Foram encontradas 73 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4007104 Português
Assinale a alternativa em que o verbo em destaque foi empregado no pretérito imperfeito do modo indicativo.
Alternativas
Q4007103 Português

Leia a tirinha a seguir.


Imagem associada para resolução da questão



Nessa tirinha, o ponto de exclamação foi empregado para simbolizar

Alternativas
Q4007102 Português
João Branco: O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho


A história de Peter Parker com seu novo uniforme, que tem mais ferramentas que o parasita, é um alerta para o desequilíbrio no trabalho.

        Você recebeu uma proposta de trabalho. Vai continuar fazendo o mesmo tipo de função que sabe fazer, mas de uma nova forma: com ferramentas mais modernas e novos recursos que prometem aumentar muito a sua produtividade. Nessa nova vaga seria possível causar um impacto ainda maior, gerar mais resultados e, provavelmente, ter uma sensação maior de realização no seu emprego. Parece muito interessante. Se essa história fosse um filme, como você acha que seria o final?
        Roteiristas profissionais sabem que um dos ingredientes mais importantes para uma bilheteria de sucesso é a criação de uma sensação de “eu me vejo nessa história” no público. As relações familiares da série “This is us”, as tramas da novela “Avenida Brasil” ou o desafio de criar uma criança cheia de energia do desenho “Masha e o Urso” são bons exemplos de roteiros que conseguem retratar situações que nos representam, ainda que através de personagens totalmente diferentes de nós. Repare que isso acontece em toda história que chamou a sua atenção. Existe muito mais esforço do que você imagina na criação de peças de comunicação, shows, entretenimento e até propagandas. Todos estão tentando, o tempo todo, criar um vínculo especial com você. E fazem isso intencionalmente mostrando um Bart Simpson que tenha um toque de rebeldia que talvez você gostaria de extravasar. Ou colocando na rainha Elsa, do filme Frozen, um peso de “responsabilidade” parecido com o que você sente no dia a dia.
       É nesse contexto que os filmes recentes do HomemAranha me chamaram a atenção. Peter Parker descobriu um uniforme novo, uma versão preta, que traz vários benefícios. A nova versão é mais resistente e consegue se regenerar sozinha se for rasgada. Também produz a própria teia, economizando tempo com os fluidos e lançadores. Isso sem falar que esse novo uniforme é capaz de se transformar em qualquer roupa. É como a primeira situação desse texto. O personagem encontrou uma forma muito mais produtiva de realizar o seu trabalho. Parece legal, não? Mas a realidade foi bem diferente. Depois que virou o Homem-Aranha com a roupa preta, Peter ficou estafado. O tempo todo. Seu trabalho já era cansativo, mas agora estava muito pior. Algo mudou. E com o tempo ele descobriu que o uniforme tinha “vida própria”. À noite, mesmo dormindo, a roupa o fazia sair pela janela lançando teias por aí. E não o deixava descansar. Na ficção eles perceberam que a sua ferramenta de trabalho era um simbionte, uma espécie de parasita que começou a tomar controle sobre a pessoa.
      Vamos tirar todo o efeito Hollywood dessa história por um instante? Estamos falando de uma situação em  que alguém se sente “aprisionado” pelo seu emprego. Alguém que está muito cansado, que não se sente mais no controle. Parece que o trabalho tem os seus próprios propósitos e que nós estamos apenas seguindo o que ele nos manda fazer como se fôssemos zumbis. Essa metáfora não estaria em um longa-metragem da Marvel se não gerasse identificação em muita gente. E leva a uma reflexão importante: é você que tem o seu trabalho ou é o seu trabalho que tem você?
      Trabalhar é algo necessário e ser produtivo traz sentimentos de satisfação. Buscar ferramentas e recursos que nos tornem mais eficientes pode dar um turbo positivo nisso tudo. Mas existe um limite onde a nossa atividade profissional deixa de ser algo que nos serve para se transformar em algo que recebeu uma prioridade maior do que deveria. Esse limite se percebe pelo cansaço excessivo, pelo desequilíbrio com as outras áreas da vida e pela sensação de piloto automático. E isso pode acontecer até mesmo em quem tem um trabalho tão importante quanto o de um superherói.
      Como está a sua relação com a sua carreira? É o seu emprego que está decidindo se você deve ou não ficar casado? É o trabalho que define se você pode ter filhos? É a sua profissão que te “obriga” a tomar remédios antidepressivos? Talvez você esteja usando o uniforme mais “moderno” do Peter Parker.
     Para ajudar a “salvar o mundo” ou fazer qualquer outro tipo de trabalho bem-feito, primeiro é preciso estar bem. Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Mas não deixe que venha também uma grande dor de cabeça maior do que você pode suportar.

BRANCO, João. O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho? Forbes Brasil.
No trecho “Essa metáfora não estaria em um longa-metragem da Marvel se não gerasse identificação em muita gente.” (4º parágrafo), a combinação de tempos e de modos verbais sugere ao leitor que o autor elabora
Alternativas
Q4007101 Português
João Branco: O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho


A história de Peter Parker com seu novo uniforme, que tem mais ferramentas que o parasita, é um alerta para o desequilíbrio no trabalho.

        Você recebeu uma proposta de trabalho. Vai continuar fazendo o mesmo tipo de função que sabe fazer, mas de uma nova forma: com ferramentas mais modernas e novos recursos que prometem aumentar muito a sua produtividade. Nessa nova vaga seria possível causar um impacto ainda maior, gerar mais resultados e, provavelmente, ter uma sensação maior de realização no seu emprego. Parece muito interessante. Se essa história fosse um filme, como você acha que seria o final?
        Roteiristas profissionais sabem que um dos ingredientes mais importantes para uma bilheteria de sucesso é a criação de uma sensação de “eu me vejo nessa história” no público. As relações familiares da série “This is us”, as tramas da novela “Avenida Brasil” ou o desafio de criar uma criança cheia de energia do desenho “Masha e o Urso” são bons exemplos de roteiros que conseguem retratar situações que nos representam, ainda que através de personagens totalmente diferentes de nós. Repare que isso acontece em toda história que chamou a sua atenção. Existe muito mais esforço do que você imagina na criação de peças de comunicação, shows, entretenimento e até propagandas. Todos estão tentando, o tempo todo, criar um vínculo especial com você. E fazem isso intencionalmente mostrando um Bart Simpson que tenha um toque de rebeldia que talvez você gostaria de extravasar. Ou colocando na rainha Elsa, do filme Frozen, um peso de “responsabilidade” parecido com o que você sente no dia a dia.
       É nesse contexto que os filmes recentes do HomemAranha me chamaram a atenção. Peter Parker descobriu um uniforme novo, uma versão preta, que traz vários benefícios. A nova versão é mais resistente e consegue se regenerar sozinha se for rasgada. Também produz a própria teia, economizando tempo com os fluidos e lançadores. Isso sem falar que esse novo uniforme é capaz de se transformar em qualquer roupa. É como a primeira situação desse texto. O personagem encontrou uma forma muito mais produtiva de realizar o seu trabalho. Parece legal, não? Mas a realidade foi bem diferente. Depois que virou o Homem-Aranha com a roupa preta, Peter ficou estafado. O tempo todo. Seu trabalho já era cansativo, mas agora estava muito pior. Algo mudou. E com o tempo ele descobriu que o uniforme tinha “vida própria”. À noite, mesmo dormindo, a roupa o fazia sair pela janela lançando teias por aí. E não o deixava descansar. Na ficção eles perceberam que a sua ferramenta de trabalho era um simbionte, uma espécie de parasita que começou a tomar controle sobre a pessoa.
      Vamos tirar todo o efeito Hollywood dessa história por um instante? Estamos falando de uma situação em  que alguém se sente “aprisionado” pelo seu emprego. Alguém que está muito cansado, que não se sente mais no controle. Parece que o trabalho tem os seus próprios propósitos e que nós estamos apenas seguindo o que ele nos manda fazer como se fôssemos zumbis. Essa metáfora não estaria em um longa-metragem da Marvel se não gerasse identificação em muita gente. E leva a uma reflexão importante: é você que tem o seu trabalho ou é o seu trabalho que tem você?
      Trabalhar é algo necessário e ser produtivo traz sentimentos de satisfação. Buscar ferramentas e recursos que nos tornem mais eficientes pode dar um turbo positivo nisso tudo. Mas existe um limite onde a nossa atividade profissional deixa de ser algo que nos serve para se transformar em algo que recebeu uma prioridade maior do que deveria. Esse limite se percebe pelo cansaço excessivo, pelo desequilíbrio com as outras áreas da vida e pela sensação de piloto automático. E isso pode acontecer até mesmo em quem tem um trabalho tão importante quanto o de um superherói.
      Como está a sua relação com a sua carreira? É o seu emprego que está decidindo se você deve ou não ficar casado? É o trabalho que define se você pode ter filhos? É a sua profissão que te “obriga” a tomar remédios antidepressivos? Talvez você esteja usando o uniforme mais “moderno” do Peter Parker.
     Para ajudar a “salvar o mundo” ou fazer qualquer outro tipo de trabalho bem-feito, primeiro é preciso estar bem. Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Mas não deixe que venha também uma grande dor de cabeça maior do que você pode suportar.

BRANCO, João. O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho? Forbes Brasil.
Dentre as alternativas a seguir, assinale aquela em que a construção verbal sublinhada imprime uma noção de ação em desenvolvimento ao enunciado. 
Alternativas
Q4007100 Português
João Branco: O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho


A história de Peter Parker com seu novo uniforme, que tem mais ferramentas que o parasita, é um alerta para o desequilíbrio no trabalho.

        Você recebeu uma proposta de trabalho. Vai continuar fazendo o mesmo tipo de função que sabe fazer, mas de uma nova forma: com ferramentas mais modernas e novos recursos que prometem aumentar muito a sua produtividade. Nessa nova vaga seria possível causar um impacto ainda maior, gerar mais resultados e, provavelmente, ter uma sensação maior de realização no seu emprego. Parece muito interessante. Se essa história fosse um filme, como você acha que seria o final?
        Roteiristas profissionais sabem que um dos ingredientes mais importantes para uma bilheteria de sucesso é a criação de uma sensação de “eu me vejo nessa história” no público. As relações familiares da série “This is us”, as tramas da novela “Avenida Brasil” ou o desafio de criar uma criança cheia de energia do desenho “Masha e o Urso” são bons exemplos de roteiros que conseguem retratar situações que nos representam, ainda que através de personagens totalmente diferentes de nós. Repare que isso acontece em toda história que chamou a sua atenção. Existe muito mais esforço do que você imagina na criação de peças de comunicação, shows, entretenimento e até propagandas. Todos estão tentando, o tempo todo, criar um vínculo especial com você. E fazem isso intencionalmente mostrando um Bart Simpson que tenha um toque de rebeldia que talvez você gostaria de extravasar. Ou colocando na rainha Elsa, do filme Frozen, um peso de “responsabilidade” parecido com o que você sente no dia a dia.
       É nesse contexto que os filmes recentes do HomemAranha me chamaram a atenção. Peter Parker descobriu um uniforme novo, uma versão preta, que traz vários benefícios. A nova versão é mais resistente e consegue se regenerar sozinha se for rasgada. Também produz a própria teia, economizando tempo com os fluidos e lançadores. Isso sem falar que esse novo uniforme é capaz de se transformar em qualquer roupa. É como a primeira situação desse texto. O personagem encontrou uma forma muito mais produtiva de realizar o seu trabalho. Parece legal, não? Mas a realidade foi bem diferente. Depois que virou o Homem-Aranha com a roupa preta, Peter ficou estafado. O tempo todo. Seu trabalho já era cansativo, mas agora estava muito pior. Algo mudou. E com o tempo ele descobriu que o uniforme tinha “vida própria”. À noite, mesmo dormindo, a roupa o fazia sair pela janela lançando teias por aí. E não o deixava descansar. Na ficção eles perceberam que a sua ferramenta de trabalho era um simbionte, uma espécie de parasita que começou a tomar controle sobre a pessoa.
      Vamos tirar todo o efeito Hollywood dessa história por um instante? Estamos falando de uma situação em  que alguém se sente “aprisionado” pelo seu emprego. Alguém que está muito cansado, que não se sente mais no controle. Parece que o trabalho tem os seus próprios propósitos e que nós estamos apenas seguindo o que ele nos manda fazer como se fôssemos zumbis. Essa metáfora não estaria em um longa-metragem da Marvel se não gerasse identificação em muita gente. E leva a uma reflexão importante: é você que tem o seu trabalho ou é o seu trabalho que tem você?
      Trabalhar é algo necessário e ser produtivo traz sentimentos de satisfação. Buscar ferramentas e recursos que nos tornem mais eficientes pode dar um turbo positivo nisso tudo. Mas existe um limite onde a nossa atividade profissional deixa de ser algo que nos serve para se transformar em algo que recebeu uma prioridade maior do que deveria. Esse limite se percebe pelo cansaço excessivo, pelo desequilíbrio com as outras áreas da vida e pela sensação de piloto automático. E isso pode acontecer até mesmo em quem tem um trabalho tão importante quanto o de um superherói.
      Como está a sua relação com a sua carreira? É o seu emprego que está decidindo se você deve ou não ficar casado? É o trabalho que define se você pode ter filhos? É a sua profissão que te “obriga” a tomar remédios antidepressivos? Talvez você esteja usando o uniforme mais “moderno” do Peter Parker.
     Para ajudar a “salvar o mundo” ou fazer qualquer outro tipo de trabalho bem-feito, primeiro é preciso estar bem. Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Mas não deixe que venha também uma grande dor de cabeça maior do que você pode suportar.

BRANCO, João. O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho? Forbes Brasil.
Das estratégias listadas abaixo, aquela que representa a que o autor utilizou, de modo mais enfático, para chamar diretamente a atenção do leitor para suas reflexões é
Alternativas
Q4007099 Português
João Branco: O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho


A história de Peter Parker com seu novo uniforme, que tem mais ferramentas que o parasita, é um alerta para o desequilíbrio no trabalho.

        Você recebeu uma proposta de trabalho. Vai continuar fazendo o mesmo tipo de função que sabe fazer, mas de uma nova forma: com ferramentas mais modernas e novos recursos que prometem aumentar muito a sua produtividade. Nessa nova vaga seria possível causar um impacto ainda maior, gerar mais resultados e, provavelmente, ter uma sensação maior de realização no seu emprego. Parece muito interessante. Se essa história fosse um filme, como você acha que seria o final?
        Roteiristas profissionais sabem que um dos ingredientes mais importantes para uma bilheteria de sucesso é a criação de uma sensação de “eu me vejo nessa história” no público. As relações familiares da série “This is us”, as tramas da novela “Avenida Brasil” ou o desafio de criar uma criança cheia de energia do desenho “Masha e o Urso” são bons exemplos de roteiros que conseguem retratar situações que nos representam, ainda que através de personagens totalmente diferentes de nós. Repare que isso acontece em toda história que chamou a sua atenção. Existe muito mais esforço do que você imagina na criação de peças de comunicação, shows, entretenimento e até propagandas. Todos estão tentando, o tempo todo, criar um vínculo especial com você. E fazem isso intencionalmente mostrando um Bart Simpson que tenha um toque de rebeldia que talvez você gostaria de extravasar. Ou colocando na rainha Elsa, do filme Frozen, um peso de “responsabilidade” parecido com o que você sente no dia a dia.
       É nesse contexto que os filmes recentes do HomemAranha me chamaram a atenção. Peter Parker descobriu um uniforme novo, uma versão preta, que traz vários benefícios. A nova versão é mais resistente e consegue se regenerar sozinha se for rasgada. Também produz a própria teia, economizando tempo com os fluidos e lançadores. Isso sem falar que esse novo uniforme é capaz de se transformar em qualquer roupa. É como a primeira situação desse texto. O personagem encontrou uma forma muito mais produtiva de realizar o seu trabalho. Parece legal, não? Mas a realidade foi bem diferente. Depois que virou o Homem-Aranha com a roupa preta, Peter ficou estafado. O tempo todo. Seu trabalho já era cansativo, mas agora estava muito pior. Algo mudou. E com o tempo ele descobriu que o uniforme tinha “vida própria”. À noite, mesmo dormindo, a roupa o fazia sair pela janela lançando teias por aí. E não o deixava descansar. Na ficção eles perceberam que a sua ferramenta de trabalho era um simbionte, uma espécie de parasita que começou a tomar controle sobre a pessoa.
      Vamos tirar todo o efeito Hollywood dessa história por um instante? Estamos falando de uma situação em  que alguém se sente “aprisionado” pelo seu emprego. Alguém que está muito cansado, que não se sente mais no controle. Parece que o trabalho tem os seus próprios propósitos e que nós estamos apenas seguindo o que ele nos manda fazer como se fôssemos zumbis. Essa metáfora não estaria em um longa-metragem da Marvel se não gerasse identificação em muita gente. E leva a uma reflexão importante: é você que tem o seu trabalho ou é o seu trabalho que tem você?
      Trabalhar é algo necessário e ser produtivo traz sentimentos de satisfação. Buscar ferramentas e recursos que nos tornem mais eficientes pode dar um turbo positivo nisso tudo. Mas existe um limite onde a nossa atividade profissional deixa de ser algo que nos serve para se transformar em algo que recebeu uma prioridade maior do que deveria. Esse limite se percebe pelo cansaço excessivo, pelo desequilíbrio com as outras áreas da vida e pela sensação de piloto automático. E isso pode acontecer até mesmo em quem tem um trabalho tão importante quanto o de um superherói.
      Como está a sua relação com a sua carreira? É o seu emprego que está decidindo se você deve ou não ficar casado? É o trabalho que define se você pode ter filhos? É a sua profissão que te “obriga” a tomar remédios antidepressivos? Talvez você esteja usando o uniforme mais “moderno” do Peter Parker.
     Para ajudar a “salvar o mundo” ou fazer qualquer outro tipo de trabalho bem-feito, primeiro é preciso estar bem. Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Mas não deixe que venha também uma grande dor de cabeça maior do que você pode suportar.

