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Ministério Público (MP).
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individuais.
individuais.
individuais.
individuais.
públicos civis do estado de Roraima.
públicos civis do estado de Roraima.
públicos civis do estado de Roraima.
públicos civis do estado de Roraima.
Público do Estado de Roraima (MPE/RR).
crianças e adolescentes de 5 a 13 anos estavam inseridos no
mercado de trabalho. Nessa faixa etária, 60% das crianças e
jovens ocupados trabalham em atividades não remuneradas.
A legislação brasileira proíbe o trabalho sob qualquer forma para
menores de 14 anos. Os adolescentes de 14 e 15 anos podem
trabalhar, desde que na condição de aprendizes.
De acordo com pesquisa do IBGE, o trabalho infantil
interfere na freqüência à escola. A taxa de freqüência à escola dos
jovens de 14 ou 15 anos ocupados é de 84,2%. Entre os que não
trabalham, esse índice chega a 93,7%. Para os jovens de 16 ou
17 anos, a taxa dos que trabalham é de 70,8% contra 82,4% entre
os não ocupados. Para a secretária nacional da Assistência Social,
além da questão econômica, o trabalho infantil está relacionado
a um fator cultural. “Não adianta simplesmente proibir, é preciso
um pacto da sociedade em não tolerar mais esse tipo de trabalho".

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a
abrangência do tema que ele aborda, julgue os itens de 18 a 27.
crianças e adolescentes de 5 a 13 anos estavam inseridos no
mercado de trabalho. Nessa faixa etária, 60% das crianças e
jovens ocupados trabalham em atividades não remuneradas.
A legislação brasileira proíbe o trabalho sob qualquer forma para
menores de 14 anos. Os adolescentes de 14 e 15 anos podem
trabalhar, desde que na condição de aprendizes.
De acordo com pesquisa do IBGE, o trabalho infantil
interfere na freqüência à escola. A taxa de freqüência à escola dos
jovens de 14 ou 15 anos ocupados é de 84,2%. Entre os que não
trabalham, esse índice chega a 93,7%. Para os jovens de 16 ou
17 anos, a taxa dos que trabalham é de 70,8% contra 82,4% entre
os não ocupados. Para a secretária nacional da Assistência Social,
além da questão econômica, o trabalho infantil está relacionado
a um fator cultural. “Não adianta simplesmente proibir, é preciso
um pacto da sociedade em não tolerar mais esse tipo de trabalho".

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a
abrangência do tema que ele aborda, julgue os itens de 18 a 27.
crianças e adolescentes de 5 a 13 anos estavam inseridos no
mercado de trabalho. Nessa faixa etária, 60% das crianças e
jovens ocupados trabalham em atividades não remuneradas.
A legislação brasileira proíbe o trabalho sob qualquer forma para
menores de 14 anos. Os adolescentes de 14 e 15 anos podem
trabalhar, desde que na condição de aprendizes.
De acordo com pesquisa do IBGE, o trabalho infantil
interfere na freqüência à escola. A taxa de freqüência à escola dos
jovens de 14 ou 15 anos ocupados é de 84,2%. Entre os que não
trabalham, esse índice chega a 93,7%. Para os jovens de 16 ou
17 anos, a taxa dos que trabalham é de 70,8% contra 82,4% entre
os não ocupados. Para a secretária nacional da Assistência Social,
além da questão econômica, o trabalho infantil está relacionado
a um fator cultural. “Não adianta simplesmente proibir, é preciso
um pacto da sociedade em não tolerar mais esse tipo de trabalho".

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a
abrangência do tema que ele aborda, julgue os itens de 18 a 27.
crianças e adolescentes de 5 a 13 anos estavam inseridos no
mercado de trabalho. Nessa faixa etária, 60% das crianças e
jovens ocupados trabalham em atividades não remuneradas.
A legislação brasileira proíbe o trabalho sob qualquer forma para
menores de 14 anos. Os adolescentes de 14 e 15 anos podem
trabalhar, desde que na condição de aprendizes.
De acordo com pesquisa do IBGE, o trabalho infantil
interfere na freqüência à escola. A taxa de freqüência à escola dos
jovens de 14 ou 15 anos ocupados é de 84,2%. Entre os que não
trabalham, esse índice chega a 93,7%. Para os jovens de 16 ou
17 anos, a taxa dos que trabalham é de 70,8% contra 82,4% entre
os não ocupados. Para a secretária nacional da Assistência Social,
além da questão econômica, o trabalho infantil está relacionado
a um fator cultural. “Não adianta simplesmente proibir, é preciso
um pacto da sociedade em não tolerar mais esse tipo de trabalho".

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a
abrangência do tema que ele aborda, julgue os itens de 18 a 27.
Tenho pelas pessoas gordas que conheço a maior simpatia, e me comovem os esforços que fazem para emagrecer. Vibram com a redução de um quilo em oitenta do peso total, dura conquista de uma semana de dieta feroz e malhação, e relaxam no fim de semana. Chega a Segunda-feira e a dura realidade é que o ponteiro da balança, implacável, denuncia o seu desvario dominical.
Outras pegam receitas azuis de medicamentos antiforme na ilusão de que o milagre acontecerá, e bem que ocorre durante um certo tempo. Mas, depois, vem o tsunami de gordura repor os quilos. Parece que o cérebro tem uma regulagem para o peso e dela não se afasta.
Enfim, para encurtar a história, devo dizer que só vi dois casos de emagrecimento seguro e duradouro, ambos de homens. Não estou contando aqui aqueles que fizeram cirurgia de redução de estômago, apenas os que conseguiram emagrecer com o esforço próprio de dieta e exercícios.
Um deles tornou-se vegetariano, só come saladas e passou a correr 10 quilômetros por dia, todos os dias.
O outro faz uma dieta programada por um nutrólogo, e não sei se vai conseguir manter-se sem a gordura. Na verdade, ele precisava emagrecer para fazer uma cirurgia de hérnia abdominal. Conseguiu, emagreceu vinte quilos em poucos meses, e perdeu, de fato, a barriga. Não fez ainda a cirurgia, que talvez agora não seja mais necessária. Como é um grande bebedor histórico de cerveja, o seu médico o proibiu de beber fermentados; liberou apenas os destilados, até três doses por semana. A última vez que o encontrei foi num bar, noite de sábado, quando ele me contou suas proezas dietéticas. Aproveitou para fazer uma gracinha: bebia, no sábado, três doses, já que o sábado é o último dia da semana; e, no domingo, mais três, visto que está começando outra semana.
Qualquer um com um mínimo de raciocínio poderia argumentar que a vantagem só ocorre na primeira semana, pois não poderia beber no próximo sábado, último dia da semana que já foi bebida no domingo que passou.
Alcoólatra inventa cada uma! Esse aí não vai conseguir ficar magro. Só se passar a correr os dez quilômetros: combustível é que não falta!
(LEVIN, Jacques. Recanto das Letras, 16/05/2007. www.recantodasletras.uol.br)
De acordo com o que se diz no 5º parágrafo, o gordo consumidor de bebida alcoólica, dentre as bebidas abaixo, NÃO poderia consumir;