Questões de Concurso Para coordenador pedagógico

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Q3963956 Noções de Informática
Nas imagens a seguir, há o arquivo Relatório Coord Pedagógica de Educ Infantil 2024, em formato PDF (Documento Portátil). Está selecionado. É necessário apagá-lo com exclusão permanente. Qual é a combinação de teclas CORRETA para excluir o arquivo?

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Alternativas
Q3963955 Português
A questão se refere ao texto a seguir:


Eletrizante, nova série expõe a crueldade da sobrecarga mental de mães


  Nova sensação das redes sociais, a série "All Her Fault" ("É Tudo Culpa Dela" numa tradução literal), disponível no Prime Video, é uma história bem elaborada e com reviravoltas surpreendentes que fazem o espectador ansiar pelo próximo episódio.

  A série, entretanto, não é apenas um ótimo produto de entretenimento. Além de hipnotizar o público, a produção tem a qualidade de esmiuçar, ainda que de maneira discreta, uma questão que vem sendo muito debatida nos últimos anos e que, muitas vezes, é subestimada: a sobrecarga mental das mulheres.

   Todo o conflito é disparado quando a empresária Marissa não checa se o número que lhe enviou uma mensagem de texto realmente pertence a Jenny, mãe de um dos colegas de escola de seu filho, Milo. Essa desatenção faz com que ela caia numa armadilha e tenha o filho sequestrado pela babá que trabalhava para Jenny, que, por sua vez, começa a ser questionada por não ter investigado com mais profundidade o histórico da profissional que contratou.

   A partir do sequestro de Milo, Marissa e Jenny são alvo de cobranças, insinuações e julgamentos precipitados, que desconsideram o excesso de responsabilidades que elas possuem e a falta de participação de seus respectivos maridos nas decisões relativas à família. Tudo recai sobre as costas de Marissa e Jenny, que não são vistas como vítimas da situação, mas como parte do problema.

   Essa dimensão humana das personagens, que é muito bem explorada, torna “É Tudo Culpa Dela” ainda mais angustiante. A minissérie mostra que mães estão sempre a um passo de vivenciarem um filme de terror e que, para isso, nem precisam ter os filhos sequestrados. Basta não darem conta das expectativas alheias ou não agirem como os outros esperam que elas se comportem.


(Autoria de Ricky Hiraoka. Texto adaptado. Disponível em: https://www.uol.com.br/splash/colunas/rickyhiraoka/2026/01/16/all-her-fault.htm?cmpid=copiaecola Acesso em 16 jan. 2026)
A palavra “sobrecarga”, empregada no texto para caracterizar a experiência das personagens femininas, é formada por:
Alternativas
Q3963954 Português
A questão se refere ao texto a seguir:


Eletrizante, nova série expõe a crueldade da sobrecarga mental de mães


  Nova sensação das redes sociais, a série "All Her Fault" ("É Tudo Culpa Dela" numa tradução literal), disponível no Prime Video, é uma história bem elaborada e com reviravoltas surpreendentes que fazem o espectador ansiar pelo próximo episódio.

  A série, entretanto, não é apenas um ótimo produto de entretenimento. Além de hipnotizar o público, a produção tem a qualidade de esmiuçar, ainda que de maneira discreta, uma questão que vem sendo muito debatida nos últimos anos e que, muitas vezes, é subestimada: a sobrecarga mental das mulheres.

   Todo o conflito é disparado quando a empresária Marissa não checa se o número que lhe enviou uma mensagem de texto realmente pertence a Jenny, mãe de um dos colegas de escola de seu filho, Milo. Essa desatenção faz com que ela caia numa armadilha e tenha o filho sequestrado pela babá que trabalhava para Jenny, que, por sua vez, começa a ser questionada por não ter investigado com mais profundidade o histórico da profissional que contratou.

   A partir do sequestro de Milo, Marissa e Jenny são alvo de cobranças, insinuações e julgamentos precipitados, que desconsideram o excesso de responsabilidades que elas possuem e a falta de participação de seus respectivos maridos nas decisões relativas à família. Tudo recai sobre as costas de Marissa e Jenny, que não são vistas como vítimas da situação, mas como parte do problema.

