Questões de Concurso
Para desenhista
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Hermética, obscena, escandalosa, amargurada. Da juventude boêmia na capital paulistana (1) a velhice retirada no interior, foram muitos os adjetivos que se derramaram sobre Hilda Hilst ao longo de sua vida. Dona de uma obra extensa e extremamente complexa, (2) a escritora transformou seu fazer literário num lugar de confluência entre extremos opostos, radicalizando de maneira única (3) a experiência do leitor, fosse na poesia, no teatro ou na prosa ficcional.
O pesquisador Adam Morris acredita que era a obscenidade da condição humana que fascinava e espantava Hilda; uma obscenidade que é ignorada pela maioria das pessoas por meio do consumo. “O homem moderno da sociedade capitalista vive uma mentira, e Hilda não queria isso”, afirma. “O obsceno não é pornográfico. O pornográfico é essa ignorância vaidosa. O obsceno é a confrontação com a parte reprimida da vida e por isso o obsceno tem a ver com a sexualidade, ainda que seja muito mais do que o sexo”.
Fragmento adaptado de UMA DÉCADA SEM HILDA HILST,
de Amanda Massuela, Revista CULT, fevereiro de 2014
http://revistacult.uol.com.br/home/2014/02/uma-decada-sem-hilda-hilst/

Em muitos momentos da história as professoras e os professores foram poderosas forças civilizatórias contra pesadas nuvens que pareciam turvar o futuro. E agiram com o que poderiam melhor fazer em termos de docência: criando condições para universalizar o esclarecimento crítico e assegurar meios para que cada ser humano tivesse plena possibilidade de uso crítico da razão para entender e transformar o mundo.
Vivemos um desses momentos em que o irracionalismo parece se capilarizar por toda a sociedade, situação evidenciada nas investidas contra a secularização e a laicidade da educação pública. No dia de hoje, quando comemoramos o Dia das Professoras e dos Professores, celebramos todas e todos aquelas/ es que se dedicaram (e se dedicam!) à ciência, à arte, à cultura, à tecnologia como expressões humanas para o bem-viver dos povos. E isso exigiu (e exige!) práxis, coragem, alteridade e emocionante dignidade das gerações anteriores e das atuais que seguem iluminando o mundo com a razão. (...)
Trechos adaptados de CARTA da Reitoria da Universidade Federal do
Rio de Janeiro, de 15 de outubro de 2016, alusiva ao dia dos professores.
https://ufrj.br/noticia/2016/10/15/carta-da-reitoria-da-ufrj-em-homenagem-professoras-e-professores

Em muitos momentos da história as professoras e os professores foram poderosas forças civilizatórias contra pesadas nuvens que pareciam turvar o futuro. E agiram com o que poderiam melhor fazer em termos de docência: criando condições para universalizar o esclarecimento crítico e assegurar meios para que cada ser humano tivesse plena possibilidade de uso crítico da razão para entender e transformar o mundo.
Vivemos um desses momentos em que o irracionalismo parece se capilarizar por toda a sociedade, situação evidenciada nas investidas contra a secularização e a laicidade da educação pública. No dia de hoje, quando comemoramos o Dia das Professoras e dos Professores, celebramos todas e todos aquelas/ es que se dedicaram (e se dedicam!) à ciência, à arte, à cultura, à tecnologia como expressões humanas para o bem-viver dos povos. E isso exigiu (e exige!) práxis, coragem, alteridade e emocionante dignidade das gerações anteriores e das atuais que seguem iluminando o mundo com a razão. (...)
Trechos adaptados de CARTA da Reitoria da Universidade Federal do
Rio de Janeiro, de 15 de outubro de 2016, alusiva ao dia dos professores.
https://ufrj.br/noticia/2016/10/15/carta-da-reitoria-da-ufrj-em-homenagem-professoras-e-professores

Em muitos momentos da história as professoras e os professores foram poderosas forças civilizatórias contra pesadas nuvens que pareciam turvar o futuro. E agiram com o que poderiam melhor fazer em termos de docência: criando condições para universalizar o esclarecimento crítico e assegurar meios para que cada ser humano tivesse plena possibilidade de uso crítico da razão para entender e transformar o mundo.
Vivemos um desses momentos em que o irracionalismo parece se capilarizar por toda a sociedade, situação evidenciada nas investidas contra a secularização e a laicidade da educação pública. No dia de hoje, quando comemoramos o Dia das Professoras e dos Professores, celebramos todas e todos aquelas/ es que se dedicaram (e se dedicam!) à ciência, à arte, à cultura, à tecnologia como expressões humanas para o bem-viver dos povos. E isso exigiu (e exige!) práxis, coragem, alteridade e emocionante dignidade das gerações anteriores e das atuais que seguem iluminando o mundo com a razão. (...)
Trechos adaptados de CARTA da Reitoria da Universidade Federal do
Rio de Janeiro, de 15 de outubro de 2016, alusiva ao dia dos professores.
https://ufrj.br/noticia/2016/10/15/carta-da-reitoria-da-ufrj-em-homenagem-professoras-e-professores