BRANCO, João. O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho? Forbes Brasil.
No primeiro parágrafo, percebe-se que o autor optou por iniciar seu texto a partir da narração de uma história. Ao final desse parágrafo, tal narrativa se revela
Alternativas
Q4007098 Português
João Branco: O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho


A história de Peter Parker com seu novo uniforme, que tem mais ferramentas que o parasita, é um alerta para o desequilíbrio no trabalho.

        Você recebeu uma proposta de trabalho. Vai continuar fazendo o mesmo tipo de função que sabe fazer, mas de uma nova forma: com ferramentas mais modernas e novos recursos que prometem aumentar muito a sua produtividade. Nessa nova vaga seria possível causar um impacto ainda maior, gerar mais resultados e, provavelmente, ter uma sensação maior de realização no seu emprego. Parece muito interessante. Se essa história fosse um filme, como você acha que seria o final?
        Roteiristas profissionais sabem que um dos ingredientes mais importantes para uma bilheteria de sucesso é a criação de uma sensação de “eu me vejo nessa história” no público. As relações familiares da série “This is us”, as tramas da novela “Avenida Brasil” ou o desafio de criar uma criança cheia de energia do desenho “Masha e o Urso” são bons exemplos de roteiros que conseguem retratar situações que nos representam, ainda que através de personagens totalmente diferentes de nós. Repare que isso acontece em toda história que chamou a sua atenção. Existe muito mais esforço do que você imagina na criação de peças de comunicação, shows, entretenimento e até propagandas. Todos estão tentando, o tempo todo, criar um vínculo especial com você. E fazem isso intencionalmente mostrando um Bart Simpson que tenha um toque de rebeldia que talvez você gostaria de extravasar. Ou colocando na rainha Elsa, do filme Frozen, um peso de “responsabilidade” parecido com o que você sente no dia a dia.
       É nesse contexto que os filmes recentes do HomemAranha me chamaram a atenção. Peter Parker descobriu um uniforme novo, uma versão preta, que traz vários benefícios. A nova versão é mais resistente e consegue se regenerar sozinha se for rasgada. Também produz a própria teia, economizando tempo com os fluidos e lançadores. Isso sem falar que esse novo uniforme é capaz de se transformar em qualquer roupa. É como a primeira situação desse texto. O personagem encontrou uma forma muito mais produtiva de realizar o seu trabalho. Parece legal, não? Mas a realidade foi bem diferente. Depois que virou o Homem-Aranha com a roupa preta, Peter ficou estafado. O tempo todo. Seu trabalho já era cansativo, mas agora estava muito pior. Algo mudou. E com o tempo ele descobriu que o uniforme tinha “vida própria”. À noite, mesmo dormindo, a roupa o fazia sair pela janela lançando teias por aí. E não o deixava descansar. Na ficção eles perceberam que a sua ferramenta de trabalho era um simbionte, uma espécie de parasita que começou a tomar controle sobre a pessoa.
      Vamos tirar todo o efeito Hollywood dessa história por um instante? Estamos falando de uma situação em  que alguém se sente “aprisionado” pelo seu emprego. Alguém que está muito cansado, que não se sente mais no controle. Parece que o trabalho tem os seus próprios propósitos e que nós estamos apenas seguindo o que ele nos manda fazer como se fôssemos zumbis. Essa metáfora não estaria em um longa-metragem da Marvel se não gerasse identificação em muita gente. E leva a uma reflexão importante: é você que tem o seu trabalho ou é o seu trabalho que tem você?
      Trabalhar é algo necessário e ser produtivo traz sentimentos de satisfação. Buscar ferramentas e recursos que nos tornem mais eficientes pode dar um turbo positivo nisso tudo. Mas existe um limite onde a nossa atividade profissional deixa de ser algo que nos serve para se transformar em algo que recebeu uma prioridade maior do que deveria. Esse limite se percebe pelo cansaço excessivo, pelo desequilíbrio com as outras áreas da vida e pela sensação de piloto automático. E isso pode acontecer até mesmo em quem tem um trabalho tão importante quanto o de um superherói.
      Como está a sua relação com a sua carreira? É o seu emprego que está decidindo se você deve ou não ficar casado? É o trabalho que define se você pode ter filhos? É a sua profissão que te “obriga” a tomar remédios antidepressivos? Talvez você esteja usando o uniforme mais “moderno” do Peter Parker.
     Para ajudar a “salvar o mundo” ou fazer qualquer outro tipo de trabalho bem-feito, primeiro é preciso estar bem. Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Mas não deixe que venha também uma grande dor de cabeça maior do que você pode suportar.

BRANCO, João. O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho? Forbes Brasil.
Leia o trecho a seguir, extraído do segundo parágrafo do texto de João Branco.
“As relações familiares da série ‘This is us’, as tramas da novela ‘Avenida Brasil’ ou o desafio de criar uma criança cheia de energia do desenho ‘Masha e o Urso’ são bons exemplos de roteiros que conseguem retratar situações que nos representam, ainda que através de personagens totalmente diferentes de nós.”
A expressão em destaque nesse fragmento sugere, no contexto em que ela foi empregada, que
Alternativas
Q4007097 Português
João Branco: O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho


A história de Peter Parker com seu novo uniforme, que tem mais ferramentas que o parasita, é um alerta para o desequilíbrio no trabalho.

        Você recebeu uma proposta de trabalho. Vai continuar fazendo o mesmo tipo de função que sabe fazer, mas de uma nova forma: com ferramentas mais modernas e novos recursos que prometem aumentar muito a sua produtividade. Nessa nova vaga seria possível causar um impacto ainda maior, gerar mais resultados e, provavelmente, ter uma sensação maior de realização no seu emprego. Parece muito interessante. Se essa história fosse um filme, como você acha que seria o final?
        Roteiristas profissionais sabem que um dos ingredientes mais importantes para uma bilheteria de sucesso é a criação de uma sensação de “eu me vejo nessa história” no público. As relações familiares da série “This is us”, as tramas da novela “Avenida Brasil” ou o desafio de criar uma criança cheia de energia do desenho “Masha e o Urso” são bons exemplos de roteiros que conseguem retratar situações que nos representam, ainda que através de personagens totalmente diferentes de nós. Repare que isso acontece em toda história que chamou a sua atenção. Existe muito mais esforço do que você imagina na criação de peças de comunicação, shows, entretenimento e até propagandas. Todos estão tentando, o tempo todo, criar um vínculo especial com você. E fazem isso intencionalmente mostrando um Bart Simpson que tenha um toque de rebeldia que talvez você gostaria de extravasar. Ou colocando na rainha Elsa, do filme Frozen, um peso de “responsabilidade” parecido com o que você sente no dia a dia.
       É nesse contexto que os filmes recentes do HomemAranha me chamaram a atenção. Peter Parker descobriu um uniforme novo, uma versão preta, que traz vários benefícios. A nova versão é mais resistente e consegue se regenerar sozinha se for rasgada. Também produz a própria teia, economizando tempo com os fluidos e lançadores. Isso sem falar que esse novo uniforme é capaz de se transformar em qualquer roupa. É como a primeira situação desse texto. O personagem encontrou uma forma muito mais produtiva de realizar o seu trabalho. Parece legal, não? Mas a realidade foi bem diferente. Depois que virou o Homem-Aranha com a roupa preta, Peter ficou estafado. O tempo todo. Seu trabalho já era cansativo, mas agora estava muito pior. Algo mudou. E com o tempo ele descobriu que o uniforme tinha “vida própria”. À noite, mesmo dormindo, a roupa o fazia sair pela janela lançando teias por aí. E não o deixava descansar. Na ficção eles perceberam que a sua ferramenta de trabalho era um simbionte, uma espécie de parasita que começou a tomar controle sobre a pessoa.
      Vamos tirar todo o efeito Hollywood dessa história por um instante? Estamos falando de uma situação em  que alguém se sente “aprisionado” pelo seu emprego. Alguém que está muito cansado, que não se sente mais no controle. Parece que o trabalho tem os seus próprios propósitos e que nós estamos apenas seguindo o que ele nos manda fazer como se fôssemos zumbis. Essa metáfora não estaria em um longa-metragem da Marvel se não gerasse identificação em muita gente. E leva a uma reflexão importante: é você que tem o seu trabalho ou é o seu trabalho que tem você?
      Trabalhar é algo necessário e ser produtivo traz sentimentos de satisfação. Buscar ferramentas e recursos que nos tornem mais eficientes pode dar um turbo positivo nisso tudo. Mas existe um limite onde a nossa atividade profissional deixa de ser algo que nos serve para se transformar em algo que recebeu uma prioridade maior do que deveria. Esse limite se percebe pelo cansaço excessivo, pelo desequilíbrio com as outras áreas da vida e pela sensação de piloto automático. E isso pode acontecer até mesmo em quem tem um trabalho tão importante quanto o de um superherói.
      Como está a sua relação com a sua carreira? É o seu emprego que está decidindo se você deve ou não ficar casado? É o trabalho que define se você pode ter filhos? É a sua profissão que te “obriga” a tomar remédios antidepressivos? Talvez você esteja usando o uniforme mais “moderno” do Peter Parker.
     Para ajudar a “salvar o mundo” ou fazer qualquer outro tipo de trabalho bem-feito, primeiro é preciso estar bem. Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Mas não deixe que venha também uma grande dor de cabeça maior do que você pode suportar.

