Questões de Concurso Para auxiliar de serviços gerais

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Q3800080 Matemática Financeira
Um auxiliar de serviços gerais comprou um equipamento no valor de R$ 1.200,00, pagando juros simples de 5% ao mês durante 4 meses. O valor total dos juros pagos será de:
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Q3800079 Matemática
Um vigia registrou o número de ocorrências em quatro dias consecutivos: 2, 4, 6 e 8 ocorrências. A média aritmética simples diária de ocorrências nesse período é: 
Alternativas
Q3800078 Matemática
Durante a ronda, um vigia utiliza uma garrafa térmica com capacidade de 750 mL. Se ele beber o conteúdo de 4 garrafas completas ao longo do turno, o volume total ingerido será de:
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Q3800077 Matemática
Um auxiliar de serviços gerais precisa calcular a área de um pátio retangular para organizar a limpeza diária. O pátio possui 12 metros de comprimento e 5 metros de largura. A área total desse pátio corresponde a:
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Q3800076 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Sobre humanos, besouros e vaga-lumes


    Noite dessas, após muitos anos, avistei uma série de vagalumes voando pela chácara. Fiquei empolgadíssima, porque fazia um tempão que não presenciava essa cena, que tem um quê de infância. Por conta disso, lembrei-me de uma crônica que escrevi há alguns anos e que segue bastante atual — aproveito para reproduzi-la, com pequenas atualizações.

    Fofos, os vaga-lumes são tipo besouros que emitem luz. Vejam que curioso: conheço um monte de gente que não gosta de besouros. Nunca vi ninguém reclamar de vaga-lumes, nem mesmo minha irmã, Tine, que detesta “bichos que voam”. A presença desses insetinhos que se acendem e apagam é sempre comemorada, até com gritos e palminhas. Amigos param para contemplar pirilampos em meio ____ escuridão, pensar neles evoca lembranças de infância no interior, em meio ao silêncio e _____ natureza.

    O interessante, no caso desses insetos, é que só as espécies mais evoluídas possuem a bioluminescência (como é chamado o fenômeno da emissão de luz), porque essas piscadelas facilitam a comunicação sexual e a defesa. Eles usam um padrão de piscadas que servem como códigos entre eles.

    Incrível mesmo é que todos nós, humanos, também somos emissores de luz — de forma metafórica e em diferentes proporções. Acredito muito que temos a capacidade sentir as vibrações alheias e nos conectarmos com a energia de quem nos cerca.

    O curioso, no entanto, é que, ao contrário da receptividade que temos com os vaga-lumes, boa parte das pessoas não consegue tolerar alguém brilhando mais do que elas. Validar o brilho alheio parece fora de cogitação. A saída mais fácil costuma ser tentar ignorar o brilho que, muitas vezes, ofusca os olhos. Ou, ainda, tentar desmerecê-lo — “nem é tão brilhante assim”, poderiam dizer alguns.

    Se esses humanos-besouro soubessem que, mesmo sem brilhar tanto, ainda podem encontrar possibilidades de se destacar na multidão, parariam de criticar os comportamentos alheios. Acho um pouco surreal perceber que a felicidade dos outros ainda incomoda.

    E qual é o antídoto? Seguir brilhando, em relação a. E apesar de. Meus estudos superficiais da Cabala mostraram um dos princípios básicos do misticismo judaico (aqui, numa simplificação muito particular): recebemos luz dependendo das dificuldades das ações empreendidas por nós. Conectando com uma energia superior, podemos superar obstáculos e garantir força.

    A premissa poderia ser uma chave. Se todos se concentrassem em emitir a maior quantidade de luz possível, em vez de tentar enfraquecer (ou apagar) a luz do outro, viveria um caminho mais digno e recompensador. Até porque, no final das contas, só o que importa é quanta luz propagamos por aí.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).
No período “Acho um pouco surreal perceber que a felicidade dos outros ainda incomoda”, o sujeito do verbo sublinhado é classificado como: 
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Q3800075 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Sobre humanos, besouros e vaga-lumes


    Noite dessas, após muitos anos, avistei uma série de vagalumes voando pela chácara. Fiquei empolgadíssima, porque fazia um tempão que não presenciava essa cena, que tem um quê de infância. Por conta disso, lembrei-me de uma crônica que escrevi há alguns anos e que segue bastante atual — aproveito para reproduzi-la, com pequenas atualizações.

