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Q3577105 Artes Gráficas
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona o tipo de papel com suas especificações:
Primeira coluna: Peça técnica
1.Papel sulfite
2.Papel offset
3.Papel couchê
Segunda coluna: Especificações
(__)Com gramatura variando entre 90 g/m² e 250 g/m², é mais brilhoso e seu revestimento garante a lisura do papel. Por ser do tipo microporoso, a impressão nele resulta em cores mais fortes e vivas. É subdividido ainda em três tipos: L-1 (brilho somente de um lado), L-2 (brilho dos dois lados) e Matte (sem brilho − também conhecido como "fosco").
(__)É o mais comum e o mais utilizado nas empresas e residências. Ele está disponível em várias gramaturas, por isso é o mais indicado para impressões no dia a dia, especialmente de documentos.
(__)Possui como característica o fato de ser mais resistente à umidade. Com propriedades macroporosas, ele absorve mais tinta do que outros tipos de papel. A variedade de gramaturas é de 56 g/m² a 240 g/m².
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q3577104 Desenho Industrial
Marque a alternativa que corresponde ao instrumento de medição de bastante precisão, usado para medir as dimensões lineares internas, externas e de profundidade de uma peça ou item (parafusos, porcas, tubos etc); possui dois bicos de medição, sendo um ligado à escala e o outro ao cursos.
Alternativas
Q3577103 Matemática
Marque a alternativa que corresponde ao elemento do desenho geométrico que é o deslocamento contínuo de um ponto ou de uma sucessão de pontos.
Alternativas
Q3577102 Artes Gráficas
Sobre RGB (Red, Green e Blue) e CMYK (Ciano, Magenta, Amarelo e Preto), registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)Todas as cores em RGB possuem um equivalente exato em CMYK.
(__)Todas as cores que vemos em nossos monitores podem ser reproduzidas perfeitamente na página impressa.
(__)Os pixels de um monitor são compostos de elementos RGB. A visualização precisa de imagens digitais requer um monitor que tenha sido devidamente calibrado com um dispositivo chamado colorímetro.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q3577101 Noções de Informática
Analise as assertivas abaixo:
I.Photoshop.
II.AutoCAD.
III.Illustrator.
IV.InDesign.
Assinale a alternativa que corresponde aos programas que fazem parte do Creative Suite.
Alternativas
Q3577100 Desenho Industrial
Sobre Metrologia e Controle dimensional, registre V, para verdadeiro, e F, para falsa:
(__)A metrologia aplica-se a todas as grandezas determinadas e, em particular, às dimensões lineares e angulares das peças mecânicas.
(__)Medir é comparar uma dada grandeza com outra da mesma espécie, tomada como unidade.
(__)Entende-se por unidade um determinado valor em função do qual outros valores são enunciados.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q3577099 Noções de Informática
Sobre o programa Adobe Photoshop. Registre V, para verdadeiro, e F, para falsa:
(__)O Preenchimento generativo e a expansão generativa combinam automaticamente a perspectiva, a iluminação e o estilo da imagem para alcançar resultados incríveis.
(__)O preenchimento generativo e a expansão generativa estão disponíveis no Photoshop para uso comercial.
(__)Com a versão mais recente do Photoshop, é possível ter acesso a um modelo de IA (Inteligência Artificial) generativa com origem ética por meio do Adobe Stock.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q3577098 Artes Gráficas
Marque a alternativa que corresponde ao tipo de processo de impressão digital que conta com grandes reservatórios de tinta nas cores CMYK (Ciano, Magenta, Amarelo e Preto), que são combinadas gerando linha por linha uma imagem e tem uma grande precisão. 
Alternativas
Q3577097 Arquitetura
Marque a alternativa que corresponde aos ângulos formados a partir da representação de perspectiva isométrica. 
Alternativas
Q3577096 Artes Visuais
Marque a alternativa que corresponde ao tipo de perspectiva que é utilizada quando se quer representar mais fielmente o objeto. Pode ter um, dois ou três pontos de fuga, com duas ou nenhuma de suas dimensões dominantes ao quadro. 
Alternativas
Q3577095 Artes Gráficas
Sobre o gerenciamento de cores, registre V, para verdadeiro, e F, para falsa:
(__)É um processo que ajuda a obter a melhor correspondência possível entre as cores das imagens no monitor e das imagens no livro impresso.
(__)Para realizar um gerenciamento de cores é necessário um monitor calibrado via colorímetro.
(__)Para realizar um gerenciamento de cores é necessário um software e hardware de colorímetro. Assinale a alternativa com a sequência correta: 
Alternativas
Q3577093 Matemática
Maria observou que as folhas da mangueira que ela tem no quintal estavam caindo. No primeiro dia ela viu 20 folhas no chão, no segundo havia mais 25, no terceiro mais 30 e nesta razão foi até o décimo dia. Quantas folhas caíram ao todo?
Alternativas
Q3577090 Matemática
Luíza está economizando um dinheiro para fazer seu aniversário de 25 anos. Se ela já tem R$4.800,00, que corresponde a 32% do total que precisa, quanto custará a festa?
Alternativas
Q3577087 Noções de Informática
Quando digitamos um documento num processador de texto, as teclas de atalho facilitam bastante o desenvolvimento do trabalho. 
Fonte: https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/413/2018/ 12/arte_informatica_basica.pdf
Marque a alternativa CORRETA que corresponde a combinação de teclas para colocar uma palavra ou uma frase em Negrito.
Alternativas
Q3577086 Noções de Informática

