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Q3583621 Português
TEXTO 1

Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia
A partir do rapper Mano Brown, pesquisa da USP analisa como os conselhos presentes nas letras de rap podem ajudar na formação política e social das pessoas

    O rap se popularizou no Brasil por volta dos anos 1990. Influenciados pelo hip hop americano, os jovens das periferias de São Paulo passaram a usar o estilo musical como uma forma de relatar as dificuldades enfrentadas por aqueles que viviam na periferia. Mas, além de levantar críticas sobre a violência e a desigualdade social, as músicas do rap assumem outro importante papel: o de auxiliar o artista e o ouvinte na sua formação social, psicológica, política e econômica.
    Foi o que o pesquisador Híkaro Diego de Queiroz, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, defendeu na sua dissertação de mestrado, intitulada “O rap de formação: uma abordagem do narrador em Mano Brown”. O pesquisador define o Rap de Formação como “o rap no qual o artista, após passar por uma transformação na sua forma de pensar, transmite essa transformação em suas músicas e atinge também o ouvinte”.
    Para o cantor, a transformação ocorre a partir do momento em que ele começa a analisar, com um olhar crítico, a realidade na qual vive, reproduzindo essa análise nas letras de suas músicas. Para o ouvinte, essa transformação se dá por meio dos conselhos e “sermões” que costumam estar presentes nas letras das músicas, como pontua o pesquisador: “O rap é diferente de outros estilos musicais porque tem a particularidade de trazer um reflexo do que as pessoas estão vivendo e, através desse relato, trazer conselhos. Logo, a partir do rap, há uma troca de aprendizado entre ambos os sujeitos”.
    Híkaro Queiroz salienta que essa contribuição do rap na formação de jovens está na identificação: “Não é qualquer música que vai fazer você mudar de realidade, mas o choque da realidade, no qual o jovem se identifica com aquela música que está ouvindo, faz com que ele pense e reflita no que diz respeito a se formar como ser humano”.
    Para o seu estudo, o pesquisador analisou a trajetória de um dos principais cantores do gênero, o rapper Mano Brown. Nascido na capital paulista em 1970, Pedro Paulo foi criado na periferia da zona sul, entre o Capão Redondo e o Parque Santo Antônio. Seu interesse pelo rap começou na juventude, quando passou a frequentar o Metrô São Bento, local de encontro daqueles que praticavam o gênero. Sua primeira música, Pânico na Zona Sul, lançada em 1989, fez sucesso e chamou a atenção por escancarar, sem máscara ou filtro, o cotidiano violento da região [marginalizada] onde morava.
    Para relatar em suas músicas as dificuldades que vivenciava, Pedro Paulo criou o personagem Mano Brown. “O que Pedro faz é se autoenunciar: ele narra [através do Mano Brown] o que está na sua realidade. Eu procurei traçar como ele mesmo se projeta fazendo uma cronologia dele criança, adolescente e entrando na fase adulta.” Ao longo de suas músicas, entretanto, não vemos apenas relatos de problemas, mas sim críticas que contribuíram para uma mudança no pensamento do cantor.
    Na juventude, percebemos o início do seu processo de transformação como pessoa e as dificuldades que viriam a surgir para atrapalhar esse processo. Uma dessas dificuldades é relatada na música Quanto Vale um Show: “Na fase dos 14 aos 17, o Pedro Paulo está muito ligado à questão de ter condições de comprar marcas famosas que estavam fazendo sucesso naquela época. Então há o agente manipulador do consumo e do status”.
    Esse agente manipulador, que tentava induzir Mano Brown a escolher o caminho mais fácil para obter dinheiro, isto é, o do crime, é o mesmo que tenta induzir os jovens da periferia a fazer o mesmo: “O jovem quer ser visto e notado, então muitos acabam sucumbindo a esse sujeito manipulador e indo para o mundo da marginalidade por não terem uma formação, uma estrutura familiar ou apoio de alguém”. Diferente do Mano Brown, muitos não conseguem fugir desse ciclo e completar o processo de formação. É nesse contexto que o rap assume a função social de alertar o jovem para não cair na manipulação que sua realidade lhe apresenta. [...]
    O pesquisador defende que todo jovem precisa de uma formação. “Se não pelo rap, por outros fatores, como as políticas públicas, para que cada vez mais o jovem tenha esse processo de formação completo e consiga se encontrar”.
Fonte: Lemos, Lívia. Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia. [Adaptado] Disponível em https://jornal.usp.br/. Acesso em 15 de mar de 2024. 

TEXTO 2

 
Fonte: Ziraldo. Tirinha. Disponível em http://ziraldoproducoes.com.br/. Acesso em 15 de mar de 2024.

