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Considerando que, segundo a ABNT, o formato básico do papel de desenho, designado por A0, “é o retângulo de área igual a 1 m² e de lados medindo 841 mm e 1.189 mm” e que do formato básico derivam os demais formatos, então cada formato derivado do formato A0 se obtém pela partição do formato anterior imediato segundo um retângulo encontrado pelo traçado de um arco cujo raio, perpendicular a partir da extremidade do lado menor (x), vale x√2 .
Uma superfície cônica tem sua origem a partir da rotação de uma reta, que, sendo a geratriz, corta o eixo em um ponto qualquer. A base circular, a aresta e o vértice são componentes de um cone de revolução, suficientes para defini-lo.
Superfícies de revolução são aquelas que se originam do movimento de uma linha que gira em torno de uma reta fixa, denominada eixo da superfície. Portanto, um corpo de revolução é um sólido que tem sua origem da rotação de uma figura geométrica em torno de um eixo, conforme a figura III.
De acordo com as figuras I e II, tanto a pirâmide quanto o prisma podem ser corretamente classificados como poliedros regulares.
Todo poliedro regular é inscritível e circunscritível em uma esfera.
Um poliedro é classificado como regular quando suas faces e ângulos diédricos são iguais.
Duas faces que tenham uma aresta comum são corretamente classificadas como contíguas e os planos dessas duas faces contíguas são denominados poliedros.

As normas técnicas brasileiras estabelecem que os traçados das projeções ortogonais sejam feitos pelo método derivado da geometria descritiva criado por Gaspar Monge. Quanto às normas técnicas e aos sistemas de projeções, julgue o item abaixo.
Segundo as normas de representação de projetos de
arquitetura da ABNT, planta de edificação (planta baixa) é
uma projeção do plano secante horizontal, localizado a
aproximadamente 1,50 m do piso de referência.
Se uma face de um objeto qualquer deve ser desenhada em escala natural e segundo as projeções ortográficas, então essa face poderá ser representada no desenho menor ou igual ao seu tamanho real, dependendo da sua posição e inclinação com relação ao plano de projeção considerado.
O método de projeções ortogonais no 1.º diedro supõe uma situação em que o objeto está posicionado no centro de um cubo, em cujas paredes internas são projetadas as suas faces, como mostra a figura II. No 3.º diedro, ao contrário, supõe-se que o plano de projeção esteja situado entre o observador e o objeto.
A figura II representa o sistema de projeção em que as vistas são obtidas com o objeto posicionado no 1º diedro. Nesse caso, segundo as normas de desenho técnico, a vista lateral direita deve ser desenhada à direita da vista frontal do objeto.
No Brasil, é definido em norma específica que a representação dos objetos por meio das vistas ortográficas é obtida com o sólido posicionado no 1.º ou no 3.º diedros.
A figura I mostra a interseção de dois planos, um vertical e outro horizontal. Os quadrantes resultantes dessa interseção são chamados diedros, porque são utilizados dois a dois.
A representação obtida pelo método em que os raios visuais convergem para um ponto de fuga (projeção cônica que gera perspectivas) é considerada o melhor modo de representar e visualizar um objeto na sua forma exata, por não provocar nenhuma deformação quanto às suas dimensões reais.
Projeção ortográfica é aquela em que o ponto de vista está no infinito, tornando os raios visuais paralelos entre si lançados perpendicularmente ao plano de projeção.
A curva que parte do círculo no desenho da figura III é uma envoltória, definida como uma curva helicóide gerada por um ponto em um fio inextensível que se desenrola em volta de um polígono ou circunferência.
Quando o círculo gerador rola por fora do círculo diretor, obtém-se a epiciclóide exterior.