    Fofos, os vaga-lumes são tipo besouros que emitem luz. Vejam que curioso: conheço um monte de gente que não gosta de besouros. Nunca vi ninguém reclamar de vaga-lumes, nem mesmo minha irmã, Tine, que detesta “bichos que voam”. A presença desses insetinhos que se acendem e apagam é sempre comemorada, até com gritos e palminhas. Amigos param para contemplar pirilampos em meio ____ escuridão, pensar neles evoca lembranças de infância no interior, em meio ao silêncio e _____ natureza.

    O interessante, no caso desses insetos, é que só as espécies mais evoluídas possuem a bioluminescência (como é chamado o fenômeno da emissão de luz), porque essas piscadelas facilitam a comunicação sexual e a defesa. Eles usam um padrão de piscadas que servem como códigos entre eles.

    Incrível mesmo é que todos nós, humanos, também somos emissores de luz — de forma metafórica e em diferentes proporções. Acredito muito que temos a capacidade sentir as vibrações alheias e nos conectarmos com a energia de quem nos cerca.

    O curioso, no entanto, é que, ao contrário da receptividade que temos com os vaga-lumes, boa parte das pessoas não consegue tolerar alguém brilhando mais do que elas. Validar o brilho alheio parece fora de cogitação. A saída mais fácil costuma ser tentar ignorar o brilho que, muitas vezes, ofusca os olhos. Ou, ainda, tentar desmerecê-lo — “nem é tão brilhante assim”, poderiam dizer alguns.

    Se esses humanos-besouro soubessem que, mesmo sem brilhar tanto, ainda podem encontrar possibilidades de se destacar na multidão, parariam de criticar os comportamentos alheios. Acho um pouco surreal perceber que a felicidade dos outros ainda incomoda.

    E qual é o antídoto? Seguir brilhando, em relação a. E apesar de. Meus estudos superficiais da Cabala mostraram um dos princípios básicos do misticismo judaico (aqui, numa simplificação muito particular): recebemos luz dependendo das dificuldades das ações empreendidas por nós. Conectando com uma energia superior, podemos superar obstáculos e garantir força.

    A premissa poderia ser uma chave. Se todos se concentrassem em emitir a maior quantidade de luz possível, em vez de tentar enfraquecer (ou apagar) a luz do outro, viveria um caminho mais digno e recompensador. Até porque, no final das contas, só o que importa é quanta luz propagamos por aí.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).
No trecho “Validar o brilho alheio parece fora de cogitação”, a palavra sublinhada exerce a função de:
Alternativas
Q3800074 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Sobre humanos, besouros e vaga-lumes


    Noite dessas, após muitos anos, avistei uma série de vagalumes voando pela chácara. Fiquei empolgadíssima, porque fazia um tempão que não presenciava essa cena, que tem um quê de infância. Por conta disso, lembrei-me de uma crônica que escrevi há alguns anos e que segue bastante atual — aproveito para reproduzi-la, com pequenas atualizações.

    Fofos, os vaga-lumes são tipo besouros que emitem luz. Vejam que curioso: conheço um monte de gente que não gosta de besouros. Nunca vi ninguém reclamar de vaga-lumes, nem mesmo minha irmã, Tine, que detesta “bichos que voam”. A presença desses insetinhos que se acendem e apagam é sempre comemorada, até com gritos e palminhas. Amigos param para contemplar pirilampos em meio ____ escuridão, pensar neles evoca lembranças de infância no interior, em meio ao silêncio e _____ natureza.

    O interessante, no caso desses insetos, é que só as espécies mais evoluídas possuem a bioluminescência (como é chamado o fenômeno da emissão de luz), porque essas piscadelas facilitam a comunicação sexual e a defesa. Eles usam um padrão de piscadas que servem como códigos entre eles.

