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A Lenda da Iara – a Mãe-d’água
Os cronistas dos séculos XVI e XVII registraram essa história.
No princípio, o personagem era masculino e chamava-se Ipupiara, homem-peixe que devorava pescadores e os levava para o fundo do rio. No século XVIII, Ipupiara vira a sedutora sereia Uiara ou Iara. Todo pescador brasileiro, de água doce ou salgada, conta histórias de moços que cederam aos encantos da bela Uiara e terminaram afogados de paixão.
Ela deixa sua casa no fundo das águas no fim da tarde. Surge magnífica à flor das águas: metade mulher, metade peixe; cabelos longos enfeitados de flores vermelhas. Por vezes, ela assume a forma humana e sai em busca de vítimas.
Quando a Mãe das águas canta, hipnotiza os pescadores. Um deles foi o índio Tapuia. Certa vez, pescando, ele viu a deusa, linda, surgir das águas. Resistiu. Não saiu da canoa, remou rápido até a margem e foi se esconder na aldeia.
Mas enfeitiçado pelos olhos e ouvidos, não conseguia esquecer a voz de Uiara. Numa tarde, morto de saudade, fugiu da aldeia e remou na sua canoa rio abaixo.
Uiara já o esperava cantando a música das núpcias. Tapuia se jogou no rio e sumiu num mergulho, carregado pelas mãos da noiva. Uns dizem que naquela noite houve festa no chão das águas e que foram felizes para sempre. Outros dizem que, na semana seguinte, a insaciável Uiara voltou para levar outra vítima.
(in <http://sitededicas.ne10.uol.com.br/folk_iara.htm.> acesso 06/10/2013.Adaptado.)
O primeiro parágrafo do texto menciona: “Os cronistas dos séculos XVI e XVII registraram essa história.” A história em questão é:
A Lenda da Iara – a Mãe-d’água
Os cronistas dos séculos XVI e XVII registraram essa história.
No princípio, o personagem era masculino e chamava-se Ipupiara, homem-peixe que devorava pescadores e os levava para o fundo do rio. No século XVIII, Ipupiara vira a sedutora sereia Uiara ou Iara. Todo pescador brasileiro, de água doce ou salgada, conta histórias de moços que cederam aos encantos da bela Uiara e terminaram afogados de paixão.
Ela deixa sua casa no fundo das águas no fim da tarde. Surge magnífica à flor das águas: metade mulher, metade peixe; cabelos longos enfeitados de flores vermelhas. Por vezes, ela assume a forma humana e sai em busca de vítimas.
Quando a Mãe das águas canta, hipnotiza os pescadores. Um deles foi o índio Tapuia. Certa vez, pescando, ele viu a deusa, linda, surgir das águas. Resistiu. Não saiu da canoa, remou rápido até a margem e foi se esconder na aldeia.
Mas enfeitiçado pelos olhos e ouvidos, não conseguia esquecer a voz de Uiara. Numa tarde, morto de saudade, fugiu da aldeia e remou na sua canoa rio abaixo.
Uiara já o esperava cantando a música das núpcias. Tapuia se jogou no rio e sumiu num mergulho, carregado pelas mãos da noiva. Uns dizem que naquela noite houve festa no chão das águas e que foram felizes para sempre. Outros dizem que, na semana seguinte, a insaciável Uiara voltou para levar outra vítima.
(in <http://sitededicas.ne10.uol.com.br/folk_iara.htm.> acesso 06/10/2013.Adaptado.)
De acordo com a leitura atenta do texto, Iara, a Mãe-d’água, é um personagem que:
“Tente reduzir a quantidade de louça suja gerada. Você sabia que, ao utilizar um copo para beber água, são necessários, pelo menos, outros dois copos iguais de água potável para lavá-lo? Portanto, quando possível, reutilize o utensílio.”
Sendo assim, se uma pessoa utilizar 8 copos distintos cheios com 200 ml cada em um único dia, para lavá-los serão necessários, no mínimo, quantos litros de água?
Na Criptografia, tem gente pesquisando técnicas de codificação 24 horas por dia movido à paixão, afirma Alessio Aguirre, gerente da Kroll, multinacional de sistemas de segurança para computador. Entre eles estão hackers que se sentem desafiados por todo código não decifrado, ressalta. Isso induz enormes companhias que lucram com a falta de segurança na internet a buscar um sistema à prova de qualquer ataque – em vão. Todo código segue uma lógica que pode ser decifrada. É só uma questão de tempo.