BRANCO, João. O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho? Forbes Brasil.
Durante a leitura, é possível de se perceber que a menção ao personagem Homem-Aranha serve para
Alternativas
Q4007096 Português
João Branco: O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho


A história de Peter Parker com seu novo uniforme, que tem mais ferramentas que o parasita, é um alerta para o desequilíbrio no trabalho.

        Você recebeu uma proposta de trabalho. Vai continuar fazendo o mesmo tipo de função que sabe fazer, mas de uma nova forma: com ferramentas mais modernas e novos recursos que prometem aumentar muito a sua produtividade. Nessa nova vaga seria possível causar um impacto ainda maior, gerar mais resultados e, provavelmente, ter uma sensação maior de realização no seu emprego. Parece muito interessante. Se essa história fosse um filme, como você acha que seria o final?
        Roteiristas profissionais sabem que um dos ingredientes mais importantes para uma bilheteria de sucesso é a criação de uma sensação de “eu me vejo nessa história” no público. As relações familiares da série “This is us”, as tramas da novela “Avenida Brasil” ou o desafio de criar uma criança cheia de energia do desenho “Masha e o Urso” são bons exemplos de roteiros que conseguem retratar situações que nos representam, ainda que através de personagens totalmente diferentes de nós. Repare que isso acontece em toda história que chamou a sua atenção. Existe muito mais esforço do que você imagina na criação de peças de comunicação, shows, entretenimento e até propagandas. Todos estão tentando, o tempo todo, criar um vínculo especial com você. E fazem isso intencionalmente mostrando um Bart Simpson que tenha um toque de rebeldia que talvez você gostaria de extravasar. Ou colocando na rainha Elsa, do filme Frozen, um peso de “responsabilidade” parecido com o que você sente no dia a dia.
       É nesse contexto que os filmes recentes do HomemAranha me chamaram a atenção. Peter Parker descobriu um uniforme novo, uma versão preta, que traz vários benefícios. A nova versão é mais resistente e consegue se regenerar sozinha se for rasgada. Também produz a própria teia, economizando tempo com os fluidos e lançadores. Isso sem falar que esse novo uniforme é capaz de se transformar em qualquer roupa. É como a primeira situação desse texto. O personagem encontrou uma forma muito mais produtiva de realizar o seu trabalho. Parece legal, não? Mas a realidade foi bem diferente. Depois que virou o Homem-Aranha com a roupa preta, Peter ficou estafado. O tempo todo. Seu trabalho já era cansativo, mas agora estava muito pior. Algo mudou. E com o tempo ele descobriu que o uniforme tinha “vida própria”. À noite, mesmo dormindo, a roupa o fazia sair pela janela lançando teias por aí. E não o deixava descansar. Na ficção eles perceberam que a sua ferramenta de trabalho era um simbionte, uma espécie de parasita que começou a tomar controle sobre a pessoa.
      Vamos tirar todo o efeito Hollywood dessa história por um instante? Estamos falando de uma situação em  que alguém se sente “aprisionado” pelo seu emprego. Alguém que está muito cansado, que não se sente mais no controle. Parece que o trabalho tem os seus próprios propósitos e que nós estamos apenas seguindo o que ele nos manda fazer como se fôssemos zumbis. Essa metáfora não estaria em um longa-metragem da Marvel se não gerasse identificação em muita gente. E leva a uma reflexão importante: é você que tem o seu trabalho ou é o seu trabalho que tem você?
      Trabalhar é algo necessário e ser produtivo traz sentimentos de satisfação. Buscar ferramentas e recursos que nos tornem mais eficientes pode dar um turbo positivo nisso tudo. Mas existe um limite onde a nossa atividade profissional deixa de ser algo que nos serve para se transformar em algo que recebeu uma prioridade maior do que deveria. Esse limite se percebe pelo cansaço excessivo, pelo desequilíbrio com as outras áreas da vida e pela sensação de piloto automático. E isso pode acontecer até mesmo em quem tem um trabalho tão importante quanto o de um superherói.
      Como está a sua relação com a sua carreira? É o seu emprego que está decidindo se você deve ou não ficar casado? É o trabalho que define se você pode ter filhos? É a sua profissão que te “obriga” a tomar remédios antidepressivos? Talvez você esteja usando o uniforme mais “moderno” do Peter Parker.
     Para ajudar a “salvar o mundo” ou fazer qualquer outro tipo de trabalho bem-feito, primeiro é preciso estar bem. Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Mas não deixe que venha também uma grande dor de cabeça maior do que você pode suportar.

