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Q4023882 Matemática
Uma escola organizou 420 lápis em 7 caixas iguais para um evento. Depois, recebeu mais 35 lápis e decidiu distribuí-los igualmente entre as mesmas 7 caixas. Qual das alternativas abaixo indica CORRETAMENTE quantos lápis cada caixa ficou ao final?
Alternativas
Q4023881 Matemática
Em uma feira, foram organizadas caixas com 24 maçãs cada. Ao todo, havia 15 caixas e 36 maçãs foram vendidas. Sobre este contexto, analise as assertivas e classifique como verdadeira (V) ou falsa (F).
(__) O total inicial de maçãs era 360 unidades.
(__) Após a venda, restaram 324 maçãs.
(__) Se as maçãs restantes forem divididas em 12 caixas iguais, cada caixa terá 27 maçãs.
(__) A diferença entre o total inicial e o restante é 30 maçãs.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q4023880 Matemática
Rafael comprou 9 caixas de bombons, cada uma com 18 unidades, para distribuir em uma reunião de família. Antes do evento, ele consumiu 27 bombons. Assim, assinale a alternativa que indica a quantidade CORRETA de bombons que restaram para serem distribuídos?
Alternativas
Q4023879 Matemática
Uma rede de lojas recebeu 560 camisetas para distribuir igualmente entre 8 filiais. Antes da distribuição, 40 camisetas apresentaram defeito e foram descartadas. Qual das alternativas abaixo indica CORRETAMENTE a quantidade de camisetas que cada filial recebeu? 
Alternativas
Q4023878 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que está por trás do aumento de navios abandonados no mar

Nos últimos meses, cresceu de forma significativa o número de petroleiros e de outras embarcações comerciais abandonadas por seus proprietários em diversas regiões do mundo. Esse fenômeno levanta questionamentos sobre suas causas e, principalmente, sobre os impactos humanos sofridos pelos marinheiros mercantes envolvidos.
Um tripulante, cuja identidade foi preservada, relatou à imprensa a partir de um petroleiro abandonado fora das águas territoriais de um país asiático que a tripulação enfrentou falta de alimentos básicos, como carne, grãos e peixe. A escassez comprometeu a saúde dos trabalhadores e agravou o clima a bordo, marcado por fome, tensão e incerteza quanto ao futuro.
A embarcação transporta cerca de setecentos e cinquenta mil barris de petróleo bruto, avaliados em aproximadamente cinquenta milhões de dólares, e havia partido do Extremo Oriente da Rússia com destino à Ásia no início de novembro. Após meses sem pagamento de salários, o navio foi considerado abandonado por uma federação sindical internacional. A embarcação permanece em águas internacionais, sem autorização para atracar, mas houve intervenção sindical para garantir parte dos salários atrasados e o envio de alimentos, água potável e suprimentos essenciais. Apesar da repatriação de alguns tripulantes, a maioria segue a bordo.
Dados sindicais indicam que, em 2016, foram registrados apenas vinte navios abandonados no mundo. Em 2025, esse número saltou para mais de quatrocentos, afetando mais de seis mil marinheiros, um aumento expressivo em relação ao ano anterior. A instabilidade geopolítica, conflitos armados e os efeitos prolongados da pandemia contribuíram para interrupções nas cadeias de suprimento e variações nos custos de frete, dificultando a sobrevivência financeira de algumas empresas marítimas.
Outro fator relevante é a expansão das chamadas frotas fantasmas, compostas principalmente por embarcações antigas, com estruturas de propriedade pouco transparentes, condições precárias de navegação e ausência de seguro adequado. Esses navios costumam operar sob bandeiras de conveniência, registradas em países com fiscalização limitada, o que permite contornar sanções internacionais e exportar petróleo em desacordo com restrições impostas a determinados Estados.
O uso de bandeiras de conveniência não é recente e historicamente tem sido adotado para escapar de legislações nacionais mais rigorosas. Atualmente, poucos países concentram grande parte do registro dessas embarcações, recebendo taxas em troca do uso de suas bandeiras. Nos últimos anos, novos Estados passaram a oferecer esse tipo de registro, ampliando o problema.
A maioria dos navios abandonados em 2025 navegava sob bandeiras de conveniência. Embora não seja possível determinar quantos pertencem diretamente às frotas fantasmas, o estado precário dessas embarcações e a falta de transparência aumentam os riscos tanto para os navios quanto para suas tripulações.
Segundo diretrizes internacionais, um marinheiro é considerado abandonado quando o armador deixa de garantir sua repatriação, o sustento básico ou o pagamento de salários por pelo menos dois meses. No ano passado, tripulações abandonadas acumularam mais de vinte e cinco milhões de dólares em salários atrasados, dos quais cerca de dois terços foram recuperados por meio de intervenções sindicais.
As nacionalidades mais afetadas pelo abandono marítimo em 2025 foram a indiana, a filipina e a síria. Diante desse cenário, alguns governos passaram a restringir a atuação de embarcações envolvidas em violações de direitos trabalhistas, especialmente aquelas com proprietários difíceis de identificar ou sem resposta dos Estados de registro.
Especialistas do setor marítimo apontam que os países que oferecem bandeiras de conveniência frequentemente deixam de assumir responsabilidades sobre as embarcações registradas, apesar de o direito marítimo internacional prever a existência de um vínculo efetivo entre o navio, seus proprietários e o Estado de bandeira. Na prática, esse vínculo ainda é frágil e pouco definido.
O tripulante que relatou sua experiência afirma que, no futuro, será mais criterioso ao escolher em que navio trabalhar, buscando informações sobre condições de trabalho, salários, provisões e eventuais sanções. Marinheiros frequentemente dependem das oportunidades disponíveis, e, enquanto as frotas fantasmas continuarem a desempenhar papel central no transporte de petróleo, especialistas alertam que apenas uma cooperação internacional mais ampla poderá reduzir os riscos e proteger os trabalhadores do mar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd9gd4ee4zvo.adaptado.
O texto discute medidas adotadas por governos e reflexões de especialistas diante do abandono marítimo, ressaltando responsabilidades institucionais e escolhas individuais dos trabalhadores do setor.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4023877 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que está por trás do aumento de navios abandonados no mar

Nos últimos meses, cresceu de forma significativa o número de petroleiros e de outras embarcações comerciais abandonadas por seus proprietários em diversas regiões do mundo. Esse fenômeno levanta questionamentos sobre suas causas e, principalmente, sobre os impactos humanos sofridos pelos marinheiros mercantes envolvidos.
