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Q4008057 Matemática
Tenho R$ 370,00. Se eu der R$ 45,00 para meu irmão, ficaremos com a mesma quantia. A quantia que ele tem é
Alternativas
Q4008053 Português
Marque a alternativa em que foi feita a separação silábica correta na palavra “gimnosperma”.
Alternativas
Q4008052 Português
Marque a alternativa que apresenta erro no emprego da vírgula.
Alternativas
Q4008051 Português
na frase “Noventa e sete por cento das espécies vivas (...)” observa-se que a palavra ‘espécie’ recebeu acento por conta de uma regra da Gramática Normativa. Marque a alternativa que apresenta a regra que justifica essa afirmação.
Alternativas
Q4008050 Português
Leia a frase a seguir.

O ___________ é uma palavra invariável que, fundamentalmente, modifica o verbo exprimindo uma circunstância de tempo, lugar, modo etc.

Marque a alternativa que completa a lacuna de maneira CORRETA.
Alternativas
Q4008049 Português
Marque a alternativa em que a concordância verbal foi empregada de forma CORRETA.
Alternativas
Q4008044 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.



MACUNAÍMA



Então Macunaíma enxergou numa lapa bem no meio do rio uma cova cheia d’água. 


E a cova era que-nem a marca dum pé-gigante. Abicaram. O herói depois de muitos gritos por causa do frio da água entrou na cova e se lavou inteirinho. Mas a água era encantada porque aquele buraco na lapa era marca do pezão do Sumé, do tempo em que andava pregando o evangelho de Jesus pra indiada brasileira. Quando o herói saiu do banho estava branco loiro e de olhos azuizinhos, água lavara o pretume dele. E ninguém não seria capaz mais de indicar nele um filho da tribo retinta dos Tapanhumas.


Nem bem Jiguê percebeu o milagre, se atirou na marca do pezão do Sumé. Porém, a água já estava muito suja da negrura do herói e por mais que Jiguê esfregasse feito maluco atirando água pra todos os lados só conseguiu ficar da cor do bronze novo.


(...)


– Olhe, mano Jiguê, branco você ficou não, porém pretume foi-se e antes fanhoso que sem nariz.


Maanape então é que foi se lavar, mas Jiguê esborrifara toda a água encantada pra fora da cova. Tinha só um bocado lá no fundo e Maanape conseguiu molhar só a palma dos pés e das mãos. Por isso ficou negro bem filho da tribo dos Tapanhumas. Só que as palmas das mãos e dos pés dele são vermelhas por terem se limpado na água santa.



(ANDRADE, Mário de. Macunaíma: o herói sem nenhum caráter - Vila Rica, 1992).

Os três irmãos se diferenciam. Macunaíma é branco, Maanape é índio e Jiquê é negro. A frase que ressume a lição que podemos tirar disso é:
Alternativas
Q4008043 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.



MACUNAÍMA



Então Macunaíma enxergou numa lapa bem no meio do rio uma cova cheia d’água. 


E a cova era que-nem a marca dum pé-gigante. Abicaram. O herói depois de muitos gritos por causa do frio da água entrou na cova e se lavou inteirinho. Mas a água era encantada porque aquele buraco na lapa era marca do pezão do Sumé, do tempo em que andava pregando o evangelho de Jesus pra indiada brasileira. Quando o herói saiu do banho estava branco loiro e de olhos azuizinhos, água lavara o pretume dele. E ninguém não seria capaz mais de indicar nele um filho da tribo retinta dos Tapanhumas.


Nem bem Jiguê percebeu o milagre, se atirou na marca do pezão do Sumé. Porém, a água já estava muito suja da negrura do herói e por mais que Jiguê esfregasse feito maluco atirando água pra todos os lados só conseguiu ficar da cor do bronze novo.


(...)


– Olhe, mano Jiguê, branco você ficou não, porém pretume foi-se e antes fanhoso que sem nariz.


Maanape então é que foi se lavar, mas Jiguê esborrifara toda a água encantada pra fora da cova. Tinha só um bocado lá no fundo e Maanape conseguiu molhar só a palma dos pés e das mãos. Por isso ficou negro bem filho da tribo dos Tapanhumas. Só que as palmas das mãos e dos pés dele são vermelhas por terem se limpado na água santa.



(ANDRADE, Mário de. Macunaíma: o herói sem nenhum caráter - Vila Rica, 1992).

Segundo o texto, pode-se afirmar que
Alternativas
Q4008042 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.



MACUNAÍMA



Então Macunaíma enxergou numa lapa bem no meio do rio uma cova cheia d’água. 


E a cova era que-nem a marca dum pé-gigante. Abicaram. O herói depois de muitos gritos por causa do frio da água entrou na cova e se lavou inteirinho. Mas a água era encantada porque aquele buraco na lapa era marca do pezão do Sumé, do tempo em que andava pregando o evangelho de Jesus pra indiada brasileira. Quando o herói saiu do banho estava branco loiro e de olhos azuizinhos, água lavara o pretume dele. E ninguém não seria capaz mais de indicar nele um filho da tribo retinta dos Tapanhumas.