    Incrível mesmo é que todos nós, humanos, também somos emissores de luz — de forma metafórica e em diferentes proporções. Acredito muito que temos a capacidade sentir as vibrações alheias e nos conectarmos com a energia de quem nos cerca.

    O curioso, no entanto, é que, ao contrário da receptividade que temos com os vaga-lumes, boa parte das pessoas não consegue tolerar alguém brilhando mais do que elas. Validar o brilho alheio parece fora de cogitação. A saída mais fácil costuma ser tentar ignorar o brilho que, muitas vezes, ofusca os olhos. Ou, ainda, tentar desmerecê-lo — “nem é tão brilhante assim”, poderiam dizer alguns.

    Se esses humanos-besouro soubessem que, mesmo sem brilhar tanto, ainda podem encontrar possibilidades de se destacar na multidão, parariam de criticar os comportamentos alheios. Acho um pouco surreal perceber que a felicidade dos outros ainda incomoda.

    E qual é o antídoto? Seguir brilhando, em relação a. E apesar de. Meus estudos superficiais da Cabala mostraram um dos princípios básicos do misticismo judaico (aqui, numa simplificação muito particular): recebemos luz dependendo das dificuldades das ações empreendidas por nós. Conectando com uma energia superior, podemos superar obstáculos e garantir força.

    A premissa poderia ser uma chave. Se todos se concentrassem em emitir a maior quantidade de luz possível, em vez de tentar enfraquecer (ou apagar) a luz do outro, viveria um caminho mais digno e recompensador. Até porque, no final das contas, só o que importa é quanta luz propagamos por aí.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).
Ao contrapor a reação das pessoas diante dos vaga-lumes e diante de outros seres humanos, a autora evidencia: 
Alternativas
Q3800073 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Sobre humanos, besouros e vaga-lumes


    Noite dessas, após muitos anos, avistei uma série de vagalumes voando pela chácara. Fiquei empolgadíssima, porque fazia um tempão que não presenciava essa cena, que tem um quê de infância. Por conta disso, lembrei-me de uma crônica que escrevi há alguns anos e que segue bastante atual — aproveito para reproduzi-la, com pequenas atualizações.

    Fofos, os vaga-lumes são tipo besouros que emitem luz. Vejam que curioso: conheço um monte de gente que não gosta de besouros. Nunca vi ninguém reclamar de vaga-lumes, nem mesmo minha irmã, Tine, que detesta “bichos que voam”. A presença desses insetinhos que se acendem e apagam é sempre comemorada, até com gritos e palminhas. Amigos param para contemplar pirilampos em meio ____ escuridão, pensar neles evoca lembranças de infância no interior, em meio ao silêncio e _____ natureza.

    O interessante, no caso desses insetos, é que só as espécies mais evoluídas possuem a bioluminescência (como é chamado o fenômeno da emissão de luz), porque essas piscadelas facilitam a comunicação sexual e a defesa. Eles usam um padrão de piscadas que servem como códigos entre eles.

    Incrível mesmo é que todos nós, humanos, também somos emissores de luz — de forma metafórica e em diferentes proporções. Acredito muito que temos a capacidade sentir as vibrações alheias e nos conectarmos com a energia de quem nos cerca.

    O curioso, no entanto, é que, ao contrário da receptividade que temos com os vaga-lumes, boa parte das pessoas não consegue tolerar alguém brilhando mais do que elas. Validar o brilho alheio parece fora de cogitação. A saída mais fácil costuma ser tentar ignorar o brilho que, muitas vezes, ofusca os olhos. Ou, ainda, tentar desmerecê-lo — “nem é tão brilhante assim”, poderiam dizer alguns.

    Se esses humanos-besouro soubessem que, mesmo sem brilhar tanto, ainda podem encontrar possibilidades de se destacar na multidão, parariam de criticar os comportamentos alheios. Acho um pouco surreal perceber que a felicidade dos outros ainda incomoda.

    E qual é o antídoto? Seguir brilhando, em relação a. E apesar de. Meus estudos superficiais da Cabala mostraram um dos princípios básicos do misticismo judaico (aqui, numa simplificação muito particular): recebemos luz dependendo das dificuldades das ações empreendidas por nós. Conectando com uma energia superior, podemos superar obstáculos e garantir força.

