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Q3818559 Português
"Quando penso em territórios, não me ocorrem apenas os limites geográficos que demarcam um lugar num mapa, não. Um território é uma vida, um agente, uma força vital que participa de quem somos, de nossa identidade e de nosso modo de viver e produzir comunidade. São lugares que entrelaçam histórias, saberes e desejos. As favelas e periferias são locais de resistência e de construção de comunidade. As mulheres que habitam esses espaços são as guardiãs da memória e da cultura — e, sem seus saberes, sem seu lugar à proa de nosso navio, não podemos ir muito longe.

As favelas e periferias das grandes cidades brasileiras formaram-se como arranjos territoriais oriundos de muitos choques, despejos e novas tentativas de reconfiguração da vida — em situações quase sempre piores."


(Disponível em: https://www.geledes.org.br/guardias-da-semente-mulheres-costurandoterritorios-bem-viver/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.) 
No excerto, a autora do texto lançou mão de uma figura de linguagem, conferindo às ideias maior expressividade:
"[...] sem seus saberes, sem seu lugar à proa de nosso navio , não podemos ir muito longe".
Assinale a alternativa que indica corretamente a figura de linguagem utilizada no excerto:
Alternativas
Q3818558 Português
Quem treina a IA não confia


Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o recado é que a tecnologia não funciona como está sendo divulgada

Trabalhadores que treinam sistemas de IA como ChatGPT, Gemini e Grok estão alertando familiares para não usarem essas ferramentas. Uma reportagem do jornal inglês The Guardian conta que muitos, ao perceberem como é fácil deixar passar conteúdos racistas durante avaliações, abandonam o uso de IA e proíbem filhos de usar chatbots.

Outros avaliadores relatam que empresas os colocam para avaliar respostas sobre saúde e ética sem treinamento especializado e que seu feedback é ignorado. Segundo a NewsGuard, os chatbots reduziram a taxa de respostas "não sei" de 31% para 0% entre 2024 e 2025 e dobraram a reprodução de desinformação.

O problema está na base. Modelos de linguagem apenas preveem palavras baseados em padrões estatísticos. Não pensam, não raciocinam. Décadas de neurociência mostram que linguagem e pensamento são processos separados no cérebro.

Você pode perder a fala e manter o raciocínio intacto. A promessa de que aumentar o tamanho dos modelos levará à superinteligência ignora que cognição humana envolve muito mais que texto. Intuição, habilidades físicas, compreensão social e outras coisas que não cabem em palavras são também essenciais.

A OpenAI enfrenta processo pela morte de um adolescente de 16 anos, que passou meses conversando com ChatGPT antes de morrer por suicídio. A empresa alega "uso inadequado" e diz que menores não podem usar a ferramenta sem autorização dos pais. É cruel ver uma empresa que promete superinteligência admitir que o sistema não consegue identificar e prevenir esse tipo de uso.

A família afirma que o chatbot forneceu instruções de métodos suicidas, incentivou segredo e guiou os passos finais. Segundo uma reportagem do New York Times, a OpenAI diz ter recomendado ajuda 100 vezes, mas evita reconhecer que priorizou crescimento da plataforma sobre segurança.

A Character.AI, que enfrenta processos similares, tomou medidas e bloqueou o acesso de menores de 18 anos, que agora podem usar apenas o modo "Stories", com narrativas guiadas em vez de conversas abertas. Reconheceu que chatbots disponíveis 24 horas não são adequados para adolescentes.

Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o recado é que a tecnologia não funciona como está sendo divulgada. Quem vivencia os bastidores fala menos sobre superinteligência iminente e mais sobre um sistema frágil que confunde prever palavras com pensar.


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/quem-treina-a-ia-nao-confia/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)
Leia o trecho a seguir:
Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o recado é que a tecnologia não funciona como está sendo divulgada.
A língua não é estática, o que possibilita, por exemplo, expressar uma mesma ideia, mantendo o sentido, de formas linguísticas. A seguir, o excerto foi reescrito de outras maneiras, analise cada alternativa, assim como os ajustes linguísticos feitos, verificando o sentido que em cada uma. Em seguida, assinale a alternativa em que o sentido dado no texto foi mantido: 
Alternativas
Q3818557 Português
Quem treina a IA não confia


Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o recado é que a tecnologia não funciona como está sendo divulgada

Trabalhadores que treinam sistemas de IA como ChatGPT, Gemini e Grok estão alertando familiares para não usarem essas ferramentas. Uma reportagem do jornal inglês The Guardian conta que muitos, ao perceberem como é fácil deixar passar conteúdos racistas durante avaliações, abandonam o uso de IA e proíbem filhos de usar chatbots.

Outros avaliadores relatam que empresas os colocam para avaliar respostas sobre saúde e ética sem treinamento especializado e que seu feedback é ignorado. Segundo a NewsGuard, os chatbots reduziram a taxa de respostas "não sei" de 31% para 0% entre 2024 e 2025 e dobraram a reprodução de desinformação.

O problema está na base. Modelos de linguagem apenas preveem palavras baseados em padrões estatísticos. Não pensam, não raciocinam. Décadas de neurociência mostram que linguagem e pensamento são processos separados no cérebro.

Você pode perder a fala e manter o raciocínio intacto. A promessa de que aumentar o tamanho dos modelos levará à superinteligência ignora que cognição humana envolve muito mais que texto. Intuição, habilidades físicas, compreensão social e outras coisas que não cabem em palavras são também essenciais.

A OpenAI enfrenta processo pela morte de um adolescente de 16 anos, que passou meses conversando com ChatGPT antes de morrer por suicídio. A empresa alega "uso inadequado" e diz que menores não podem usar a ferramenta sem autorização dos pais. É cruel ver uma empresa que promete superinteligência admitir que o sistema não consegue identificar e prevenir esse tipo de uso.

A família afirma que o chatbot forneceu instruções de métodos suicidas, incentivou segredo e guiou os passos finais. Segundo uma reportagem do New York Times, a OpenAI diz ter recomendado ajuda 100 vezes, mas evita reconhecer que priorizou crescimento da plataforma sobre segurança.

A Character.AI, que enfrenta processos similares, tomou medidas e bloqueou o acesso de menores de 18 anos, que agora podem usar apenas o modo "Stories", com narrativas guiadas em vez de conversas abertas. Reconheceu que chatbots disponíveis 24 horas não são adequados para adolescentes.

Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o recado é que a tecnologia não funciona como está sendo divulgada. Quem vivencia os bastidores fala menos sobre superinteligência iminente e mais sobre um sistema frágil que confunde prever palavras com pensar.


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/quem-treina-a-ia-nao-confia/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)
A respeito do uso da vírgula, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando as regras de uso da vírgula com suas aplicações:
Primeira coluna: regras de uso da vírgula
1.A vírgula é empregada para separar orações ou termos coordenados sem a utilização de conectivo.
2.A vírgula é empregada para indicar/separar uma oração adjetiva explicativa.
3.A vírgula é empregada para separar o adjunto adverbial deslocado.
Segunda coluna: aplicações
(__)"A Character.AI, que enfrenta processos similares, tomou medidas e bloqueou o acesso de menores de 18 anos".
(__)"Segundo uma reportagem do New York Times, a OpenAI diz ter recomendado ajuda 100 vezes".
(__)"Não pensam, não raciocinam."

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Q3818556 Português
Quem treina a IA não confia


Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o recado é que a tecnologia não funciona como está sendo divulgada

Trabalhadores que treinam sistemas de IA como ChatGPT, Gemini e Grok estão alertando familiares para não usarem essas ferramentas. Uma reportagem do jornal inglês The Guardian conta que muitos, ao perceberem como é fácil deixar passar conteúdos racistas durante avaliações, abandonam o uso de IA e proíbem filhos de usar chatbots.

