbvio que as pessoas só querem saber o texto do seu próprio signo e não o dos outros, comecei a fazer um rodízio: mudava os textos de signo e de lugar. O que um dia era o texto para libra no dia seguinte era para sagitário, etc. Ninguém iria notar a trapaça sideral, os deuses me perdoariam.
   Não demorou para que o editor do jornal me chamasse. Tinha muita gente reclamando do horóscopo. O que eu pensava que era óbvio não era. Minha pseudoesperteza tinha sido descoberta, aparentemente todo o mundo lê todo o horóscopo todos os dias. Minha breve carreira de astrólogo terminou ali. Mas eu só queria dizer que, mesmo quando era eu que escrevia os textos, nunca deixava de olhar para ver o que libra reservava para meu futuro. Fazer o quê? Precisamos de uma direção na vida, venha ela de onde vier.
(Veríssimo, L. F. Disponível em: https://cultura.estadao.com.br. Acesso em: 23/01/2020.) 
No trecho História pessoal, que já contei mais de uma vez: quando comecei a trabalhar na imprensa, há 200 anos, fazia de tudo na redação, depois de passar o dia no meu outro emprego de redator de publicidade, a expressão sublinhada exemplifica o seguinte recurso linguístico:
Alternativas
Q1810534 Português
Instrução: Leia o texto e responda à questão.

2020
   E vamos nós para o ano vinte-vinte, na esperança de que a repetição dos números signifique alguma coisa. Vivemos sempre com a expectativa que uma anomalia, qualquer anomalia, qualquer ruptura com o normal – como um ano com números reincidentes – seja um sinal. Estão querendo nos dizer alguma coisa. Quem, e o quê? Os avisos chegam de todos os lados, caberia a nós entendê-los. A Terra fala conosco por meio dos seus desastres naturais: terremotos e vulcões seriam recados a serem decifrados. A História fala conosco por meio dos seus intérpretes. E o Universo se dirige a nós pelos astros.
   As pessoas procuram nos astros a evidência de que não estão sozinhas, que algo guia seus passos e orienta sua vida – de longe, bem longe. A persistente crença em astrologia, apesar da dificuldade em conciliar seus princípios e sua linguagem com o bom senso, não tem explicação – ou só se explica pela renúncia à racionalidade que também é uma forma de buscar uma direção na vida, venha ela de onde vier, das religiões ou de Júpiter.
   História pessoal, que já contei mais de uma vez: quando comecei a trabalhar na imprensa, há 200 anos, fazia de tudo na redação, depois de passar o dia no meu outro emprego de redator de publicidade. Um dia me pediram para fazer o horóscopo, já que o astrólogo profissional insistia em ganhar um aumento, uma reivindicação irrealista, dadas as condições do jornal. Como eu já fazia de tudo na redação, comecei a fazer o horóscopo também. Todos os dias inventava o destino das pessoas e distribuía as previsões e os conselhos pelos 12 signos do zodíaco.
   O horóscopo era a última coisa que eu fazia no jornal antes de ir me encontrar com a Lucia e, se tivéssemos sorte, ir a um cinema, de modo que meu horóscopo era sempre feito às pressas, e com a escassa energia que sobrava depois de um dia fazendo de tudo, na agência de publicidade e na redação. E então bolei uma solução genial para liquidar o horóscopo em pouco tempo e ir embora. Como era óbvio que as pessoas só querem saber o texto do seu próprio signo e não o dos outros, comecei a fazer um rodízio: mudava os textos de signo e de lugar. O que um dia era o texto para libra no dia seguinte era para sagitário, etc. Ninguém iria notar a trapaça sideral, os deuses me perdoariam.
   Não demorou para que o editor do jornal me chamasse. Tinha muita gente reclamando do horóscopo. O que eu pensava que era óbvio não era. Minha pseudoesperteza tinha sido descoberta, aparentemente todo o mundo lê todo o horóscopo todos os dias. Minha breve carreira de astrólogo terminou ali. Mas eu só queria dizer que, mesmo quando era eu que escrevia os textos, nunca deixava de olhar para ver o que libra reservava para meu futuro. Fazer o quê? Precisamos de uma direção na vida, venha ela de onde vier.
(Veríssimo, L. F. Disponível em: https://cultura.estadao.com.br. Acesso em: 23/01/2020.) 
Sobre o uso da linguagem nesse texto, é correto afirmar:
Alternativas
Q1810533 Português
Instrução: Leia o texto e responda à questão.

2020
   E vamos nós para o ano vinte-vinte, na esperança de que a repetição dos números signifique alguma coisa. Vivemos sempre com a expectativa que uma anomalia, qualquer anomalia, qualquer ruptura com o normal – como um ano com números reincidentes – seja um sinal. Estão querendo nos dizer alguma coisa. Quem, e o quê? Os avisos chegam de todos os lados, caberia a nós entendê-los. A Terra fala conosco por meio dos seus desastres naturais: terremotos e vulcões seriam recados a serem decifrados. A História fala conosco por meio dos seus intérpretes. E o Universo se dirige a nós pelos astros.
   As pessoas procuram nos astros a evidência de que não estão sozinhas, que algo guia seus passos e orienta sua vida – de longe, bem longe. A persistente crença em astrologia, apesar da dificuldade em conciliar seus princípios e sua linguagem com o bom senso, não tem explicação – ou só se explica pela renúncia à racionalidade que também é uma forma de buscar uma direção na vida, venha ela de onde vier, das religiões ou de Júpiter.
   História pessoal, que já contei mais de uma vez: quando comecei a trabalhar na imprensa, há 200 anos, fazia de tudo na redação, depois de passar o dia no meu outro emprego de redator de publicidade. Um dia me pediram para fazer o horóscopo, já que o astrólogo profissional insistia em ganhar um aumento, uma reivindicação irrealista, dadas as condições do jornal. Como eu já fazia de tudo na redação, comecei a fazer o horóscopo também. Todos os dias inventava o destino das pessoas e distribuía as previsões e os conselhos pelos 12 signos do zodíaco.
   O horóscopo era a última coisa que eu fazia no jornal antes de ir me encontrar com a Lucia e, se tivéssemos sorte, ir a um cinema, de modo que meu horóscopo era sempre feito às pressas, e com a escassa energia que sobrava depois de um dia fazendo de tudo, na agência de publicidade e na redação. E então bolei uma solução genial para liquidar o horóscopo em pouco tempo e ir embora. Como era óbvio que as pessoas só querem saber o texto do seu próprio signo e não o dos outros, comecei a fazer um rodízio: mudava os textos de signo e de lugar. O que um dia era o texto para libra no dia seguinte era para sagitário, etc. Ninguém iria notar a trapaça sideral, os deuses me perdoariam.
   Não demorou para que o editor do jornal me chamasse. Tinha muita gente reclamando do horóscopo. O que eu pensava que era óbvio não era. Minha pseudoesperteza tinha sido descoberta, aparentemente todo o mundo lê todo o horóscopo todos os dias. Minha breve carreira de astrólogo terminou ali. Mas eu só queria dizer que, mesmo quando era eu que escrevia os textos, nunca deixava de olhar para ver o que libra reservava para meu futuro. Fazer o quê? Precisamos de uma direção na vida, venha ela de onde vier.
(Veríssimo, L. F. Disponível em: https://cultura.estadao.com.br. Acesso em: 23/01/2020.) 
Assinale a alternativa que apresenta o ponto de vista defendido pelo autor sobre horóscopos.
Alternativas
Q1809647 Biomedicina - Análises Clínicas
Em relação ao correto uso de uma centrífuga em um laboratório de análises clínicas, analise as afirmativas. I- O número de tubos a serem colocados na centrífuga para o uso deverá ser sempre em número par. II- Tubos de vidro não podem ser utilizados em centrífugas com uma rotação de 2000 rpm. III- Obrigatoriamente, a centrífuga não deve ser aberta antes da parada completa do processo de rotação. Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q1809646 Biomedicina - Análises Clínicas
As infecções pelo novo coronavírus trouxeram um problema de saúde importante para alguns indivíduos contaminados: a possibilidade de ocorrência de eventos pró-trombóticos, como a trombose venosa. Os testes de coagulação são aliados na identificação da ocorrência desses eventos. Qual condição laboratorial é compatível com a ocorrência de trombose?
Alternativas
Q1809645 Biomedicina - Análises Clínicas
Cada exame exige um tubo ou um anticoagulante adequado para a coleta da amostra biológica. Qual tubo e anticoagulante deverão ser utilizados para a coleta de amostra biológica para a realização de um hemograma completo?
Alternativas
Q1809644 Biomedicina - Análises Clínicas
Para a transfusão segura de hemocomponentes, como o concentrado de hemácias, uma prova cruzada deve ser realizada entre o sangue do doador e o do receptor. Quais componentes do sangue do doador e do receptor são utilizados para esse teste?