Um tripulante, cuja identidade foi preservada, relatou à imprensa a partir de um petroleiro abandonado fora das águas territoriais de um país asiático que a tripulação enfrentou falta de alimentos básicos, como carne, grãos e peixe. A escassez comprometeu a saúde dos trabalhadores e agravou o clima a bordo, marcado por fome, tensão e incerteza quanto ao futuro.
A embarcação transporta cerca de setecentos e cinquenta mil barris de petróleo bruto, avaliados em aproximadamente cinquenta milhões de dólares, e havia partido do Extremo Oriente da Rússia com destino à Ásia no início de novembro. Após meses sem pagamento de salários, o navio foi considerado abandonado por uma federação sindical internacional. A embarcação permanece em águas internacionais, sem autorização para atracar, mas houve intervenção sindical para garantir parte dos salários atrasados e o envio de alimentos, água potável e suprimentos essenciais. Apesar da repatriação de alguns tripulantes, a maioria segue a bordo.
Dados sindicais indicam que, em 2016, foram registrados apenas vinte navios abandonados no mundo. Em 2025, esse número saltou para mais de quatrocentos, afetando mais de seis mil marinheiros, um aumento expressivo em relação ao ano anterior. A instabilidade geopolítica, conflitos armados e os efeitos prolongados da pandemia contribuíram para interrupções nas cadeias de suprimento e variações nos custos de frete, dificultando a sobrevivência financeira de algumas empresas marítimas.
Outro fator relevante é a expansão das chamadas frotas fantasmas, compostas principalmente por embarcações antigas, com estruturas de propriedade pouco transparentes, condições precárias de navegação e ausência de seguro adequado. Esses navios costumam operar sob bandeiras de conveniência, registradas em países com fiscalização limitada, o que permite contornar sanções internacionais e exportar petróleo em desacordo com restrições impostas a determinados Estados.
O uso de bandeiras de conveniência não é recente e historicamente tem sido adotado para escapar de legislações nacionais mais rigorosas. Atualmente, poucos países concentram grande parte do registro dessas embarcações, recebendo taxas em troca do uso de suas bandeiras. Nos últimos anos, novos Estados passaram a oferecer esse tipo de registro, ampliando o problema.
A maioria dos navios abandonados em 2025 navegava sob bandeiras de conveniência. Embora não seja possível determinar quantos pertencem diretamente às frotas fantasmas, o estado precário dessas embarcações e a falta de transparência aumentam os riscos tanto para os navios quanto para suas tripulações.
Segundo diretrizes internacionais, um marinheiro é considerado abandonado quando o armador deixa de garantir sua repatriação, o sustento básico ou o pagamento de salários por pelo menos dois meses. No ano passado, tripulações abandonadas acumularam mais de vinte e cinco milhões de dólares em salários atrasados, dos quais cerca de dois terços foram recuperados por meio de intervenções sindicais.
As nacionalidades mais afetadas pelo abandono marítimo em 2025 foram a indiana, a filipina e a síria. Diante desse cenário, alguns governos passaram a restringir a atuação de embarcações envolvidas em violações de direitos trabalhistas, especialmente aquelas com proprietários difíceis de identificar ou sem resposta dos Estados de registro.
Especialistas do setor marítimo apontam que os países que oferecem bandeiras de conveniência frequentemente deixam de assumir responsabilidades sobre as embarcações registradas, apesar de o direito marítimo internacional prever a existência de um vínculo efetivo entre o navio, seus proprietários e o Estado de bandeira. Na prática, esse vínculo ainda é frágil e pouco definido.
O tripulante que relatou sua experiência afirma que, no futuro, será mais criterioso ao escolher em que navio trabalhar, buscando informações sobre condições de trabalho, salários, provisões e eventuais sanções. Marinheiros frequentemente dependem das oportunidades disponíveis, e, enquanto as frotas fantasmas continuarem a desempenhar papel central no transporte de petróleo, especialistas alertam que apenas uma cooperação internacional mais ampla poderá reduzir os riscos e proteger os trabalhadores do mar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd9gd4ee4zvo.adaptado.
O texto aborda fatos recentes relacionados ao abandono de embarcações comerciais, articulando informações sobre a situação vivida por tripulações e dados que evidenciam a ampliação desse fenômeno em escala global.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4023876 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que está por trás do aumento de navios abandonados no mar

Nos últimos meses, cresceu de forma significativa o número de petroleiros e de outras embarcações comerciais abandonadas por seus proprietários em diversas regiões do mundo. Esse fenômeno levanta questionamentos sobre suas causas e, principalmente, sobre os impactos humanos sofridos pelos marinheiros mercantes envolvidos.
Um tripulante, cuja identidade foi preservada, relatou à imprensa a partir de um petroleiro abandonado fora das águas territoriais de um país asiático que a tripulação enfrentou falta de alimentos básicos, como carne, grãos e peixe. A escassez comprometeu a saúde dos trabalhadores e agravou o clima a bordo, marcado por fome, tensão e incerteza quanto ao futuro.
A embarcação transporta cerca de setecentos e cinquenta mil barris de petróleo bruto, avaliados em aproximadamente cinquenta milhões de dólares, e havia partido do Extremo Oriente da Rússia com destino à Ásia no início de novembro. Após meses sem pagamento de salários, o navio foi considerado abandonado por uma federação sindical internacional. A embarcação permanece em águas internacionais, sem autorização para atracar, mas houve intervenção sindical para garantir parte dos salários atrasados e o envio de alimentos, água potável e suprimentos essenciais. Apesar da repatriação de alguns tripulantes, a maioria segue a bordo.
Dados sindicais indicam que, em 2016, foram registrados apenas vinte navios abandonados no mundo. Em 2025, esse número saltou para mais de quatrocentos, afetando mais de seis mil marinheiros, um aumento expressivo em relação ao ano anterior. A instabilidade geopolítica, conflitos armados e os efeitos prolongados da pandemia contribuíram para interrupções nas cadeias de suprimento e variações nos custos de frete, dificultando a sobrevivência financeira de algumas empresas marítimas.
