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Q3825943 Noções de Informática
A computação na nuvem (cloud computing) permite o armazenamento, o acesso e o compartilhamento de dados e aplicativos por meio da internet, sem a necessidade de instalação local em muitos casos. Considerando esse conceito, assinale a alternativa que apresenta exemplos de softwares utilizados em computação na nuvem:
Alternativas
Q3825942 Redes de Computadores
Sobre redes de computadores, analise as afirmações a seguir:

I. Internet e Intranet são exatamente a mesma coisa: redes que conectam milhares de computadores.
II. As redes de computadores facilitam a comunicação entre pessoas e empresas.
III. É possível acessar a Internet por meio de uma rede cabeada ou sem fio.
IV. A Internet deve ser utilizada apenas para lazer, não para trabalho ou estudo.
V. Nas Intranets, normalmente, qualquer usuário que consiga visualizar a rede na lista de redes disponíveis pode se conectar sem requisitos de segurança.

Após análise, conclui-se que estão corretas:
Alternativas
Q3825941 Noções de Informática
O correio eletrônico (e-mail) é um dos meios de comunicação mais utilizados na internet, podendo ser acessado por meio de webmail ou clientes de e-mail. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3825940 Noções de Informática
Atualmente, as ferramentas de edição de textos, planilhas online e apresentações, tais como as do Office 365 (Word, Excel e PowerPoint) e do Google (Docs, Sheets e Slides), são amplamente utilizadas em ambientes corporativos, educacionais e pessoais. Essas ferramentas possibilitam a criação, edição, colaboração e formatação de documentos. Analise as afirmações e assinale a que está CORRETA com relação às funcionalidades mais comuns desses ambientes:
Alternativas
Q3825939 Noções de Informática
O funcionamento de um Sistema Computacional depende da integração entre hardware e software, onde cada um tem papéis bem definidos. O hardware corresponde aos componentes físicos do computador, enquanto os softwares são responsáveis por controlar esses componentes, permitindo a execução de tarefas. Considerando as principais funcionalidades sobre hardware e software, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3825938 Sistemas Operacionais
Os Sistemas Operacionais atuais, como Windows 10/11 e versões do Linux, utilizam as estruturas hierárquicas para gerenciamento e organização dos dados, baseadas em arquivos e pastas. Existem recursos como Atalhos e Compactação de Arquivos que facilitam o acesso e armazenam os dados de maneira eficiente. Com base nesses conceitos fundamentais, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3825937 Sistemas Operacionais
Sobre os Sistemas Operacionais Windows 10/11 e Linux, analise as afirmações a seguir:

I. No Windows e no Linux, pastas (ou diretórios) são utilizados para organizar os arquivos;
II. Os Atalhos fornecem acesso rápido a arquivos, pastas e programas, sem duplicá-los;
III. A compactação de arquivos é necessária sempre que há a necessidade de aumentar o tamanho do arquivo original;
IV. O Diretório Raiz é o nível mais alto da estrutura de pastas de um Sistema Operacional;
V. Todos os programas que são instalados no Windows 10/11 ou no Linux, só ocupam espaço na memória RAM.

Após análise, é correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3825936 Português

Leia o poema abaixo e responda a questão.


Mágoas - Augusto dos Anjos


Quando nasci num mês de tantas flores


Todas murcharam, tristes, langorosas


Tristes fanaram redolentes rosas


Morreram todas, todas sem olores



Mais tarde da existência nos verdores


Da infância nunca tive as venturosas


Alegrias que passam bonançosas,



Oh! Minha infância nunca teve flores!


Volvendo à quadra azul da mocidade


Minha alma levo aflita à eternidade



Quando a morte matar meus dissabores.


Cansado de chorar pelas estradas,


Exausto de pisar mágoas pisadas,


Hoje eu carrego a cruz das minhas dores!



Fonte: ANJOS, Augusto. Mágoas. Eu e outras poesias. Disponível

em: <https://www.lusopoemas.net/modules/news03/article.php?storyid= 1448 © LusoPoemas>.

Releia a estrofe abaixo:



Imagem associada para resolução da questão



É possível, mantendo o sentido original, substituir os termos destacados, respectivamente, por

Alternativas
Q3825935 Português

Leia o poema abaixo e responda a questão.


Mágoas - Augusto dos Anjos


Quando nasci num mês de tantas flores


Todas murcharam, tristes, langorosas


Tristes fanaram redolentes rosas


Morreram todas, todas sem olores



Mais tarde da existência nos verdores


Da infância nunca tive as venturosas


Alegrias que passam bonançosas,



Oh! Minha infância nunca teve flores!