No Word, também podem ser inseridas para fazer um desenho, um projeto, etc.


12.png (251×544)

Fonte: https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ctism/ cte/wp-content/uploads/sites/413/2018/12/programas _aplicativos.pdf


Marque a alternativa CORRETA que corresponde as opções da imagem acima.

Alternativas
Q3577077 Português
O texto seguinte servirá de base para responder às questões.

Os robôs treinados para restaurar corais danificados pelo aquecimento global 

"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália.

"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, pode ver todas essas espécies de corais e peixes tropicais."

Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais.

Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.

Os recifes de coral podem cobrir apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta.

Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram mais sujeitos a doenças mortais.

Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento.

Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral (GCRMN, na sigla em inglês), um aumento de 1,5 °C da temperatura da água pode causar perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas acreditam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.

"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas (AIMS, na sigla em inglês).

"Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas podem ter efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções."

Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho pode ser lento e de alto custo — e apenas uma fração dos recifes ameaçados está recebendo ajuda.

Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster está testando um sistema que, segundo ela espera, irá fazer reviver os recifes com mais rapidez.

O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano.

Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.

"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota."

Até o momento, os resultados foram animadores.

"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas estão crescendo maravilhosamente."

"Estamos eliminando vários anos de crescimento por calcificação que são necessários para chegar ao tamanho daquela base", ela conta.

Foster formou uma startup chamada Coral Maker para cuidar do projeto. E ela espera que sua parceria com a empresa de software de engenharia Autodesk, sediada em São Francisco, nos Estados Unidos, acelere ainda mais o processo.

Os pesquisadores da Autodesk vêm treinando uma inteligência artificial para controlar robôs colaborativos ("cobots") que irão trabalhar ao lado das pessoas.

"Alguns desses processos de propagação de corais são simplesmente tarefas repetitivas, de retirada e colocação, ideais para a automação robótica", explica Foster.

Um braço robótico pode enxertar ou colar fragmentos de coral aos suportes de cultivo. E outro braço coloca os suportes na base, usando sistemas de visão para tomar decisões sobre como manuseá-los.

"Cada pedaço de coral é diferente, mesmo que seja da mesma espécie, de forma que os robôs precisam reconhecer os fragmentos de coral e saber como devem manuseá-los", afirma Nic Carey, a principal cientista de pesquisas da Autodesk.