   Essa dimensão humana das personagens, que é muito bem explorada, torna “É Tudo Culpa Dela” ainda mais angustiante. A minissérie mostra que mães estão sempre a um passo de vivenciarem um filme de terror e que, para isso, nem precisam ter os filhos sequestrados. Basta não darem conta das expectativas alheias ou não agirem como os outros esperam que elas se comportem.


(Autoria de Ricky Hiraoka. Texto adaptado. Disponível em: https://www.uol.com.br/splash/colunas/rickyhiraoka/2026/01/16/all-her-fault.htm?cmpid=copiaecola Acesso em 16 jan. 2026)
O texto apresentado, ao analisar a série All Her Fault (É Tudo Culpa Dela), caracteriza-se predominantemente como um texto do gênero: 
Alternativas
Q3963953 Português
A questão se refere ao texto a seguir:


Eletrizante, nova série expõe a crueldade da sobrecarga mental de mães


  Nova sensação das redes sociais, a série "All Her Fault" ("É Tudo Culpa Dela" numa tradução literal), disponível no Prime Video, é uma história bem elaborada e com reviravoltas surpreendentes que fazem o espectador ansiar pelo próximo episódio.

  A série, entretanto, não é apenas um ótimo produto de entretenimento. Além de hipnotizar o público, a produção tem a qualidade de esmiuçar, ainda que de maneira discreta, uma questão que vem sendo muito debatida nos últimos anos e que, muitas vezes, é subestimada: a sobrecarga mental das mulheres.

   Todo o conflito é disparado quando a empresária Marissa não checa se o número que lhe enviou uma mensagem de texto realmente pertence a Jenny, mãe de um dos colegas de escola de seu filho, Milo. Essa desatenção faz com que ela caia numa armadilha e tenha o filho sequestrado pela babá que trabalhava para Jenny, que, por sua vez, começa a ser questionada por não ter investigado com mais profundidade o histórico da profissional que contratou.

   A partir do sequestro de Milo, Marissa e Jenny são alvo de cobranças, insinuações e julgamentos precipitados, que desconsideram o excesso de responsabilidades que elas possuem e a falta de participação de seus respectivos maridos nas decisões relativas à família. Tudo recai sobre as costas de Marissa e Jenny, que não são vistas como vítimas da situação, mas como parte do problema.

   Essa dimensão humana das personagens, que é muito bem explorada, torna “É Tudo Culpa Dela” ainda mais angustiante. A minissérie mostra que mães estão sempre a um passo de vivenciarem um filme de terror e que, para isso, nem precisam ter os filhos sequestrados. Basta não darem conta das expectativas alheias ou não agirem como os outros esperam que elas se comportem.


(Autoria de Ricky Hiraoka. Texto adaptado. Disponível em: https://www.uol.com.br/splash/colunas/rickyhiraoka/2026/01/16/all-her-fault.htm?cmpid=copiaecola Acesso em 16 jan. 2026)
Com base na leitura do texto, analise as afirmações a seguir:

I. O texto sustenta que a série constrói seu conflito central a partir de um erro pontual de Marissa, mas amplia essa situação para discutir a sobrecarga mental enfrentada pelas mulheres.
II. As reações sociais ao sequestro de Milo revelam julgamentos que ignoram a desigual divisão de responsabilidades familiares entre homens e mulheres.
III. O texto defende que as personagens femininas são retratadas como vítimas da situação, recebendo compreensão e empatia por parte da sociedade representada na série.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3963952 Português

 Observe a figura a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://www.tribunaribeirao.com.br/charge-do-dia-13-de-janeiro-de-2026/ Acesso em: 20 jan. 2026.



Na charge, a fala do personagem “Acho que apareceu a primeira boa notícia de 2026!” produz um efeito de sentido porque:

Alternativas
Q3963951 Português

A questão se refere ao texto a seguir.


Bem-estar nas escolas: desafios estruturais e caminhos para fortalecer estudantes e educadores



   As escolas ocupam um papel central no desenvolvimento integral de crianças e adolescentes. Mais do que espaços de aprendizagem acadêmica, são ambientes de convivência, construção de vínculos e ampliação de repertórios sociais e emocionais. Quando o bem-estar está presente, estudantes se engajam mais, permanecem na escola e aprendem melhor. 