Outro fator relevante é a expansão das chamadas frotas fantasmas, compostas principalmente por embarcações antigas, com estruturas de propriedade pouco transparentes, condições precárias de navegação e ausência de seguro adequado. Esses navios costumam operar sob bandeiras de conveniência, registradas em países com fiscalização limitada, o que permite contornar sanções internacionais e exportar petróleo em desacordo com restrições impostas a determinados Estados.
O uso de bandeiras de conveniência não é recente e historicamente tem sido adotado para escapar de legislações nacionais mais rigorosas. Atualmente, poucos países concentram grande parte do registro dessas embarcações, recebendo taxas em troca do uso de suas bandeiras. Nos últimos anos, novos Estados passaram a oferecer esse tipo de registro, ampliando o problema.
A maioria dos navios abandonados em 2025 navegava sob bandeiras de conveniência. Embora não seja possível determinar quantos pertencem diretamente às frotas fantasmas, o estado precário dessas embarcações e a falta de transparência aumentam os riscos tanto para os navios quanto para suas tripulações.
Segundo diretrizes internacionais, um marinheiro é considerado abandonado quando o armador deixa de garantir sua repatriação, o sustento básico ou o pagamento de salários por pelo menos dois meses. No ano passado, tripulações abandonadas acumularam mais de vinte e cinco milhões de dólares em salários atrasados, dos quais cerca de dois terços foram recuperados por meio de intervenções sindicais.
As nacionalidades mais afetadas pelo abandono marítimo em 2025 foram a indiana, a filipina e a síria. Diante desse cenário, alguns governos passaram a restringir a atuação de embarcações envolvidas em violações de direitos trabalhistas, especialmente aquelas com proprietários difíceis de identificar ou sem resposta dos Estados de registro.
Especialistas do setor marítimo apontam que os países que oferecem bandeiras de conveniência frequentemente deixam de assumir responsabilidades sobre as embarcações registradas, apesar de o direito marítimo internacional prever a existência de um vínculo efetivo entre o navio, seus proprietários e o Estado de bandeira. Na prática, esse vínculo ainda é frágil e pouco definido.
O tripulante que relatou sua experiência afirma que, no futuro, será mais criterioso ao escolher em que navio trabalhar, buscando informações sobre condições de trabalho, salários, provisões e eventuais sanções. Marinheiros frequentemente dependem das oportunidades disponíveis, e, enquanto as frotas fantasmas continuarem a desempenhar papel central no transporte de petróleo, especialistas alertam que apenas uma cooperação internacional mais ampla poderá reduzir os riscos e proteger os trabalhadores do mar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd9gd4ee4zvo.adaptado.
O texto apresenta informações sobre características dos navios abandonados e critérios utilizados para definir o abandono de marinheiros, além de consequências financeiras enfrentadas pelas tripulações.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4023875 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que está por trás do aumento de navios abandonados no mar

Nos últimos meses, cresceu de forma significativa o número de petroleiros e de outras embarcações comerciais abandonadas por seus proprietários em diversas regiões do mundo. Esse fenômeno levanta questionamentos sobre suas causas e, principalmente, sobre os impactos humanos sofridos pelos marinheiros mercantes envolvidos.
Um tripulante, cuja identidade foi preservada, relatou à imprensa a partir de um petroleiro abandonado fora das águas territoriais de um país asiático que a tripulação enfrentou falta de alimentos básicos, como carne, grãos e peixe. A escassez comprometeu a saúde dos trabalhadores e agravou o clima a bordo, marcado por fome, tensão e incerteza quanto ao futuro.
A embarcação transporta cerca de setecentos e cinquenta mil barris de petróleo bruto, avaliados em aproximadamente cinquenta milhões de dólares, e havia partido do Extremo Oriente da Rússia com destino à Ásia no início de novembro. Após meses sem pagamento de salários, o navio foi considerado abandonado por uma federação sindical internacional. A embarcação permanece em águas internacionais, sem autorização para atracar, mas houve intervenção sindical para garantir parte dos salários atrasados e o envio de alimentos, água potável e suprimentos essenciais. Apesar da repatriação de alguns tripulantes, a maioria segue a bordo.
Dados sindicais indicam que, em 2016, foram registrados apenas vinte navios abandonados no mundo. Em 2025, esse número saltou para mais de quatrocentos, afetando mais de seis mil marinheiros, um aumento expressivo em relação ao ano anterior. A instabilidade geopolítica, conflitos armados e os efeitos prolongados da pandemia contribuíram para interrupções nas cadeias de suprimento e variações nos custos de frete, dificultando a sobrevivência financeira de algumas empresas marítimas.
Outro fator relevante é a expansão das chamadas frotas fantasmas, compostas principalmente por embarcações antigas, com estruturas de propriedade pouco transparentes, condições precárias de navegação e ausência de seguro adequado. Esses navios costumam operar sob bandeiras de conveniência, registradas em países com fiscalização limitada, o que permite contornar sanções internacionais e exportar petróleo em desacordo com restrições impostas a determinados Estados.
O uso de bandeiras de conveniência não é recente e historicamente tem sido adotado para escapar de legislações nacionais mais rigorosas. Atualmente, poucos países concentram grande parte do registro dessas embarcações, recebendo taxas em troca do uso de suas bandeiras. Nos últimos anos, novos Estados passaram a oferecer esse tipo de registro, ampliando o problema.
A maioria dos navios abandonados em 2025 navegava sob bandeiras de conveniência. Embora não seja possível determinar quantos pertencem diretamente às frotas fantasmas, o estado precário dessas embarcações e a falta de transparência aumentam os riscos tanto para os navios quanto para suas tripulações.
Segundo diretrizes internacionais, um marinheiro é considerado abandonado quando o armador deixa de garantir sua repatriação, o sustento básico ou o pagamento de salários por pelo menos dois meses. No ano passado, tripulações abandonadas acumularam mais de vinte e cinco milhões de dólares em salários atrasados, dos quais cerca de dois terços foram recuperados por meio de intervenções sindicais.
As nacionalidades mais afetadas pelo abandono marítimo em 2025 foram a indiana, a filipina e a síria. Diante desse cenário, alguns governos passaram a restringir a atuação de embarcações envolvidas em violações de direitos trabalhistas, especialmente aquelas com proprietários difíceis de identificar ou sem resposta dos Estados de registro.