A ciência usa, cada vez mais, as equações matemáticas dos algoritmos, que são conjuntos de instruções definindo como trocar letras e símbolos por letras e símbolos alternativos. Além disso, há a “chave”, outra série de equações empregada tanto para cifrar como para decifrar a mensagem. Quanto maior a chave, mais seguro o algoritmo. Até os anos 70, ambos, o algoritmo e a chave, costumavam ser mantidos em sigilo. Hoje as empresas divulgam os algoritmos e até oferecem prêmios em dinheiro para cientistas e hackers de plantão “quebrarem” seus sistemas – ou seja, encontrarem as chaves. Se ninguém consegue, mesmo sabendo o algoritmo, significa que ele é bom mesmo. O inverso também vale: um algoritmo mantido em sigilo costuma ser considerado presa fácil. Foi o que aconteceu com o DVD.
Para guardar segredo sobre uma dosagem secreta do principal ingrediente de um famoso refrigerante, o seu criador, amante da Matemática, criou um algoritmo em que a chave que guarda a quantidade, em centilitros, seria a soma de todos os valores inteiros que satisfazem à desigualdade x² - 75x + 1400 < 0 . Então, essa quantidade, em cm³ , será igual a
Eu desconfiava: todas as histórias em quadrinhos são iguais. Todos os filmes norte-americanos são iguais. Todos os filmes de todos os países são iguais. Todos os best-sellers são iguais. Todos os campeonatos nacionais e internacionais de futebol são iguais. Todos os partidos políticos são iguais. Todas as mulheres que andam na moda são iguais. Todas as experiências de sexo são iguais. Todos os sonetos, gazéis, virelais, sextinas e rondós são iguais. E todos, todos os poemas em versos livres são enfadonhamente iguais.
Todas as guerras do mundo são iguais. Todas as fomes são iguais. Todos os amores iguais, iguais, iguais. Iguais todos os rompimentos. A morte é igualíssima. Todas as criações da natureza são iguais. Todas as ações, cruéis, piedosas ou indiferentes, são iguais. Contudo, o homem não é igual a nenhum outro homem, bicho ou coisa.
Ninguém é igual a ninguém. Todo o ser humano é um estranho ímpar.
A paixão medida (1980). 8 ed. Rio de Janeiro: Record, 2002, p. 77-78. Carlos Drummod de Andrade © Graña Drummond www.carlosdrummond.com.br
Das afirmações seguintes:
I. É possível afirmar que o poema encontra-se dividido basicamente em quatro partes
II. O vocábulo “contudo” é responsável por introduzir a segunda parte do poema.
III. A frase “Todo ser humano é um estranho ímpar” equivale a “cada um dos seres humanos é diferente dos demais”.
Tentando aprender as teclas de atalho do Windows, Juninho esbarra com uma combinação de teclas que exibe a seguinte tela:
A mesma foi acessada através da combinação:
Juninho, em seu horário de almoço, resolve criar um documento contendo piadas sobre o tema informática. Após alguns minutos navegando na internet, o mesmo copiou a piada apresentada na imagem abaixo e já tratou de alterar algumas configurações de formatação.
Após localizar o documento citado na questão anterior, Juninho deseja copiá-lo em um pen drive. Para tanto, ele poderia usar os seguintes métodos:
I. selecionar o arquivo, pressionar as teclas CTRL + C, acessar o pen drive e pressionar as teclas CTRL + V;
II. arrastar o arquivo para a unidade do pen drive atrevés do Windows Explorer;
III. clicar com o botão direito no arquivo, apontar para a opção Enviar para e, em seguida, escolher a unidade do pen drive.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
Juninho, em seu horário de almoço, resolve criar um documento contendo piadas sobre o tema informática. Após alguns minutos navegando na internet, o mesmo copiou a piada apresentada na imagem abaixo e já tratou de alterar algumas configurações de formatação.
Juninho está aflito tentando localizar um arquivo do Word 2007 que contém piadas sobre política. Por não lembrar o nome do arquivo, ficou complicado localizá-lo em meio a mais de 500 arquivos na pasta Meus Documentos. Juninho resolve recorrer à ferramenta Pesquisar do Windows. Escolhendo a opção de pesquisa Todos os arquivos e pastas, Juninho coloca no campo destinado ao nome do arquivo o termo *.doc. Como resultado, foram listados cerca de 250 arquivos. Juninho poderia refinar ainda mais essa busca:
I. substituindo o termo *.doc por *.docx, visto que o documento é do Word 2007;
II. incluindo no campo Texto contido no Arquivo alguma palavra ou frase que porventura ele se lembra de alguma das piadas contidas no arquivo;
III. selecionando a pasta Meus Documentos no campo Examinar.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
Assinale a alternativa que aponta o tipo de impressora cuja técnica de impressão se dá por meio de “agulhas”: