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Leia o texto a seguir.

Disponível em:
<https://site.sabesp.com.br/site/interna/Default.aspx?secaoId=770>. Acesso em: 29 ago. 2023.
No último quadrinho, a fala de Cascão conduz à
interpretação de que o personagem
Observe o quadro a seguir.

Anuário Goiás 2023-2024. Jornal O Popular. 2023, p. 160. Disponível em:
<https://especiais.opopular.com.br/anuariogoias>. Acesso em: 20 ago. 2023.
Os dados do quadro sobre o PIB de Itumbiara conduzem à
inferência de que
Leia a tirinha a seguir.

Disponível em:
<https://abobrinhaecia.wordpress.com/2013/05/17/industrializacao/>. Acesso em: 19 ago. 2023.
Com base na observação dos símbolos do primeiro e
segundo quadrinhos, no discurso oral produzido pelos
personagens e na remissão à industrialização no terceiro
quadrinho, conclui-se que o texto questiona criticamente a
______ água gelada não prende gordura no fígado?
Por dois motivos. O primeiro é a que a bebida nem passa por este órgão ao ser ingerida, _______ o percurso natural é atravessar o esôfago e o estômago e ser absorvida pelas paredes do intestino delgado, de onde segue pela corrente sanguínea até chegar _____ rins.
O segundo é que a gordura no fígado é resultante de fatores que nada ______ com a água, seja ela da temperatura que for.
Vencer a preguiça e resistir ______ tentações ______ apenas algumas das exigências para quem quer ter uma vida saudável! Isso exige dedicação e ________ manifestadas ____ cada dia, capazes de transformar uma nova atividade em um ______ ”
Leia o texto e responda à questão.
Mudança no clima e produção de alimentos

O aquecimento global terá implicações profundas sobre onde e como os alimentos são produzidos, e também levará a uma redução das propriedades nutricionais de determinadas culturas, o que terá consequências para políticas de combate à fome e à pobreza e para o comércio mundial de alimentos, dizem especialistas em um novo livro da Organização da ONU para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
O livro “Mudança Climática e Sistemas Alimentares” contém as conclusões de um grupo de cientistas que fizeram um balanço dos efeitos das alterações climáticas na agricultura e na alimentação nas duas últimas décadas.
A mudança climática aumenta o desafio do rápido crescimento da demanda global por produtos agrícolas — destinados à alimentação, ração e combustível — necessários para lidar com o crescimento da população e o aumento dos níveis de renda. A agricultura é altamente dependente das condições meteorológicas locais e, portanto, é esperado que seja muito sensível às mudanças climáticas nos próximos anos.
Também é necessária uma estratégia de adaptação interna para permitir que os países evitem a forte dependência das importações.
“É provável que as alterações climáticas agravem a crescente desigualdade global, uma vez que se espera que os impactos dos efeitos negativos caiam sobre os países que estão menos desenvolvidos e mais vulneráveis”, diz o editor do livro, Aziz Elbehri.
Os autores também citam um recente estudo que avaliou o impacto global das mudanças nos padrões de consumo de alimentos que utilizam ou não a irrigação. Alguns resultados sugerem que a redução do consumo de produtos de origem animal na dieta humana tem o potencial para salvar os recursos hídricos necessários para alimentar 1,8 bilhão de pessoas no mundo.
O estudo sugere que, embora os mercados globais possam ajudar a estabilizar os preços e suprimentos e fornecer opções de alimentos alternativos para regiões afetadas negativamente pela mudança climática, o comércio por si só não é uma adaptação estratégica suficiente.
Também é necessária uma estratégia de adaptação interna para permitir que os países evitem a forte dependência das importações, que tendem a aumentar a vulnerabilidade à volatilidade dos preços.
Outro desafio é a necessidade de alinhar a politica comercial com objetivos climáticos e garantir que a abertura comercial desempenhe o seu papel como um mecanismo de enfrentamento, sem prejudicar os objetivos de mitigação.
www.uol.com.br,15/01/2019
Leia o texto e responda à questão.
Mudança no clima e produção de alimentos

O aquecimento global terá implicações profundas sobre onde e como os alimentos são produzidos, e também levará a uma redução das propriedades nutricionais de determinadas culturas, o que terá consequências para políticas de combate à fome e à pobreza e para o comércio mundial de alimentos, dizem especialistas em um novo livro da Organização da ONU para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
O livro “Mudança Climática e Sistemas Alimentares” contém as conclusões de um grupo de cientistas que fizeram um balanço dos efeitos das alterações climáticas na agricultura e na alimentação nas duas últimas décadas.
A mudança climática aumenta o desafio do rápido crescimento da demanda global por produtos agrícolas — destinados à alimentação, ração e combustível — necessários para lidar com o crescimento da população e o aumento dos níveis de renda. A agricultura é altamente dependente das condições meteorológicas locais e, portanto, é esperado que seja muito sensível às mudanças climáticas nos próximos anos.
Também é necessária uma estratégia de adaptação interna para permitir que os países evitem a forte dependência das importações.
“É provável que as alterações climáticas agravem a crescente desigualdade global, uma vez que se espera que os impactos dos efeitos negativos caiam sobre os países que estão menos desenvolvidos e mais vulneráveis”, diz o editor do livro, Aziz Elbehri.
Os autores também citam um recente estudo que avaliou o impacto global das mudanças nos padrões de consumo de alimentos que utilizam ou não a irrigação. Alguns resultados sugerem que a redução do consumo de produtos de origem animal na dieta humana tem o potencial para salvar os recursos hídricos necessários para alimentar 1,8 bilhão de pessoas no mundo.
O estudo sugere que, embora os mercados globais possam ajudar a estabilizar os preços e suprimentos e fornecer opções de alimentos alternativos para regiões afetadas negativamente pela mudança climática, o comércio por si só não é uma adaptação estratégica suficiente.
Também é necessária uma estratégia de adaptação interna para permitir que os países evitem a forte dependência das importações, que tendem a aumentar a vulnerabilidade à volatilidade dos preços.
Outro desafio é a necessidade de alinhar a politica comercial com objetivos climáticos e garantir que a abertura comercial desempenhe o seu papel como um mecanismo de enfrentamento, sem prejudicar os objetivos de mitigação.
www.uol.com.br,15/01/2019
1- "E necessária uma estratégia de adaptação interna para permitir que os países evitem a forte dependência das importações".
2- "Espera-se que os impactos dos efeitos negativos caiam sobre os países que estão menos desenvolvidos."
No primeiro período, “que” é uma conjunção, pois inicia uma oração subordinada em relação à oração principal.
No segundo período, “que” é um pronome relativo, pois se refere a um termo anterior (países) e corresponde ao pronome relativo os quais. A palavra sublinhada também é um pronome relativo em todas as alternativas a seguir, EXCETO:
1- O estudo sugere que o comércio por si só não é uma adaptação estratégica suficiente.
2- “O livro Mudança Climática e Sistemas Alimentares contém as conclusões de um grupo de cientistas que fizeram um balanço dos efeitos das alterações climáticas na agricultura e na alimentação".
3- Os autores citam um recente estudo que avaliou o impacto global das mudanças nos padrões de consumo.
4- E provável que as alterações climáticas agravem a crescente desigualdade global.
5- Um estudo avaliou o impacto global das mudanças nos padrões de consumo de alimentos que utilizam ou não a irrigação.
6- Os países evitem a forte dependência das importações, que tendem a aumentar a vulnerabilidade à volatilidade dos preços.
Leia o texto e responda à questão.
Mudança no clima e produção de alimentos