Especialistas do setor marítimo apontam que os países que oferecem bandeiras de conveniência frequentemente deixam de assumir responsabilidades sobre as embarcações registradas, apesar de o direito marítimo internacional prever a existência de um vínculo efetivo entre o navio, seus proprietários e o Estado de bandeira. Na prática, esse vínculo ainda é frágil e pouco definido.
O tripulante que relatou sua experiência afirma que, no futuro, será mais criterioso ao escolher em que navio trabalhar, buscando informações sobre condições de trabalho, salários, provisões e eventuais sanções. Marinheiros frequentemente dependem das oportunidades disponíveis, e, enquanto as frotas fantasmas continuarem a desempenhar papel central no transporte de petróleo, especialistas alertam que apenas uma cooperação internacional mais ampla poderá reduzir os riscos e proteger os trabalhadores do mar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd9gd4ee4zvo.adaptado.
O texto analisa práticas recorrentes no transporte marítimo internacional, destacando estratégias utilizadas para reduzir controles legais e regulatórios sobre determinadas embarcações.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4023874 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que está por trás do aumento de navios abandonados no mar

Nos últimos meses, cresceu de forma significativa o número de petroleiros e de outras embarcações comerciais abandonadas por seus proprietários em diversas regiões do mundo. Esse fenômeno levanta questionamentos sobre suas causas e, principalmente, sobre os impactos humanos sofridos pelos marinheiros mercantes envolvidos.
Um tripulante, cuja identidade foi preservada, relatou à imprensa a partir de um petroleiro abandonado fora das águas territoriais de um país asiático que a tripulação enfrentou falta de alimentos básicos, como carne, grãos e peixe. A escassez comprometeu a saúde dos trabalhadores e agravou o clima a bordo, marcado por fome, tensão e incerteza quanto ao futuro.
A embarcação transporta cerca de setecentos e cinquenta mil barris de petróleo bruto, avaliados em aproximadamente cinquenta milhões de dólares, e havia partido do Extremo Oriente da Rússia com destino à Ásia no início de novembro. Após meses sem pagamento de salários, o navio foi considerado abandonado por uma federação sindical internacional. A embarcação permanece em águas internacionais, sem autorização para atracar, mas houve intervenção sindical para garantir parte dos salários atrasados e o envio de alimentos, água potável e suprimentos essenciais. Apesar da repatriação de alguns tripulantes, a maioria segue a bordo.
Dados sindicais indicam que, em 2016, foram registrados apenas vinte navios abandonados no mundo. Em 2025, esse número saltou para mais de quatrocentos, afetando mais de seis mil marinheiros, um aumento expressivo em relação ao ano anterior. A instabilidade geopolítica, conflitos armados e os efeitos prolongados da pandemia contribuíram para interrupções nas cadeias de suprimento e variações nos custos de frete, dificultando a sobrevivência financeira de algumas empresas marítimas.
Outro fator relevante é a expansão das chamadas frotas fantasmas, compostas principalmente por embarcações antigas, com estruturas de propriedade pouco transparentes, condições precárias de navegação e ausência de seguro adequado. Esses navios costumam operar sob bandeiras de conveniência, registradas em países com fiscalização limitada, o que permite contornar sanções internacionais e exportar petróleo em desacordo com restrições impostas a determinados Estados.
O uso de bandeiras de conveniência não é recente e historicamente tem sido adotado para escapar de legislações nacionais mais rigorosas. Atualmente, poucos países concentram grande parte do registro dessas embarcações, recebendo taxas em troca do uso de suas bandeiras. Nos últimos anos, novos Estados passaram a oferecer esse tipo de registro, ampliando o problema.
A maioria dos navios abandonados em 2025 navegava sob bandeiras de conveniência. Embora não seja possível determinar quantos pertencem diretamente às frotas fantasmas, o estado precário dessas embarcações e a falta de transparência aumentam os riscos tanto para os navios quanto para suas tripulações.
Segundo diretrizes internacionais, um marinheiro é considerado abandonado quando o armador deixa de garantir sua repatriação, o sustento básico ou o pagamento de salários por pelo menos dois meses. No ano passado, tripulações abandonadas acumularam mais de vinte e cinco milhões de dólares em salários atrasados, dos quais cerca de dois terços foram recuperados por meio de intervenções sindicais.
As nacionalidades mais afetadas pelo abandono marítimo em 2025 foram a indiana, a filipina e a síria. Diante desse cenário, alguns governos passaram a restringir a atuação de embarcações envolvidas em violações de direitos trabalhistas, especialmente aquelas com proprietários difíceis de identificar ou sem resposta dos Estados de registro.
Especialistas do setor marítimo apontam que os países que oferecem bandeiras de conveniência frequentemente deixam de assumir responsabilidades sobre as embarcações registradas, apesar de o direito marítimo internacional prever a existência de um vínculo efetivo entre o navio, seus proprietários e o Estado de bandeira. Na prática, esse vínculo ainda é frágil e pouco definido.
O tripulante que relatou sua experiência afirma que, no futuro, será mais criterioso ao escolher em que navio trabalhar, buscando informações sobre condições de trabalho, salários, provisões e eventuais sanções. Marinheiros frequentemente dependem das oportunidades disponíveis, e, enquanto as frotas fantasmas continuarem a desempenhar papel central no transporte de petróleo, especialistas alertam que apenas uma cooperação internacional mais ampla poderá reduzir os riscos e proteger os trabalhadores do mar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd9gd4ee4zvo.adaptado.
O texto apresenta um quadro recente ligado ao transporte marítimo, destacando não apenas a ocorrência do problema, mas também suas repercussões diretas sobre trabalhadores embarcados.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4023873 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A crescente demanda por acompanhantes de saúde em um Brasil com famílias mais enxutas e cada vez mais velho

O envelhecimento acelerado da população brasileira, aliado à redução do número de filhos e à diminuição das redes familiares, tem tornado mais comum a contratação de cuidadores e acompanhantes de saúde. Esse movimento amplia o debate sobre a regulamentação da profissão e revela uma expansão das atividades desses profissionais, que vão além do cuidado de idosos e passam a atuar no acompanhamento em exames, consultas e procedimentos hospitalares, inclusive para pessoas mais jovens.