   Durante muito tempo, a saúde mental e o bem-estar foram tratados como temas secundários nas políticas educacionais. Nos últimos anos, o avanço das evidências científicas tem reforçado que aprendizagem, bem-estar físico e saúde mental caminham juntos. Ambientes seguros, relações de cuidado e práticas pedagógicas intencionais estão diretamente associados ao engajamento escolar e ao enfrentamento da evasão, um dos grandes desafios da educação pública brasileira.

   Estudos recentes ajudam a dimensionar esse desafio. Em 2025, uma pesquisa conduzida pelo Instituto Educbank, em parceria com o Great Place to Study, mostrou que 57% dos estudantes não percebem a escola ou seus professores como atentos ao seu bem-estar. Apenas cerca de 20% afirmaram se sentir acolhidos no ambiente escolar. 

  Outro fator que passou a influenciar diretamente o clima escolar é o uso de celulares. A regulamentação nacional, em vigor desde 2024, ao restringir o uso dos aparelhos em sala de aula a fins pedagógicos, contribuiu para melhorias na atenção, na participação dos estudantes e na redução de conflitos. A medida também estimulou debates sobre cidadania digital, equilíbrio no uso de telas e práticas pedagógicas mais intencionais.

  Nos últimos anos, políticas públicas têm incorporado o bem-estar, a saúde mental e o desenvolvimento socioemocional aos currículos escolares. Esse movimento representa um avanço importante. No entanto, a simples inclusão do tema nos documentos oficiais não garante mudanças sustentáveis, especialmente em redes públicas marcadas por desigualdades estruturais. 

  Sem investimento consistente na formação continuada de educadores e em condições institucionais que apoiem o trabalho pedagógico, iniciativas voltadas ao bem-estar tendem a permanecer no plano normativo. Evidências mostram que escolas que fortalecem relações colaborativas, gestão participativa e práticas de cuidado apresentam melhores resultados de aprendizagem e maior engajamento da comunidade escolar.

   Avançar exige compreender o bem-estar como uma construção coletiva, incluindo ações voltadas para o suporte de professores. Isso envolve fortalecer políticas públicas integradas, investir na formação continuada, ampliar equipes multiprofissionais, criar espaços reais de escuta nas escolas e promover práticas pedagógicas que enfrentem as causas do bullying e da evasão escolar, com atenção especial à promoção da equidade racial.

  A aprovação da Política Nacional de Atenção Psicossocial nas Comunidades Escolares, em 2024, representa um marco importante ao reconhecer a saúde mental como parte do direito à educação. O desafio agora está na implementação efetiva dessa política nos estados e municípios, transformando marcos legais em ações concretas. 

   Nesse contexto, redes públicas de ensino, em articulação com organizações da sociedade civil, têm demonstrado avanços relevantes. A Coalizão para Educação Integral para Adolescentes, por exemplo, reúne governos e organizações em torno da promoção de ambientes escolares mais seguros, do fortalecimento da educação integral e do enfrentamento das desigualdades raciais.

  Fortalecer o bem-estar nas escolas é tratá-lo como um eixo estruturante das políticas educacionais, integrado à formação docente, à gestão escolar e à promoção da equidade. Esse é um esforço coletivo, que exige colaboração entre poder público, organizações da sociedade civil e lideranças educacionais comprometidas com uma escola que acolha, engaje e garanta o desenvolvimento integral de todas as pessoas.


(Texto adaptado Disponível em: https://fundacaolemann.org.br/noticias/bem-estar-nasescolas/ Acesso em 20 jan. 2026)
Considere o trecho:

“Ambientes seguros, relações de cuidado e práticas pedagógicas intencionais estão diretamente associados ao engajamento escolar e ao enfrentamento da evasão.”

No trecho, as palavras “seguros”, “pedagógicas” e “diretamente” pertencem, respectivamente, às classes gramaticais:
Alternativas
Q3963950 Português

A questão se refere ao texto a seguir.


Bem-estar nas escolas: desafios estruturais e caminhos para fortalecer estudantes e educadores



   As escolas ocupam um papel central no desenvolvimento integral de crianças e adolescentes. Mais do que espaços de aprendizagem acadêmica, são ambientes de convivência, construção de vínculos e ampliação de repertórios sociais e emocionais. Quando o bem-estar está presente, estudantes se engajam mais, permanecem na escola e aprendem melhor. 