Volvendo à quadra azul da mocidade


Minha alma levo aflita à eternidade



Quando a morte matar meus dissabores.


Cansado de chorar pelas estradas,


Exausto de pisar mágoas pisadas,


Hoje eu carrego a cruz das minhas dores!



Fonte: ANJOS, Augusto. Mágoas. Eu e outras poesias. Disponível

em: <https://www.lusopoemas.net/modules/news03/article.php?storyid= 1448 © LusoPoemas>.

Considerando o contexto em que ocorrem, identifique a alternativa que apresenta palavras que pertençam à mesma classe gramatical. 
Alternativas
Q3825934 Português

Leia o poema abaixo e responda a questão.


Mágoas - Augusto dos Anjos


Quando nasci num mês de tantas flores


Todas murcharam, tristes, langorosas


Tristes fanaram redolentes rosas


Morreram todas, todas sem olores



Mais tarde da existência nos verdores


Da infância nunca tive as venturosas


Alegrias que passam bonançosas,



Oh! Minha infância nunca teve flores!


Volvendo à quadra azul da mocidade


Minha alma levo aflita à eternidade



Quando a morte matar meus dissabores.


Cansado de chorar pelas estradas,


Exausto de pisar mágoas pisadas,


Hoje eu carrego a cruz das minhas dores!



Fonte: ANJOS, Augusto. Mágoas. Eu e outras poesias. Disponível

em: <https://www.lusopoemas.net/modules/news03/article.php?storyid= 1448 © LusoPoemas>.

Na terceira e quarta estrofes, o poeta: 
Alternativas
Q3825933 Português

Leia a charge abaixo e responda a questão.




Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-enem/.

Em “é que o Enem é uma data muito especial, quero acordar bem cedo para me atrasar calmamente para a prova!”, considerando o contexto em que ocorre, a expressão “é que”, no início do período, constitui:
Alternativas
Q3825932 Português

Leia a charge abaixo e responda a questão.




Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-enem/.

Em “é que o Enem é uma data muito especial, quero acordar bem cedo para me atrasar calmamente para a prova!”, considerando o contexto em que ocorre, os vocábulos “muito”, “especial” e “calmamente”, do ponto de vista morfológico, classificam-se, respectivamente, como:
Alternativas
Q3825931 Português

Leia a charge abaixo e responda a questão.




Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-enem/.

Em “...inclusive já coloquei o celular para despertar às 6 horas da manhã!”, o acento grave foi utilizado corretamente, segundo a gramática normativa. Assinale a alternativa em que o acento grave foi utilizado incorretamente:
Alternativas
Q3825930 Português

Leia a charge abaixo e responda a questão.




Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-enem/.

Em “Parabéns, Júnior, você nunca acordou nesse horário.”, sobre o vocábulo “Júnior”, no contexto em que se encontra, é correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3825929 Português

Leia a charge abaixo e responda a questão.




Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-enem/.

Analise o trecho “...inclusive já coloquei o celular para despertar às 6 horas da manhã!” e assinale a alternativa que apresenta corretamente a classificação do verbo “coloquei” quanto ao tempo e ao modo verbal:
Alternativas
Q3825928 Português

Leia a charge abaixo e responda a questão.




Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-enem/.

Analise o trecho “Estou preparado para o Enem” e identifique a alternativa que apresenta a classificação correta do sujeito dessa oração:
Alternativas
Q3825927 Português

Leia a charge abaixo e responda a questão.




Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-enem/.

A charge faz uma crítica:
Alternativas
Q3825926 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Em “À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.”, o acento grave foi utilizado:
Alternativas
Q3825925 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Em “Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.”, a vírgula foi usada para:
Alternativas
Q3825924 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Sobre o uso da vírgula, analise os itens abaixo.

I. Em “A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.”, a vírgula foi utilizada para marcar a elipse do verbo, essa vírgula também é chamada de vírgula vicária.
II. Em “A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.”, a vírgula foi utilizada para marcar a elipse do complemento verbal, essa vírgula também é chamada de vírgula vicária.
III. Em “À noite, o sono chega ansioso”, a vírgula foi utilizada para separar um adjunto adverbial deslocado.
IV. Em “À noite, o sono chega ansioso”, a vírgula foi empregada para isolar um objeto direto pleonástico.
V. Em “À noite, o sono chega ansioso”, a vírgula foi empregada para isolar um vocativo.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Respostas
581: D
582: C
583: B
584: A
585: B
586: E
587: C
588: D
589: B
590: D
591: E
592: A
593: C
594: D
595: B
596: E
597: A
598: B
599: D
600: C