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Q1068836 Português
eia o texto para responder à questão.

    A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
    Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
     Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
    Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
    Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)


    As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado. (1º parágrafo)

Assinale a alternativa em que as palavras expressam sentidos opostos.
Alternativas
Q1068835 Português
Leia o texto para responder à questão.

    A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
    Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
     Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
    Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
    Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)
A frase redigida de acordo com as ideias do texto está na alternativa:
Alternativas
Q1068834 Português
Leia o texto para responder à questão.

    A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
    Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
     Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
    Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
    Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)
A alternativa correta quanto à concordância nominal encontra-se em:
Alternativas
Q1068833 Português
Leia o texto para responder à questão.

    A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
    Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
     Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
    Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
    Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a expressão destacada apresenta circunstância adverbial de intensidade.
Alternativas
Q1068832 Português
Leia o texto para responder à questão.

    A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
    Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
     Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
    Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
    Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)
Com a produção em escala industrial, comprar um espelho ficou mais acessível. A expressão destacada na frase está corretamente substituída pelo pronome em:
Alternativas
Q1068831 Português
Leia o texto para responder à questão.

    A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
    Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
     Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
    Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
    Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)
A expressão destacada no trecho do texto indica delimitação temporal em:
Alternativas
Q1068830 Português
Leia o texto para responder à questão.

    A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
    Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
     Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
    Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
    Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)
Assinale a afirmação correta a respeito do texto.
Alternativas
Q1068829 Português

Considere a foto que retrata os pracinhas da Força Expedicionária Brasileira (FEB).

Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa em que a frase elaborada a partir da foto está redigida corretamente quanto à concordância verbal.

Alternativas
Q1068828 Português

Leia o texto de Lygia Fagundes Telles para responder à questão.

                             

                            A disciplina do amor

    

     Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um

jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente,

ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um

pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia cor-

rendo ao seu encontro e, na maior alegria, acompanhava-o

com seu passinho saltitante de volta à casa.

     A vila inteira já conhecia o cachorro, e as pessoas que

passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava

a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo vol-

tar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em

que seu dono apontava lá longe.

     Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi

convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Con-

tinuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar ansioso

naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído

que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim

que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal

de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinada-

mente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao

posto de espera.

     O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno cora-

ção do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-

lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora,

ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.

     Com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pes-

soas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou.

Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se

para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o

cachorro já velhíssimo continuou a esperá-lo na sua esqui-

na. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está

esperando?… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho

voltado para “aquela” direção.

(http://www.beatrix.pro.br/index.php/a-disciplina-do-amor-lygia-fagundes-telles/ Adaptado)

Assinale a alternativa em que a pontuação está empregada corretamente.
Alternativas
Q1068827 Português

Leia o texto de Lygia Fagundes Telles para responder à questão.

                             

                            A disciplina do amor

    

     Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um

jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente,

ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um

pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia cor-

rendo ao seu encontro e, na maior alegria, acompanhava-o

com seu passinho saltitante de volta à casa.

     A vila inteira já conhecia o cachorro, e as pessoas que

passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava

a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo vol-

tar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em

que seu dono apontava lá longe.

     Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi

convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Con-

tinuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar ansioso

naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído

que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim

que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal

de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinada-

mente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao

posto de espera.

     O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno cora-

ção do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-

lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora,

ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.

     Com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pes-

soas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou.

Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se

para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o

cachorro já velhíssimo continuou a esperá-lo na sua esqui-

na. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está

esperando?… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho

voltado para “aquela” direção.

(http://www.beatrix.pro.br/index.php/a-disciplina-do-amor-lygia-fagundes-telles/ Adaptado)

Considere a frase.

O cachorro disciplinadamente cumpria o compromisso assumido.

O pronome que substitui corretamente a expressão destacada e está adequadamente colocado na frase encontra-se na alternativa:

Alternativas
Q1068826 Português

Leia o texto de Lygia Fagundes Telles para responder à questão.