   Durante muito tempo, a saúde mental e o bem-estar foram tratados como temas secundários nas políticas educacionais. Nos últimos anos, o avanço das evidências científicas tem reforçado que aprendizagem, bem-estar físico e saúde mental caminham juntos. Ambientes seguros, relações de cuidado e práticas pedagógicas intencionais estão diretamente associados ao engajamento escolar e ao enfrentamento da evasão, um dos grandes desafios da educação pública brasileira.

   Estudos recentes ajudam a dimensionar esse desafio. Em 2025, uma pesquisa conduzida pelo Instituto Educbank, em parceria com o Great Place to Study, mostrou que 57% dos estudantes não percebem a escola ou seus professores como atentos ao seu bem-estar. Apenas cerca de 20% afirmaram se sentir acolhidos no ambiente escolar. 

  Outro fator que passou a influenciar diretamente o clima escolar é o uso de celulares. A regulamentação nacional, em vigor desde 2024, ao restringir o uso dos aparelhos em sala de aula a fins pedagógicos, contribuiu para melhorias na atenção, na participação dos estudantes e na redução de conflitos. A medida também estimulou debates sobre cidadania digital, equilíbrio no uso de telas e práticas pedagógicas mais intencionais.

  Nos últimos anos, políticas públicas têm incorporado o bem-estar, a saúde mental e o desenvolvimento socioemocional aos currículos escolares. Esse movimento representa um avanço importante. No entanto, a simples inclusão do tema nos documentos oficiais não garante mudanças sustentáveis, especialmente em redes públicas marcadas por desigualdades estruturais. 

  Sem investimento consistente na formação continuada de educadores e em condições institucionais que apoiem o trabalho pedagógico, iniciativas voltadas ao bem-estar tendem a permanecer no plano normativo. Evidências mostram que escolas que fortalecem relações colaborativas, gestão participativa e práticas de cuidado apresentam melhores resultados de aprendizagem e maior engajamento da comunidade escolar.

   Avançar exige compreender o bem-estar como uma construção coletiva, incluindo ações voltadas para o suporte de professores. Isso envolve fortalecer políticas públicas integradas, investir na formação continuada, ampliar equipes multiprofissionais, criar espaços reais de escuta nas escolas e promover práticas pedagógicas que enfrentem as causas do bullying e da evasão escolar, com atenção especial à promoção da equidade racial.

  A aprovação da Política Nacional de Atenção Psicossocial nas Comunidades Escolares, em 2024, representa um marco importante ao reconhecer a saúde mental como parte do direito à educação. O desafio agora está na implementação efetiva dessa política nos estados e municípios, transformando marcos legais em ações concretas. 

   Nesse contexto, redes públicas de ensino, em articulação com organizações da sociedade civil, têm demonstrado avanços relevantes. A Coalizão para Educação Integral para Adolescentes, por exemplo, reúne governos e organizações em torno da promoção de ambientes escolares mais seguros, do fortalecimento da educação integral e do enfrentamento das desigualdades raciais.

  Fortalecer o bem-estar nas escolas é tratá-lo como um eixo estruturante das políticas educacionais, integrado à formação docente, à gestão escolar e à promoção da equidade. Esse é um esforço coletivo, que exige colaboração entre poder público, organizações da sociedade civil e lideranças educacionais comprometidas com uma escola que acolha, engaje e garanta o desenvolvimento integral de todas as pessoas.


(Texto adaptado Disponível em: https://fundacaolemann.org.br/noticias/bem-estar-nasescolas/ Acesso em 20 jan. 2026)
Considere o período “Situações de violência e discriminação racial, que afetam de forma desproporcional estudantes negros, comprometem o bem-estar, ampliam o estresse e fragilizam a permanência escolar.”

A oração destacada classifica-se como:
Alternativas
Q3963949 Português

A questão se refere ao texto a seguir.