O aquecimento global terá implicações profundas sobre onde e como os alimentos são produzidos, e também levará a uma redução das propriedades nutricionais de determinadas culturas, o que terá consequências para políticas de combate à fome e à pobreza e para o comércio mundial de alimentos, dizem especialistas em um novo livro da Organização da ONU para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
O livro “Mudança Climática e Sistemas Alimentares” contém as conclusões de um grupo de cientistas que fizeram um balanço dos efeitos das alterações climáticas na agricultura e na alimentação nas duas últimas décadas.
A mudança climática aumenta o desafio do rápido crescimento da demanda global por produtos agrícolas — destinados à alimentação, ração e combustível — necessários para lidar com o crescimento da população e o aumento dos níveis de renda. A agricultura é altamente dependente das condições meteorológicas locais e, portanto, é esperado que seja muito sensível às mudanças climáticas nos próximos anos.
Também é necessária uma estratégia de adaptação interna para permitir que os países evitem a forte dependência das importações.
“É provável que as alterações climáticas agravem a crescente desigualdade global, uma vez que se espera que os impactos dos efeitos negativos caiam sobre os países que estão menos desenvolvidos e mais vulneráveis”, diz o editor do livro, Aziz Elbehri.
Os autores também citam um recente estudo que avaliou o impacto global das mudanças nos padrões de consumo de alimentos que utilizam ou não a irrigação. Alguns resultados sugerem que a redução do consumo de produtos de origem animal na dieta humana tem o potencial para salvar os recursos hídricos necessários para alimentar 1,8 bilhão de pessoas no mundo.
O estudo sugere que, embora os mercados globais possam ajudar a estabilizar os preços e suprimentos e fornecer opções de alimentos alternativos para regiões afetadas negativamente pela mudança climática, o comércio por si só não é uma adaptação estratégica suficiente.
Também é necessária uma estratégia de adaptação interna para permitir que os países evitem a forte dependência das importações, que tendem a aumentar a vulnerabilidade à volatilidade dos preços.
Outro desafio é a necessidade de alinhar a politica comercial com objetivos climáticos e garantir que a abertura comercial desempenhe o seu papel como um mecanismo de enfrentamento, sem prejudicar os objetivos de mitigação.
www.uol.com.br,15/01/2019
“E necessária uma estratégia (fática) de adaptação interna para permitir que países evitem a forte dependência das importações, que tendem (pendem, inclinam-se) a aumentar a vulnerabilidade (fraqueza, instabilidade) à volatilidade (oscilação, variação) dos preços. Outro desafio é a necessidade de alinhar a política comercial com objetivos climáticos e garantir que a abertura comercial desempenhe o seu papel como um mecanismo de enfrentamento, sem prejudicar os objetivos de mitigação (falência)”.
As palavras sublinhadas podem ser substituídas, mantendo o mesmo sentido, pelas palavras apresentadas entre parênteses em todas as alternativas, EXCETO:
Leia o texto e responda à questão.
Mudança no clima e produção de alimentos