Plataformas digitais facilitam esse tipo de contratação, geralmente informal, sem contratos de trabalho e com pagamento acordado por diária. Girlaine Ferreira, cuidadora há seis anos na região metropolitana de São Paulo, relata que esse serviço ainda é pouco conhecido, mas permite complementar a renda. Ela cobra valores que variam conforme a duração e o dia do atendimento e afirma que consegue aumentar significativamente o ganho mensal. Segundo sua experiência, a maioria dos clientes pertence às classes média e alta, tanto pelo custo quanto pela falta de informação sobre a existência desse tipo de serviço entre pessoas com menor escolaridade.
Ao longo de sua atuação, Girlaine já acompanhou pacientes em exames, procedimentos e longas internações hospitalares, inclusive em unidades de terapia intensiva. Embora tenha formação no cuidado de idosos, ela explica que não é obrigatório ter curso específico de enfermagem, desde que os limites do serviço estejam claros entre cliente e profissional.
A auxiliar de enfermagem Edineusa Matos também encontrou nesse tipo de acompanhamento uma oportunidade de renda extra. Com jornada de trabalho que alterna longos períodos de serviço e descanso, ela consegue assumir atendimentos como acompanhante, tanto na capital paulista quanto na região do ABC. No início, teve dificuldade em divulgar seu trabalho, mas hoje recebe boas avaliações e novos clientes por indicação. Entre os casos atendidos, destaca o acompanhamento de uma mãe que precisava levar o filho autista ao médico e não tinha condições de dirigir ou usar transporte por aplicativo.
Além de acompanhar consultas, Edineusa já auxiliou pacientes com necessidades específicas e atualmente acompanha um idoso em sessões regulares de hemodiálise. Seu rendimento como acompanhante, em alguns meses, supera o salário do emprego formal, o que lhe permitiu financiar a compra de um imóvel. Os valores cobrados variam conforme a complexidade do serviço e o esforço exigido. 
Apesar do crescimento dessa atividade, a informalidade traz riscos. O trabalho de cuidador está previsto na Classificação Brasileira de Ocupações, o que permite contratação formal, com direitos trabalhistas. As atribuições incluem acompanhamento em consultas, auxílio em exercícios leves, administração de medicamentos prescritos e observação de sinais de emergência, sem diagnóstico ou prescrição médica. No entanto, a categoria ainda carece de regulamentação específica e de representação sindical unificada. Um projeto de lei sobre o tema tramita na Câmara dos Deputados.
Segundo a advogada Patrícia Schüler Fava, serviços eventuais não configuram vínculo empregatício, mas a prestação habitual gera obrigações formais para o contratante. Comparecer à residência ao menos três vezes por semana já caracteriza relação de trabalho doméstico, com exigência de registro e garantia de direitos.
Especialistas associam a maior demanda por acompanhantes ao envelhecimento populacional e à redução das redes de apoio familiar. A médica Roberta França destaca que o Brasil envelheceu em poucas décadas, um processo que levou mais de um século na Europa, sem a mesma preparação econômica e social. O demógrafo Márcio Minamiguchi observa que a geração mais idosa teve menos filhos e conta com apoio familiar mais limitado, o que amplia a procura por profissionais e por instituições de longa permanência.
A antropóloga Valquíria Renk lembra que muitas famílias não têm condições financeiras de contratar esses serviços, fazendo com que o cuidado recaia sobre parentes, sobretudo mulheres, sem remuneração. Para famílias com maior renda, o principal obstáculo costuma ser a falta de tempo, o que torna a contratação de acompanhantes uma alternativa. Embora a Política Nacional do Cuidado, sancionada em 2024, busque reconhecer e estruturar essas atividades, sua efetividade ainda é limitada, mantendo grande parte das famílias sem apoio adequado.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0jvq82v755o.adaptado.
O texto discute a atuação dos acompanhantes de saúde, relacionando aspectos econômicos da atividade às condições formais de trabalho e aos limites definidos para essa função profissional.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4023872 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A crescente demanda por acompanhantes de saúde em um Brasil com famílias mais enxutas e cada vez mais velho

O envelhecimento acelerado da população brasileira, aliado à redução do número de filhos e à diminuição das redes familiares, tem tornado mais comum a contratação de cuidadores e acompanhantes de saúde. Esse movimento amplia o debate sobre a regulamentação da profissão e revela uma expansão das atividades desses profissionais, que vão além do cuidado de idosos e passam a atuar no acompanhamento em exames, consultas e procedimentos hospitalares, inclusive para pessoas mais jovens.
Plataformas digitais facilitam esse tipo de contratação, geralmente informal, sem contratos de trabalho e com pagamento acordado por diária. Girlaine Ferreira, cuidadora há seis anos na região metropolitana de São Paulo, relata que esse serviço ainda é pouco conhecido, mas permite complementar a renda. Ela cobra valores que variam conforme a duração e o dia do atendimento e afirma que consegue aumentar significativamente o ganho mensal. Segundo sua experiência, a maioria dos clientes pertence às classes média e alta, tanto pelo custo quanto pela falta de informação sobre a existência desse tipo de serviço entre pessoas com menor escolaridade.
Ao longo de sua atuação, Girlaine já acompanhou pacientes em exames, procedimentos e longas internações hospitalares, inclusive em unidades de terapia intensiva. Embora tenha formação no cuidado de idosos, ela explica que não é obrigatório ter curso específico de enfermagem, desde que os limites do serviço estejam claros entre cliente e profissional.
A auxiliar de enfermagem Edineusa Matos também encontrou nesse tipo de acompanhamento uma oportunidade de renda extra. Com jornada de trabalho que alterna longos períodos de serviço e descanso, ela consegue assumir atendimentos como acompanhante, tanto na capital paulista quanto na região do ABC. No início, teve dificuldade em divulgar seu trabalho, mas hoje recebe boas avaliações e novos clientes por indicação. Entre os casos atendidos, destaca o acompanhamento de uma mãe que precisava levar o filho autista ao médico e não tinha condições de dirigir ou usar transporte por aplicativo.
Além de acompanhar consultas, Edineusa já auxiliou pacientes com necessidades específicas e atualmente acompanha um idoso em sessões regulares de hemodiálise. Seu rendimento como acompanhante, em alguns meses, supera o salário do emprego formal, o que lhe permitiu financiar a compra de um imóvel. Os valores cobrados variam conforme a complexidade do serviço e o esforço exigido. 
Apesar do crescimento dessa atividade, a informalidade traz riscos. O trabalho de cuidador está previsto na Classificação Brasileira de Ocupações, o que permite contratação formal, com direitos trabalhistas. As atribuições incluem acompanhamento em consultas, auxílio em exercícios leves, administração de medicamentos prescritos e observação de sinais de emergência, sem diagnóstico ou prescrição médica. No entanto, a categoria ainda carece de regulamentação específica e de representação sindical unificada. Um projeto de lei sobre o tema tramita na Câmara dos Deputados.
Segundo a advogada Patrícia Schüler Fava, serviços eventuais não configuram vínculo empregatício, mas a prestação habitual gera obrigações formais para o contratante. Comparecer à residência ao menos três vezes por semana já caracteriza relação de trabalho doméstico, com exigência de registro e garantia de direitos.
Especialistas associam a maior demanda por acompanhantes ao envelhecimento populacional e à redução das redes de apoio familiar. A médica Roberta França destaca que o Brasil envelheceu em poucas décadas, um processo que levou mais de um século na Europa, sem a mesma preparação econômica e social. O demógrafo Márcio Minamiguchi observa que a geração mais idosa teve menos filhos e conta com apoio familiar mais limitado, o que amplia a procura por profissionais e por instituições de longa permanência.
A antropóloga Valquíria Renk lembra que muitas famílias não têm condições financeiras de contratar esses serviços, fazendo com que o cuidado recaia sobre parentes, sobretudo mulheres, sem remuneração. Para famílias com maior renda, o principal obstáculo costuma ser a falta de tempo, o que torna a contratação de acompanhantes uma alternativa. Embora a Política Nacional do Cuidado, sancionada em 2024, busque reconhecer e estruturar essas atividades, sua efetividade ainda é limitada, mantendo grande parte das famílias sem apoio adequado.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0jvq82v755o.adaptado.
O texto discute aspectos legais e sociais relacionados ao trabalho de acompanhantes de saúde, considerando tanto as regras que definem vínculos de trabalho quanto fatores demográficos e familiares que influenciam a demanda por esses serviços.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4023871 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A crescente demanda por acompanhantes de saúde em um Brasil com famílias mais enxutas e cada vez mais velho

O envelhecimento acelerado da população brasileira, aliado à redução do número de filhos e à diminuição das redes familiares, tem tornado mais comum a contratação de cuidadores e acompanhantes de saúde. Esse movimento amplia o debate sobre a regulamentação da profissão e revela uma expansão das atividades desses profissionais, que vão além do cuidado de idosos e passam a atuar no acompanhamento em exames, consultas e procedimentos hospitalares, inclusive para pessoas mais jovens.
Plataformas digitais facilitam esse tipo de contratação, geralmente informal, sem contratos de trabalho e com pagamento acordado por diária. Girlaine Ferreira, cuidadora há seis anos na região metropolitana de São Paulo, relata que esse serviço ainda é pouco conhecido, mas permite complementar a renda. Ela cobra valores que variam conforme a duração e o dia do atendimento e afirma que consegue aumentar significativamente o ganho mensal. Segundo sua experiência, a maioria dos clientes pertence às classes média e alta, tanto pelo custo quanto pela falta de informação sobre a existência desse tipo de serviço entre pessoas com menor escolaridade.
Ao longo de sua atuação, Girlaine já acompanhou pacientes em exames, procedimentos e longas internações hospitalares, inclusive em unidades de terapia intensiva. Embora tenha formação no cuidado de idosos, ela explica que não é obrigatório ter curso específico de enfermagem, desde que os limites do serviço estejam claros entre cliente e profissional.
A auxiliar de enfermagem Edineusa Matos também encontrou nesse tipo de acompanhamento uma oportunidade de renda extra. Com jornada de trabalho que alterna longos períodos de serviço e descanso, ela consegue assumir atendimentos como acompanhante, tanto na capital paulista quanto na região do ABC. No início, teve dificuldade em divulgar seu trabalho, mas hoje recebe boas avaliações e novos clientes por indicação. Entre os casos atendidos, destaca o acompanhamento de uma mãe que precisava levar o filho autista ao médico e não tinha condições de dirigir ou usar transporte por aplicativo.
Além de acompanhar consultas, Edineusa já auxiliou pacientes com necessidades específicas e atualmente acompanha um idoso em sessões regulares de hemodiálise. Seu rendimento como acompanhante, em alguns meses, supera o salário do emprego formal, o que lhe permitiu financiar a compra de um imóvel. Os valores cobrados variam conforme a complexidade do serviço e o esforço exigido. 
Apesar do crescimento dessa atividade, a informalidade traz riscos. O trabalho de cuidador está previsto na Classificação Brasileira de Ocupações, o que permite contratação formal, com direitos trabalhistas. As atribuições incluem acompanhamento em consultas, auxílio em exercícios leves, administração de medicamentos prescritos e observação de sinais de emergência, sem diagnóstico ou prescrição médica. No entanto, a categoria ainda carece de regulamentação específica e de representação sindical unificada. Um projeto de lei sobre o tema tramita na Câmara dos Deputados.
Segundo a advogada Patrícia Schüler Fava, serviços eventuais não configuram vínculo empregatício, mas a prestação habitual gera obrigações formais para o contratante. Comparecer à residência ao menos três vezes por semana já caracteriza relação de trabalho doméstico, com exigência de registro e garantia de direitos.
Especialistas associam a maior demanda por acompanhantes ao envelhecimento populacional e à redução das redes de apoio familiar. A médica Roberta França destaca que o Brasil envelheceu em poucas décadas, um processo que levou mais de um século na Europa, sem a mesma preparação econômica e social. O demógrafo Márcio Minamiguchi observa que a geração mais idosa teve menos filhos e conta com apoio familiar mais limitado, o que amplia a procura por profissionais e por instituições de longa permanência.
A antropóloga Valquíria Renk lembra que muitas famílias não têm condições financeiras de contratar esses serviços, fazendo com que o cuidado recaia sobre parentes, sobretudo mulheres, sem remuneração. Para famílias com maior renda, o principal obstáculo costuma ser a falta de tempo, o que torna a contratação de acompanhantes uma alternativa. Embora a Política Nacional do Cuidado, sancionada em 2024, busque reconhecer e estruturar essas atividades, sua efetividade ainda é limitada, mantendo grande parte das famílias sem apoio adequado.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0jvq82v755o.adaptado.