    A premissa poderia ser uma chave. Se todos se concentrassem em emitir a maior quantidade de luz possível, em vez de tentar enfraquecer (ou apagar) a luz do outro, viveria um caminho mais digno e recompensador. Até porque, no final das contas, só o que importa é quanta luz propagamos por aí.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).
No texto, a autora estabelece um paralelo entre o comportamento humano e o dos vaga-lumes para desenvolver uma reflexão crítica. A ideia central defendida é a de que:
Alternativas
Q3800072 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Sobre humanos, besouros e vaga-lumes


    Noite dessas, após muitos anos, avistei uma série de vagalumes voando pela chácara. Fiquei empolgadíssima, porque fazia um tempão que não presenciava essa cena, que tem um quê de infância. Por conta disso, lembrei-me de uma crônica que escrevi há alguns anos e que segue bastante atual — aproveito para reproduzi-la, com pequenas atualizações.

    Fofos, os vaga-lumes são tipo besouros que emitem luz. Vejam que curioso: conheço um monte de gente que não gosta de besouros. Nunca vi ninguém reclamar de vaga-lumes, nem mesmo minha irmã, Tine, que detesta “bichos que voam”. A presença desses insetinhos que se acendem e apagam é sempre comemorada, até com gritos e palminhas. Amigos param para contemplar pirilampos em meio ____ escuridão, pensar neles evoca lembranças de infância no interior, em meio ao silêncio e _____ natureza.

    O interessante, no caso desses insetos, é que só as espécies mais evoluídas possuem a bioluminescência (como é chamado o fenômeno da emissão de luz), porque essas piscadelas facilitam a comunicação sexual e a defesa. Eles usam um padrão de piscadas que servem como códigos entre eles.

    Incrível mesmo é que todos nós, humanos, também somos emissores de luz — de forma metafórica e em diferentes proporções. Acredito muito que temos a capacidade sentir as vibrações alheias e nos conectarmos com a energia de quem nos cerca.

    O curioso, no entanto, é que, ao contrário da receptividade que temos com os vaga-lumes, boa parte das pessoas não consegue tolerar alguém brilhando mais do que elas. Validar o brilho alheio parece fora de cogitação. A saída mais fácil costuma ser tentar ignorar o brilho que, muitas vezes, ofusca os olhos. Ou, ainda, tentar desmerecê-lo — “nem é tão brilhante assim”, poderiam dizer alguns.

    Se esses humanos-besouro soubessem que, mesmo sem brilhar tanto, ainda podem encontrar possibilidades de se destacar na multidão, parariam de criticar os comportamentos alheios. Acho um pouco surreal perceber que a felicidade dos outros ainda incomoda.

    E qual é o antídoto? Seguir brilhando, em relação a. E apesar de. Meus estudos superficiais da Cabala mostraram um dos princípios básicos do misticismo judaico (aqui, numa simplificação muito particular): recebemos luz dependendo das dificuldades das ações empreendidas por nós. Conectando com uma energia superior, podemos superar obstáculos e garantir força.

    A premissa poderia ser uma chave. Se todos se concentrassem em emitir a maior quantidade de luz possível, em vez de tentar enfraquecer (ou apagar) a luz do outro, viveria um caminho mais digno e recompensador. Até porque, no final das contas, só o que importa é quanta luz propagamos por aí.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas do segundo parágrafo do texto?
Alternativas
Q4259914 Matemática
Uma criança brincava de super-herói quando seus pais chegaram. Para tornar a brincadeira ainda mais divertida, os pais propuseram ao filho uma caracterização de seu personagem, podendo combinar as diferentes características, sendo uma de cada tipo, listadas a seguir: 
       • Superpoderes: invisibilidade, superforça, voar; 
       • Equipamentos: escudo, espada e martelo; 
       • Trajes: capa, colete e jaqueta.   