Considerando tanto o Texto 1 quanto o Texto 2, é possível perceber que a visão preconceituosa do pai do Menino Maluquinho é sintomática sobre como o rap ainda é visto na sociedade, o que colabora com a abordagem apresentada na pesquisa de Híkaro Queiroz. Neste sentido, a importância da pesquisa de Queiroz revela-se justamente no fato de que ela: 
Alternativas
Q3583620 Português
TEXTO 1

Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia
A partir do rapper Mano Brown, pesquisa da USP analisa como os conselhos presentes nas letras de rap podem ajudar na formação política e social das pessoas

    O rap se popularizou no Brasil por volta dos anos 1990. Influenciados pelo hip hop americano, os jovens das periferias de São Paulo passaram a usar o estilo musical como uma forma de relatar as dificuldades enfrentadas por aqueles que viviam na periferia. Mas, além de levantar críticas sobre a violência e a desigualdade social, as músicas do rap assumem outro importante papel: o de auxiliar o artista e o ouvinte na sua formação social, psicológica, política e econômica.
    Foi o que o pesquisador Híkaro Diego de Queiroz, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, defendeu na sua dissertação de mestrado, intitulada “O rap de formação: uma abordagem do narrador em Mano Brown”. O pesquisador define o Rap de Formação como “o rap no qual o artista, após passar por uma transformação na sua forma de pensar, transmite essa transformação em suas músicas e atinge também o ouvinte”.
    Para o cantor, a transformação ocorre a partir do momento em que ele começa a analisar, com um olhar crítico, a realidade na qual vive, reproduzindo essa análise nas letras de suas músicas. Para o ouvinte, essa transformação se dá por meio dos conselhos e “sermões” que costumam estar presentes nas letras das músicas, como pontua o pesquisador: “O rap é diferente de outros estilos musicais porque tem a particularidade de trazer um reflexo do que as pessoas estão vivendo e, através desse relato, trazer conselhos. Logo, a partir do rap, há uma troca de aprendizado entre ambos os sujeitos”.
    Híkaro Queiroz salienta que essa contribuição do rap na formação de jovens está na identificação: “Não é qualquer música que vai fazer você mudar de realidade, mas o choque da realidade, no qual o jovem se identifica com aquela música que está ouvindo, faz com que ele pense e reflita no que diz respeito a se formar como ser humano”.
    Para o seu estudo, o pesquisador analisou a trajetória de um dos principais cantores do gênero, o rapper Mano Brown. Nascido na capital paulista em 1970, Pedro Paulo foi criado na periferia da zona sul, entre o Capão Redondo e o Parque Santo Antônio. Seu interesse pelo rap começou na juventude, quando passou a frequentar o Metrô São Bento, local de encontro daqueles que praticavam o gênero. Sua primeira música, Pânico na Zona Sul, lançada em 1989, fez sucesso e chamou a atenção por escancarar, sem máscara ou filtro, o cotidiano violento da região [marginalizada] onde morava.
    Para relatar em suas músicas as dificuldades que vivenciava, Pedro Paulo criou o personagem Mano Brown. “O que Pedro faz é se autoenunciar: ele narra [através do Mano Brown] o que está na sua realidade. Eu procurei traçar como ele mesmo se projeta fazendo uma cronologia dele criança, adolescente e entrando na fase adulta.” Ao longo de suas músicas, entretanto, não vemos apenas relatos de problemas, mas sim críticas que contribuíram para uma mudança no pensamento do cantor.
    Na juventude, percebemos o início do seu processo de transformação como pessoa e as dificuldades que viriam a surgir para atrapalhar esse processo. Uma dessas dificuldades é relatada na música Quanto Vale um Show: “Na fase dos 14 aos 17, o Pedro Paulo está muito ligado à questão de ter condições de comprar marcas famosas que estavam fazendo sucesso naquela época. Então há o agente manipulador do consumo e do status”.
    Esse agente manipulador, que tentava induzir Mano Brown a escolher o caminho mais fácil para obter dinheiro, isto é, o do crime, é o mesmo que tenta induzir os jovens da periferia a fazer o mesmo: “O jovem quer ser visto e notado, então muitos acabam sucumbindo a esse sujeito manipulador e indo para o mundo da marginalidade por não terem uma formação, uma estrutura familiar ou apoio de alguém”. Diferente do Mano Brown, muitos não conseguem fugir desse ciclo e completar o processo de formação. É nesse contexto que o rap assume a função social de alertar o jovem para não cair na manipulação que sua realidade lhe apresenta. [...]
    O pesquisador defende que todo jovem precisa de uma formação. “Se não pelo rap, por outros fatores, como as políticas públicas, para que cada vez mais o jovem tenha esse processo de formação completo e consiga se encontrar”.
Fonte: Lemos, Lívia. Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia. [Adaptado] Disponível em https://jornal.usp.br/. Acesso em 15 de mar de 2024. 