Outros avaliadores relatam que empresas os colocam para avaliar respostas sobre saúde e ética sem treinamento especializado e que seu feedback é ignorado. Segundo a NewsGuard, os chatbots reduziram a taxa de respostas "não sei" de 31% para 0% entre 2024 e 2025 e dobraram a reprodução de desinformação.

O problema está na base. Modelos de linguagem apenas preveem palavras baseados em padrões estatísticos. Não pensam, não raciocinam. Décadas de neurociência mostram que linguagem e pensamento são processos separados no cérebro.

Você pode perder a fala e manter o raciocínio intacto. A promessa de que aumentar o tamanho dos modelos levará à superinteligência ignora que cognição humana envolve muito mais que texto. Intuição, habilidades físicas, compreensão social e outras coisas que não cabem em palavras são também essenciais.

A OpenAI enfrenta processo pela morte de um adolescente de 16 anos, que passou meses conversando com ChatGPT antes de morrer por suicídio. A empresa alega "uso inadequado" e diz que menores não podem usar a ferramenta sem autorização dos pais. É cruel ver uma empresa que promete superinteligência admitir que o sistema não consegue identificar e prevenir esse tipo de uso.

A família afirma que o chatbot forneceu instruções de métodos suicidas, incentivou segredo e guiou os passos finais. Segundo uma reportagem do New York Times, a OpenAI diz ter recomendado ajuda 100 vezes, mas evita reconhecer que priorizou crescimento da plataforma sobre segurança.

A Character.AI, que enfrenta processos similares, tomou medidas e bloqueou o acesso de menores de 18 anos, que agora podem usar apenas o modo "Stories", com narrativas guiadas em vez de conversas abertas. Reconheceu que chatbots disponíveis 24 horas não são adequados para adolescentes.

Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o recado é que a tecnologia não funciona como está sendo divulgada. Quem vivencia os bastidores fala menos sobre superinteligência iminente e mais sobre um sistema frágil que confunde prever palavras com pensar.


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/quem-treina-a-ia-nao-confia/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)
No texto, o autor usa a palavra "superinteligência". A respeito dessa palavra, analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)A palavra "superinteligência" tem, em sua formação, o acréscimo do prefixo super-. De acordo com o Novo Acordo Ortográfico, ela precisaria de hífen porque o segundo elemento começa com vogal: super-inteligência.

(__)O processo de formação da palavra em análise é por composição, em que o prefixo super- se justapõe à palavra "inteligência".

(__)A palavra "superinteligência" é uma paroxítona e a acentuação gráfica se dá porque ela termina com ditongo oral. É o mesmo que acontece com a palavra "raciocínio".


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3818555 Português
Quem treina a IA não confia


Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o recado é que a tecnologia não funciona como está sendo divulgada

Trabalhadores que treinam sistemas de IA como ChatGPT, Gemini e Grok estão alertando familiares para não usarem essas ferramentas. Uma reportagem do jornal inglês The Guardian conta que muitos, ao perceberem como é fácil deixar passar conteúdos racistas durante avaliações, abandonam o uso de IA e proíbem filhos de usar chatbots.

Outros avaliadores relatam que empresas os colocam para avaliar respostas sobre saúde e ética sem treinamento especializado e que seu feedback é ignorado. Segundo a NewsGuard, os chatbots reduziram a taxa de respostas "não sei" de 31% para 0% entre 2024 e 2025 e dobraram a reprodução de desinformação.

O problema está na base. Modelos de linguagem apenas preveem palavras baseados em padrões estatísticos. Não pensam, não raciocinam. Décadas de neurociência mostram que linguagem e pensamento são processos separados no cérebro.

Você pode perder a fala e manter o raciocínio intacto. A promessa de que aumentar o tamanho dos modelos levará à superinteligência ignora que cognição humana envolve muito mais que texto. Intuição, habilidades físicas, compreensão social e outras coisas que não cabem em palavras são também essenciais.