                             

                            A disciplina do amor

    

     Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um

jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente,

ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um

pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia cor-

rendo ao seu encontro e, na maior alegria, acompanhava-o

com seu passinho saltitante de volta à casa.

     A vila inteira já conhecia o cachorro, e as pessoas que

passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava

a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo vol-

tar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em

que seu dono apontava lá longe.

     Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi

convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Con-

tinuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar ansioso

naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído

que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim

que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal

de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinada-

mente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao

posto de espera.

     O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno cora-

ção do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-

lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora,

ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.

     Com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pes-

soas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou.

Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se

para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o

cachorro já velhíssimo continuou a esperá-lo na sua esqui-

na. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está

esperando?… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho

voltado para “aquela” direção.

(http://www.beatrix.pro.br/index.php/a-disciplina-do-amor-lygia-fagundes-telles/ Adaptado)

A preposição destacada está empregada de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:
Alternativas
Q1068825 Português

Leia o texto de Lygia Fagundes Telles para responder à questão.

                             

                            A disciplina do amor

    

     Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um

jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente,

ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um

pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia cor-

rendo ao seu encontro e, na maior alegria, acompanhava-o

com seu passinho saltitante de volta à casa.

     A vila inteira já conhecia o cachorro, e as pessoas que

passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava

a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo vol-

tar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em

que seu dono apontava lá longe.

     Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi

convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Con-

tinuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar ansioso

naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído

que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim

que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal

de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinada-

mente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao

posto de espera.

     O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno cora-

ção do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-

lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora,

ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.

     Com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pes-

soas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou.

Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se

para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o

cachorro já velhíssimo continuou a esperá-lo na sua esqui-

na. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está

esperando?… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho

voltado para “aquela” direção.

(http://www.beatrix.pro.br/index.php/a-disciplina-do-amor-lygia-fagundes-telles/ Adaptado)

Assinale a alternativa cujo trecho completa a frase a seguir, apresentando sentido figurado.

O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro a esperança...

Alternativas
Q1068824 Português

Leia o texto de Lygia Fagundes Telles para responder à questão.

                             

                            A disciplina do amor

    

     Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um

jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente,

ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um

pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia cor-

rendo ao seu encontro e, na maior alegria, acompanhava-o

com seu passinho saltitante de volta à casa.

     A vila inteira já conhecia o cachorro, e as pessoas que

passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava

a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo vol-

tar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em

que seu dono apontava lá longe.

     Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi

convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Con-

tinuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar ansioso

naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído

que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim

que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal

de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinada-

mente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao

posto de espera.

     O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno cora-

ção do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-

lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora,

ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.

     Com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pes-

soas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou.

Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se

para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o

cachorro já velhíssimo continuou a esperá-lo na sua esqui-

na. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está

esperando?… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho

voltado para “aquela” direção.

(http://www.beatrix.pro.br/index.php/a-disciplina-do-amor-lygia-fagundes-telles/ Adaptado)

A forma verbal destacada indica ação realizada habitualmente pelo sujeito em:
Alternativas
Q1068823 Português

Leia o texto de Lygia Fagundes Telles para responder à questão.

                             

                            A disciplina do amor

    

     Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um

jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente,

ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um

pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia cor-

rendo ao seu encontro e, na maior alegria, acompanhava-o

com seu passinho saltitante de volta à casa.

     A vila inteira já conhecia o cachorro, e as pessoas que

passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava

a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo vol-

tar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em

que seu dono apontava lá longe.

     Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi

convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Con-

tinuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar ansioso

naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído

que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim

que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal

de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinada-

mente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao

posto de espera.

     O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno cora-

ção do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-

lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora,

ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.

     Com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pes-

soas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou.

Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se

para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o

cachorro já velhíssimo continuou a esperá-lo na sua esqui-

na. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está

esperando?… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho

voltado para “aquela” direção.