BRANCO, João. O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho? Forbes Brasil.
É um assunto aprofundado nesse texto
Alternativas
Ano: 2008 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Porto Feliz - SP
Q1211734 Matemática
O número decimal 1,24 pode ser escrito na forma de fração irredutível como: 
Alternativas
Ano: 2008 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Porto Feliz - SP
Q1199117 Atualidades
 Em que grande potência mundial teve início em janeiro a um processo eleitoral para escolha do novo Presidente da República, onde candidatos de dois principais partidos – republicanos e democratas – disputam a preferência popular? 
Alternativas
Ano: 2008 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Porto Feliz - SP
Q1197968 Português
Dias tortos
Estou na Avenida 23 de Maio, na pista do meio. Engarrafamento. De repente, a da direita anda. A da esquerda também. A minha não. Fico contando os carros que passam. Começo a ranger os dentes. Imagino: "Deve haver um acidente nesta pista". Dou seta à esquerda. Atiro meu carro na pista do lado. Ouço buzinadas. Consegui! Agora vou andar! Puro engano. Imediatamente, a da esquerda pára. A pista onde eu estava se desafoga. Todos os veículos que se encontravam atrás de mim me ultrapassam. Permaneço imóvel. Lamento-me: "Por que fui mudar de pista?".   
É um mistério do trânsito. A pista do lado sempre anda mais que a minha! Pior. Há dias em que todos os semáforos ficam vermelhos quando me aproximo. Sem exceção. Isso costuma acontecer quando tenho algum compromisso inadiável. Tipo reunião com o chefe. Consulta médica. Canal do dente latejando. Pagar imposto no último dia de prazo!   
Viajo muito de avião. O tamanho dos bancos diminuiu. Minha barriga aumentou. Todas as vezes o passageiro da frente reclina o banco, me deixando entalado. Com freqüência, ninguém mais, em todo o avião, reclina o assento. Só o da minha frente! Se vou a um teatro lotado, vira e mexe sento atrás de um gigante! Passo o espetáculo inteiro entortando o pescoço!   
E caixa eletrônico de posto de gasolina? Quando chega a minha vez, há sempre um quebrado e no outro alguém lento. A pessoa tecla, tecla. Bota o cartão. Tira. Tecla de novo. Quando o caixa é ao ar livre, em geral cai um chuvisco. Fico com os óculos gotejando, durante séculos! Passo semanas planejando ir a determinado restaurante do qual falam de um bacalhau fantástico. Cinqüenta minutos de espera. Mal pego o cardápio, anuncio: – Vou querer o bacalhau. O garçom sorri: – O bacalhau hoje saiu todo...   
(...)   
Eu poderia escrever livros inteiros sobre filas. No embarque do aeroporto as duas pessoas à minha frente costumam ter problemas, com muitas idas e vindas das atendentes, enquanto meu vôo está sendo chamado! Nas lojas, sempre há um obstáculo. Como uma senhora que pede dez pacotes de presente, todos com lacinhos, enquanto espero! Ou na livraria um senhor resolve contar a vida para o caixa, em detalhes!   
Há dias que são assim, tortos. Tudo conspira para dar errado. Mas, felizmente, outros são o contrário. Acordo feliz sem saber por quê. Os semáforos estão verdes. Não há filas! A mocinha do caixa sorri e tenho vontade de bater papo com ela!   
Será coisa do destino? Meu humor atrai um dia ruim, outro melhor? Será que todos os dias são iguais, com coisas desagradáveis ou não? Serei eu que em alguns dias acho tudo péssimo e em outros, maravilhoso? Talvez seja essa a grande questão!   
(Walcyr Carrasco. Texto adaptado:http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicoes/2010/m0129855.html)
“A pessoa tecla, tecla.” Em relação ao trecho destacado, no contexto, a repetição do vocábulo indica: 
Alternativas
Ano: 2008 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Porto Feliz - SP
Q1188107 Conhecimentos Gerais
A Colônia Rodrigo e Silva projetada para receber colonos belgas em 1922, contava também com o registro de famílias de outros dois países europeus. São eles: 
Alternativas
Respostas
40: D
41: A
42: D
43: C
44: A
45: C
46: B
47: D
48: A
49: A
50: C
51: E
52: D