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O aviso presta-se ao tratamento de assuntos oficiais entre os órgãos da administração pública, o ofício, por sua vez, entre esses órgãos ou entre os órgãos da administração e particulares, enquanto o memorando visa à comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão.
Caro Senhor Deputado,
Visando auxiliar a execução da proposta apresentada em seção por V. Ex.ª encaminhamos anexo os relatórios das despesas verificadas no último triênio.
Senhor Deputado,
O relator da comissão, de cujo parecer depende o andamento do processo, deverá manifestar-se em até dois dias, razão por que solicitamos a Vossa Excelência que aguarde seu pronunciamento para encaminhamento da votação.
Atenciosamente,
Maria da Silva
deputada federal
No trecho “seus conhecimentos se desenvolveram" (L.23), a forma pronominal “seus" remete a “Essas carreiras" (L.18) e a “campos" (L.21), que, por sua vez, refere-se a “As profissões científicas e tecnológicas" (L.17).
No trecho “A divisão do trabalho doméstico, a socialização de homens e mulheres e as relações de poder entre os gêneros" (L.6-8), o emprego da vírgula no lugar do conectivo “e", em “homens e mulheres", não alteraria a relação semântico-sintática entre os termos da oração.
Depreende-se da leitura do texto que o autor, relevando os critérios com que a “engenharia científica" (L.23) foi definida, aproxima as atividades exercidas por “construtores antigos" (L.14) das realizadas com base em leis da física e da matemática.
A substituição do trecho “como entendida atualmente" (L.22) por de acordo com o nosso entendimento atual imprimiria um tom mais formal ao texto, mantendo-se o sentido — codificado no valor semântico do conectivo e na flexão do particípio — original do texto.
Sem prejuízo para a coerência do texto e para sua correção gramatical, o trecho “O primeiro (...) em 1747" (L.4-7) poderia ser reescrito da seguinte forma: Parece ter sido fundado, em 1747, em Paris, o primeiro curso regular a diplomar engenheiros e a habilitá-los na profissão.
As palavras “título" (L.6) e “profissão" (L.11) foram empregadas como equivalentes semânticos de “conceito" (L.1), o que as torna intercambiáveis no texto.
A flexão de singular na forma verbal “importava" (L.26) justifica-se por ser o sujeito da oração indeterminado, de interpretação genérica.
As palavras “subitâneas" (L.10) e “decídua" (L.11) poderiam ser substituídas, respectivamente, por repentinas e caduca, sem prejuízo para a coerência e a correção gramatical do texto.
Os sujeitos das formas verbais “requeimam" e “erradicam", ambas na linha 12, são “as primeiras" (L.11) e “as segundas" (L.12), nessa ordem, elementos esses que se referem, respectivamente, às expressões “insolações demoradas" e “inundações subitâneas", ambas na linha 10.
De acordo com o texto, “a crestadura dos estios" (L.8) e “a degradação intensiva das torrentes" (L.8-9) são agravadas pela “capacidade absorvente e emissiva dos terrenos expostos" (L.5-6), pela “inclinação dos estratos" (L.6-7) e pela “rudeza dos relevos topográficos" (L.7).
O elemento “daquelas" (L.5) refere-se a “a estrutura e a conformação do solo" (L.2-3), descritas como as “causas complexas e mais remotas" (L.3-4) da seca.
No texto, manifesta-se a crença na ação humana para corrigir problemas causados ao homem pela natureza.
O último período do texto poderia ser corretamente reescrito da seguinte maneira: Se forem desconsiderados os fatores causadores da tragédia por força de ocorrência astronômica ou geográficos sobre os quais os homens poder nenhum tem, as disposições naturais são as únicas que apresentam possibilidade de alteração substancial.
Sem prejuízo para a ideia original do texto, o período “Como as (...) se cumprir" (L.13-16) poderia ser corretamente reescrito da seguinte forma: Como as realidades, às vezes, não se adéquam aos padrões internacionais por serem diferentes, as interpretações referiam-se a cópias que eram malfeitas, a empreendimentos que eram mal realizados e a promessas que não foram cumpridas.
Do segundo parágrafo do texto conclui-se que a atual interpretação da ciência e de sua história não abrange os fatos ocorridos antes do século XIX, quando não havia tanto intercâmbio científico entre as nações.
Infere-se do texto, pelo emprego das aspas no primeiro parágrafo, entre outros aspectos, que a autora não comunga da visão dos autores referidos no início do primeiro parágrafo do texto quanto à relação entre o Brasil e a ciência.
O texto reforça o posicionamento teórico de acordo com o qual a prática da ciência ocorre de forma neutra e objetiva, enquanto o percurso das humanidades, como o da história, é marcado pelo envolvimento do investigador com a realidade social.