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Q3875683 Noções de Primeiros Socorros
É a ruptura total ou parcial de qualquer estrutura óssea do corpo, geralmente com separação de um osso em dois ou mais fragmentos após um traumatismo: 
Alternativas
Q3875682 Noções de Primeiros Socorros
Em acidentes de trânsito, em todos os casos de lesões graves, grandes hemorragias, internas ou externas, pode surgir o estado de choque, as outras condições causadoras do estado de choque podem ser: queimaduras graves, ferimentos graves ou extensos, esmagamentos, perda de sangue, acidentes por choque elétrico, envenenamento por produtos químicos, ataque cardíaco, exposição a extremos de calor ou frio, dor aguda, fraturas, etc. Qual é o exemplo de estado de choque hipovolêmico:
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Q3875681 Noções de Primeiros Socorros
Assinale V para VERDADEIRO ou F para FALSO. Em acidentes de trânsito, são procedimentos em hemorragia externas:

( ) Mantenha a vítima móvel.
( ) Use uma compressa limpa e seca de gaze, de pano ou mesmo um lenço limpo.
( ) Coloque a compressa sob o ferimento.
( ) Pressione com leveza.
( ) Use atadura, uma tira de pano, gravata ou outro recurso que tenha à mão para amarrar a compressa e mantê-la bem firme no lugar.
( ) Caso o sangue continue saindo mesmo após a realização do curativo compressivo, não retire os panos molhados de sangue. Coloque outro pano limpo em cima e uma nova atadura, evitando, com isso, interferir no processo de coagulação.
( ) Caso não disponha de uma compressa, feche a ferida com o dedo ou comprima com a mão, evitando uma hemorragia abundante.

A sequência CORRETA de preenchimento, de cima para baixo, é:
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Q3875680 Segurança e Transporte
A verificação periódica de alguns itens do veículo resulta numa condução mais econômica e principalmente mais segura. Para garantir a segurança do condutor ou do piloto, do(s) seu(s) passageiro(s) e demais usuários do trânsito, é necessário manter o veículo em perfeito estado de conservação e funcionamento, para ter segurança nos deslocamentos diários e nas viagens de maior distância é importante que proprietário e condutor do veículo verifiquem os itens abaixo, conforme recomendações do fabricante presentes no manual do veículo, na verificação interna é observada:
Alternativas
Q3875679 Segurança e Transporte
Em veículos automotores, quais os principais indicadores de que a direção precisa ser revisada?

I - O volante “puxa” para um dos lados e fica difícil manter o veículo andando em linha reta.
II - Os pneus dianteiros apresentam desgaste irregular.
III - O volante trepida ou apresenta folga excessiva.
IV - O nível do óleo da ventoinha baixa frequentemente.
V - Ao manobrar, acionando o volante, a direção emite ruídos estranhos.

