Questões de Concurso Para auxiliar de farmácia

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Q2506586 Português
Assinale a alternativa em que foi utilizada a mesma figura de linguagem presente na frase “A lua beijava o céu naquela noite”:
Alternativas
Q2506585 Português
Assinale a alternativa que apresenta todas as palavras grafadas segundo a ortografia oficial da língua portuguesa. 
Alternativas
Q2506584 Português
Assinale a alternativa em que o emprego do acento indicativo de crase é facultativo:
Alternativas
Q2506583 Português
DOS MUNDOS


Deus criou este mundo. O homem, todavia, Entrou a desconfiar, cogitabundo… Decerto não gostou lá muito do que via… E foi logo inventando o outro mundo.

QUINTANA, Mário. Dos mundos. Disponível em: <https://www.nossapoesia.com/poema/dos-mundos-mario-quintana/>. Acesso em: 21 de abril 2024.


Considerando o texto acima, assinale a alternativa que substitui a conjunção adversativa TODAVIA sem alteração de sentido:
Alternativas
Q2506582 Português
OS PERFUMES DA TERRA

Já falei do perfume do jasmim? Já falei do cheiro do mar. A terra é perfumada. E eu me perfumo para intensificar o que sou. Por isso não posso usar perfumes que me contrariem. Perfumar-se é uma sabedoria instintiva. E como toda arte, exige algum conhecimento de si própria. Uso um perfume cujo nome não digo: é meu, sou eu. Duas amigas já me perguntaram o nome, eu disse, elas compraram. E deram-me de volta: simplesmente não eram elas. Não digo o nome também por segredo. É bom perfumar-se em segredo.

LISPECTOR, Clarice. Os perfumes da Terra. Portal da Crônica Brasileira. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12635/osperfumes-da-terra>. Acesso em: 21 de abril 2024.


Considerando o trecho “E eu me perfumo para intensificar o que sou”, assinale a alternativa que melhor preserva o sentido original do trecho: 
Alternativas
Q2495475 Farmácia
São itens presentes na prescrição farmacêutica, EXCETO:
Alternativas
Q2495474 Farmácia
Considerando-se a dispensação dos medicamentos metformina e isotretinoína, assinale a alternativa que apresenta os receituários a serem apresentados, respectivamente:
Alternativas
Q2495473 Farmácia
Qual dos anti-hipertensivos abaixo é classificado como inibidor de Enzima Conversora de Angiotensina (inibidor de ECA)? 
Alternativas
Q2495472 Farmácia
Em um centro de pediatria, foi prescrito para um paciente Gentamicina 10 mg em 50 mL de SF 0,9%. O fármaco prescrito está disponível na apresentação injetável de ampolas de 2 mL com concentração de 20 mg/mL.
Para administrar a dosagem prescrita, quantos mL de Gentamicina serão utilizados?
Alternativas
Q2495471 Farmácia
Quantos gramas de cloreto de sódio (NaCl) são necessários para preparar 250 mL de uma solução de NaCl a 0,9M?
Dados: massa molar do NaCl = 58,5 g/mol. 
Alternativas
Q2495470 Farmácia
Tendo por base o descarte de resíduos de serviços de saúde, analise o símbolo abaixo:

Imagem associada para resolução da questão


Figura 1


Assinale a alternativa que apresenta a descrição do tipo de resíduo.
Alternativas
Q2495469 Farmácia
A resolução RDC nº 67, de 8 de outubro de 2007, tem por objetivo dispor sobre Boas Práticas de Manipulação de Preparações Magistrais e Oficinais para Uso Humano em farmácias.
Sobre as definições adotadas na RDC nº 67/2007, assinale a afirmativa CORRETA:
Alternativas
Q2495468 Farmácia
As áreas de armazenagem de medicamentos devem ser dotadas de equipamentos e instrumentos necessários ao controle e ao monitoramento da temperatura e umidade requeridas.
Sobre o monitoramento da temperatura de armazenamento de medicamentos, pode-se afirmar:
Alternativas
Q2495467 Farmácia
O uso racional de medicamentos é um conceito fundamental para garantir que os pacientes recebam tratamentos adequados, seguros e eficazes.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o uso racional de medicamentos envolve as seguintes características, EXCETO:
Alternativas
Q2495466 Farmácia
Sobre a Política Nacional de Assistência Farmacêutica, é CORRETO afirmar que
Alternativas
Q2495456 Saúde Pública
Sobre os modelos assistenciais no Brasil, assinale a afirmativa FALSA:
Alternativas
Q2495455 Português
Escutatória