TEXTO 2

 
Fonte: Ziraldo. Tirinha. Disponível em http://ziraldoproducoes.com.br/. Acesso em 15 de mar de 2024.

No Texto 2, a resposta provocativa do Menino Maluquinho ao comentário de seu pai, sobre o rap ser música de marginal, cria um contexto que aproxima o rock do rap. O seu questionamento revela:
Alternativas
Q3583619 Português
TEXTO 1

Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia
A partir do rapper Mano Brown, pesquisa da USP analisa como os conselhos presentes nas letras de rap podem ajudar na formação política e social das pessoas

    O rap se popularizou no Brasil por volta dos anos 1990. Influenciados pelo hip hop americano, os jovens das periferias de São Paulo passaram a usar o estilo musical como uma forma de relatar as dificuldades enfrentadas por aqueles que viviam na periferia. Mas, além de levantar críticas sobre a violência e a desigualdade social, as músicas do rap assumem outro importante papel: o de auxiliar o artista e o ouvinte na sua formação social, psicológica, política e econômica.
    Foi o que o pesquisador Híkaro Diego de Queiroz, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, defendeu na sua dissertação de mestrado, intitulada “O rap de formação: uma abordagem do narrador em Mano Brown”. O pesquisador define o Rap de Formação como “o rap no qual o artista, após passar por uma transformação na sua forma de pensar, transmite essa transformação em suas músicas e atinge também o ouvinte”.
    Para o cantor, a transformação ocorre a partir do momento em que ele começa a analisar, com um olhar crítico, a realidade na qual vive, reproduzindo essa análise nas letras de suas músicas. Para o ouvinte, essa transformação se dá por meio dos conselhos e “sermões” que costumam estar presentes nas letras das músicas, como pontua o pesquisador: “O rap é diferente de outros estilos musicais porque tem a particularidade de trazer um reflexo do que as pessoas estão vivendo e, através desse relato, trazer conselhos. Logo, a partir do rap, há uma troca de aprendizado entre ambos os sujeitos”.
    Híkaro Queiroz salienta que essa contribuição do rap na formação de jovens está na identificação: “Não é qualquer música que vai fazer você mudar de realidade, mas o choque da realidade, no qual o jovem se identifica com aquela música que está ouvindo, faz com que ele pense e reflita no que diz respeito a se formar como ser humano”.
    Para o seu estudo, o pesquisador analisou a trajetória de um dos principais cantores do gênero, o rapper Mano Brown. Nascido na capital paulista em 1970, Pedro Paulo foi criado na periferia da zona sul, entre o Capão Redondo e o Parque Santo Antônio. Seu interesse pelo rap começou na juventude, quando passou a frequentar o Metrô São Bento, local de encontro daqueles que praticavam o gênero. Sua primeira música, Pânico na Zona Sul, lançada em 1989, fez sucesso e chamou a atenção por escancarar, sem máscara ou filtro, o cotidiano violento da região [marginalizada] onde morava.
    Para relatar em suas músicas as dificuldades que vivenciava, Pedro Paulo criou o personagem Mano Brown. “O que Pedro faz é se autoenunciar: ele narra [através do Mano Brown] o que está na sua realidade. Eu procurei traçar como ele mesmo se projeta fazendo uma cronologia dele criança, adolescente e entrando na fase adulta.” Ao longo de suas músicas, entretanto, não vemos apenas relatos de problemas, mas sim críticas que contribuíram para uma mudança no pensamento do cantor.
    Na juventude, percebemos o início do seu processo de transformação como pessoa e as dificuldades que viriam a surgir para atrapalhar esse processo. Uma dessas dificuldades é relatada na música Quanto Vale um Show: “Na fase dos 14 aos 17, o Pedro Paulo está muito ligado à questão de ter condições de comprar marcas famosas que estavam fazendo sucesso naquela época. Então há o agente manipulador do consumo e do status”.
    Esse agente manipulador, que tentava induzir Mano Brown a escolher o caminho mais fácil para obter dinheiro, isto é, o do crime, é o mesmo que tenta induzir os jovens da periferia a fazer o mesmo: “O jovem quer ser visto e notado, então muitos acabam sucumbindo a esse sujeito manipulador e indo para o mundo da marginalidade por não terem uma formação, uma estrutura familiar ou apoio de alguém”. Diferente do Mano Brown, muitos não conseguem fugir desse ciclo e completar o processo de formação. É nesse contexto que o rap assume a função social de alertar o jovem para não cair na manipulação que sua realidade lhe apresenta. [...]
    O pesquisador defende que todo jovem precisa de uma formação. “Se não pelo rap, por outros fatores, como as políticas públicas, para que cada vez mais o jovem tenha esse processo de formação completo e consiga se encontrar”.
Fonte: Lemos, Lívia. Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia. [Adaptado] Disponível em https://jornal.usp.br/. Acesso em 15 de mar de 2024. 