Hermética, obscena, escandalosa, amargurada. Da juventude boêmia na capital paulistana (1) a velhice retirada no interior, foram muitos os adjetivos que se derramaram sobre Hilda Hilst ao longo de sua vida. Dona de uma obra extensa e extremamente complexa, (2) a escritora transformou seu fazer literário num lugar de confluência entre extremos opostos, radicalizando de maneira única (3) a experiência do leitor, fosse na poesia, no teatro ou na prosa ficcional.
O pesquisador Adam Morris acredita que era a obscenidade da condição humana que fascinava e espantava Hilda; uma obscenidade que é ignorada pela maioria das pessoas por meio do consumo. “O homem moderno da sociedade capitalista vive uma mentira, e Hilda não queria isso”, afirma. “O obsceno não é pornográfico. O pornográfico é essa ignorância vaidosa. O obsceno é a confrontação com a parte reprimida da vida e por isso o obsceno tem a ver com a sexualidade, ainda que seja muito mais do que o sexo”.
Fragmento adaptado de UMA DÉCADA SEM HILDA HILST,
de Amanda Massuela, Revista CULT, fevereiro de 2014
http://revistacult.uol.com.br/home/2014/02/uma-decada-sem-hilda-hilst/

Hermética, obscena, escandalosa, amargurada. Da juventude boêmia na capital paulistana (1) a velhice retirada no interior, foram muitos os adjetivos que se derramaram sobre Hilda Hilst ao longo de sua vida. Dona de uma obra extensa e extremamente complexa, (2) a escritora transformou seu fazer literário num lugar de confluência entre extremos opostos, radicalizando de maneira única (3) a experiência do leitor, fosse na poesia, no teatro ou na prosa ficcional.
O pesquisador Adam Morris acredita que era a obscenidade da condição humana que fascinava e espantava Hilda; uma obscenidade que é ignorada pela maioria das pessoas por meio do consumo. “O homem moderno da sociedade capitalista vive uma mentira, e Hilda não queria isso”, afirma. “O obsceno não é pornográfico. O pornográfico é essa ignorância vaidosa. O obsceno é a confrontação com a parte reprimida da vida e por isso o obsceno tem a ver com a sexualidade, ainda que seja muito mais do que o sexo”.
Fragmento adaptado de UMA DÉCADA SEM HILDA HILST,
de Amanda Massuela, Revista CULT, fevereiro de 2014
http://revistacult.uol.com.br/home/2014/02/uma-decada-sem-hilda-hilst/
Nesse poema, claramente, Paulo Leminski
enfrenta a ‘desordem’ da realidade e projeta sua
provocativa utopia crítico-poética por meio de
inversões. Assinale a alternativa cujos versos
fazem referências invertidas a aspectos gramaticais
de nossa língua.
Ludmila Amaral ([email protected])
No Brasil, tudo é complicado e burocrático até para quem quer fazer as coisas com retidão e de maneira correta. Um caso emblemático foi a criação, pelo governo, do sistema Simples Doméstico ou e Social, regime unificado de recolhimento de encargos trabalhistas e tributos, que de simples não tem nada. O prazo para o preenchimento do cadastro de empregados domésticos era até a última sextafeira 6, mas foi prorrogado devido à enorme quantidade de problemas gerados aos empregadores, interessados em regularizar a situação de seus funcionários.
O sistema encrencou desde o primeiro dia. O sujeito poderia fazer tudo direito: vencer as 15 etapas estabelecidas pelo governo, preencher as lacunas que pediam que fossem atribuídos números a siglas como CPF, CEP, NIT, GRF, DIRF, DAE, PIS, e FGTS, mas, quando recebia uma senha, na maioria das vezes, ela não funcionava. Por mais inacreditável que pudesse parecer, o sistema não estava reconhecendo o número que ele próprio havia criado. Com isso, uma mensagem desanimadora saltava à tela: “Não foi possível efetuar a operação. Por favor, tente de novo mais tarde. Anote o número do ticket, ele será solicitado pela Central de Atendimento.”
Os defeitos aumentaram com a liberação do Documento de Arrecadação eSocial no domingo 1º. Ao longo da semana, o cadastro chegou a ficar fora do ar por inúmeras vezes. O desespero de quem tentava agir em conformidade com a lei foi crescendo à medida que o prazo ia chegando ao fim. As redes sociais viraram palco de uma série de reclamações sobre a instabilidade do sistema. Na quarta-feira 4, apenas 22% dos empregadores haviam conseguido concluir o procedimento.
Os sucessivos erros envolvendo o eSocial levou assessores presidenciais a reconhecerem que o governo, mais uma vez, criou uma agenda negativa para si. A Presidente Dilma Rousseff reclamou com sua equipe que a Fazenda demorou a admitir que as falhas estavam prejudicando os contribuintes. Em meio à confusão generalizada, não restou outra alternativa ao governo senão estender o prazo. Agora, os empregadores têm até o dia 30 de novembro para pagar as guias do Simples Doméstico.
Adaptado de: http://www.relacoesdotrabalho.com.br/profiles/blogs/n a-isto-e-como-e-dificil-ser-honesto, acesso em 04 de dezembro de 2015.
A mensagem que fica a partir do texto acima é que: