Questões de Concurso Para técnico de laboratório

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Q3688135 Noções de Informática
As unidades de entrada e/ou saída, I/O, são responsáveis pela comunicação do computador com seu ambiente externo e permitem que dados e programas sejam fornecidos ao computador como também que informações processadas ou armazenadas em um computador sejam disponibilizadas. Considerando as unidades e dispositivos de entrada/saída, analise as afirmativas a seguir e assinale a INCORRETA. 
Alternativas
Q3688127 Português
        No Brasil fazemos muitos planos – faz parte da nossa cultura. Nossa dificuldade é de executá-los. Por exemplo, no setor de infraestrutura e transportes, há planos para melhorar o país desde o Plano da Comissão de 1890, que contempla projetos de infraestrutura para a Amazônia, que, até hoje, não saíram do papel.

        Neste contexto, na semana passada, discuti o quanto é vago o termo bioeconomia para a Amazônia e recebi uma enxurrada de comentários, permitindo-me algumas reflexões adicionais, evoluindo o que pensava. [...]

        Depois de mergulhar em vários dos documentos que pesquisei e dos adicionais que recebi, a sensação que tive é que não saímos do vago para o prático, da “bioeconomia” para a bioeconomia, de um faz de conta para a realidade, de um greenwashing para a sustentabilidade, da teoria para a prática. Mantive a sensação de uma distância grande do necessário para a transformação para um modo de vida mais próspero e equilibrado ou de uma similaridade ampla com o que vem sendo feito nos países mais avançados. Segue a lógica do “chutando a escada”, prevalecem os modelos que mantêm desigualdades.

        Em praticamente todos os planos há grande boa vontade e interesse pelo país. Em cada um deles há enorme mérito. A problemática não são os planos em si ou seus autores abnegados, são os poucos recursos alocados para eles serem realizados. Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação? [...]

        É uma tradição que temos: planejar e não fazer, em especial para a região Amazônica. Enquanto isso, ela é entrecortada por mais de 3 milhões de quilômetros de vias vicinais não oficiais, segundo estudo do Imazon, publicado em 2022. É como se estivéssemos em uma das zonas de exclusão “socioeconômica das pessoas”, conforme estudado pelo geógrafo Rogerio Haesbaert e outros. [...]

Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 13 set. 2023. [Fragmento adaptado] 
No trecho “Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação?”, os questionamentos têm por função
Alternativas
Q3688126 Português
        No Brasil fazemos muitos planos – faz parte da nossa cultura. Nossa dificuldade é de executá-los. Por exemplo, no setor de infraestrutura e transportes, há planos para melhorar o país desde o Plano da Comissão de 1890, que contempla projetos de infraestrutura para a Amazônia, que, até hoje, não saíram do papel.

        Neste contexto, na semana passada, discuti o quanto é vago o termo bioeconomia para a Amazônia e recebi uma enxurrada de comentários, permitindo-me algumas reflexões adicionais, evoluindo o que pensava. [...]

        Depois de mergulhar em vários dos documentos que pesquisei e dos adicionais que recebi, a sensação que tive é que não saímos do vago para o prático, da “bioeconomia” para a bioeconomia, de um faz de conta para a realidade, de um greenwashing para a sustentabilidade, da teoria para a prática. Mantive a sensação de uma distância grande do necessário para a transformação para um modo de vida mais próspero e equilibrado ou de uma similaridade ampla com o que vem sendo feito nos países mais avançados. Segue a lógica do “chutando a escada”, prevalecem os modelos que mantêm desigualdades.

        Em praticamente todos os planos há grande boa vontade e interesse pelo país. Em cada um deles há enorme mérito. A problemática não são os planos em si ou seus autores abnegados, são os poucos recursos alocados para eles serem realizados. Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação? [...]

        É uma tradição que temos: planejar e não fazer, em especial para a região Amazônica. Enquanto isso, ela é entrecortada por mais de 3 milhões de quilômetros de vias vicinais não oficiais, segundo estudo do Imazon, publicado em 2022. É como se estivéssemos em uma das zonas de exclusão “socioeconômica das pessoas”, conforme estudado pelo geógrafo Rogerio Haesbaert e outros. [...]

Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 13 set. 2023. [Fragmento adaptado] 
Assinale a alternativa que NÃO se constitui argumento para a defesa da tese apresentada no texto.
Alternativas
Q3688125 Português
        No Brasil fazemos muitos planos – faz parte da nossa cultura. Nossa dificuldade é de executá-los. Por exemplo, no setor de infraestrutura e transportes, há planos para melhorar o país desde o Plano da Comissão de 1890, que contempla projetos de infraestrutura para a Amazônia, que, até hoje, não saíram do papel.

        Neste contexto, na semana passada, discuti o quanto é vago o termo bioeconomia para a Amazônia e recebi uma enxurrada de comentários, permitindo-me algumas reflexões adicionais, evoluindo o que pensava. [...]

        Depois de mergulhar em vários dos documentos que pesquisei e dos adicionais que recebi, a sensação que tive é que não saímos do vago para o prático, da “bioeconomia” para a bioeconomia, de um faz de conta para a realidade, de um greenwashing para a sustentabilidade, da teoria para a prática. Mantive a sensação de uma distância grande do necessário para a transformação para um modo de vida mais próspero e equilibrado ou de uma similaridade ampla com o que vem sendo feito nos países mais avançados. Segue a lógica do “chutando a escada”, prevalecem os modelos que mantêm desigualdades.

        Em praticamente todos os planos há grande boa vontade e interesse pelo país. Em cada um deles há enorme mérito. A problemática não são os planos em si ou seus autores abnegados, são os poucos recursos alocados para eles serem realizados. Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação? [...]

        É uma tradição que temos: planejar e não fazer, em especial para a região Amazônica. Enquanto isso, ela é entrecortada por mais de 3 milhões de quilômetros de vias vicinais não oficiais, segundo estudo do Imazon, publicado em 2022. É como se estivéssemos em uma das zonas de exclusão “socioeconômica das pessoas”, conforme estudado pelo geógrafo Rogerio Haesbaert e outros. [...]

Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 13 set. 2023. [Fragmento adaptado] 
Nesse fragmento textual, o autor defende a ideia de que os planos feitos para o Brasil 
Alternativas
Q3687049 Geologia

Os aquíferos são classificados, geralmente, em função da pressão da água no sistema e, também, da geologia do material saturado. Orientando-se pela obra “Geologia do Brasil”, de Hassui et al (2012), analise as afirmativas a seguir sobre os aquíferos.


I. Os aquíferos variam de acordo com sua capacidade de armazenar e de transmitir água e podem apresentar diversas características.

II. Aquíferos confinados drenantes são aqueles em que pelo menos uma das camadas limítrofes é semipermeável, permitindo a entrada ou saída de fluxos.

III. Aquíferos fraturados ou fissurados ocorrem em sistemas de rochas permeáveis, como as rochas sedimentares, portadoras de muitas descontinuidades.


Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q3687048 Geologia

Geralmente, classificam-se os depósitos minerais a partir do conhecimento de processos geológicos que atuaram durante a formação de tais depósitos.


Não é um exemplo de depósito mineral:

Alternativas
Q3687047 Geologia

Analise as afirmativas a seguir. As estruturas sedimentares incluem todos os tipos de feições formadas durante a deposição.


PORQUE


As estruturas sedimentares são caracterizadas por acamamentos ou estratificações que ocorrem quando camadas de sedimento com diferentes tamanhos ou composições de partícula são depositadas umas sobre as outras.


A respeito dessas afirmativas, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3687046 Geologia
De acordo com a obra “Geoquímica ambiental e estudos de impacto” (2013), são produtos das análises pedológicas que devem ser realizadas nos estudos ambientais das geociências no diagnóstico do meio ambiente físico, exceto:
Alternativas
Q3687045 Geologia

Conforme Hassui et al (2012), a zona de aeração “localiza-se” entre a superfície do terreno e a zona de saturação da água. O solo permanece parcialmente preenchido com água, e ocorre água formando películas aderidas aos grãos de solo. Essa zona de aeração é dividida em três partes.


É incorreto afirmar que faz parte da zona de aeração a

Alternativas
Q3687044 Geologia
De acordo com Guerra & Guerra (2008), essa formação geomorfológica foi denominada “pelo geógrafo francês Pierre Deffontaines para as colinas dissecadas que formam verdadeiros níveis, nas zonas da serra do Mar e da Mantiqueira. [Segundo os autores] pode-se dizer, em última análise, que [essa formação] é um conjunto de meias-laranjas como as que são vistas no médio Paraíba do Sul”.
GUERRA, A. T.; GUERRA, A. J. T. Novo dicionário geológico-geomorfológico. 6. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008. p. 413 (adaptado).
A descrição refere-se ao(s) 
Alternativas
Q3687043 Geologia

Orientando-se pela obra de Hassui et al (2012), intitulada “Geologia do Brasil”, analise as afirmativas a seguir sobre a Bacia do São Francisco:


I. Trata-se de uma bacia sedimentar de, aproximadamente, 300.000 quilômetros quadrados, com idade, essencialmente, proterozoica, situada em uma parte extremamente estável do Cráton São Francisco.

II. Extensas regiões da bacia são recobertas por estratos sedimentares de idades fanerozoicas, que são delgados quando comparados com as espessuras de rochas sedimentares proterozoicas.

III. A Bacia do São Francisco se notabilizou pelas ocorrências de mineralizações de chumbo e zinco lavradas por várias minas situadas em sua parte central e nas suas faixas marginais.


Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q3687042 Geologia

“[Esse] padrão de drenagem [é] característico de áreas desérticas onde não há nenhuma estruturação das bacias hidrográficas, devido à quase total ausência de chuvas e à constante formação de dunas”.


GUERRA, A. T.; GUERRA, A. J. T. Novo dicionário geológico-geomorfológico. 6. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008. p. 65 (adaptado).


O padrão descrito é o da drenagem

Alternativas
Q3687041 Geologia

De acordo com Rhode (2013), no livro “Geoquímica ambiental e estudos de impacto”, um sistema de monitoramento de geossistema tem vários aspectos, e todos devem ser seguidos com bastante rigor.

A esse respeito, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando os tipos de monitoramentos a algumas de suas características, conforme descrito pelo autor da referida obra.


COLUNA I


1. Monitoramento espacial

2. Monitoramento de fluxos

3. Monitoramento físico-químico


COLUNA II

(    ) Nesse tipo de monitoramento, deve-se estabelecer métodos de medição direta de movimentos, verificar a topografia com benchmarks e instalar medidores de pressão e nível da água.

(    ) Nesse tipo de monitoramento, deve-se identificar os fluxos significativos a serem medidos, estabelecer frequências das medidas e estabelecer a malha de monitoramento.

(    ) Nesse monitoramento, é preciso escolher a cartografia a ser utilizada para monitorar, determinar a temática de evolução da área geográfica, estabelecer métodos de campo e indicar uso de aerofotos.


Assinale a sequência correta.

Alternativas
Q3687040 Geologia

Analise as afirmativas a seguir, feitas pelo geógrafo Aziz Ab’Saber, em sua obra “Os domínios da natureza do Brasil: potencialidades paisagísticas” (2003), sobre algumas características dos domínios morfoclimáticos brasileiros, e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.


(    ) O domínio morfoclimático amazônico apresenta terras baixas e grande extensão de florestas equatoriais densas.

(    ) As pradarias são áreas chamadas, também, de coxilhas que ficam em uma área ecológica típica de zona temperada cálida, subúmida, sujeita a uma certa estiagem de fim de ano.

(    ) A caatinga é um domínio de depressões intermontanas e interplanálticas de clima semiárido.

(    ) Os Mares de Morro compõem-se por áreas mamelonares tropical-atlânticas e bastante florestadas no passado.


Assinale a sequência correta.

Alternativas
Q3687039 Geologia

De acordo com Guerra & Guerra (2008), as águas podem ser tipificadas de diferentes maneiras. Uma dessas águas “não é retirada pelo solo e por isso [é] descendente até a superfície freática. Os iônios nela dissolvidos são extraídos do solo, o qual se empobrece e se acidifica (descalcificação)”.


GUERRA, A. T.; GUERRA, A. J. T. Novo dicionário geológico-geomorfológico. 6. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008. p. 26 (adaptado).


O tipo de água descrito é a

 

Alternativas
Q3687038 Geologia
Na obra “Geossistemas: uma introdução à geografia física” (2012), afirma-se que “as camadas interiores do núcleo, do manto e da crosta são diferenciadas pela composição química [e / ou] por seu caráter rígido ou plástico. (...) usando esse [último] critério, os cientistas dividem a porção externa do planeta” nas seguintes camadas:
Alternativas
Q3687037 Geologia

De acordo com a obra “Geossistemas: uma introdução à geografia física” (2012), os solos possuem diferentes tipos de horizontes. A esse respeito, e com base na referida obra, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando os tipos de horizontes às suas características.


COLUNA I


1. Horizonte O

2. Horizonte E

3. Horizonte B


COLUNA II



(    ) Esse horizonte acumula argilas, alumínio e ferro. Horizonte dominado pela iluviação, em que os materiais lixiviados pela água em uma camada entram e se acumulam em outra.

(    ) Esse horizonte é composto majoritariamente de areia grossa, silte e minerais resistentes à lixiviação.

(    ) Esse horizonte possui composição orgânica derivada da serrapilheira vegetal e animal depositada e transformada em húmus, uma mistura de materiais orgânicos decompostos e sintetizados.


Assinale a sequência correta.

Alternativas
Q3687036 Geologia

Na obra “Os domínios de natureza no Brasil: pontencialidades paisagísticas” (2003), o geógrafo Azis Ab’Saber afirma:


“Já se disse que as paisagens de exceção constituem fatos isolados, de diferentes aspectos físicos e ecológicos no corpo geral das paisagens habituais [e que] são referenciais para os homens desde a pré-história. (...) no amplo conjunto de paisagens de exceção existentes [no Brasil, destaca-se uma que está] à jusante dos grandes reservatórios regionais (...) e é um dos desfiladeiros mais importantes e espetaculares do Brasil. Suas paredes rochosas semidesnudas são revestidas por espécies anãs de uma [vegetação] arbustiva e esgarçada. Uma vegetação resistente se instalou em íngremes vertentes de rochas resistentes, superficialmente dominadas por litossolos”.


AB’SABER. A. N. Os domínios da natureza do Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê editorial, 2003. p. 149-150 (adaptado).


A descrição refere-se à paisagem de exceção chamada de

Alternativas
Q3687035 Geologia

Sobre os tipos de racionalidade que devem ser identificados para a implantação de um empreendimento no meio natural, faz-se a seguinte afirmativa:


“[Essa racionalidade] pode ser conceituada a partir do momento em que se identifica a sociedade como uma coleção de indivíduos e, consequentemente, estão destinados a surgir conflitos de interesse que não podem ser resolvidos por [outros meios]. [Tal racionalidade] opera mais no sentido de estabilizar e institucionalizar conflitos do que de removê-los e, dessa maneira, não é socialmente racional”.


RHODE, G. M. Geoquímica ambiental e estudos de impacto. São Paulo: Oficina de textos, 2013. p. 17 (adaptado).


A racionalidade descrita é

Alternativas
Q3687009 Enfermagem

A avaliação dos pés em paciente diabético tem sido uma prática altamente recomendada nos serviços de saúde. São motivos que levam à avaliação dos pés:


I. Com o aumento da glicose, o paciente perde o equilíbrio, podendo ser identificada claudicação.

II. O diabetes tipo 1 tem como característica o ressecamento de extremidades.

III. A perda de sensibilidade nos pés pode ser indicativo de alterações neuropáticas.

IV. O controle precário da glicemia por tempo prolongado é fator de risco para amputações.


Estão corretos os motivos 

Alternativas
Respostas
4081: A
4082: C
4083: B
4084: A
4085: A
4086: B
4087: B
4088: C
4089: B
4090: B
4091: D
4092: A
4093: D
4094: C
4095: B
4096: D
4097: A
4098: A
4099: C
4100: C