Questões de Concurso Para motorista

Foram encontradas 31.352 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3718978 Matemática
Na cantina da escola Viva o Saber, o aluno Pedro comprou um suco por R$ 4,75, um sanduíche por R$ 8,50 e um chocolate por R$ 3,25. Ao pagar com uma nota de R$ 20,00, o atendente precisou calcular corretamente o valor do troco. Considerando os valores apresentados, o troco que Pedro deve receber corresponde a:
Alternativas
Q3718977 Matemática
Durante uma campanha de reciclagem, os alunos da escola Estrela do Saber arrecadaram 480 garrafas plásticas. O material foi separado igualmente em 12 caixas. Mais tarde, a coordenadora decidiu retirar 5 garrafas de cada caixa para fazer um trabalho de artes com outra turma. Com base nas operações indicadas, qual alternativa apresenta o número de garrafas que permaneceu em cada caixa após a retirada?
Alternativas
Q3718976 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Teleamigos, telepiadas, hora certa

     As pessoas são receosas de emprestar o celular ao marido ou à esposa — e mesmo aos filhos, como passatempo para distraí-los. Enfrentam o medo da invasão de privacidade.

      Somos viciados e compulsivos em nossas individualidades.

      Imagine um único telefone de uso comum para a família inteira. Nos anos 70 e 80, partilhava-se um fixo.

      Havia um só número, com um aparelho na sala e outro no quarto dos pais, que mantinham o controle de tudo.

     Se meus irmãos e eu atendíamos um colega da escola, eles chegavam ao despudor de nos ouvir na extensão: arapongas afetivos, espiões de nossos romances, auditores de nossas amizades. Escutavam nossas confidências secretas, proibidas, passionais.

    Descobríamos a presença deles pela respiração pesada. Ou porque, no fim, tossiam ou espirravam em seus grampos domésticos.

      Gritávamos:

      — Baixe o fone aí, está ocupado!

      Não devíamos nos estender demais na prosa.

    Forçavam interrupções de seu esconderijo, girando números no disco de vidro como se quisessem fazer uma ligação. Tratavase do aviso para desocupar imediatamente: um ultimato, um constrangimento.

     O mandamento mais corriqueiro vinha na forma de reprimenda:

     — Telefone é para dar recado, não para bobagens.

     Naquela época, era preciso permanecer parado no corredor para conversar, no aparato constituído pela mesinha, a toalhinha de crochê, a lista telefônica e a cadeira. O cabo preso à tomada não nos permitia ir para longe.

     Abstraíamo-nos do lugar. Enrolávamos o fio espiralado entre os dedos, como um terço.

  O bocal emanava um chulé das nossas bocas. Requeria limpeza mensal para a remoção do mofo dos perdigotos. Desenroscávamos a peça de plástico cheia de furinhos.

     Ainda sofríamos com as linhas cruzadas: uma voz desconhecida entrava do além.

    As ondas eletromagnéticas de dois aparelhos se sobrepunham, especialmente quando os fios estavam muito próximos ou danificados.

    Estranhava-se o timbre intruso surgido do nada: “quem é você?”. Convencíamos o sujeito a desligar. Às vezes, ele insistia e não arredava o pé. A saída que nos restava era bater o gancho, temendo que fosse um psicopata.

    Quem se sentia sozinho recorria ao 138, que apresentava a oportunidade do teleamigos, em que você interagia com usuários dos mais diferentes Estados.

     A conta aumentava astronomicamente no fim do mês.

    Vai parecer loucura para as gerações digitais, mas pagávamos pelo serviço da hora certa da CRT no 130, que oferecia uma singela gravação do horário em segundos.

    Também colecionávamos taxas de aproximadamente R$ 0,20 com telepiadas, horóscopo ou meteorologia.

    Quem tem mais de 40 anos desfruta de uma espartana paciência. Passou por cada uma que ninguém acredita.


Autor: Fabrício Carpinejar – GZH (adaptado). 
No trecho — Baixe o fone aí, está ocupado! qual sinal de pontuação NÃO foi utilizado?
Alternativas
Q3718975 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Teleamigos, telepiadas, hora certa

     As pessoas são receosas de emprestar o celular ao marido ou à esposa — e mesmo aos filhos, como passatempo para distraí-los. Enfrentam o medo da invasão de privacidade.

      Somos viciados e compulsivos em nossas individualidades.

      Imagine um único telefone de uso comum para a família inteira. Nos anos 70 e 80, partilhava-se um fixo.

      Havia um só número, com um aparelho na sala e outro no quarto dos pais, que mantinham o controle de tudo.