A quantidade de opções diferentes de personagens que a criança pode criar é igual a
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Q4259913 Matemática
O gráfico a seguir apresenta a distribuição percentual dos custos com funcionários, aluguel, marketing e outros em duas empresas, aos seus custos totais. Supondo que o total de custos das duas empresas seja igual, os custos com aluguel da empresa Y são maiores do que os da empresa X em 

Q._29.png (355×267)
Alternativas
Q4259912 Matemática
Ponto de equilíbrio, ou breakeven, é um conceito usado em administração, finanças e contabilidade que indica o momento em que as receitas totais de uma empresa ou projeto são iguais aos custos totais. Uma empresa que possui a receita de acordo com a função R(x) = 15x e os custos de acordo com a função C(x) = 280+10x, em que x é o número de unidades vendidas, atingirá o ponto de equilíbrio ao vender uma quantidade de unidades igual a
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Q4259911 Raciocínio Lógico
Em uma competição de esportes em uma escola de 400 alunos do interior paraibano, os estudantes foram convidados a participar de duas modalidades: futebol e vôlei. Sabendo que 50 alunos optaram por participar apenas da modalidade vôlei, 80 alunos optaram por participar das duas modalidades e 120 alunos optaram por não participar de modalidade alguma, a quantidade de alunos que optou por participar apenas da modalidade futebol foi igual a 
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Q4259910 Matemática
Um investidor resolveu diversificar seu investimento em renda fixa e em renda variável. Para isso, alocou R$ 8.000,00 ganhos de um processo judicial por danos morais. Em cada segmento de investimento, decidiu investir o mesmo valor. Sabendo que ao longo de seu investimento os rendimentos foram de 10% para renda fixa e 15% para renda variável, o total do rendimento foi igual a 
Alternativas
Q4259909 Matemática
Um atleta, ao se preparar para uma competição, decidiu treinar dando voltas em um quarteirão de formato retangular, cujas dimensões são 100 metros por 300 metros. Em um bairro próximo a sua casa, existe um quarteirão em formato quadrado. Para que uma volta ao redor do quarteirão quadrado seja equivalente (tenha o mesmo comprimento) a uma volta ao redor do quarteirão retangular, a medida do lado do quarteirão quadrado deve ser, em metros, igual a
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Q4259908 Matemática
Um arquiteto renomado e excêntrico resolveu projetar uma sala triangular, fugindo do comum, conferindo um caráter único e exclusivo à concepção. Ao término da execução do projeto, um técnico, utilizando um aparelho digital de medição de ângulos, mediu em dois cantos da sala os ângulos 35° e 65°. A fim de otimizar seu tempo, não mediu o terceiro ângulo, pois já sabia que o valor poderia ser calculado matematicamente. O ângulo do terceiro canto da sala é
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Q4259907 Matemática
Imagine que a prefeitura de Bonito de Santa Fé/PB realiza a manutenção das vias da cidade. A equipe de recapeamento passa em uma rua a cada 6 dias, enquanto a equipe de pintura de faixas de pedestres passa na mesma rua a cada 8 dias. Se ambas as equipes trabalharam juntas na rua hoje, a quantidade de dias para que elas trabalhem juntas na mesma rua novamente será 
Alternativas
Q4259906 Matemática
A área territorial do município de Bonito de Santa Fé/PB é de aproximadamente 228 km². Supondo que 25% dessa área seja de preservação ambiental, a área, em quilômetros quadrados, dessa região de preservação é 
Alternativas
Q4259905 Matemática
Suponha que a prefeitura de Bonito de Santa Fé/PB iniciou um projeto de arborização e planeja plantar 50 mudas de ipê a cada 2 km de determinada rodovia. Se o projeto cobrir uma extensão de 22 km, o número de mudas de ipê que serão plantadas no total é
Alternativas
Q4259904 Matemática
A distância rodoviária aproximada entre a cidade de Bonito de Santa Fé/PB e a capital da Paraíba, João Pessoa, é de 493 km. Sabendo disso, essa distância expressa em metros é
Alternativas
Respostas
2601: A
2602: B
2603: C
2604: B
2605: D
2606: C
2607: B
2608: C
2609: A
2610: C
2611: B
2612: C
2613: A
2614: C
2615: D
2616: B
2617: C
2618: A
2619: D
2620: D