Foram encontradas 1.207 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Ano: 2008 Banca: CONSULPLAN Órgão: SDS-SC
Q1194032 Português
TEXTO: 
A contadeira de histórias
Não sei se é impressão de meninice, mas a verdade é que, até hoje, não encontrei ninguém que tivesse mais jeito para contar histórias infantis.
Na sua boca, as coisas simples e as coisas insignificantes tomavam um tom de grandeza que nos arrebatava; tudo era surpresa e maravilha que nos entrava de um jato na compreensão e no entusiasmo.
E não sei onde ela ia buscar tanta coisa bonita. Ora eram princesas formosas, aprisionadas em palácios de coral, erguidos no fundo do oceano ou das florestas; ora reis apaixonados que abandonavam o trono para procurar pelo mundo a mulher amada, que as fadas invejosas tinham transformado em coruja ou rã.
Não perdíamos uma só das suas palavras, um só dos seus gestos.
Ela ia contando, contando... Os nossos olhinhos nem piscavam.
A lua, como se fosse uma princesa encantada, ia vagando pelo céu, toda vestida de branco, a mandar para a terra a suavidade dos seus alvos véus de virgem.
Lá para as tantas, um de nós encostava a cabeça no companheiro mais próximo e fechava os olhos cansados. Depois outro; depois outro.
E quando vovó Candinha acabava a história, todos nós dormíamos uns encostados aos outros, a sonhar com os palácios do fundo do mar e as princesas maravilhosas. 
(Viriato Corrêa, Cazuza, Nacional)
De acordo com o texto, vovó Candinha:
Alternativas
Ano: 2008 Banca: CONSULPLAN Órgão: SDS-SC
Q1182460 Engenharia Ambiental e Sanitária
Acerca da reciclagem, marque a INCORRETA:
Alternativas
Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Itapemirim - ES
Q1222262 Noções de Informática
No menu “Formatar” do MS Excel, qual das opções abaixo NÃO é função do comando “células”:
Alternativas
Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Itapemirim - ES
Q1182154 Português
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas. O PADEIRO Rubem Braga           Levanto cedo, faço minhas abluções¹, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento - mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lock-out ², greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.           Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:           - Não é ninguém, é o padeiro !           Interroguei-o uma vez: como tivera a idéia de gritar aquilo?           “Então você não é ninguém?”           Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim, ficara sabendo que não era ninguém...           Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação do jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.           Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “ não é ninguém, é o padeiro!”           E assobiava pelas escadas. Rio, maio. 1956. BRAGA, Rubem. Ai de ti, Copacabana, 3ª Ed., Rio de Janeiro. Editora do Autor, 1962. Banho de todo o corpo, ou de parte dele, com esponja embebida em água ou com toalha molhada. Recusa por parte da entidade patronal em ceder aos trabalhadores os instrumentos de trabalho necessários para a sua atividade. A opção que apresenta um par de palavras pautadas, respectivamente, pela mesma regra de flexão de plural de redação e pão é:
Alternativas
Ano: 2004 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SESPA-PA
Q1198053 Matemática
Julgue o item seguinte.
Considere que um grupo de artesãs recebeu uma encomenda de 120 pratos e 84 potes de cerâmica. Cada uma das artesãs desse grupo confeccionou a mesma quantidade de potes e a mesma quantidade pratos. Nessa situação, é correto afirmar que existem no máximo 6 artesãs nesse grupo.
Alternativas
Ano: 2004 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SESPA-PA
Q1188685 Raciocínio Lógico
Uma empresa de distribuição de água mineral comercializa seus produtos utilizando recipientes com capacidades para 0,3 litro, 1,5 litro e 5 litros. Julgue o item a seguir a respeito desses recipientes.
Considere que se disponha apenas desses recipientes, alguns cheios de água, outros vazios, e se deseje obter a quantidade exata de 2 litros de água. Nessa situação, é possível obter esses 2 litros de água  passando a água de um desses recipientes que está cheio, para dois outros, vazios e de mesma capacidade.
Alternativas
Ano: 2004 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SESPA-PA
Q1183401 Português
Julgue os fragmentos de texto contido no item a seguir com relação ao emprego e à grafia das palavras.
O consumidor pode optar por comê-los fritos ou cozidos. Em ambos os casos, esses pescados são excelentes. 
Alternativas
Respostas
421: D
422: C
423: B
424: D
425: E
426: C
427: C