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Ao escrever seu testamento, um pai deixou instruções para que sua herança fosse dividida entre seus três filhos. O filho mais velho deverá receber o triplo do que receber o filho mais novo e esse, por sua vez, deve receber a metade do que couber ao filho do meio. O percentual da herança que será deixada ao filho mais velho é de
Um cubo de aresta unitária (1 cm) tem como vértices os pontos: (0,0,0); (1,0,0); (0,1,0); (0,0,1); (1,0,1); (1,1,0); (0,1,1) e (1,1,1). A parte do cubo que se encontra na região x - y - z ≤ 0 tem medida do volume, em cm3, igual a
Sejam f(x) = x2 e g(x) = |2x2 - 8| funções reais. Na interseção dos gráficos das funções f e g observa-se que ela
Leia o Texto 4 e responda às questões 09 e 10.
Texto 4
Disponível em: <https://www.behance.net/gallery/123835353/MAUC-60-anos>. Acesso em: 24 mai. 2023.
No enunciado da mensagem escrita, qual recurso linguístico foi usado na construção de sentido da palavra “presente”?
Leia o Texto 4 e responda às questões 09 e 10.
Texto 4
Disponível em: <https://www.behance.net/gallery/123835353/MAUC-60-anos>. Acesso em: 24 mai. 2023.
A intertextualidade presente no cartaz publicitário é estabelecida por meio de uma relação dialógica com
Leia o Texto 3 e responda às questões 07 e 08.
Texto 3
Disponível em: <https://www.reddit.com/r/brasil/comments/kisi2a/cultura_algo_t%C3%A3o_importante_mas_desvalorizado_em>. Acesso em: 24 mai. 2023.
O texto apresenta vestígios da linguagem falada e predomínio de estruturas frásicas simples porque foi produzido em um espaço discursivo que
Leia o Texto 3 e responda às questões 07 e 08.
Texto 3
Disponível em: <https://www.reddit.com/r/brasil/comments/kisi2a/cultura_algo_t%C3%A3o_importante_mas_desvalorizado_em>. Acesso em: 24 mai. 2023.
O texto foi primeiramente postado no Facebook e, posteriormente, compartilhado em diversas outras plataformas digitais. Considerando as condições de produção, o formato e o conteúdo, o intuito desse texto é
Leia o Texto 2 e responda às questões de 04 a 06.
Texto 2
Sou do pandeiro
Música é arte, é uma forma de expressão. As pessoas de cada país se expressam de modo característico; cada nação possui suas próprias referências e preferências. A música brasileira, por exemplo, vem arquitetando sua identidade há muito tempo. Temos misturado tudo que existe em nossa história, como nossas tradições e também o que há de mais contemporâneo. Os povos que vivem em nosso país também são responsáveis por nossa formação cultural e musical. Assim, temos construído nossa identidade artística e cultural com base em nossas expressões genuínas.
No entanto, às vezes, os meios de comunicação e as influências de outros povos podem provocar interferências que ameaçam a preservação de nossa identidade.
Quando isso acontece, podemos responder fazendo arte, como na música! Foi o que fizeram dois artistas da música popular brasileira em 1958. Os músicos Gordurinha (1922-1969) e Alira Castilho (1924-2011) criaram a canção Chiclete com banana, um grande sucesso na voz do paraibano José Gomes Filho, o Jackson do Pandeiro (1919-1982). Além de cantor e compositor, Jackson do Pandeiro foi um dos maiores ritmistas que o Brasil já teve, sendo responsável pela divulgação da música nordestina em todo o Brasil.
A música Chiclete com banana é cantada por muitos intérpretes até hoje!
UTUARI, Solange; KATER, Carlos; FISCHER, Bruno. Conectados: Arte. São Paulo: FTD, 2018. p. 82-83. (Adaptado).
No trecho “Quando isso acontece, podemos responder fazendo arte, como na música!”, o emprego da primeira vírgula é obrigatório, porque sua função é separar, dos demais termos da frase,
Leia o Texto 2 e responda às questões de 04 a 06.
Texto 2
Sou do pandeiro
Música é arte, é uma forma de expressão. As pessoas de cada país se expressam de modo característico; cada nação possui suas próprias referências e preferências. A música brasileira, por exemplo, vem arquitetando sua identidade há muito tempo. Temos misturado tudo que existe em nossa história, como nossas tradições e também o que há de mais contemporâneo. Os povos que vivem em nosso país também são responsáveis por nossa formação cultural e musical. Assim, temos construído nossa identidade artística e cultural com base em nossas expressões genuínas.