Estão CORRETAS: 
Alternativas
Q3875678 Segurança e Transporte
Painel de veículos automotores. Assinale a alternativa que indica a distância percorrida desde a última vez em que foi zerado:
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Q3875677 Matemática
Um empregado teve um aumento de 15% em seu salário que era de R$ 3.000,00 e ao mesmo tempo uma redução de 10% em seu vale alimentação que era de R$ 800,00. Considerando estas informações, se somarmos os valores após o aumento do salário e a redução no valor do vale alimentação, o funcionário recebe o valor de:
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Q3875676 Matemática
Seu Olivares trabalha cortando grama. Em um trabalho que aceitou fazer, precisa cortar a grama de um jardim com 180 metros quadrados de grama. Se em uma manhã ele cortou 1/4 deste total, ainda resta para finalizar o trabalho uma área igual a: 
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Q3875675 Raciocínio Lógico
A carga da bateria de um determinado celular tem duração de 14 horas. Se um celular deste modelo com a bateria com carga total começou a ser usado às 8 horas da manhã a sua utilização pode ser feita até às: 
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Q3875674 Matemática
As idades de Pedro e Joaquina somam juntas 36 anos. Sabendo que Pedro tem o dobro da idade de Joaquina, a idade do Pedro é igual a: 
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Q3875673 Matemática
A sequência (1, 1/2, 1/4, 1/8, ...) segue um padrão lógico. Desta forma, o próximo número desta sequência é igual a:
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Q3875672 Matemática
Um combo contendo batata frita, hamburguer e refrigerante custa R$ 36,40. Se neste combo o valor da batata frita é de R$ 8,40 e o refrigerante de R$ 9,60, o valor do hamburguer sai por:
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Q3875671 Matemática
Dona Maiara foi até uma loja para comprar um sofá novo. O modelo que gostou custa R$ 2.400,00 e o vendedor informou que se o pagamento for realizado à vista ela terá um desconto de 20%. Se ela optou por esta forma de pagamento, o valor pago pelo sofá corresponde a:
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Q3875670 Matemática
Um pedreiro vai fazer um muro de 50 m² e sabe que usa 96 tijolos para cada metro quadrado de muro. Considerando estas informações, o total de tijolos que vai usar para fazer todo o muro é igual a:
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Q3875669 Matemática
Um vendedor ambulante compra capas plásticas de chuva por R$ 0,85 e revende a R$ 5,00. Em um evento, vendeu 80 capas. Considerando exclusivamente o preço de compra e venda, o seu lucro com a venda das capas foi de: 
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Q3875668 Matemática
Em um desafio para guardar dinheiro, o participante considera as 52 semanas de um ano. Na semana de número ímpar guarda R$ 20,00 e na semana de número par guarda R$ 40,00. Se um participante fez exatamente isso ao longo das 52 semanas do ano, o valor arrecado é igual a: 
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Q3875667 Português
Juca, o “catedrático”: a lenda do bar que nunca fechou em Curitiba


    Uma vida no balcão com cara de casa para os frequentadores. O Bar do Juca, entre os bairros Juvevê e Hugo Lange, em Curitiba, é patrimônio da cidade em que a autenticidade do ambiente e das histórias se cruzam ali todos os dias. Na esquina da Atílio Bório com a Doutor Goulin, o bar se impõe com o imóvel clássico e imponente, uma espécie de “Coliseu do Gole”.

    Atrás daquele balcão refrigerado e sem funcionamento, está o próprio guardião. José Lopes Izar, o Juca, 94 anos, dono do bar desde 1953, advogado de formação, natural de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. Filho de Abrão e Tâmara, Juca nunca se afastou do balcão que hoje é extensão do seu corpo e do seu espírito. “O bar é a vida”, ele diz. E basta observar um pouco para entender que não é força de expressão.

    Juca é daqueles que deixa a vida levar como uma folha. Acorda cedo, faz a limpeza do boteco, ajeita as coisas no seu ritmo e abre as portas, do bar que funciona 365 dias por ano. “Faz falta os amigos, e faz o meu corpo os músculos e a cabeça funcionarem”, afirmou o senhor de 94 anos. No fim da tarde, ainda tem tempo para colocar para os pombos e passarinhos que passam pela rua, migalhas de pão e água.

    As prateleiras de madeira são as mesmas da fundação, resistentes ao tempo e os inúmeros objetos expostos como garrafas, capacetes, discos antigos e tantos outros itens doados pelos clientes.

    Dentro do bar, amigos de longa data aparecem durante o dia para conversar e tomar um negocinho. O clima é de pura alegria, apelidos, tiração de onda com muita honestidade. Os fregueses costumam pegar a bebida diretamente no freezer, sem anotar o pedido. Aliás, um gole conhecido no Bar do Juca é a batida de maracujá, clássico dos botecos. Ali é chamado de Maracujuca, sem segredo e glamour, conforme manda o “figurino”. “É fácil de fazer e fácil de vender”, brincou Juca, um sábio dos bares.