TEXTO 2

 
Fonte: Ziraldo. Tirinha. Disponível em http://ziraldoproducoes.com.br/. Acesso em 15 de mar de 2024.

Na tirinha de Ziraldo (Texto 2), lemos uma conversa entre o Menino Maluquinho e seu pai acerca dos seus gostos musicais. O que o diálogo entre os dois mostra? 
Alternativas
Q3583618 Português
TEXTO 1

Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia
A partir do rapper Mano Brown, pesquisa da USP analisa como os conselhos presentes nas letras de rap podem ajudar na formação política e social das pessoas

    O rap se popularizou no Brasil por volta dos anos 1990. Influenciados pelo hip hop americano, os jovens das periferias de São Paulo passaram a usar o estilo musical como uma forma de relatar as dificuldades enfrentadas por aqueles que viviam na periferia. Mas, além de levantar críticas sobre a violência e a desigualdade social, as músicas do rap assumem outro importante papel: o de auxiliar o artista e o ouvinte na sua formação social, psicológica, política e econômica.
    Foi o que o pesquisador Híkaro Diego de Queiroz, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, defendeu na sua dissertação de mestrado, intitulada “O rap de formação: uma abordagem do narrador em Mano Brown”. O pesquisador define o Rap de Formação como “o rap no qual o artista, após passar por uma transformação na sua forma de pensar, transmite essa transformação em suas músicas e atinge também o ouvinte”.
    Para o cantor, a transformação ocorre a partir do momento em que ele começa a analisar, com um olhar crítico, a realidade na qual vive, reproduzindo essa análise nas letras de suas músicas. Para o ouvinte, essa transformação se dá por meio dos conselhos e “sermões” que costumam estar presentes nas letras das músicas, como pontua o pesquisador: “O rap é diferente de outros estilos musicais porque tem a particularidade de trazer um reflexo do que as pessoas estão vivendo e, através desse relato, trazer conselhos. Logo, a partir do rap, há uma troca de aprendizado entre ambos os sujeitos”.
    Híkaro Queiroz salienta que essa contribuição do rap na formação de jovens está na identificação: “Não é qualquer música que vai fazer você mudar de realidade, mas o choque da realidade, no qual o jovem se identifica com aquela música que está ouvindo, faz com que ele pense e reflita no que diz respeito a se formar como ser humano”.
    Para o seu estudo, o pesquisador analisou a trajetória de um dos principais cantores do gênero, o rapper Mano Brown. Nascido na capital paulista em 1970, Pedro Paulo foi criado na periferia da zona sul, entre o Capão Redondo e o Parque Santo Antônio. Seu interesse pelo rap começou na juventude, quando passou a frequentar o Metrô São Bento, local de encontro daqueles que praticavam o gênero. Sua primeira música, Pânico na Zona Sul, lançada em 1989, fez sucesso e chamou a atenção por escancarar, sem máscara ou filtro, o cotidiano violento da região [marginalizada] onde morava.
    Para relatar em suas músicas as dificuldades que vivenciava, Pedro Paulo criou o personagem Mano Brown. “O que Pedro faz é se autoenunciar: ele narra [através do Mano Brown] o que está na sua realidade. Eu procurei traçar como ele mesmo se projeta fazendo uma cronologia dele criança, adolescente e entrando na fase adulta.” Ao longo de suas músicas, entretanto, não vemos apenas relatos de problemas, mas sim críticas que contribuíram para uma mudança no pensamento do cantor.
    Na juventude, percebemos o início do seu processo de transformação como pessoa e as dificuldades que viriam a surgir para atrapalhar esse processo. Uma dessas dificuldades é relatada na música Quanto Vale um Show: “Na fase dos 14 aos 17, o Pedro Paulo está muito ligado à questão de ter condições de comprar marcas famosas que estavam fazendo sucesso naquela época. Então há o agente manipulador do consumo e do status”.
    Esse agente manipulador, que tentava induzir Mano Brown a escolher o caminho mais fácil para obter dinheiro, isto é, o do crime, é o mesmo que tenta induzir os jovens da periferia a fazer o mesmo: “O jovem quer ser visto e notado, então muitos acabam sucumbindo a esse sujeito manipulador e indo para o mundo da marginalidade por não terem uma formação, uma estrutura familiar ou apoio de alguém”. Diferente do Mano Brown, muitos não conseguem fugir desse ciclo e completar o processo de formação. É nesse contexto que o rap assume a função social de alertar o jovem para não cair na manipulação que sua realidade lhe apresenta. [...]
    O pesquisador defende que todo jovem precisa de uma formação. “Se não pelo rap, por outros fatores, como as políticas públicas, para que cada vez mais o jovem tenha esse processo de formação completo e consiga se encontrar”.
Fonte: Lemos, Lívia. Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia. [Adaptado] Disponível em https://jornal.usp.br/. Acesso em 15 de mar de 2024. 