Segundo ela, "no momento, eles são muito bons para lidar com a variabilidade dos formatos de corais".

A etapa seguinte é retirar os robôs do laboratório, o que deve acontecer, segundo Foster, nos próximos 12 a 18 meses.

Mas o mundo real apresenta muitos desafios. Os corais vivos molhados precisam ser manuseados com delicadeza, possivelmente sobre um barco em movimento. E a água salgada pode danificar os circuitos eletrônicos.

"Precisamos ter certeza de conseguir proteger os componentes mais vulneráveis", destaca Carey. Outra dificuldade é o alto custo da tecnologia. A Coral Maker aposta na demanda da indústria do turismo e planeja emitir créditos de biodiversidade, que funcionam de forma similar aos créditos de carbono. 

Para Cathie Page, "ficar à frente dos demais e permitir que os recifes de coral sobrevivam a um futuro em aquecimento exige investimentos substanciais de tempo, dinheiro e capital humano".

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c72j3n9x88zo
Por que os corais estão mais suscetíveis a doenças mortais nos últimos anos?
Alternativas
Q3577076 Administração Geral
O texto seguinte servirá de base para responder às questões.

Os robôs treinados para restaurar corais danificados pelo aquecimento global 

"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália.

"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, pode ver todas essas espécies de corais e peixes tropicais."

Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais.

Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.

Os recifes de coral podem cobrir apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta.

Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram mais sujeitos a doenças mortais.

Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento.

Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral (GCRMN, na sigla em inglês), um aumento de 1,5 °C da temperatura da água pode causar perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas acreditam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.

"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas (AIMS, na sigla em inglês).

"Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas podem ter efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções."

Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho pode ser lento e de alto custo — e apenas uma fração dos recifes ameaçados está recebendo ajuda.

Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster está testando um sistema que, segundo ela espera, irá fazer reviver os recifes com mais rapidez.

O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano.

Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.

"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota."

Até o momento, os resultados foram animadores.

"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas estão crescendo maravilhosamente."

"Estamos eliminando vários anos de crescimento por calcificação que são necessários para chegar ao tamanho daquela base", ela conta.

Foster formou uma startup chamada Coral Maker para cuidar do projeto. E ela espera que sua parceria com a empresa de software de engenharia Autodesk, sediada em São Francisco, nos Estados Unidos, acelere ainda mais o processo.

Os pesquisadores da Autodesk vêm treinando uma inteligência artificial para controlar robôs colaborativos ("cobots") que irão trabalhar ao lado das pessoas.

"Alguns desses processos de propagação de corais são simplesmente tarefas repetitivas, de retirada e colocação, ideais para a automação robótica", explica Foster.

Um braço robótico pode enxertar ou colar fragmentos de coral aos suportes de cultivo. E outro braço coloca os suportes na base, usando sistemas de visão para tomar decisões sobre como manuseá-los.

"Cada pedaço de coral é diferente, mesmo que seja da mesma espécie, de forma que os robôs precisam reconhecer os fragmentos de coral e saber como devem manuseá-los", afirma Nic Carey, a principal cientista de pesquisas da Autodesk.

Segundo ela, "no momento, eles são muito bons para lidar com a variabilidade dos formatos de corais".

A etapa seguinte é retirar os robôs do laboratório, o que deve acontecer, segundo Foster, nos próximos 12 a 18 meses.

Mas o mundo real apresenta muitos desafios. Os corais vivos molhados precisam ser manuseados com delicadeza, possivelmente sobre um barco em movimento. E a água salgada pode danificar os circuitos eletrônicos.

"Precisamos ter certeza de conseguir proteger os componentes mais vulneráveis", destaca Carey. Outra dificuldade é o alto custo da tecnologia. A Coral Maker aposta na demanda da indústria do turismo e planeja emitir créditos de biodiversidade, que funcionam de forma similar aos créditos de carbono. 