     Se meus irmãos e eu atendíamos um colega da escola, eles chegavam ao despudor de nos ouvir na extensão: arapongas afetivos, espiões de nossos romances, auditores de nossas amizades. Escutavam nossas confidências secretas, proibidas, passionais.

    Descobríamos a presença deles pela respiração pesada. Ou porque, no fim, tossiam ou espirravam em seus grampos domésticos.

      Gritávamos:

      — Baixe o fone aí, está ocupado!

      Não devíamos nos estender demais na prosa.

    Forçavam interrupções de seu esconderijo, girando números no disco de vidro como se quisessem fazer uma ligação. Tratavase do aviso para desocupar imediatamente: um ultimato, um constrangimento.

     O mandamento mais corriqueiro vinha na forma de reprimenda:

     — Telefone é para dar recado, não para bobagens.

     Naquela época, era preciso permanecer parado no corredor para conversar, no aparato constituído pela mesinha, a toalhinha de crochê, a lista telefônica e a cadeira. O cabo preso à tomada não nos permitia ir para longe.

     Abstraíamo-nos do lugar. Enrolávamos o fio espiralado entre os dedos, como um terço.

  O bocal emanava um chulé das nossas bocas. Requeria limpeza mensal para a remoção do mofo dos perdigotos. Desenroscávamos a peça de plástico cheia de furinhos.

     Ainda sofríamos com as linhas cruzadas: uma voz desconhecida entrava do além.

    As ondas eletromagnéticas de dois aparelhos se sobrepunham, especialmente quando os fios estavam muito próximos ou danificados.

    Estranhava-se o timbre intruso surgido do nada: “quem é você?”. Convencíamos o sujeito a desligar. Às vezes, ele insistia e não arredava o pé. A saída que nos restava era bater o gancho, temendo que fosse um psicopata.

    Quem se sentia sozinho recorria ao 138, que apresentava a oportunidade do teleamigos, em que você interagia com usuários dos mais diferentes Estados.

     A conta aumentava astronomicamente no fim do mês.

    Vai parecer loucura para as gerações digitais, mas pagávamos pelo serviço da hora certa da CRT no 130, que oferecia uma singela gravação do horário em segundos.

    Também colecionávamos taxas de aproximadamente R$ 0,20 com telepiadas, horóscopo ou meteorologia.

    Quem tem mais de 40 anos desfruta de uma espartana paciência. Passou por cada uma que ninguém acredita.


Autor: Fabrício Carpinejar – GZH (adaptado). 
O texto “Teleamigos, telepiadas, hora certa” apresenta diversas palavras acentuadas conforme as regras do Acordo Ortográfico vigente. Considerando a classificação quanto à tonicidade, assinale a alternativa cuja palavra é acentuada por ser proparoxítona.
Alternativas
Q3718974 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Teleamigos, telepiadas, hora certa

     As pessoas são receosas de emprestar o celular ao marido ou à esposa — e mesmo aos filhos, como passatempo para distraí-los. Enfrentam o medo da invasão de privacidade.

      Somos viciados e compulsivos em nossas individualidades.

      Imagine um único telefone de uso comum para a família inteira. Nos anos 70 e 80, partilhava-se um fixo.

      Havia um só número, com um aparelho na sala e outro no quarto dos pais, que mantinham o controle de tudo.

     Se meus irmãos e eu atendíamos um colega da escola, eles chegavam ao despudor de nos ouvir na extensão: arapongas afetivos, espiões de nossos romances, auditores de nossas amizades. Escutavam nossas confidências secretas, proibidas, passionais.

    Descobríamos a presença deles pela respiração pesada. Ou porque, no fim, tossiam ou espirravam em seus grampos domésticos.

      Gritávamos:

      — Baixe o fone aí, está ocupado!

      Não devíamos nos estender demais na prosa.

    Forçavam interrupções de seu esconderijo, girando números no disco de vidro como se quisessem fazer uma ligação. Tratavase do aviso para desocupar imediatamente: um ultimato, um constrangimento.

     O mandamento mais corriqueiro vinha na forma de reprimenda:

     — Telefone é para dar recado, não para bobagens.

     Naquela época, era preciso permanecer parado no corredor para conversar, no aparato constituído pela mesinha, a toalhinha de crochê, a lista telefônica e a cadeira. O cabo preso à tomada não nos permitia ir para longe.

     Abstraíamo-nos do lugar. Enrolávamos o fio espiralado entre os dedos, como um terço.