    Faz muito tempo, nunca me esqueci. Eu ia de ônibus. Atrás, duas mulheres conversavam. Uma delas contava para a amiga os seus sofrimentos. (Contoume uma amiga, nordestina, que o jogo que as mulheres do Nordeste gostam de fazer quando conversam umas com as outras é comparar sofrimentos. Quanto maior o sofrimento, mais bonitas são a mulher e a sua vida. Conversar é a arte de produzir-se literariamente como mulher de sofrimentos. Acho que foi lá que a ópera foi inventada. A alma é uma literatura. É nisso que se baseia a psicanálise...). Voltando ao ônibus. Falavam de sofrimentos. Uma delas contava do marido hospitalizado, dos médicos, dos exames complicados, das injeções na veia — a enfermeira nunca acertava —, dos vômitos e das urinas. Era um relato comovente de dor. Até que o relato chegou ao fim, esperando, evidentemente, o aplauso, a admiração, uma palavra de acolhimento na alma da outra que, supostamente, ouvia. Mas o que a sofredora ouviu foi o seguinte: “Mas isso não é nada...”. A segunda iniciou, então, uma história de sofrimentos incomparavelmente mais terríveis e dignos de uma ópera que os sofrimentos da primeira.
    Parafraseio o Alberto Caeiro: “Não é bastante ter ouvidos para se ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma”. Daí a dificuldade: a gente não aguenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor. No fundo somos todos iguais às duas mulheres do ônibus. Certo estava Lichtenberg — citado por Murilo Mendes: “Há quem não ouça até que lhe cortem as orelhas”.


(ALVES, Rubem. O amor que acende a lua. 8. ed. Campinas, SP: Papirus, 1999 – fragmento). 
Considere esta frase adaptada do texto:

Uma delas falava do marido hospitalizado, dos médicos e dos exames complicados.

A = uma delas
B = falava
C = do marido hospitalizado
D = dos médicos
E = dos exames complicados

Considerando que as setas representam relações sintáticas, assinale a alternativa que corresponde à estrutura do período.
Desconsidere a ausência de maiúsculas, de pontuação e do “e”.
Alternativas
Q2495454 Português
Escutatória


    Faz muito tempo, nunca me esqueci. Eu ia de ônibus. Atrás, duas mulheres conversavam. Uma delas contava para a amiga os seus sofrimentos. (Contoume uma amiga, nordestina, que o jogo que as mulheres do Nordeste gostam de fazer quando conversam umas com as outras é comparar sofrimentos. Quanto maior o sofrimento, mais bonitas são a mulher e a sua vida. Conversar é a arte de produzir-se literariamente como mulher de sofrimentos. Acho que foi lá que a ópera foi inventada. A alma é uma literatura. É nisso que se baseia a psicanálise...). Voltando ao ônibus. Falavam de sofrimentos. Uma delas contava do marido hospitalizado, dos médicos, dos exames complicados, das injeções na veia — a enfermeira nunca acertava —, dos vômitos e das urinas. Era um relato comovente de dor. Até que o relato chegou ao fim, esperando, evidentemente, o aplauso, a admiração, uma palavra de acolhimento na alma da outra que, supostamente, ouvia. Mas o que a sofredora ouviu foi o seguinte: “Mas isso não é nada...”. A segunda iniciou, então, uma história de sofrimentos incomparavelmente mais terríveis e dignos de uma ópera que os sofrimentos da primeira.
    Parafraseio o Alberto Caeiro: “Não é bastante ter ouvidos para se ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma”. Daí a dificuldade: a gente não aguenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor. No fundo somos todos iguais às duas mulheres do ônibus. Certo estava Lichtenberg — citado por Murilo Mendes: “Há quem não ouça até que lhe cortem as orelhas”.


(ALVES, Rubem. O amor que acende a lua. 8. ed. Campinas, SP: Papirus, 1999 – fragmento). 
Falavam de sofrimentos.