TEXTO 2

 
Fonte: Ziraldo. Tirinha. Disponível em http://ziraldoproducoes.com.br/. Acesso em 15 de mar de 2024.

O estudioso Híkaro Queiroz, citado por Lívia Lemos no Texto 1, destaca em sua tese as contribuições do rap na formação sociocultural de jovens periféricos. Segundo o pesquisador, como o rap pode contribuir para a formação desses jovens?
Alternativas
Q3583617 Português
TEXTO 1

Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia
A partir do rapper Mano Brown, pesquisa da USP analisa como os conselhos presentes nas letras de rap podem ajudar na formação política e social das pessoas

    O rap se popularizou no Brasil por volta dos anos 1990. Influenciados pelo hip hop americano, os jovens das periferias de São Paulo passaram a usar o estilo musical como uma forma de relatar as dificuldades enfrentadas por aqueles que viviam na periferia. Mas, além de levantar críticas sobre a violência e a desigualdade social, as músicas do rap assumem outro importante papel: o de auxiliar o artista e o ouvinte na sua formação social, psicológica, política e econômica.
    Foi o que o pesquisador Híkaro Diego de Queiroz, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, defendeu na sua dissertação de mestrado, intitulada “O rap de formação: uma abordagem do narrador em Mano Brown”. O pesquisador define o Rap de Formação como “o rap no qual o artista, após passar por uma transformação na sua forma de pensar, transmite essa transformação em suas músicas e atinge também o ouvinte”.
    Para o cantor, a transformação ocorre a partir do momento em que ele começa a analisar, com um olhar crítico, a realidade na qual vive, reproduzindo essa análise nas letras de suas músicas. Para o ouvinte, essa transformação se dá por meio dos conselhos e “sermões” que costumam estar presentes nas letras das músicas, como pontua o pesquisador: “O rap é diferente de outros estilos musicais porque tem a particularidade de trazer um reflexo do que as pessoas estão vivendo e, através desse relato, trazer conselhos. Logo, a partir do rap, há uma troca de aprendizado entre ambos os sujeitos”.
    Híkaro Queiroz salienta que essa contribuição do rap na formação de jovens está na identificação: “Não é qualquer música que vai fazer você mudar de realidade, mas o choque da realidade, no qual o jovem se identifica com aquela música que está ouvindo, faz com que ele pense e reflita no que diz respeito a se formar como ser humano”.
    Para o seu estudo, o pesquisador analisou a trajetória de um dos principais cantores do gênero, o rapper Mano Brown. Nascido na capital paulista em 1970, Pedro Paulo foi criado na periferia da zona sul, entre o Capão Redondo e o Parque Santo Antônio. Seu interesse pelo rap começou na juventude, quando passou a frequentar o Metrô São Bento, local de encontro daqueles que praticavam o gênero. Sua primeira música, Pânico na Zona Sul, lançada em 1989, fez sucesso e chamou a atenção por escancarar, sem máscara ou filtro, o cotidiano violento da região [marginalizada] onde morava.
    Para relatar em suas músicas as dificuldades que vivenciava, Pedro Paulo criou o personagem Mano Brown. “O que Pedro faz é se autoenunciar: ele narra [através do Mano Brown] o que está na sua realidade. Eu procurei traçar como ele mesmo se projeta fazendo uma cronologia dele criança, adolescente e entrando na fase adulta.” Ao longo de suas músicas, entretanto, não vemos apenas relatos de problemas, mas sim críticas que contribuíram para uma mudança no pensamento do cantor.
    Na juventude, percebemos o início do seu processo de transformação como pessoa e as dificuldades que viriam a surgir para atrapalhar esse processo. Uma dessas dificuldades é relatada na música Quanto Vale um Show: “Na fase dos 14 aos 17, o Pedro Paulo está muito ligado à questão de ter condições de comprar marcas famosas que estavam fazendo sucesso naquela época. Então há o agente manipulador do consumo e do status”.
    Esse agente manipulador, que tentava induzir Mano Brown a escolher o caminho mais fácil para obter dinheiro, isto é, o do crime, é o mesmo que tenta induzir os jovens da periferia a fazer o mesmo: “O jovem quer ser visto e notado, então muitos acabam sucumbindo a esse sujeito manipulador e indo para o mundo da marginalidade por não terem uma formação, uma estrutura familiar ou apoio de alguém”. Diferente do Mano Brown, muitos não conseguem fugir desse ciclo e completar o processo de formação. É nesse contexto que o rap assume a função social de alertar o jovem para não cair na manipulação que sua realidade lhe apresenta. [...]
    O pesquisador defende que todo jovem precisa de uma formação. “Se não pelo rap, por outros fatores, como as políticas públicas, para que cada vez mais o jovem tenha esse processo de formação completo e consiga se encontrar”.
Fonte: Lemos, Lívia. Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia. [Adaptado] Disponível em https://jornal.usp.br/. Acesso em 15 de mar de 2024. 