  O bocal emanava um chulé das nossas bocas. Requeria limpeza mensal para a remoção do mofo dos perdigotos. Desenroscávamos a peça de plástico cheia de furinhos.

     Ainda sofríamos com as linhas cruzadas: uma voz desconhecida entrava do além.

    As ondas eletromagnéticas de dois aparelhos se sobrepunham, especialmente quando os fios estavam muito próximos ou danificados.

    Estranhava-se o timbre intruso surgido do nada: “quem é você?”. Convencíamos o sujeito a desligar. Às vezes, ele insistia e não arredava o pé. A saída que nos restava era bater o gancho, temendo que fosse um psicopata.

    Quem se sentia sozinho recorria ao 138, que apresentava a oportunidade do teleamigos, em que você interagia com usuários dos mais diferentes Estados.

     A conta aumentava astronomicamente no fim do mês.

    Vai parecer loucura para as gerações digitais, mas pagávamos pelo serviço da hora certa da CRT no 130, que oferecia uma singela gravação do horário em segundos.

    Também colecionávamos taxas de aproximadamente R$ 0,20 com telepiadas, horóscopo ou meteorologia.

    Quem tem mais de 40 anos desfruta de uma espartana paciência. Passou por cada uma que ninguém acredita.


Autor: Fabrício Carpinejar – GZH (adaptado). 

No texto, o autor explora um vocabulário que mescla nostalgia e humor, recriando expressões típicas do cotidiano familiar das décadas de 1970 e 1980. As palavras e expressões selecionadas a seguir revelam diferentes efeitos de sentido dentro do contexto narrativo. Analise-as e assinale a alternativa incorreta quanto à interpretação literal de seus significados.

Alternativas
Q3718973 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Teleamigos, telepiadas, hora certa

     As pessoas são receosas de emprestar o celular ao marido ou à esposa — e mesmo aos filhos, como passatempo para distraí-los. Enfrentam o medo da invasão de privacidade.

      Somos viciados e compulsivos em nossas individualidades.

      Imagine um único telefone de uso comum para a família inteira. Nos anos 70 e 80, partilhava-se um fixo.

      Havia um só número, com um aparelho na sala e outro no quarto dos pais, que mantinham o controle de tudo.

     Se meus irmãos e eu atendíamos um colega da escola, eles chegavam ao despudor de nos ouvir na extensão: arapongas afetivos, espiões de nossos romances, auditores de nossas amizades. Escutavam nossas confidências secretas, proibidas, passionais.

    Descobríamos a presença deles pela respiração pesada. Ou porque, no fim, tossiam ou espirravam em seus grampos domésticos.

      Gritávamos:

      — Baixe o fone aí, está ocupado!

      Não devíamos nos estender demais na prosa.

    Forçavam interrupções de seu esconderijo, girando números no disco de vidro como se quisessem fazer uma ligação. Tratavase do aviso para desocupar imediatamente: um ultimato, um constrangimento.

     O mandamento mais corriqueiro vinha na forma de reprimenda:

     — Telefone é para dar recado, não para bobagens.

     Naquela época, era preciso permanecer parado no corredor para conversar, no aparato constituído pela mesinha, a toalhinha de crochê, a lista telefônica e a cadeira. O cabo preso à tomada não nos permitia ir para longe.

     Abstraíamo-nos do lugar. Enrolávamos o fio espiralado entre os dedos, como um terço.

  O bocal emanava um chulé das nossas bocas. Requeria limpeza mensal para a remoção do mofo dos perdigotos. Desenroscávamos a peça de plástico cheia de furinhos.

     Ainda sofríamos com as linhas cruzadas: uma voz desconhecida entrava do além.

    As ondas eletromagnéticas de dois aparelhos se sobrepunham, especialmente quando os fios estavam muito próximos ou danificados.

    Estranhava-se o timbre intruso surgido do nada: “quem é você?”. Convencíamos o sujeito a desligar. Às vezes, ele insistia e não arredava o pé. A saída que nos restava era bater o gancho, temendo que fosse um psicopata.

    Quem se sentia sozinho recorria ao 138, que apresentava a oportunidade do teleamigos, em que você interagia com usuários dos mais diferentes Estados.

     A conta aumentava astronomicamente no fim do mês.

    Vai parecer loucura para as gerações digitais, mas pagávamos pelo serviço da hora certa da CRT no 130, que oferecia uma singela gravação do horário em segundos.

    Também colecionávamos taxas de aproximadamente R$ 0,20 com telepiadas, horóscopo ou meteorologia.