O texto trata das diferentes experiências profissionais de acompanhantes de saúde, evidenciando formas de atuação, limites do serviço e estratégias de inserção no mercado.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4023870 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A crescente demanda por acompanhantes de saúde em um Brasil com famílias mais enxutas e cada vez mais velho

O envelhecimento acelerado da população brasileira, aliado à redução do número de filhos e à diminuição das redes familiares, tem tornado mais comum a contratação de cuidadores e acompanhantes de saúde. Esse movimento amplia o debate sobre a regulamentação da profissão e revela uma expansão das atividades desses profissionais, que vão além do cuidado de idosos e passam a atuar no acompanhamento em exames, consultas e procedimentos hospitalares, inclusive para pessoas mais jovens.
Plataformas digitais facilitam esse tipo de contratação, geralmente informal, sem contratos de trabalho e com pagamento acordado por diária. Girlaine Ferreira, cuidadora há seis anos na região metropolitana de São Paulo, relata que esse serviço ainda é pouco conhecido, mas permite complementar a renda. Ela cobra valores que variam conforme a duração e o dia do atendimento e afirma que consegue aumentar significativamente o ganho mensal. Segundo sua experiência, a maioria dos clientes pertence às classes média e alta, tanto pelo custo quanto pela falta de informação sobre a existência desse tipo de serviço entre pessoas com menor escolaridade.
Ao longo de sua atuação, Girlaine já acompanhou pacientes em exames, procedimentos e longas internações hospitalares, inclusive em unidades de terapia intensiva. Embora tenha formação no cuidado de idosos, ela explica que não é obrigatório ter curso específico de enfermagem, desde que os limites do serviço estejam claros entre cliente e profissional.
A auxiliar de enfermagem Edineusa Matos também encontrou nesse tipo de acompanhamento uma oportunidade de renda extra. Com jornada de trabalho que alterna longos períodos de serviço e descanso, ela consegue assumir atendimentos como acompanhante, tanto na capital paulista quanto na região do ABC. No início, teve dificuldade em divulgar seu trabalho, mas hoje recebe boas avaliações e novos clientes por indicação. Entre os casos atendidos, destaca o acompanhamento de uma mãe que precisava levar o filho autista ao médico e não tinha condições de dirigir ou usar transporte por aplicativo.
Além de acompanhar consultas, Edineusa já auxiliou pacientes com necessidades específicas e atualmente acompanha um idoso em sessões regulares de hemodiálise. Seu rendimento como acompanhante, em alguns meses, supera o salário do emprego formal, o que lhe permitiu financiar a compra de um imóvel. Os valores cobrados variam conforme a complexidade do serviço e o esforço exigido. 
Apesar do crescimento dessa atividade, a informalidade traz riscos. O trabalho de cuidador está previsto na Classificação Brasileira de Ocupações, o que permite contratação formal, com direitos trabalhistas. As atribuições incluem acompanhamento em consultas, auxílio em exercícios leves, administração de medicamentos prescritos e observação de sinais de emergência, sem diagnóstico ou prescrição médica. No entanto, a categoria ainda carece de regulamentação específica e de representação sindical unificada. Um projeto de lei sobre o tema tramita na Câmara dos Deputados.
Segundo a advogada Patrícia Schüler Fava, serviços eventuais não configuram vínculo empregatício, mas a prestação habitual gera obrigações formais para o contratante. Comparecer à residência ao menos três vezes por semana já caracteriza relação de trabalho doméstico, com exigência de registro e garantia de direitos.
Especialistas associam a maior demanda por acompanhantes ao envelhecimento populacional e à redução das redes de apoio familiar. A médica Roberta França destaca que o Brasil envelheceu em poucas décadas, um processo que levou mais de um século na Europa, sem a mesma preparação econômica e social. O demógrafo Márcio Minamiguchi observa que a geração mais idosa teve menos filhos e conta com apoio familiar mais limitado, o que amplia a procura por profissionais e por instituições de longa permanência.
A antropóloga Valquíria Renk lembra que muitas famílias não têm condições financeiras de contratar esses serviços, fazendo com que o cuidado recaia sobre parentes, sobretudo mulheres, sem remuneração. Para famílias com maior renda, o principal obstáculo costuma ser a falta de tempo, o que torna a contratação de acompanhantes uma alternativa. Embora a Política Nacional do Cuidado, sancionada em 2024, busque reconhecer e estruturar essas atividades, sua efetividade ainda é limitada, mantendo grande parte das famílias sem apoio adequado.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0jvq82v755o.adaptado.
O texto apresenta aspectos relacionados às formas de contratação e ao perfil socioeconômico dos usuários de determinados serviços de apoio à saúde, destacando práticas comuns no mercado atual.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4023869 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A crescente demanda por acompanhantes de saúde em um Brasil com famílias mais enxutas e cada vez mais velho

O envelhecimento acelerado da população brasileira, aliado à redução do número de filhos e à diminuição das redes familiares, tem tornado mais comum a contratação de cuidadores e acompanhantes de saúde. Esse movimento amplia o debate sobre a regulamentação da profissão e revela uma expansão das atividades desses profissionais, que vão além do cuidado de idosos e passam a atuar no acompanhamento em exames, consultas e procedimentos hospitalares, inclusive para pessoas mais jovens.
Plataformas digitais facilitam esse tipo de contratação, geralmente informal, sem contratos de trabalho e com pagamento acordado por diária. Girlaine Ferreira, cuidadora há seis anos na região metropolitana de São Paulo, relata que esse serviço ainda é pouco conhecido, mas permite complementar a renda. Ela cobra valores que variam conforme a duração e o dia do atendimento e afirma que consegue aumentar significativamente o ganho mensal. Segundo sua experiência, a maioria dos clientes pertence às classes média e alta, tanto pelo custo quanto pela falta de informação sobre a existência desse tipo de serviço entre pessoas com menor escolaridade.
Ao longo de sua atuação, Girlaine já acompanhou pacientes em exames, procedimentos e longas internações hospitalares, inclusive em unidades de terapia intensiva. Embora tenha formação no cuidado de idosos, ela explica que não é obrigatório ter curso específico de enfermagem, desde que os limites do serviço estejam claros entre cliente e profissional.