TEXTO 2

 
Fonte: Ziraldo. Tirinha. Disponível em http://ziraldoproducoes.com.br/. Acesso em 15 de mar de 2024.

Sobre o Texto 1, Lívia destaca a importância do rapper Mano Brown para a pesquisa realizada por Híkaro Queiroz. Conforme apresentado no texto, qual é o principal objetivo do estudo mencionado?
Alternativas
Q3583616 Português
TEXTO 1

Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia
A partir do rapper Mano Brown, pesquisa da USP analisa como os conselhos presentes nas letras de rap podem ajudar na formação política e social das pessoas

    O rap se popularizou no Brasil por volta dos anos 1990. Influenciados pelo hip hop americano, os jovens das periferias de São Paulo passaram a usar o estilo musical como uma forma de relatar as dificuldades enfrentadas por aqueles que viviam na periferia. Mas, além de levantar críticas sobre a violência e a desigualdade social, as músicas do rap assumem outro importante papel: o de auxiliar o artista e o ouvinte na sua formação social, psicológica, política e econômica.
    Foi o que o pesquisador Híkaro Diego de Queiroz, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, defendeu na sua dissertação de mestrado, intitulada “O rap de formação: uma abordagem do narrador em Mano Brown”. O pesquisador define o Rap de Formação como “o rap no qual o artista, após passar por uma transformação na sua forma de pensar, transmite essa transformação em suas músicas e atinge também o ouvinte”.
    Para o cantor, a transformação ocorre a partir do momento em que ele começa a analisar, com um olhar crítico, a realidade na qual vive, reproduzindo essa análise nas letras de suas músicas. Para o ouvinte, essa transformação se dá por meio dos conselhos e “sermões” que costumam estar presentes nas letras das músicas, como pontua o pesquisador: “O rap é diferente de outros estilos musicais porque tem a particularidade de trazer um reflexo do que as pessoas estão vivendo e, através desse relato, trazer conselhos. Logo, a partir do rap, há uma troca de aprendizado entre ambos os sujeitos”.
    Híkaro Queiroz salienta que essa contribuição do rap na formação de jovens está na identificação: “Não é qualquer música que vai fazer você mudar de realidade, mas o choque da realidade, no qual o jovem se identifica com aquela música que está ouvindo, faz com que ele pense e reflita no que diz respeito a se formar como ser humano”.
    Para o seu estudo, o pesquisador analisou a trajetória de um dos principais cantores do gênero, o rapper Mano Brown. Nascido na capital paulista em 1970, Pedro Paulo foi criado na periferia da zona sul, entre o Capão Redondo e o Parque Santo Antônio. Seu interesse pelo rap começou na juventude, quando passou a frequentar o Metrô São Bento, local de encontro daqueles que praticavam o gênero. Sua primeira música, Pânico na Zona Sul, lançada em 1989, fez sucesso e chamou a atenção por escancarar, sem máscara ou filtro, o cotidiano violento da região [marginalizada] onde morava.
    Para relatar em suas músicas as dificuldades que vivenciava, Pedro Paulo criou o personagem Mano Brown. “O que Pedro faz é se autoenunciar: ele narra [através do Mano Brown] o que está na sua realidade. Eu procurei traçar como ele mesmo se projeta fazendo uma cronologia dele criança, adolescente e entrando na fase adulta.” Ao longo de suas músicas, entretanto, não vemos apenas relatos de problemas, mas sim críticas que contribuíram para uma mudança no pensamento do cantor.
    Na juventude, percebemos o início do seu processo de transformação como pessoa e as dificuldades que viriam a surgir para atrapalhar esse processo. Uma dessas dificuldades é relatada na música Quanto Vale um Show: “Na fase dos 14 aos 17, o Pedro Paulo está muito ligado à questão de ter condições de comprar marcas famosas que estavam fazendo sucesso naquela época. Então há o agente manipulador do consumo e do status”.
    Esse agente manipulador, que tentava induzir Mano Brown a escolher o caminho mais fácil para obter dinheiro, isto é, o do crime, é o mesmo que tenta induzir os jovens da periferia a fazer o mesmo: “O jovem quer ser visto e notado, então muitos acabam sucumbindo a esse sujeito manipulador e indo para o mundo da marginalidade por não terem uma formação, uma estrutura familiar ou apoio de alguém”. Diferente do Mano Brown, muitos não conseguem fugir desse ciclo e completar o processo de formação. É nesse contexto que o rap assume a função social de alertar o jovem para não cair na manipulação que sua realidade lhe apresenta. [...]
    O pesquisador defende que todo jovem precisa de uma formação. “Se não pelo rap, por outros fatores, como as políticas públicas, para que cada vez mais o jovem tenha esse processo de formação completo e consiga se encontrar”.
Fonte: Lemos, Lívia. Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia. [Adaptado] Disponível em https://jornal.usp.br/. Acesso em 15 de mar de 2024. 