A OpenAI enfrenta processo pela morte de um adolescente de 16 anos, que passou meses conversando com ChatGPT antes de morrer por suicídio. A empresa alega "uso inadequado" e diz que menores não podem usar a ferramenta sem autorização dos pais. É cruel ver uma empresa que promete superinteligência admitir que o sistema não consegue identificar e prevenir esse tipo de uso.

A família afirma que o chatbot forneceu instruções de métodos suicidas, incentivou segredo e guiou os passos finais. Segundo uma reportagem do New York Times, a OpenAI diz ter recomendado ajuda 100 vezes, mas evita reconhecer que priorizou crescimento da plataforma sobre segurança.

A Character.AI, que enfrenta processos similares, tomou medidas e bloqueou o acesso de menores de 18 anos, que agora podem usar apenas o modo "Stories", com narrativas guiadas em vez de conversas abertas. Reconheceu que chatbots disponíveis 24 horas não são adequados para adolescentes.

Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o recado é que a tecnologia não funciona como está sendo divulgada. Quem vivencia os bastidores fala menos sobre superinteligência iminente e mais sobre um sistema frágil que confunde prever palavras com pensar.


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/quem-treina-a-ia-nao-confia/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)
No último parágrafo, o autor do texto usa o adjetivo "iminente", em referência a "superinteligência". Considerando que não há sinônimo absoluto e que os sentidos das palavras são dados no contexto da produção textual, envolvendo diversos fatores, assinale a alternativa que indica corretamente o sentido do adjetivo no contexto:

Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o recado é que a tecnologia não funciona como está sendo divulgada. Quem vivencia os bastidores fala menos sobre superinteligência iminente e mais sobre um sistema frágil que confunde prever palavras com pensar.
Alternativas
Q3818554 Português
Quem treina a IA não confia


Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o recado é que a tecnologia não funciona como está sendo divulgada

Trabalhadores que treinam sistemas de IA como ChatGPT, Gemini e Grok estão alertando familiares para não usarem essas ferramentas. Uma reportagem do jornal inglês The Guardian conta que muitos, ao perceberem como é fácil deixar passar conteúdos racistas durante avaliações, abandonam o uso de IA e proíbem filhos de usar chatbots.

Outros avaliadores relatam que empresas os colocam para avaliar respostas sobre saúde e ética sem treinamento especializado e que seu feedback é ignorado. Segundo a NewsGuard, os chatbots reduziram a taxa de respostas "não sei" de 31% para 0% entre 2024 e 2025 e dobraram a reprodução de desinformação.

O problema está na base. Modelos de linguagem apenas preveem palavras baseados em padrões estatísticos. Não pensam, não raciocinam. Décadas de neurociência mostram que linguagem e pensamento são processos separados no cérebro.

Você pode perder a fala e manter o raciocínio intacto. A promessa de que aumentar o tamanho dos modelos levará à superinteligência ignora que cognição humana envolve muito mais que texto. Intuição, habilidades físicas, compreensão social e outras coisas que não cabem em palavras são também essenciais.

A OpenAI enfrenta processo pela morte de um adolescente de 16 anos, que passou meses conversando com ChatGPT antes de morrer por suicídio. A empresa alega "uso inadequado" e diz que menores não podem usar a ferramenta sem autorização dos pais. É cruel ver uma empresa que promete superinteligência admitir que o sistema não consegue identificar e prevenir esse tipo de uso.

A família afirma que o chatbot forneceu instruções de métodos suicidas, incentivou segredo e guiou os passos finais. Segundo uma reportagem do New York Times, a OpenAI diz ter recomendado ajuda 100 vezes, mas evita reconhecer que priorizou crescimento da plataforma sobre segurança.

A Character.AI, que enfrenta processos similares, tomou medidas e bloqueou o acesso de menores de 18 anos, que agora podem usar apenas o modo "Stories", com narrativas guiadas em vez de conversas abertas. Reconheceu que chatbots disponíveis 24 horas não são adequados para adolescentes.

Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o recado é que a tecnologia não funciona como está sendo divulgada. Quem vivencia os bastidores fala menos sobre superinteligência iminente e mais sobre um sistema frágil que confunde prever palavras com pensar.


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/quem-treina-a-ia-nao-confia/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)
De acordo com o texto, analise as sentenças a seguir:

I.O problema das IAs está no fato de que elas não pensam, apenas entregam respostas baseadas em padrões estatísticos, em previsão e não em raciocínio.

II.Ter quem está por trás do treinamento das IAs dizendo que elas não devem ser usadas revela o quanto a segurança interna das plataformas é frágil, afinal, é inadmissível que os próprios trabalhadores não vistam a camisa da empresa.

III.O texto possibilita ao leitor inferir que as empresas por trás das IAs prometem chegar à superinteligência dos sistemas, ignorando o fato de que cognição humana está além do que esses sistemas oferecem hoje, pois ela é complexa e demanda uma série de aspectos interligados e que não estão presos simplesmente a palavras.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3818553 Português
Quem treina a IA não confia


Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o recado é que a tecnologia não funciona como está sendo divulgada

Trabalhadores que treinam sistemas de IA como ChatGPT, Gemini e Grok estão alertando familiares para não usarem essas ferramentas. Uma reportagem do jornal inglês The Guardian conta que muitos, ao perceberem como é fácil deixar passar conteúdos racistas durante avaliações, abandonam o uso de IA e proíbem filhos de usar chatbots.

Outros avaliadores relatam que empresas os colocam para avaliar respostas sobre saúde e ética sem treinamento especializado e que seu feedback é ignorado. Segundo a NewsGuard, os chatbots reduziram a taxa de respostas "não sei" de 31% para 0% entre 2024 e 2025 e dobraram a reprodução de desinformação.

O problema está na base. Modelos de linguagem apenas preveem palavras baseados em padrões estatísticos. Não pensam, não raciocinam. Décadas de neurociência mostram que linguagem e pensamento são processos separados no cérebro.

Você pode perder a fala e manter o raciocínio intacto. A promessa de que aumentar o tamanho dos modelos levará à superinteligência ignora que cognição humana envolve muito mais que texto. Intuição, habilidades físicas, compreensão social e outras coisas que não cabem em palavras são também essenciais.

A OpenAI enfrenta processo pela morte de um adolescente de 16 anos, que passou meses conversando com ChatGPT antes de morrer por suicídio. A empresa alega "uso inadequado" e diz que menores não podem usar a ferramenta sem autorização dos pais. É cruel ver uma empresa que promete superinteligência admitir que o sistema não consegue identificar e prevenir esse tipo de uso.

A família afirma que o chatbot forneceu instruções de métodos suicidas, incentivou segredo e guiou os passos finais. Segundo uma reportagem do New York Times, a OpenAI diz ter recomendado ajuda 100 vezes, mas evita reconhecer que priorizou crescimento da plataforma sobre segurança.

A Character.AI, que enfrenta processos similares, tomou medidas e bloqueou o acesso de menores de 18 anos, que agora podem usar apenas o modo "Stories", com narrativas guiadas em vez de conversas abertas. Reconheceu que chatbots disponíveis 24 horas não são adequados para adolescentes.

Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o recado é que a tecnologia não funciona como está sendo divulgada. Quem vivencia os bastidores fala menos sobre superinteligência iminente e mais sobre um sistema frágil que confunde prever palavras com pensar.


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/quem-treina-a-ia-nao-confia/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)
A partir da leitura do texto e da mobilização de conhecimentos prévios, analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)O texto é uma reportagem e está estruturado com título, subtítulo (o qual cumpre uma de suas funções, a de ampliar o conteúdo do título) e corpo do texto, no qual o tema é apresentado e desenvolvido.

(__)Nota-se um distanciamento do autor, conferindo ao texto um tom mais impessoal. Entre outras características que promovem essa impessoalidade está a opção pelo uso da 3ª pessoa ao invés da 1ª.