Nem bem Jiguê percebeu o milagre, se atirou na marca do pezão do Sumé. Porém, a água já estava muito suja da negrura do herói e por mais que Jiguê esfregasse feito maluco atirando água pra todos os lados só conseguiu ficar da cor do bronze novo.


(...)


– Olhe, mano Jiguê, branco você ficou não, porém pretume foi-se e antes fanhoso que sem nariz.


Maanape então é que foi se lavar, mas Jiguê esborrifara toda a água encantada pra fora da cova. Tinha só um bocado lá no fundo e Maanape conseguiu molhar só a palma dos pés e das mãos. Por isso ficou negro bem filho da tribo dos Tapanhumas. Só que as palmas das mãos e dos pés dele são vermelhas por terem se limpado na água santa.



(ANDRADE, Mário de. Macunaíma: o herói sem nenhum caráter - Vila Rica, 1992).

Que reação de Macunaíma não condiz com o que se espera de um herói?
Alternativas
Q4008041 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.



MACUNAÍMA



Então Macunaíma enxergou numa lapa bem no meio do rio uma cova cheia d’água. 


E a cova era que-nem a marca dum pé-gigante. Abicaram. O herói depois de muitos gritos por causa do frio da água entrou na cova e se lavou inteirinho. Mas a água era encantada porque aquele buraco na lapa era marca do pezão do Sumé, do tempo em que andava pregando o evangelho de Jesus pra indiada brasileira. Quando o herói saiu do banho estava branco loiro e de olhos azuizinhos, água lavara o pretume dele. E ninguém não seria capaz mais de indicar nele um filho da tribo retinta dos Tapanhumas.


Nem bem Jiguê percebeu o milagre, se atirou na marca do pezão do Sumé. Porém, a água já estava muito suja da negrura do herói e por mais que Jiguê esfregasse feito maluco atirando água pra todos os lados só conseguiu ficar da cor do bronze novo.


(...)


– Olhe, mano Jiguê, branco você ficou não, porém pretume foi-se e antes fanhoso que sem nariz.


Maanape então é que foi se lavar, mas Jiguê esborrifara toda a água encantada pra fora da cova. Tinha só um bocado lá no fundo e Maanape conseguiu molhar só a palma dos pés e das mãos. Por isso ficou negro bem filho da tribo dos Tapanhumas. Só que as palmas das mãos e dos pés dele são vermelhas por terem se limpado na água santa.



(ANDRADE, Mário de. Macunaíma: o herói sem nenhum caráter - Vila Rica, 1992).

Alegoria é a exposição de um pensamento sob forma figurada. O texto lido é uma representação alegórica do(da) 
Alternativas
Q4008040 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


A RAPOSA E AS UVAS


   Certa raposa esfaimada

encontrou uma parreira

carregadinha de lindos

cachos maduros, coisa

de fazer vir água à boca.

Mas tão altos que nem

pulando.

   O matreiro bicho torceu

o focinho.

- Estão verdes – murmurou.

– Uvas verdes, só

para cachorro.

   E foi-se.

   Nisto deu o vento e

uma folha caiu.

   A raposa ouvindo o

barulhinho voltou

depressa e pôs-se

a farejar.

   Quem desdenha quer comprar


(LOBATO, Monteiro. Fábulas, 31 ed. São Paulo, Brasiliense, 1982. P. 148).
Esse texto é do tipo narrativo e o gênero é um(a)
Alternativas
Q4008039 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


A RAPOSA E AS UVAS


   Certa raposa esfaimada

encontrou uma parreira

carregadinha de lindos

cachos maduros, coisa

de fazer vir água à boca.

Mas tão altos que nem

pulando.

   O matreiro bicho torceu

o focinho.

- Estão verdes – murmurou.

– Uvas verdes, só

para cachorro.

   E foi-se.

   Nisto deu o vento e

uma folha caiu.

   A raposa ouvindo o

barulhinho voltou

depressa e pôs-se

a farejar.

   Quem desdenha quer comprar


(LOBATO, Monteiro. Fábulas, 31 ed. São Paulo, Brasiliense, 1982. P. 148).
Leia a afirmativa a seguir

Movida por um sentimento de ________________, a raposa, não conseguindo alcançar as uvas, disse que estavam verdes.

Marque a alternativa que completa corretamente a lacuna.
Alternativas
Respostas
1221: A
1222: E
1223: C
1224: B
1225: A
1226: A
1227: E
1228: B
1229: C
1230: D
1231: E
1232: B
1233: C
1234: B
1235: A
1236: C
1237: B
1238: C
1239: D
1240: D