TEXTO 2

 
Fonte: Ziraldo. Tirinha. Disponível em http://ziraldoproducoes.com.br/. Acesso em 15 de mar de 2024.

O Texto 1 é uma reportagem de Lívia Lemos, veiculada no Jornal da USP em 2023, que destaca uma pesquisa que discute acerca dos papéis desempenhados pelo gênero musical rap na sociedade contemporânea. Entre as alternativas abaixo, identifique uma das funções sociais destacadas para o rap conforme apresentado no texto.
Alternativas
Q3580675 Sociologia
A ética está relacionada a valores e princípios que orientam nossas ações cotidianas. A formação ética de uma pessoa envolve: 
Alternativas
Q3580673 Legislação de Trânsito
A sinalização vertical a seguir é uma placa de regulamentação com a mensagem "Proibido acionar buzina ou sinal sonoro".

Imagem associada para resolução da questão


O artigo 227 do Código de Trânsito Brasileiro tipifica que entre as _________________ é proibida a utilização e o seu descumprimento incorre em infração __________.
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas anteriores:
Alternativas
Q3580672 Legislação de Trânsito
A velocidade máxima permitida para a via deve ser indicada por meio de sinalização, obedecidas suas características técnicas e as condições de trafegabilidade. Onde não existir sinalização regulamentadora, qual é a velocidade máxima permitida aos caminhões em uma rodovia de pista simples:
Alternativas
Q3580671 Legislação de Trânsito
O artigo 60 do Código de Trânsito Brasileiro traz a classificação das vias abertas à circulação, sendo elas vias urbanas e rurais. Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando as vias a sua definição:

Primeira coluna: vias
1.Via arterial 2.Via coletora 3.Via de trânsito rápido 4.Via local

Segunda coluna: definições
(__)Aquela caracterizada por interseções em nível não semaforizadas, destinada apenas ao acesso local ou a áreas restritas.
(__)Aquela caracterizada por acessos especiais com trânsito livre, sem interseções em nível, sem acessibilidade direta aos lotes lindeiros e sem travessia de pedestres em nível.
(__)Aquela caracterizada por interseções em nível, geralmente controlada por semáforo, com acessibilidade aos lotes lindeiros e às vias secundárias e locais, possibilitando o trânsito entre as regiões da cidade.

(__)Aquela destinada a coletar e distribuir o trânsito que tenha necessidade de entrar ou sair das vias de trânsito rápido ou arteriais, possibilitando o trânsito dentro das regiões da cidade.

Assinale a alternativa que apresenta a associação correta entre as colunas:
Alternativas
Q3580670 Legislação de Trânsito
Considere as alternativas a seguir e julgue V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)Caminhonete: veículo destinado ao transporte de carga com peso bruto total superior a 3.500 kg.

(__)Operação de carga e descarga: imobilização do veículo, pelo tempo estritamente necessário ao carregamento ou descarregamento de animais ou carga, na forma disciplinada pelo órgão ou entidade executivo de trânsito competente com circunscrição sobre a via.