A auxiliar de enfermagem Edineusa Matos também encontrou nesse tipo de acompanhamento uma oportunidade de renda extra. Com jornada de trabalho que alterna longos períodos de serviço e descanso, ela consegue assumir atendimentos como acompanhante, tanto na capital paulista quanto na região do ABC. No início, teve dificuldade em divulgar seu trabalho, mas hoje recebe boas avaliações e novos clientes por indicação. Entre os casos atendidos, destaca o acompanhamento de uma mãe que precisava levar o filho autista ao médico e não tinha condições de dirigir ou usar transporte por aplicativo.
Além de acompanhar consultas, Edineusa já auxiliou pacientes com necessidades específicas e atualmente acompanha um idoso em sessões regulares de hemodiálise. Seu rendimento como acompanhante, em alguns meses, supera o salário do emprego formal, o que lhe permitiu financiar a compra de um imóvel. Os valores cobrados variam conforme a complexidade do serviço e o esforço exigido. 
Apesar do crescimento dessa atividade, a informalidade traz riscos. O trabalho de cuidador está previsto na Classificação Brasileira de Ocupações, o que permite contratação formal, com direitos trabalhistas. As atribuições incluem acompanhamento em consultas, auxílio em exercícios leves, administração de medicamentos prescritos e observação de sinais de emergência, sem diagnóstico ou prescrição médica. No entanto, a categoria ainda carece de regulamentação específica e de representação sindical unificada. Um projeto de lei sobre o tema tramita na Câmara dos Deputados.
Segundo a advogada Patrícia Schüler Fava, serviços eventuais não configuram vínculo empregatício, mas a prestação habitual gera obrigações formais para o contratante. Comparecer à residência ao menos três vezes por semana já caracteriza relação de trabalho doméstico, com exigência de registro e garantia de direitos.
Especialistas associam a maior demanda por acompanhantes ao envelhecimento populacional e à redução das redes de apoio familiar. A médica Roberta França destaca que o Brasil envelheceu em poucas décadas, um processo que levou mais de um século na Europa, sem a mesma preparação econômica e social. O demógrafo Márcio Minamiguchi observa que a geração mais idosa teve menos filhos e conta com apoio familiar mais limitado, o que amplia a procura por profissionais e por instituições de longa permanência.
A antropóloga Valquíria Renk lembra que muitas famílias não têm condições financeiras de contratar esses serviços, fazendo com que o cuidado recaia sobre parentes, sobretudo mulheres, sem remuneração. Para famílias com maior renda, o principal obstáculo costuma ser a falta de tempo, o que torna a contratação de acompanhantes uma alternativa. Embora a Política Nacional do Cuidado, sancionada em 2024, busque reconhecer e estruturar essas atividades, sua efetividade ainda é limitada, mantendo grande parte das famílias sem apoio adequado.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0jvq82v755o.adaptado.
O texto aborda mudanças sociais relacionadas às formas de cuidado em saúde, considerando transformações demográficas e familiares que afetam a organização desse tipo de serviço na sociedade brasileira.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4021412 Direito Administrativo
O motorista do Tratamento Fora do Domicílio (TFD) recebe pedido informal para alterar o itinerário autorizado, fazendo desvio rápido para atender interesse particular de terceiro. A situação envolve uso de veículo oficial, registro de rota e necessidade de obedecer ao itinerário autorizado pelo setor de TFD. Considerando os princípios de ética, zelo pelo patrimônio público e transparência no serviço, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4021411 Segurança e Transporte
Durante transporte de pacientes em via não pavimentada, ocorre trecho com lama e valetas, exigindo condução cuidadosa para evitar atolamento e perda de estabilidade. Considerando as diferentes condições dos pacientes transportados, o condutor deve adotar práticas que minimizem vibrações e reduzam o risco de lesões por impactos internos. Nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4021410 Segurança e Transporte
Durante deslocamento, o motorista enfrenta neblina em trecho de serra e visibilidade reduzida. Há risco de colisão traseira e saída de pista, especialmente com passageiros em condição clínica sensível.

A condução deve ajustar velocidade, iluminação e distância de segurança de modo progressivo. Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4021409 Legislação de Trânsito
Durante o retorno de uma viagem de Tratamento Fora do Domicílio (TFD), o motorista do veículo oficial é abordado em fiscalização de rotina. Ao verificar a documentação do veículo, constata-se que o veículo não está registrado e devidamente licenciado para circulação, embora o motorista esteja com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria D válida e regular. A equipe de fiscalização informa que, além da multa, pode haver medida administrativa aplicada no local. Considere exclusivamente a redação vigente da Lei Federal nº 9.503/1997 (Código de Trânsito Brasileiro - CTB), com base no art. 230, inciso V, sem considerar jurisprudência ou doutrina.

Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4021408 Segurança e Transporte
Durante deslocamento com pacientes para Tratamento Fora do Domicílio (TFD), o motorista percebe vibração no volante ao frear em velocidade moderada e aumento de distância de frenagem. Ele deve registrar o sintoma e comunicar/encaminhar veículo para avaliação técnica, evitando conclusões inadequadas e buscando correção preventiva. Nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4021407 Legislação de Trânsito
Durante inspeção prévia ao deslocamento para Tratamento Fora do Domicílio (TFD), o motorista verifica os equipamentos obrigatórios do veículo oficial, certificando-se de que estejam presentes e em condições de funcionamento. Com base exclusivamente na redação vigente do art. 105 da Lei Federal nº 9.503/1997 (Código de Trânsito Brasileiro - CTB) e no regime de infrações previsto no próprio CTB, sem considerar jurisprudência ou doutrina, analise as proposições e registre V (verdadeiro) ou F (falso):

(__) O art. 105 do CTB estabelece que os veículos devem possuir equipamentos obrigatórios definidos pelo próprio Código e por regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN).
(__) Circular com equipamento obrigatório ineficiente ou inoperante pode configurar infração prevista no art. 230 do CTB.
(__) A condição de veículo oficial afasta a exigência de equipamentos obrigatórios quando o transporte for para atendimento de saúde.
(__) A verificação prévia dos equipamentos obrigatórios integra a responsabilidade do condutor quanto à condução segura do veículo.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA, de cima para baixo.
Alternativas
Respostas
301: B
302: B
303: A
304: B
305: D
306: B
307: D
308: B
309: B
310: D
311: A
312: B
313: D
314: A
315: A
316: D
317: B
318: A
319: B
320: D