O aquecimento global terá implicações profundas sobre onde e como os alimentos são produzidos, e também levará a uma redução das propriedades nutricionais de determinadas culturas, o que terá consequências para políticas de combate à fome e à pobreza e para o comércio mundial de alimentos, dizem especialistas em um novo livro da Organização da ONU para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
O livro “Mudança Climática e Sistemas Alimentares” contém as conclusões de um grupo de cientistas que fizeram um balanço dos efeitos das alterações climáticas na agricultura e na alimentação nas duas últimas décadas.
A mudança climática aumenta o desafio do rápido crescimento da demanda global por produtos agrícolas — destinados à alimentação, ração e combustível — necessários para lidar com o crescimento da população e o aumento dos níveis de renda. A agricultura é altamente dependente das condições meteorológicas locais e, portanto, é esperado que seja muito sensível às mudanças climáticas nos próximos anos.
Também é necessária uma estratégia de adaptação interna para permitir que os países evitem a forte dependência das importações.
“É provável que as alterações climáticas agravem a crescente desigualdade global, uma vez que se espera que os impactos dos efeitos negativos caiam sobre os países que estão menos desenvolvidos e mais vulneráveis”, diz o editor do livro, Aziz Elbehri.
Os autores também citam um recente estudo que avaliou o impacto global das mudanças nos padrões de consumo de alimentos que utilizam ou não a irrigação. Alguns resultados sugerem que a redução do consumo de produtos de origem animal na dieta humana tem o potencial para salvar os recursos hídricos necessários para alimentar 1,8 bilhão de pessoas no mundo.
O estudo sugere que, embora os mercados globais possam ajudar a estabilizar os preços e suprimentos e fornecer opções de alimentos alternativos para regiões afetadas negativamente pela mudança climática, o comércio por si só não é uma adaptação estratégica suficiente.
Também é necessária uma estratégia de adaptação interna para permitir que os países evitem a forte dependência das importações, que tendem a aumentar a vulnerabilidade à volatilidade dos preços.
Outro desafio é a necessidade de alinhar a politica comercial com objetivos climáticos e garantir que a abertura comercial desempenhe o seu papel como um mecanismo de enfrentamento, sem prejudicar os objetivos de mitigação.
www.uol.com.br,15/01/2019
Analise as afirmativas abaixo, com base no texto, e assinale a alternativa correspondente.
I – “O livro Mudança Climática e Sistemas Alimentares contém as conclusões de um grupo de cientistas que fizeram um balanço dos efeitos das alterações climáticas na agricultura e na alimentação”. O verbo conter leva acento circunflexo quando tem sujeito na 3ª pessoa do plural, como, por exemplo, em: “Estes livros contêm belas mensagens”. No período citado acima, contém está corretamente acentuado por ser oxítona terminada "em" e por ter sujeito singular (livro).
II – As alterações climáticas podem agravar a desigualdade global, afetando negativamente, em grau de igualdade, tanto os países mais ricos quanto os países menos desenvolvidos.
III – Segundo os cientistas da FAO, entre as inúmeras consequências das alterações do clima, não se prevê a diminuição das propriedades nutricionais de determinadas culturas.
IV – “A agricultura é altamente dependente das condições meteorológicas locais e, portanto, é esperado que seja muito sensível às mudanças climáticas nos próximos anos”. Portanto é um conectivo, pois liga duas orações, estabelecendo uma relação de sentido. Portanto expressa ideia de conclusão.
Leia o texto e responda à questão.
Mudança no clima e produção de alimentos

O aquecimento global terá implicações profundas sobre onde e como os alimentos são produzidos, e também levará a uma redução das propriedades nutricionais de determinadas culturas, o que terá consequências para políticas de combate à fome e à pobreza e para o comércio mundial de alimentos, dizem especialistas em um novo livro da Organização da ONU para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
O livro “Mudança Climática e Sistemas Alimentares” contém as conclusões de um grupo de cientistas que fizeram um balanço dos efeitos das alterações climáticas na agricultura e na alimentação nas duas últimas décadas.
A mudança climática aumenta o desafio do rápido crescimento da demanda global por produtos agrícolas — destinados à alimentação, ração e combustível — necessários para lidar com o crescimento da população e o aumento dos níveis de renda. A agricultura é altamente dependente das condições meteorológicas locais e, portanto, é esperado que seja muito sensível às mudanças climáticas nos próximos anos.
Também é necessária uma estratégia de adaptação interna para permitir que os países evitem a forte dependência das importações.
“É provável que as alterações climáticas agravem a crescente desigualdade global, uma vez que se espera que os impactos dos efeitos negativos caiam sobre os países que estão menos desenvolvidos e mais vulneráveis”, diz o editor do livro, Aziz Elbehri.
Os autores também citam um recente estudo que avaliou o impacto global das mudanças nos padrões de consumo de alimentos que utilizam ou não a irrigação. Alguns resultados sugerem que a redução do consumo de produtos de origem animal na dieta humana tem o potencial para salvar os recursos hídricos necessários para alimentar 1,8 bilhão de pessoas no mundo.
O estudo sugere que, embora os mercados globais possam ajudar a estabilizar os preços e suprimentos e fornecer opções de alimentos alternativos para regiões afetadas negativamente pela mudança climática, o comércio por si só não é uma adaptação estratégica suficiente.
Também é necessária uma estratégia de adaptação interna para permitir que os países evitem a forte dependência das importações, que tendem a aumentar a vulnerabilidade à volatilidade dos preços.
Outro desafio é a necessidade de alinhar a politica comercial com objetivos climáticos e garantir que a abertura comercial desempenhe o seu papel como um mecanismo de enfrentamento, sem prejudicar os objetivos de mitigação.
www.uol.com.br,15/01/2019