(__)Condutor habilitado na categoria E pode conduzir motocicleta ou motoneta.

(__)A manobra de conversão à esquerda em via dotada de faixa amarela dupla contínua é permitida para entrar e/ou sair de lotes lindeiros.

(__)Desobedecer às ordens emanadas da autoridade de trânsito ou de seus agentes é infração de natureza gravíssima.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3580669 Legislação de Trânsito
Todos os dias nos deparamos com diversas atitudes por parte dos condutores que podem potencializar os casos de sinistros de trânsito, uma delas é a utilização do celular enquanto dirige ou pilota seu veículo. Sabendo que essa conduta (manusear o celular na condução de veículo automotor) é considerada infração de trânsito, analise as assertivas a seguir:

I.É considerada infração de natureza gravíssima.
II.Resulta em 5 pontos no prontuário do condutor.
III.Prevê penalidade de multa.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3580668 Legislação de Trânsito
Deixar de prestar socorro, ou seja, não dar nenhuma assistência à vítima de sinistro ou à pessoa em perigo iminente de vida, podendo fazê-lo, é considerado crime conforme artigo 135 do Código Penal Brasileiro e também infração de trânsito, elencada no artigo 176, do Código de Trânsito Brasileiro. Uma das formas existentes de prestar os primeiros socorros é ligando para as autoridades competentes, dentre as quais temos o SAMU. Qual o número pelo qual atende o SAMU? Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3580667 Legislação de Trânsito
O condutor que transportar crianças em veículo automotor sem observância das normas de segurança especiais estabelecidas no artigo 168, do Código de Trânsito Brasileiro, estará incorrendo em:

I.Infração de natureza grave.
II.Penalidade de multa.
III.Medida administrativa de retenção do veículo.

É correto o que se apresenta em:
Alternativas
Q3580665 Legislação de Trânsito
Condutores habilitados na categoria E estão aptos a dirigir uma combinação de veículos em que a unidade tratora se enquadre nas categorias B, C ou D e cuja unidade acoplada, reboque, semirreboque, trailer ou articulada, tenha ___________________ ou mais de peso bruto total, ou cuja lotação exceda a __________.

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas do excerto:
Alternativas
Q3580651 Português




(Disponível em: https://www.instagram.com/tirinhadearmandinho/. Acesso em 17 jul. 2025.)

A respeito da fala de Armandinho, personagem da tirinha, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3580648 Português
"Você acorda com coriza, a garganta arranhando e aquela dor no corpo que incomoda: é gripe ou resfriado na certa. Com o tempo frio característico do outono e do inverno, o corpo fica mais vulnerável para algumas doenças respiratórias e, uma hora ou outra, elas podem te atingir. Por isso, é comum as pessoas tomarem chás contra gripe, que ajudam a aquecer e também a recuperar a disposição. Apesar de parecer um gesto simples, essa tradição carrega saberes antigos que hoje têm respaldo científico . Muitos dos compostos presentes nas ervas utilizadas para chás contra gripe e resfriado têm ação comprovada sobre o sistema imunológico, inflamações e sintomas respiratórios".


(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/seis-receitas-de-chas-contra-grip e-e-resfriado/. Acesso em 17 jul. 2025. Adaptado.)

A partir da leitura do texto é possível afirmar que:


I.Coriza, garganta arranhando e dor no corpo são sintomas de gripe e de resfriado.


II.Tomar chá é uma tradição marcada por saberes antigos.


III.A Ciência tem comprovado a ação dos compostos das ervas na saúde do corpo.




É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3580543 Segurança e Transporte
As ordens dos agentes da autoridade de trânsito têm prevalências em relação às demais sinalizações. Uma das sinalizações emanadas pelo agente da autoridade de trânsito são os sinais sonoros (apitos). A ordem de "seguir" dada pelo agente é feita com emissão de ________________. 
Alternativas
Q3580542 Segurança e Transporte
A sinalização horizontal é um subsistema da sinalização viária, composta por faixas, legendas, marcações, símbolos pintados ou apostos na pista de rolamento. Qual é seu padrão de cores? Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3580541 Legislação de Trânsito
A sinalização vertical a seguir é uma placa de regulamentação com a mensagem "Dê a preferência" que deve ser obedecida pelos condutores.


Imagem associada para resolução da questão


Em caso de desrespeito, qual infração o condutor estará cometendo? Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
6101: A
6102: C
6103: D
6104: B
6105: D
6106: C
6107: B
6108: B
6109: C
6110: E
6111: B
6112: C
6113: D
6114: B
6115: B
6116: D
6117: B
6118: C
6119: B
6120: A