Bem-estar nas escolas: desafios estruturais e caminhos para fortalecer estudantes e educadores



   As escolas ocupam um papel central no desenvolvimento integral de crianças e adolescentes. Mais do que espaços de aprendizagem acadêmica, são ambientes de convivência, construção de vínculos e ampliação de repertórios sociais e emocionais. Quando o bem-estar está presente, estudantes se engajam mais, permanecem na escola e aprendem melhor. 

   Durante muito tempo, a saúde mental e o bem-estar foram tratados como temas secundários nas políticas educacionais. Nos últimos anos, o avanço das evidências científicas tem reforçado que aprendizagem, bem-estar físico e saúde mental caminham juntos. Ambientes seguros, relações de cuidado e práticas pedagógicas intencionais estão diretamente associados ao engajamento escolar e ao enfrentamento da evasão, um dos grandes desafios da educação pública brasileira.

   Estudos recentes ajudam a dimensionar esse desafio. Em 2025, uma pesquisa conduzida pelo Instituto Educbank, em parceria com o Great Place to Study, mostrou que 57% dos estudantes não percebem a escola ou seus professores como atentos ao seu bem-estar. Apenas cerca de 20% afirmaram se sentir acolhidos no ambiente escolar. 

  Outro fator que passou a influenciar diretamente o clima escolar é o uso de celulares. A regulamentação nacional, em vigor desde 2024, ao restringir o uso dos aparelhos em sala de aula a fins pedagógicos, contribuiu para melhorias na atenção, na participação dos estudantes e na redução de conflitos. A medida também estimulou debates sobre cidadania digital, equilíbrio no uso de telas e práticas pedagógicas mais intencionais.

  Nos últimos anos, políticas públicas têm incorporado o bem-estar, a saúde mental e o desenvolvimento socioemocional aos currículos escolares. Esse movimento representa um avanço importante. No entanto, a simples inclusão do tema nos documentos oficiais não garante mudanças sustentáveis, especialmente em redes públicas marcadas por desigualdades estruturais. 

  Sem investimento consistente na formação continuada de educadores e em condições institucionais que apoiem o trabalho pedagógico, iniciativas voltadas ao bem-estar tendem a permanecer no plano normativo. Evidências mostram que escolas que fortalecem relações colaborativas, gestão participativa e práticas de cuidado apresentam melhores resultados de aprendizagem e maior engajamento da comunidade escolar.

   Avançar exige compreender o bem-estar como uma construção coletiva, incluindo ações voltadas para o suporte de professores. Isso envolve fortalecer políticas públicas integradas, investir na formação continuada, ampliar equipes multiprofissionais, criar espaços reais de escuta nas escolas e promover práticas pedagógicas que enfrentem as causas do bullying e da evasão escolar, com atenção especial à promoção da equidade racial.

  A aprovação da Política Nacional de Atenção Psicossocial nas Comunidades Escolares, em 2024, representa um marco importante ao reconhecer a saúde mental como parte do direito à educação. O desafio agora está na implementação efetiva dessa política nos estados e municípios, transformando marcos legais em ações concretas. 

   Nesse contexto, redes públicas de ensino, em articulação com organizações da sociedade civil, têm demonstrado avanços relevantes. A Coalizão para Educação Integral para Adolescentes, por exemplo, reúne governos e organizações em torno da promoção de ambientes escolares mais seguros, do fortalecimento da educação integral e do enfrentamento das desigualdades raciais.

  Fortalecer o bem-estar nas escolas é tratá-lo como um eixo estruturante das políticas educacionais, integrado à formação docente, à gestão escolar e à promoção da equidade. Esse é um esforço coletivo, que exige colaboração entre poder público, organizações da sociedade civil e lideranças educacionais comprometidas com uma escola que acolha, engaje e garanta o desenvolvimento integral de todas as pessoas.


(Texto adaptado Disponível em: https://fundacaolemann.org.br/noticias/bem-estar-nasescolas/ Acesso em 20 jan. 2026)
No trecho “Fortalecer o bem-estar nas escolas é tratá-lo como um eixo estruturante das políticas educacionais”, o emprego do pronome “lo” em “tratá-lo” contribui para: 
Alternativas
Q3963948 Português

A questão se refere ao texto a seguir.