(http://www.beatrix.pro.br/index.php/a-disciplina-do-amor-lygia-fagundes-telles/ Adaptado)

No primeiro parágrafo, em – Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro... –, a expressão destacada indica tempo, como na frase da alternativa:
Alternativas
Q1068822 Português

Leia o texto de Lygia Fagundes Telles para responder à questão.

                             

                            A disciplina do amor

    

     Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um

jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente,

ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um

pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia cor-

rendo ao seu encontro e, na maior alegria, acompanhava-o

com seu passinho saltitante de volta à casa.

     A vila inteira já conhecia o cachorro, e as pessoas que

passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava

a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo vol-

tar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em

que seu dono apontava lá longe.

     Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi

convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Con-

tinuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar ansioso

naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído

que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim

que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal

de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinada-

mente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao

posto de espera.

     O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno cora-

ção do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-

lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora,

ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.

     Com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pes-

soas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou.

Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se

para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o

cachorro já velhíssimo continuou a esperá-lo na sua esqui-

na. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está

esperando?… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho

voltado para “aquela” direção.

(http://www.beatrix.pro.br/index.php/a-disciplina-do-amor-lygia-fagundes-telles/ Adaptado)

Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho selecionado mantém o sentido do texto.
Alternativas
Q1068821 Português

Leia o texto de Lygia Fagundes Telles para responder à questão.

                             

                            A disciplina do amor

    

     Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um

jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente,

ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um

pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia cor-

rendo ao seu encontro e, na maior alegria, acompanhava-o

com seu passinho saltitante de volta à casa.

     A vila inteira já conhecia o cachorro, e as pessoas que

passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava

a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo vol-

tar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em

que seu dono apontava lá longe.

     Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi

convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Con-

tinuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar ansioso

naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído

que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim

que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal

de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinada-

mente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao

posto de espera.

     O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno cora-

ção do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-

lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora,

ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.

     Com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pes-

soas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou.

Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se

para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o

cachorro já velhíssimo continuou a esperá-lo na sua esqui-

na. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está

esperando?… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho

voltado para “aquela” direção.

(http://www.beatrix.pro.br/index.php/a-disciplina-do-amor-lygia-fagundes-telles/ Adaptado)

De acordo com o texto, é correto afirmar que o narrador
Alternativas
Q1067370 Matemática

Juvenal comprou, ao todo, 10 exemplares de dois livros de Jorge Amado: “Gabriela, Cravo e Canela” e “Tieta do Agreste”. Cada exemplar de “Gabriela, Cravo e Canela” custou R$ 30,00 e cada exemplar de “Tieta do Agreste” custou R$ 70,00. O valor total da compra foi de R$ 460,00.

Assinale a opção que indica o número de exemplares de “Gabriela, Cravo e Canela” que Juvenal comprou.

Alternativas
Q1067369 Matemática

As amigas Laura e Sueli saíram para jantar em um restaurante. Na hora de pagar a conta, Laura deu de gorjeta 10% de sua despesa e Sueli deu apenas 5%, mas tanto Laura quanto Sueli pagaram de gorjeta R$ 5,00 cada uma.


Incluindo as gorjetas, o valor total da conta das duas amigas foi de

Alternativas
Q1067368 Matemática
Daqui a 12 anos, Darlene terá o dobro da idade que tinha há 4 anos. Daqui a 6 anos, a idade de Darlene será
Alternativas
Q1067367 Matemática
Um funcionário do setor de limpeza varre uma sala quadrada com 4 m de lado em 12 minutos. Com a mesma eficiência, esse funcionário varreria uma sala quadrada de 6 m de lado em
Alternativas
Respostas
18141: E
18142: D
18143: D
18144: E
18145: A
18146: D
18147: D
18148: B
18149: E
18150: C
18151: C
18152: D
18153: A
18154: E
18155: B
18156: D
18157: D
18158: D
18159: C
18160: D