(__)A introdução, localizada nos 1º e 2º parágrafos, situa o leitor a respeito do tema. O autor do texto escolheu, para introduzir o tema, problematizá-lo, mostrando dois vieses do treinamento das IAs: o dos conselhos dados pelos treinadores dos sistemas a familiares para não usarem as IAs; e o do modo como as empresas lidam com os relatórios entregues pelos treinadores.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3804988 Farmácia

No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos desempenha papel central na promoção, proteção e recuperação da saúde da população. Essa área reconhece o medicamento como um insumo essencial, garantindo tanto o acesso quanto o uso racional. Para isso, busca assegurar que a população receba medicamentos essenciais que sejam seguros, eficazes e de qualidade, fortalecendo assim a atenção à saúde individual e coletiva.


Com base nessas informações, assinale a alternativa correta: 

Alternativas
Q3804987 Farmácia

A Portaria nº 344, de 12 de maio de 1998 (ANVISA) estabelece a classificação dos medicamentos sujeitos a controle especial em diferentes listas, de acordo com seu potencial de abuso, dependência ou efeito terapêutico. Cada lista exige um tipo específico de receita e regras de dispensação. Por exemplo, medicamentos da lista A1 são considerados entorpecentes, enquanto outras listas incluem psicotrópicos, imunossupressores e substâncias sujeitas a notificação especial.


Diante disso, marque a alternativa correta: 

Alternativas
Q3804986 Administração Geral

No Brasil, apesar de os medicamentos ainda serem frequentemente tratados como bens de consumo, a organização da Assistência Farmacêutica segue um enfoque sistêmico, em que cada atividade do ciclo influencia e é influenciada pelas demais. O ciclo da assistência farmacêutica inclui etapas como seleção, programação, aquisição, armazenamento, distribuição, dispensação, acompanhamento, avaliação e supervisão. Uma execução inadequada em qualquer etapa pode comprometer todo o processo, prejudicando a gestão e resultando em insatisfação dos usuários.


Diante desse contexto, assinale a alternativa que melhor descreve a responsabilidade das gerências ou coordenações estaduais dentro do ciclo da Assistência Farmacêutica: 

Alternativas
Q3804985 Farmácia

No ambiente de farmácia, a dispensação correta de medicamentos depende de habilidades precisas na leitura e interpretação das prescrições médicas. O auxiliar de farmácia precisa identificar o medicamento, a dose, a frequência de administração e eventuais instruções adicionais. Esse cuidado é essencial não apenas para garantir a eficácia do tratamento, mas também para prevenir erros de medicação e riscos à saúde do paciente. Sempre que houver qualquer dúvida sobre a prescrição, a orientação correta deve ser buscada junto ao farmacêutico responsável.


Diante desse contexto, o auxiliar de farmácia deve: 

Alternativas
Q3804984 Farmácia
No contexto da farmácia clínica e dispensação de medicamentos, compreender a anatomofisiologia dos órgãos é essencial para garantir que o paciente receba o fármaco correto na dose adequada. Por exemplo, a função renal e hepática influencia diretamente a metabolização, excreção e acúmulo de medicamentos no organismo, podendo exigir ajustes de dose em pacientes com alterações nesses órgãos. Considerando esse cenário, qual órgão é principalmente responsável pela eliminação de medicamentos pela urina, exigindo atenção especial na dispensação de fármacos em pacientes com insuficiência dessa função? 
Alternativas
Q3804983 Farmácia

No contexto da farmacologia e da dispensação de medicamentos, é fundamental compreender os conceitos que diferenciam medicamentos de remédios, bem como as classificações específicas, como genéricos e similares. Esses conceitos impactam diretamente a escolha do tratamento, a prescrição médica e a orientação ao paciente. Enquanto o termo “remédio” é utilizado de maneira popular para qualquer substância destinada a aliviar sintomas, o termo “medicamento” possui definição legal e científica, envolvendo composição, forma farmacêutica, dosagem e aprovação sanitária. Os medicamentos genéricos são produtos bioequivalentes ao de referência, sem diferenciação de marca, e os similares possuem composição equivalente ao medicamento de referência, porém podem apresentar diferenças em excipientes, embalagem ou forma farmacêutica.