Bem-estar nas escolas: desafios estruturais e caminhos para fortalecer estudantes e educadores



   As escolas ocupam um papel central no desenvolvimento integral de crianças e adolescentes. Mais do que espaços de aprendizagem acadêmica, são ambientes de convivência, construção de vínculos e ampliação de repertórios sociais e emocionais. Quando o bem-estar está presente, estudantes se engajam mais, permanecem na escola e aprendem melhor. 

   Durante muito tempo, a saúde mental e o bem-estar foram tratados como temas secundários nas políticas educacionais. Nos últimos anos, o avanço das evidências científicas tem reforçado que aprendizagem, bem-estar físico e saúde mental caminham juntos. Ambientes seguros, relações de cuidado e práticas pedagógicas intencionais estão diretamente associados ao engajamento escolar e ao enfrentamento da evasão, um dos grandes desafios da educação pública brasileira.

   Estudos recentes ajudam a dimensionar esse desafio. Em 2025, uma pesquisa conduzida pelo Instituto Educbank, em parceria com o Great Place to Study, mostrou que 57% dos estudantes não percebem a escola ou seus professores como atentos ao seu bem-estar. Apenas cerca de 20% afirmaram se sentir acolhidos no ambiente escolar. 

  Outro fator que passou a influenciar diretamente o clima escolar é o uso de celulares. A regulamentação nacional, em vigor desde 2024, ao restringir o uso dos aparelhos em sala de aula a fins pedagógicos, contribuiu para melhorias na atenção, na participação dos estudantes e na redução de conflitos. A medida também estimulou debates sobre cidadania digital, equilíbrio no uso de telas e práticas pedagógicas mais intencionais.

  Nos últimos anos, políticas públicas têm incorporado o bem-estar, a saúde mental e o desenvolvimento socioemocional aos currículos escolares. Esse movimento representa um avanço importante. No entanto, a simples inclusão do tema nos documentos oficiais não garante mudanças sustentáveis, especialmente em redes públicas marcadas por desigualdades estruturais. 

  Sem investimento consistente na formação continuada de educadores e em condições institucionais que apoiem o trabalho pedagógico, iniciativas voltadas ao bem-estar tendem a permanecer no plano normativo. Evidências mostram que escolas que fortalecem relações colaborativas, gestão participativa e práticas de cuidado apresentam melhores resultados de aprendizagem e maior engajamento da comunidade escolar.

   Avançar exige compreender o bem-estar como uma construção coletiva, incluindo ações voltadas para o suporte de professores. Isso envolve fortalecer políticas públicas integradas, investir na formação continuada, ampliar equipes multiprofissionais, criar espaços reais de escuta nas escolas e promover práticas pedagógicas que enfrentem as causas do bullying e da evasão escolar, com atenção especial à promoção da equidade racial.

  A aprovação da Política Nacional de Atenção Psicossocial nas Comunidades Escolares, em 2024, representa um marco importante ao reconhecer a saúde mental como parte do direito à educação. O desafio agora está na implementação efetiva dessa política nos estados e municípios, transformando marcos legais em ações concretas. 

   Nesse contexto, redes públicas de ensino, em articulação com organizações da sociedade civil, têm demonstrado avanços relevantes. A Coalizão para Educação Integral para Adolescentes, por exemplo, reúne governos e organizações em torno da promoção de ambientes escolares mais seguros, do fortalecimento da educação integral e do enfrentamento das desigualdades raciais.

  Fortalecer o bem-estar nas escolas é tratá-lo como um eixo estruturante das políticas educacionais, integrado à formação docente, à gestão escolar e à promoção da equidade. Esse é um esforço coletivo, que exige colaboração entre poder público, organizações da sociedade civil e lideranças educacionais comprometidas com uma escola que acolha, engaje e garanta o desenvolvimento integral de todas as pessoas.


(Texto adaptado Disponível em: https://fundacaolemann.org.br/noticias/bem-estar-nasescolas/ Acesso em 20 jan. 2026)
Analise as afirmações a seguir, à luz do texto:

I. Os dados estatísticos apresentados cumprem função argumentativa, pois dimensionam o problema do bem-estar escolar e sustentam a crítica às políticas educacionais tradicionais.
II. O texto indica que a simples inclusão do tema da saúde mental nos currículos é suficiente para produzir mudanças estruturais nas escolas públicas.
III. A referência à Política Nacional de Atenção Psicossocial e à Coalizão para Educação Integral sugere que o avanço na promoção do bem-estar escolar depende da articulação entre Estado e sociedade civil.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3963947 Pedagogia
Analise as afirmações a seguir relacionadas ao tema dos pensamentos e emoções na educação escolar, tendo como referência os pressupostos da Psicologia HistóricoCultural.