    Durante anos, circulou a lenda de que só entrava no Bar do Juca quem fosse conhecido. O próprio Juca descarta essa fama que avançou no bairro. “Aqui entra todo mundo. O bom é quando vem estranho, daí nós pegamos o dinheiro emprestado”, ri o proprietário da bodega.

    No Juca, conhecidos do mundo político, musical e esportivo passaram pelo balcão.Ney Braga, prefeito de Curitiba, deputado federal, senador e governador do Paraná fazia questão de dar uma passadinha. Ivo do Blindagem fazia a festa da turma e Evangelino da Costa Neves, eterno presidente campeão do Coritiba de 1985, era figura carimbada na região. “Era muito meu amigo o Evangelino. Pessoal cobrava ele aqui quando o Coxa estava mal”, recordou Juca que sempre recebe a visita do Xixo, proprietário do famoso espetinho da cidade.

    E quando pergunto ao Juca se ele sente saudade de outros tempos, a resposta é daquele que conhece da vida “Das mulheres”, completou esse mestre dos botecos do Brasil.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/blogs/cacador-de-boteco/juca-o-catedratico-a-lenda-do-barque-nunca-fechou-em-curitiba/
Assinale a alternativa que apresente a classe gramatical das palavras em destaque no período: José Lopes Izar, o Juca, 94 anos, dono do bar desde 1953, advogado de formação, natural de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. 
Alternativas
Q3875666 Português
Juca, o “catedrático”: a lenda do bar que nunca fechou em Curitiba


    Uma vida no balcão com cara de casa para os frequentadores. O Bar do Juca, entre os bairros Juvevê e Hugo Lange, em Curitiba, é patrimônio da cidade em que a autenticidade do ambiente e das histórias se cruzam ali todos os dias. Na esquina da Atílio Bório com a Doutor Goulin, o bar se impõe com o imóvel clássico e imponente, uma espécie de “Coliseu do Gole”.

    Atrás daquele balcão refrigerado e sem funcionamento, está o próprio guardião. José Lopes Izar, o Juca, 94 anos, dono do bar desde 1953, advogado de formação, natural de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. Filho de Abrão e Tâmara, Juca nunca se afastou do balcão que hoje é extensão do seu corpo e do seu espírito. “O bar é a vida”, ele diz. E basta observar um pouco para entender que não é força de expressão.

    Juca é daqueles que deixa a vida levar como uma folha. Acorda cedo, faz a limpeza do boteco, ajeita as coisas no seu ritmo e abre as portas, do bar que funciona 365 dias por ano. “Faz falta os amigos, e faz o meu corpo os músculos e a cabeça funcionarem”, afirmou o senhor de 94 anos. No fim da tarde, ainda tem tempo para colocar para os pombos e passarinhos que passam pela rua, migalhas de pão e água.

    As prateleiras de madeira são as mesmas da fundação, resistentes ao tempo e os inúmeros objetos expostos como garrafas, capacetes, discos antigos e tantos outros itens doados pelos clientes.

    Dentro do bar, amigos de longa data aparecem durante o dia para conversar e tomar um negocinho. O clima é de pura alegria, apelidos, tiração de onda com muita honestidade. Os fregueses costumam pegar a bebida diretamente no freezer, sem anotar o pedido. Aliás, um gole conhecido no Bar do Juca é a batida de maracujá, clássico dos botecos. Ali é chamado de Maracujuca, sem segredo e glamour, conforme manda o “figurino”. “É fácil de fazer e fácil de vender”, brincou Juca, um sábio dos bares.

    Durante anos, circulou a lenda de que só entrava no Bar do Juca quem fosse conhecido. O próprio Juca descarta essa fama que avançou no bairro. “Aqui entra todo mundo. O bom é quando vem estranho, daí nós pegamos o dinheiro emprestado”, ri o proprietário da bodega.