Com base nessas definições, assinale a alternativa correta: 

Alternativas
Q3804982 Farmácia

No estudo das formas farmacêuticas semissólidas, é fundamental compreender suas propriedades físico-químicas, sua composição e os tipos de base utilizados, pois esses fatores influenciam diretamente a estabilidade do fármaco, a homogeneidade da preparação e a facilidade de aplicação e remoção. Além disso, essas formas podem ser empregadas em diversos contextos terapêuticos e laboratoriais, servindo tanto para liberação controlada de princípios ativos quanto para incorporação de substâncias que necessitam de dispersão uniforme. Algumas bases utilizadas incluem emulsões óleo-em-água, água-em-óleo ou bases solúveis em água, que permitem a dissolução ou dispersão adequada dos agentes medicinais, mantendo suas características físico-químicas e facilitando o manejo da formulação em diferentes condições de uso.


Considerando essas informações, assinale a alternativa que corresponde corretamente a essa forma farmacêutica:

Alternativas
Q3804981 Saúde Pública

As doenças infectocontagiosas e transmissíveis representam importante desafio para a saúde pública, pois envolvem agentes biológicos capazes de se propagar entre indivíduos por contato direto, secreções, gotículas, relações sexuais, sangue ou ainda por vetores biológicos. O reconhecimento dessas enfermidades é essencial para a adoção de medidas de prevenção, diagnóstico precoce e contenção de surtos.


Com base nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta uma doença que não se enquadra como infectocontagiosa e transmissível de pessoa para pessoa: 

Alternativas
Q3804980 Farmácia

A organização de almoxarifados farmacêuticos é uma etapa essencial para garantir a qualidade, a eficácia terapêutica e a segurança dos medicamentos, insumos e correlatos armazenados. Esse processo envolve critérios técnicos de acondicionamento, controle ambiental, monitoramento de validade, segregação de produtos incompatíveis e observância das normas sanitárias vigentes. Além disso, é fundamental adotar procedimentos que assegurem rastreabilidade, reduzam riscos de contaminação cruzada e evitem perdas por deterioração.


Considerando as boas práticas de armazenagem em serviços farmacêuticos, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3804979 Farmácia
Em relação ao descarte e manejo dos resíduos de serviços de saúde (RSS) em farmácias e drogarias, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3804458 Saúde Pública

A análise do perfil de morbidade do Brasil revela uma "transição epidemiológica" , caracterizada pela coexistência de uma alta carga de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs), como hipertensão e câncer, e a persistência (ou reemergência) de Doenças Infecciosas, como dengue e tuberculose. 


Qual o maior desafio que essa "dupla carga de doenças" impõe para a organização do SUS?

Alternativas
Q3804457 Saúde Pública
A Política Nacional de Humanização (PNH) propõe uma mudança na dinâmica de poder no SUS, buscando superar a passividade dos usuários e a execução mecânica de tarefas. Qual princípio norteador da PNH foca na valorização da autonomia e na participação ativa de usuários, trabalhadores e gestores nas decisões sobre o cuidado e a gestão? 
Alternativas
Q3804456 Saúde Pública
A Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) estabelece a Estratégia Saúde da Família (ESF) como o modelo prioritário para reorientar a prática assistencial, superando o foco exclusivamente curativo. Qual das diretrizes abaixo melhor representa essa mudança de paradigma, sendo o pilar que diferencia fundamentalmente a ESF de um modelo de saúde tradicional? 
Alternativas
Respostas
841: D
842: B
843: E
844: A
845: B
846: E
847: C
848: D
849: A
850: D
851: D
852: B
853: B
854: A
855: D
856: D
857: A
858: B
859: C
860: B