I. Para que o ensino alcance seus fins os(as) professores(as) devem considerar a relação de mútua determinação entre pensamentos e emoções.
II. Para que o ensino alcance seus fins os(as) professores(as) devem manter as emoções dos(as) alunos(as) sob controle, uma vez que elas podem prejudicar seu desenvolvimento cognitivo.
III. Para que o ensino alcance seus fins os(as) professores(as) devem criar afecções intelectuais positivas.
IV. Para que o ensino alcance seus fins os(as) professores(as) devem compreender que razão e emoção operam de maneiras independentes sobre o comportamento dos(as) alunos(as).
V. Para que o ensino alcance seus fins os(as) professores(as) devem priorizar atividades que demandem o pensamento lógico-formal.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3963946 Pedagogia
Leia as afirmações a seguir e analise quais estão CORRETAS, tendo como fundamento a concepção da Psicologia Histórico-Cultural a respeito das relações entre ensino, aprendizagem e desenvolvimento.

I. A aprendizagem dos alunos depende de seu nível de desenvolvimento.
II. A aprendizagem dos conteúdos escolares não depende nem afeta o desenvolvimento dos alunos.
III. Uma correta organização da aprendizagem conduz ao desenvolvimento das crianças.
IV. O ensino é ineficaz quando se coloca aquém do desenvolvimento real ou efetivo dos alunos.
V. O ensino é ineficaz quando os conteúdos estão além do nível de desenvolvimento real ou efetivo dos alunos.
VI. Para que um aluno aprenda não é necessário que as funções psico-intelectuais requeridas para a aprendizagem daquele conteúdo estejam completamente desenvolvidas.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3963945 Pedagogia
A Psicologia Histórico-Cultural vem desenvolvendo vários estudos sobre a atenção e sua importância para a aprendizagem dos(as) estudantes. Assinale qual das alternativas é CORRETA à luz dessa teoria.
Alternativas
Q3963944 Pedagogia
Assinale a alternativa CORRETA. De acordo com Lev Vigotsky, para distinguir os períodos de desenvolvimento humano é necessário:
Alternativas
Q3963943 Pedagogia
Leia as afirmações a seguir e analise quais correspondem ao conceito de atividade de estudo de acordo com a Psicologia Histórico-Cultural.

I. A atividade de estudo é a atividade guia do desenvolvimento na idade escolar.
II. A atividade de estudo envolve o conjunto das ações realizadas cotidianamente pelas crianças fora da escola, necessárias ao cumprimento dos deveres e tarefas escolares.
III. A atividade de estudo produz uma neoformação psicológica, que é essencial para a formação do pensamento teórico.
IV. A apropriação de conhecimentos teóricos por meio da atividade de estudo exige da criança determinadas qualidades psíquicas que envolvem o controle voluntário da conduta externa e dos processos psíquicos internos.
V. A estrutura da atividade de estudo é composta pelos seguintes elementos: realização de atividades de leitura, cópia e memorização seguidos de exercícios sobre os conteúdos do material estudado.
VI. O conteúdo fundamental da atividade de estudo são os conhecimentos empíricos.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3963942 Pedagogia
Leia as afirmações a seguir, analisando quais estão de acordo com a teoria de Alexis Leontiev, segundo a qual a atividade dominante das crianças na idade pré-escolar é o jogo de papéis.