Para Cathie Page, "ficar à frente dos demais e permitir que os recifes de coral sobrevivam a um futuro em aquecimento exige investimentos substanciais de tempo, dinheiro e capital humano".

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c72j3n9x88zo
Como a startup Coral Maker planeja financiar o projeto de cultivo acelerado de corais?
Alternativas
Q3577075 Português
O texto seguinte servirá de base para responder às questões.

Os robôs treinados para restaurar corais danificados pelo aquecimento global 

"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália.

"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, pode ver todas essas espécies de corais e peixes tropicais."

Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais.

Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.

Os recifes de coral podem cobrir apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta.

Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram mais sujeitos a doenças mortais.

Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento.

Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral (GCRMN, na sigla em inglês), um aumento de 1,5 °C da temperatura da água pode causar perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas acreditam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.

"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas (AIMS, na sigla em inglês).

"Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas podem ter efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções."

Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho pode ser lento e de alto custo — e apenas uma fração dos recifes ameaçados está recebendo ajuda.

Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster está testando um sistema que, segundo ela espera, irá fazer reviver os recifes com mais rapidez.

O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano.

Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.

"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota."

Até o momento, os resultados foram animadores.

"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas estão crescendo maravilhosamente."

"Estamos eliminando vários anos de crescimento por calcificação que são necessários para chegar ao tamanho daquela base", ela conta.

Foster formou uma startup chamada Coral Maker para cuidar do projeto. E ela espera que sua parceria com a empresa de software de engenharia Autodesk, sediada em São Francisco, nos Estados Unidos, acelere ainda mais o processo.

Os pesquisadores da Autodesk vêm treinando uma inteligência artificial para controlar robôs colaborativos ("cobots") que irão trabalhar ao lado das pessoas.

"Alguns desses processos de propagação de corais são simplesmente tarefas repetitivas, de retirada e colocação, ideais para a automação robótica", explica Foster.

Um braço robótico pode enxertar ou colar fragmentos de coral aos suportes de cultivo. E outro braço coloca os suportes na base, usando sistemas de visão para tomar decisões sobre como manuseá-los.

"Cada pedaço de coral é diferente, mesmo que seja da mesma espécie, de forma que os robôs precisam reconhecer os fragmentos de coral e saber como devem manuseá-los", afirma Nic Carey, a principal cientista de pesquisas da Autodesk.

Segundo ela, "no momento, eles são muito bons para lidar com a variabilidade dos formatos de corais".

A etapa seguinte é retirar os robôs do laboratório, o que deve acontecer, segundo Foster, nos próximos 12 a 18 meses.

Mas o mundo real apresenta muitos desafios. Os corais vivos molhados precisam ser manuseados com delicadeza, possivelmente sobre um barco em movimento. E a água salgada pode danificar os circuitos eletrônicos.

"Precisamos ter certeza de conseguir proteger os componentes mais vulneráveis", destaca Carey. Outra dificuldade é o alto custo da tecnologia. A Coral Maker aposta na demanda da indústria do turismo e planeja emitir créditos de biodiversidade, que funcionam de forma similar aos créditos de carbono. 

Para Cathie Page, "ficar à frente dos demais e permitir que os recifes de coral sobrevivam a um futuro em aquecimento exige investimentos substanciais de tempo, dinheiro e capital humano".

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c72j3n9x88zo
Qual é o objetivo do sistema de enxerto de fragmentos de coral desenvolvido pela bióloga Taryn Foster? 
Alternativas
Q3433561 Noções de Informática
No texto: “Você estudou e se preparou, agora é hora de brilhar na prova!” qual a formatação do Microsoft Word 2016 foi utilizado?
Alternativas
Q3433558 Legislação dos Municípios do Estado de Goiás
Segundo a Lei Orgânica de Águas Lindas de Goiás 
Alternativas
Respostas
321: A
322: C
323: A
324: A
325: B
326: D
327: A
328: B
329: B
330: B
331: B
332: B
333: B
334: C
335: D
336: C
337: A
338: A
339: A
340: C