    No Juca, conhecidos do mundo político, musical e esportivo passaram pelo balcão.Ney Braga, prefeito de Curitiba, deputado federal, senador e governador do Paraná fazia questão de dar uma passadinha. Ivo do Blindagem fazia a festa da turma e Evangelino da Costa Neves, eterno presidente campeão do Coritiba de 1985, era figura carimbada na região. “Era muito meu amigo o Evangelino. Pessoal cobrava ele aqui quando o Coxa estava mal”, recordou Juca que sempre recebe a visita do Xixo, proprietário do famoso espetinho da cidade.

    E quando pergunto ao Juca se ele sente saudade de outros tempos, a resposta é daquele que conhece da vida “Das mulheres”, completou esse mestre dos botecos do Brasil.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/blogs/cacador-de-boteco/juca-o-catedratico-a-lenda-do-barque-nunca-fechou-em-curitiba/
Assinale a alternativa que apresente o termo retomado no texto pelo pronome em destaque no período: “O bar é a vida”, ele diz.
Alternativas
Q3875665 Português
Juca, o “catedrático”: a lenda do bar que nunca fechou em Curitiba


    Uma vida no balcão com cara de casa para os frequentadores. O Bar do Juca, entre os bairros Juvevê e Hugo Lange, em Curitiba, é patrimônio da cidade em que a autenticidade do ambiente e das histórias se cruzam ali todos os dias. Na esquina da Atílio Bório com a Doutor Goulin, o bar se impõe com o imóvel clássico e imponente, uma espécie de “Coliseu do Gole”.

    Atrás daquele balcão refrigerado e sem funcionamento, está o próprio guardião. José Lopes Izar, o Juca, 94 anos, dono do bar desde 1953, advogado de formação, natural de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. Filho de Abrão e Tâmara, Juca nunca se afastou do balcão que hoje é extensão do seu corpo e do seu espírito. “O bar é a vida”, ele diz. E basta observar um pouco para entender que não é força de expressão.

    Juca é daqueles que deixa a vida levar como uma folha. Acorda cedo, faz a limpeza do boteco, ajeita as coisas no seu ritmo e abre as portas, do bar que funciona 365 dias por ano. “Faz falta os amigos, e faz o meu corpo os músculos e a cabeça funcionarem”, afirmou o senhor de 94 anos. No fim da tarde, ainda tem tempo para colocar para os pombos e passarinhos que passam pela rua, migalhas de pão e água.

    As prateleiras de madeira são as mesmas da fundação, resistentes ao tempo e os inúmeros objetos expostos como garrafas, capacetes, discos antigos e tantos outros itens doados pelos clientes.

    Dentro do bar, amigos de longa data aparecem durante o dia para conversar e tomar um negocinho. O clima é de pura alegria, apelidos, tiração de onda com muita honestidade. Os fregueses costumam pegar a bebida diretamente no freezer, sem anotar o pedido. Aliás, um gole conhecido no Bar do Juca é a batida de maracujá, clássico dos botecos. Ali é chamado de Maracujuca, sem segredo e glamour, conforme manda o “figurino”. “É fácil de fazer e fácil de vender”, brincou Juca, um sábio dos bares.

    Durante anos, circulou a lenda de que só entrava no Bar do Juca quem fosse conhecido. O próprio Juca descarta essa fama que avançou no bairro. “Aqui entra todo mundo. O bom é quando vem estranho, daí nós pegamos o dinheiro emprestado”, ri o proprietário da bodega.

    No Juca, conhecidos do mundo político, musical e esportivo passaram pelo balcão.Ney Braga, prefeito de Curitiba, deputado federal, senador e governador do Paraná fazia questão de dar uma passadinha. Ivo do Blindagem fazia a festa da turma e Evangelino da Costa Neves, eterno presidente campeão do Coritiba de 1985, era figura carimbada na região. “Era muito meu amigo o Evangelino. Pessoal cobrava ele aqui quando o Coxa estava mal”, recordou Juca que sempre recebe a visita do Xixo, proprietário do famoso espetinho da cidade.

    E quando pergunto ao Juca se ele sente saudade de outros tempos, a resposta é daquele que conhece da vida “Das mulheres”, completou esse mestre dos botecos do Brasil.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/blogs/cacador-de-boteco/juca-o-catedratico-a-lenda-do-barque-nunca-fechou-em-curitiba/
Assinale a alternativa cuja palavra NÃO seja proparoxítona:
Alternativas
Q3875664 Português
Juca, o “catedrático”: a lenda do bar que nunca fechou em Curitiba


    Uma vida no balcão com cara de casa para os frequentadores. O Bar do Juca, entre os bairros Juvevê e Hugo Lange, em Curitiba, é patrimônio da cidade em que a autenticidade do ambiente e das histórias se cruzam ali todos os dias. Na esquina da Atílio Bório com a Doutor Goulin, o bar se impõe com o imóvel clássico e imponente, uma espécie de “Coliseu do Gole”.

    Atrás daquele balcão refrigerado e sem funcionamento, está o próprio guardião. José Lopes Izar, o Juca, 94 anos, dono do bar desde 1953, advogado de formação, natural de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. Filho de Abrão e Tâmara, Juca nunca se afastou do balcão que hoje é extensão do seu corpo e do seu espírito. “O bar é a vida”, ele diz. E basta observar um pouco para entender que não é força de expressão.

    Juca é daqueles que deixa a vida levar como uma folha. Acorda cedo, faz a limpeza do boteco, ajeita as coisas no seu ritmo e abre as portas, do bar que funciona 365 dias por ano. “Faz falta os amigos, e faz o meu corpo os músculos e a cabeça funcionarem”, afirmou o senhor de 94 anos. No fim da tarde, ainda tem tempo para colocar para os pombos e passarinhos que passam pela rua, migalhas de pão e água.

    As prateleiras de madeira são as mesmas da fundação, resistentes ao tempo e os inúmeros objetos expostos como garrafas, capacetes, discos antigos e tantos outros itens doados pelos clientes.

    Dentro do bar, amigos de longa data aparecem durante o dia para conversar e tomar um negocinho. O clima é de pura alegria, apelidos, tiração de onda com muita honestidade. Os fregueses costumam pegar a bebida diretamente no freezer, sem anotar o pedido. Aliás, um gole conhecido no Bar do Juca é a batida de maracujá, clássico dos botecos. Ali é chamado de Maracujuca, sem segredo e glamour, conforme manda o “figurino”. “É fácil de fazer e fácil de vender”, brincou Juca, um sábio dos bares.

    Durante anos, circulou a lenda de que só entrava no Bar do Juca quem fosse conhecido. O próprio Juca descarta essa fama que avançou no bairro. “Aqui entra todo mundo. O bom é quando vem estranho, daí nós pegamos o dinheiro emprestado”, ri o proprietário da bodega.

    No Juca, conhecidos do mundo político, musical e esportivo passaram pelo balcão.Ney Braga, prefeito de Curitiba, deputado federal, senador e governador do Paraná fazia questão de dar uma passadinha. Ivo do Blindagem fazia a festa da turma e Evangelino da Costa Neves, eterno presidente campeão do Coritiba de 1985, era figura carimbada na região. “Era muito meu amigo o Evangelino. Pessoal cobrava ele aqui quando o Coxa estava mal”, recordou Juca que sempre recebe a visita do Xixo, proprietário do famoso espetinho da cidade.

    E quando pergunto ao Juca se ele sente saudade de outros tempos, a resposta é daquele que conhece da vida “Das mulheres”, completou esse mestre dos botecos do Brasil.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/blogs/cacador-de-boteco/juca-o-catedratico-a-lenda-do-barque-nunca-fechou-em-curitiba/
Assinale a alternativa cuja palavra seja acentuada pela mesma regra que justifica a acentuação da palavra imóvel:
Alternativas
Respostas
1881: B
1882: A
1883: D
1884: E
1885: A
1886: C
1887: A
1888: C
1889: E
1890: C
1891: B
1892: E
1893: B
1894: A
1895: D
1896: B
1897: B
1898: C
1899: A
1900: D