Alternativas
Q1809643 Biomedicina - Análises Clínicas
O diagnóstico da fase aguda da doença de Chagas se baseia na presença dos sinais e sintomas da doença e no diagnóstico laboratorial positivo. No exame a fresco do sangue do paciente com suspeita da doença, qual forma do protozoário é rotineiramente encontrada?
Alternativas
Q1809642 Biomedicina - Análises Clínicas
Para o diagnóstico dos casos suspeitos de malária, o exame de gota espessa continua sendo o padrão-ouro. O método de Walker para coloração da gota espessa emprega uma etapa inicial de desemoglobinização que utiliza uma solução de
Alternativas
Q1809641 Biomedicina - Análises Clínicas
Um Técnico de Laboratório, ao analisar uma amostra de urina de um paciente com suspeita de pielonefrite aguda, identificou corretamente a estrutura apontada pela seta na imagem abaixo. Imagem associada para resolução da questão
Essa estrutura é denominada
Alternativas
Q1809640 Biomedicina - Análises Clínicas
Para a realização da contagem diferencial de leucócitos do hemograma, é importante executar a técnica correta de visualização microscópica das células no esfregaço sanguíneo, pois devido ao tamanho variado dos diferentes glóbulos brancos, sua distribuição no esfregaço nem sempre é uniforme. A correta forma de analisar a lâmina de esfregaço delgado para a contagem diferencial de leucócitos deve ser feita percorrendo
Alternativas
Q1809639 Biomedicina - Análises Clínicas
Os exames de sorologia detectam anticorpos contra antígenos de bactérias, vírus, fungos, protozoários ou outros microrganismos. Qual técnica NÃO permite identificar anticorpos e o potencial contato com agentes infecciosos?
Alternativas
Q1809638 Biomedicina - Análises Clínicas
A correta escolha do meio de cultura é fundamental para o sucesso do cultivo bacteriano e o acertado diagnóstico microbiológico. Qual o meio indicado para a realização da cultura de um líquido cefalorraquidiano de um paciente com suspeita de meningite séptica?
Alternativas
Q1809637 Biomedicina - Análises Clínicas
Para se realizar a coloração de gram para diagnóstico microbiológico, foi solicitado ao Técnico de Laboratório que separasse os materiais necessários para tal procedimento. Quais foram os reagentes e soluções corretamente separadas?
Alternativas
Q1809636 Biomedicina - Análises Clínicas
De acordo com as normas que dispõem sobre o Regulamento Técnico para funcionamento de Laboratórios Clínicos, os procedimentos conduzidos em associação com o exame de amostras de pacientes para avaliar se o sistema analítico está operando dentro dos limites de tolerância pré-definidos são chamados de
Alternativas
Q1809635 Biomedicina - Análises Clínicas
A dosagem das bilirrubinas é fundamental para a avaliação da função hepática. Um Técnico de Laboratório, ao realizar a dosagem da bilirrubina total de um paciente, encontrou um valor de 3,0 mg/dL. Efetuou então a dosagem da bilirrubina conjugada e percebeu que ela era 70% da bilirrubina total. Qual o valor da bilirrubina indireta?
Alternativas
Q1809634 Biomedicina - Análises Clínicas
O adequado gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde é de suma importância para minimizar os riscos para a contaminação humana e ambiental. Dessa forma, a identificação dos resíduos produzidos é fundamental para o seu correto destino e manuseio. Qual símbolo identifica corretamente resíduos com risco biológico?
Alternativas
Q1809633 Biomedicina - Análises Clínicas
Um Técnico de Laboratório deseja preparar uma solução de metabissulfito de sódio numa concentração de 2% para a realização de uma prova de falcização. Qual o correto preparo dessa solução?
Alternativas
Q1809632 Biomedicina - Análises Clínicas
O correto preparo de meios de cultura, soluções e reagentes em um laboratório de análises clínicas é fundamental para a adequada execução de um exame laboratorial. Para preparar um meio de cultura ágar CLED, um Técnico de Laboratório pesou a quantidade final de pó que havia no frasco contendo o meio de cultura e obteve 10 gramas. Sabendo-se que a indicação do fabricante do meio de cultura em pó indica a diluição de 50 gramas do pó para cada litro de água, qual o volume de meio de cultura diluído obtido, aproximadamente?
Alternativas
Respostas
6761: A
6762: C
6763: B
6764: D
6765: A
6766: D
6767: A
6768: C
6769: B
6770: D
6771: B
6772: A
6773: C
6774: D
6775: A
6776: B
6777: D
6778: C
6779: A
6780: A