I. A brincadeira provoca mudanças qualitativas no desenvolvimento infantil, desde que associada ao ensino dos conteúdos adequados para esse nível de ensino.
II. O jogo de papéis prepara o caminho da transição da criança para a atividade de estudo.
III. A brincadeira é a atividade dominante nesse período porque é a mais frequente no cotidiano das crianças. IV. Por meio do jogo de papéis sociais, a criança reproduz as relações humanas e as atividades de trabalho dos adultos de forma lúdica.
V. A brincadeira faz parte da natureza infantil e deve ocorrer de modo espontâneo nas crianças dessa faixa etária.
VI. Não cabe aos professores organizar a brincadeira infantil, já que essa intervenção leva à supressão do caráter independente e criativo da atividade lúdica.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3963941 Pedagogia
Analise as alternativas a seguir e assinale qual está CORRETA de acordo com a teoria da periodização do desenvolvimento proposta pela Psicologia Histórico-Cultural. 
Alternativas
Q3963940 Pedagogia
Alexis Leontiev desenvolveu a teoria da atividade que postula a existência de uma atividade principal, dominante ou atividade-guia em cada período do desenvolvimento humano. Leia as afirmações a seguir e analise quais estão CORRETAS de acordo com essa teoria.

I. As mudanças na atividade principal decorrem das mudanças de personalidade que ocorrem ao longo da infância, adolescência e idade adulta.
II. As mudanças da atividade principal são determinadas por mudanças no lugar que o ser humano objetivamente ocupa no sistema das relações humanas.
III. As mudanças na atividade principal são condicionadas pela maturação de processos biológicos típicos de cada idade.
IV. A transição para um novo período do desenvolvimento configura-se como salto qualitativo que resulta do acúmulo de mudanças graduais no interior de cada período estável do desenvolvimento.
V. Na transição entre períodos, a atividade dominante vai se esgotando como fonte de desenvolvimento de novas capacidades psíquicas e uma nova atividade desponta como guia na transição ao novo período.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3963939 Pedagogia
 Leia as alternativas apresentadas a seguir e assinale aquela que está CORRETA de acordo com Lev Vigotsky. 
Alternativas
Q3963938 Psicologia
Leia as afirmações a seguir sobre o desenvolvimento humano e analise quais delas correspondem aos pressupostos teórico-filosóficos da Psicologia Histórico-Cultural.

I. O desenvolvimento humano é resultado da complexificação de processos evolutivos naturais.
II. O desenvolvimento humano é determinado por diferentes fatores interiores e individuais.
III. O desenvolvimento humano combina movimentos evolutivos (mudanças quantitativas) e revolucionários (mudanças qualitativas).
IV. O desenvolvimento humano radica no entrelaçamento dos processos naturais e culturais, mais precisamente, nas contradições que são geradas entre eles.
V. Ao longo do desenvolvimento ocorre a alternância entre períodos estáveis e períodos críticos. VI. O desenvolvimento humano caracteriza-se pela sucessão de fases predeterminadas, mediante o acúmulo gradual de mudanças.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3963937 Direito Constitucional
A charge apresentada a seguir, traz crianças com diferentes características físicas, culturais e étnicas, acompanhada das expressões “socialmente iguais”, “humanamente diferentes” e “totalmente livres”. A imagem dialoga diretamente com os fundamentos constitucionais da proteção integral à criança. 

Imagem associada para resolução da questão
https://inesc.org.br/o-estatuto-e-um-so-as-infancias-sao-muitas-2/

Com base na Constituição Federal de 1988, especialmente no art. 227, e nos princípios constitucionais da educação e dos direitos fundamentais, analise as afirmativas a seguir:

I. A charge expressa o princípio constitucional da igualdade material, ao reconhecer que crianças são iguais em direitos, ainda que diferentes em suas identidades, culturas e condições.
II. A ideia de “humanamente diferentes” é incompatível com a Constituição, pois o texto constitucional busca a homogeneização cultural como forma de garantir a igualdade.
III. A noção de “totalmente livres” relaciona-se ao direito da criança ao desenvolvimento pleno, à dignidade e à liberdade, assegurados com absoluta prioridade pelo Estado, pela família e pela sociedade.
IV. A diversidade representada na charge encontra respaldo constitucional na vedação de qualquer forma de discriminação e na promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor ou quaisquer outras formas.
V. A proteção integral prevista na Constituição limita-se ao acesso à escola, não abrangendo aspectos culturais, sociais, identitários e de participação comunitária da criança.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
401: B
402: C
403: D
404: B
405: B
406: A
407: A
408: D
409: C
410: D
411: B
412: D
413: A
414: C
415: B
416: D
417: C
418: A
419: B
420: A