    Quem tem mais de 40 anos desfruta de uma espartana paciência. Passou por cada uma que ninguém acredita.


Autor: Fabrício Carpinejar – GZH (adaptado). 
O texto retrata de forma nostálgica o uso do telefone fixo nas décadas passadas. A partir da leitura literal do trecho, analise as assertivas:

I. Os pais exerciam vigilância constante sobre as conversas telefônicas dos filhos.
II. As ligações eram limitadas pela presença física do aparelho e pelo comprimento do fio.
III. O serviço de “teleamigos” representava uma alternativa de interação para quem se sentia solitário.

Das assertivas acima, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3718972 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Teleamigos, telepiadas, hora certa

     As pessoas são receosas de emprestar o celular ao marido ou à esposa — e mesmo aos filhos, como passatempo para distraí-los. Enfrentam o medo da invasão de privacidade.

      Somos viciados e compulsivos em nossas individualidades.

      Imagine um único telefone de uso comum para a família inteira. Nos anos 70 e 80, partilhava-se um fixo.

      Havia um só número, com um aparelho na sala e outro no quarto dos pais, que mantinham o controle de tudo.

     Se meus irmãos e eu atendíamos um colega da escola, eles chegavam ao despudor de nos ouvir na extensão: arapongas afetivos, espiões de nossos romances, auditores de nossas amizades. Escutavam nossas confidências secretas, proibidas, passionais.

    Descobríamos a presença deles pela respiração pesada. Ou porque, no fim, tossiam ou espirravam em seus grampos domésticos.

      Gritávamos:

      — Baixe o fone aí, está ocupado!

      Não devíamos nos estender demais na prosa.

    Forçavam interrupções de seu esconderijo, girando números no disco de vidro como se quisessem fazer uma ligação. Tratavase do aviso para desocupar imediatamente: um ultimato, um constrangimento.

     O mandamento mais corriqueiro vinha na forma de reprimenda:

     — Telefone é para dar recado, não para bobagens.

     Naquela época, era preciso permanecer parado no corredor para conversar, no aparato constituído pela mesinha, a toalhinha de crochê, a lista telefônica e a cadeira. O cabo preso à tomada não nos permitia ir para longe.

     Abstraíamo-nos do lugar. Enrolávamos o fio espiralado entre os dedos, como um terço.

  O bocal emanava um chulé das nossas bocas. Requeria limpeza mensal para a remoção do mofo dos perdigotos. Desenroscávamos a peça de plástico cheia de furinhos.

     Ainda sofríamos com as linhas cruzadas: uma voz desconhecida entrava do além.

    As ondas eletromagnéticas de dois aparelhos se sobrepunham, especialmente quando os fios estavam muito próximos ou danificados.

    Estranhava-se o timbre intruso surgido do nada: “quem é você?”. Convencíamos o sujeito a desligar. Às vezes, ele insistia e não arredava o pé. A saída que nos restava era bater o gancho, temendo que fosse um psicopata.

    Quem se sentia sozinho recorria ao 138, que apresentava a oportunidade do teleamigos, em que você interagia com usuários dos mais diferentes Estados.

     A conta aumentava astronomicamente no fim do mês.

    Vai parecer loucura para as gerações digitais, mas pagávamos pelo serviço da hora certa da CRT no 130, que oferecia uma singela gravação do horário em segundos.

    Também colecionávamos taxas de aproximadamente R$ 0,20 com telepiadas, horóscopo ou meteorologia.

    Quem tem mais de 40 anos desfruta de uma espartana paciência. Passou por cada uma que ninguém acredita.


Autor: Fabrício Carpinejar – GZH (adaptado). 
O texto de Fabrício Carpinejar descreve mudanças de comportamento social provocadas pela evolução das tecnologias de comunicação. O autor recorda hábitos da época do telefone fixo, em contraste com a atual relação das pessoas com o celular. Nesse contexto, o narrador menciona o temor de emprestar o aparelho telefônico a familiares como reflexo de um traço contemporâneo marcado pela:
Alternativas
Q3715145 Legislação de Trânsito
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, o motorista receberá uma multa gravíssima ao: 
Alternativas
Q3715144 Legislação de Trânsito
Logo após um acidente, o condutor agiu de forma inadequada no seguinte caso:  
Alternativas
Q3715143 Legislação de Trânsito
Assinale a opção que, ao ser percebida pelo motorista, deverá ser comunicada à chefia imediata para solução do problema, pois está em desacordo com o Código Brasileiro de Trânsito: 
Alternativas
Q3715142 Legislação de Trânsito
Assinale a opção que apresenta corretamente uma das condições mínimas de segurança para o transporte de passageiros menores de dez anos, de acordo com a Resolução CONTRAN nº 965, de 17 de maio de 2022.
Alternativas
Q3715141 Legislação de Trânsito
A velocidade máxima, permitida para veículos automotores, será indicada por meio de placas e estabelecida em atenção às condições de trânsito em cada via, porém onde não existir sinalização indicadora de velocidade, esta poderá atingir:

I - Até quarenta quilômetros (40 Km) por hora, nas vias locais;
II - Até cinquenta quilômetros (50 Km) por hora, nas vias secundárias;
III - Até sessenta quilômetros (60 Km) por hora, nas vias arteriais;
IV - Até oitenta quilômetros (80 Km) por hora nas vias de trânsito rápido.

Estão corretas as seguintes informações:  
Alternativas
Q3715140 Legislação de Trânsito
Estão corretas as seguintes regras de circulação no trânsito, EXCETO:
Alternativas
Q3715139 Legislação de Trânsito
O motorista, em seu primeiro dia de serviço, faz a rota entre a zona rural e a escola municipal que fica no centro da cidade Y. No penúltimo ponto de parada de seu trajeto, ele está com a lotação máxima permitida, mas observa no ponto mais duas crianças e seu responsável acenando. Assinale a atitude correta do motorista:  
Alternativas
Q3715138 Engenharia Mecânica
Faz parte do sistema de transmissão do veículo e é responsável por transferir a força para a caixa de câmbio. Com a troca de velocidades em seu câmbio feita de forma mais branda, reduz significativamente o desgaste entre a caixa de câmbio e o motor. 
Alternativas
Q3715137 Segurança e Transporte
Manter a constante verificação do óleo do motor é uma ação comum para manutenção do veículo, Assinale a opção cujo motorista demonstra que se preocupa com a garantia de que o funcionamento do motor se mantenha adequado e sem danos. 
Alternativas
Q3715136 Segurança e Transporte
Aponte a alternativa que não apresenta uma atitude correta do motorista. 
Alternativas
Q3705014 História e Geografia de Estados e Municípios

O nome "Paraíso" surgiu de uma exclamação do pioneiro __________, encantado com a beleza da mata virgem e o verde predominante da região.



Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna no texto:

Alternativas
Q3705010 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Não entendo a tristeza como ausência de felicidade. Acho que elas coexistem. Somos felizes e tristes. Felizes porque tentamos entender a nossa missão. Tristes porque assim tem de ser. A tristeza nos empresta respeito ao outro e percepção mais aguçada da dor. Talvez tristeza seja ausência de alegria, de riso fácil, não de felicidade.


Padre Fábio de Melo



https://www.pensador.com/pequenos_textos_reflexivos/

No texto, o uso dos substantivos e adjetivos segue regras importantes da gramática. Sobre isso, assinale a alternativa que apresenta uma análise correta.
Alternativas
Q3705009 Segurança e Transporte

Durante o trabalho com veículos automotores, o condutor pode identificar situações que exigem manutenção de emergência e deve proceder corretamente à comunicação aos serviços especializados.


Associe corretamente os itens da Coluna A com as ações correspondentes da Coluna B.



Coluna A − Situações de Emergência ou Falha



1. Ruído metálico intenso ao frear, mesmo em baixa velocidade.


2. Vazamento de líquido avermelhado sob o veículo.


3. Direção "puxando" para um dos lados e vibração no volante.


4. Luz indicadora de temperatura do motor acesa no painel.


5. Dificuldade para engatar marchas e cheiro de embreagem queimada.



Coluna B − Procedimentos ou Ações Recomendadas



(__) Encaminhar o veículo imediatamente à oficina e evitar o uso, pois o superaquecimento pode causar danos ao motor.


(__) Parar o veículo em local seguro e solicitar verificação do sistema de freios, pois as pastilhas podem estar desgastadas ou o disco danificado.


(__) Solicitar inspeção de alinhamento e balanceamento, verificando também a calibragem e o estado dos pneus.


(__) Comunicar o serviço especializado para avaliar o sistema de transmissão, pois há risco de falha na embreagem.


(__) Notificar o serviço de manutenção hidráulica, pois o vazamento indica problema na transmissão automática.



Assinale alternativa com a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Respostas
5081: C
5082: B
5083: D
5084: A
5085: B
5086: D
5087: C
5088: X
5089: C
5090: A
5091: D
5092: C
5093: C
5094: D
5095: B
5096: A
5097: D
5098: B
5099: B
5100: B