A palavra sofrimentos tem
Alternativas
Q2495453 Português
Escutatória


    Faz muito tempo, nunca me esqueci. Eu ia de ônibus. Atrás, duas mulheres conversavam. Uma delas contava para a amiga os seus sofrimentos. (Contoume uma amiga, nordestina, que o jogo que as mulheres do Nordeste gostam de fazer quando conversam umas com as outras é comparar sofrimentos. Quanto maior o sofrimento, mais bonitas são a mulher e a sua vida. Conversar é a arte de produzir-se literariamente como mulher de sofrimentos. Acho que foi lá que a ópera foi inventada. A alma é uma literatura. É nisso que se baseia a psicanálise...). Voltando ao ônibus. Falavam de sofrimentos. Uma delas contava do marido hospitalizado, dos médicos, dos exames complicados, das injeções na veia — a enfermeira nunca acertava —, dos vômitos e das urinas. Era um relato comovente de dor. Até que o relato chegou ao fim, esperando, evidentemente, o aplauso, a admiração, uma palavra de acolhimento na alma da outra que, supostamente, ouvia. Mas o que a sofredora ouviu foi o seguinte: “Mas isso não é nada...”. A segunda iniciou, então, uma história de sofrimentos incomparavelmente mais terríveis e dignos de uma ópera que os sofrimentos da primeira.
    Parafraseio o Alberto Caeiro: “Não é bastante ter ouvidos para se ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma”. Daí a dificuldade: a gente não aguenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor. No fundo somos todos iguais às duas mulheres do ônibus. Certo estava Lichtenberg — citado por Murilo Mendes: “Há quem não ouça até que lhe cortem as orelhas”.


(ALVES, Rubem. O amor que acende a lua. 8. ed. Campinas, SP: Papirus, 1999 – fragmento). 
Classifique os termos destacados, numerando a segunda coluna de acordo com a primeira.

(1) Sujeito
(2) Objeto direto

( ) Uma delas contava para a amiga os seus sofrimentos.
( ) Contou-me uma amiga...
( ) Parafraseio o Alberto Caeiro...
( ) Certo estava Lichtenberg...

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q2495452 Português
Escutatória


    Faz muito tempo, nunca me esqueci. Eu ia de ônibus. Atrás, duas mulheres conversavam. Uma delas contava para a amiga os seus sofrimentos. (Contoume uma amiga, nordestina, que o jogo que as mulheres do Nordeste gostam de fazer quando conversam umas com as outras é comparar sofrimentos. Quanto maior o sofrimento, mais bonitas são a mulher e a sua vida. Conversar é a arte de produzir-se literariamente como mulher de sofrimentos. Acho que foi lá que a ópera foi inventada. A alma é uma literatura. É nisso que se baseia a psicanálise...). Voltando ao ônibus. Falavam de sofrimentos. Uma delas contava do marido hospitalizado, dos médicos, dos exames complicados, das injeções na veia — a enfermeira nunca acertava —, dos vômitos e das urinas. Era um relato comovente de dor. Até que o relato chegou ao fim, esperando, evidentemente, o aplauso, a admiração, uma palavra de acolhimento na alma da outra que, supostamente, ouvia. Mas o que a sofredora ouviu foi o seguinte: “Mas isso não é nada...”. A segunda iniciou, então, uma história de sofrimentos incomparavelmente mais terríveis e dignos de uma ópera que os sofrimentos da primeira.
    Parafraseio o Alberto Caeiro: “Não é bastante ter ouvidos para se ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma”. Daí a dificuldade: a gente não aguenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor. No fundo somos todos iguais às duas mulheres do ônibus. Certo estava Lichtenberg — citado por Murilo Mendes: “Há quem não ouça até que lhe cortem as orelhas”.


(ALVES, Rubem. O amor que acende a lua. 8. ed. Campinas, SP: Papirus, 1999 – fragmento). 
Faz muito tempo, nunca me esqueci.

A reescrita desse período com a inserção de um conector está CORRETA em:
Alternativas
Respostas
2841: D
2842: D
2843: D
2844: A
2845: B
2846: A
2847: C
2848: B
2849: A
2850: B
2851: D
2852: D
2853: D
2854: C
2855: B
2856: D
2857: A
2858: A
2859: C
2860: A