No entanto, às vezes, os meios de comunicação e as influências de outros povos podem provocar interferências que ameaçam a preservação de nossa identidade.
Quando isso acontece, podemos responder fazendo arte, como na música! Foi o que fizeram dois artistas da música popular brasileira em 1958. Os músicos Gordurinha (1922-1969) e Alira Castilho (1924-2011) criaram a canção Chiclete com banana, um grande sucesso na voz do paraibano José Gomes Filho, o Jackson do Pandeiro (1919-1982). Além de cantor e compositor, Jackson do Pandeiro foi um dos maiores ritmistas que o Brasil já teve, sendo responsável pela divulgação da música nordestina em todo o Brasil.
A música Chiclete com banana é cantada por muitos intérpretes até hoje!
UTUARI, Solange; KATER, Carlos; FISCHER, Bruno. Conectados: Arte. São Paulo: FTD, 2018. p. 82-83. (Adaptado).
No terceiro parágrafo, o pronome demonstrativo “isso” estabelece coesão textual ao substituir, no parágrafo anterior, o seguinte trecho:
Leia o Texto 2 e responda às questões de 04 a 06.
Texto 2
Sou do pandeiro
Música é arte, é uma forma de expressão. As pessoas de cada país se expressam de modo característico; cada nação possui suas próprias referências e preferências. A música brasileira, por exemplo, vem arquitetando sua identidade há muito tempo. Temos misturado tudo que existe em nossa história, como nossas tradições e também o que há de mais contemporâneo. Os povos que vivem em nosso país também são responsáveis por nossa formação cultural e musical. Assim, temos construído nossa identidade artística e cultural com base em nossas expressões genuínas.
No entanto, às vezes, os meios de comunicação e as influências de outros povos podem provocar interferências que ameaçam a preservação de nossa identidade.
Quando isso acontece, podemos responder fazendo arte, como na música! Foi o que fizeram dois artistas da música popular brasileira em 1958. Os músicos Gordurinha (1922-1969) e Alira Castilho (1924-2011) criaram a canção Chiclete com banana, um grande sucesso na voz do paraibano José Gomes Filho, o Jackson do Pandeiro (1919-1982). Além de cantor e compositor, Jackson do Pandeiro foi um dos maiores ritmistas que o Brasil já teve, sendo responsável pela divulgação da música nordestina em todo o Brasil.
A música Chiclete com banana é cantada por muitos intérpretes até hoje!
UTUARI, Solange; KATER, Carlos; FISCHER, Bruno. Conectados: Arte. São Paulo: FTD, 2018. p. 82-83. (Adaptado).
No segundo parágrafo do texto, em relação à música brasileira, infere-se que
Leia o Texto 1 e responda às questões de 01 a 03.
Texto 1
Veiga Valle (1806-1874) como possibilidade de um estudo de história regional - Uma comparação da divulgação do “santeiro goiano” e o silenciamento de Octo Marques
Octo Outorino Marques nasceu na Cidade de Goiás, em 1915. Descendente de afro-brasileiro, ele foi pintor, desenhista, xilografista, cenógrafo, gravador, ceramista, jornalista, escritor e funcionário público.
O artista teve como primeiro professor um ex-presidiário (Pedro), que lhe ensinou desenho a partir do carvão e giz. No Colégio Sant´Anna, da antiga capital goiana, aprendeu, com as freiras dominicanas, a desenhar e a pintar em almofadas utilizando areia. Na mesma época, teve outro professor (Martiniano), estafeta dos Correios e Telégrafos, que lhe ensinou a técnica de bico-de-pena, nanquim e guache.
Octo Marques mudou-se para o Rio de Janeiro, em 1934, e logo depois para São Paulo, locais em que escreveu para importantes jornais e revistas. Em 1938, retornou para a Cidade de Goiás, sendo um dos fundadores e escritores do Jornal Cidade de Goiás. Após seu retorno, pintou painéis na cidade e vizinhança e iniciou sua participação em exposições coletivas e individuais. Nas décadas de 1940 e 1950, foi tido como uma promessa da arte goiana, e, mesmo participando de vários movimentos artísticos, não foi protagonista em nenhum deles.
Frequentemente, sua arte representava o cotidiano da antiga capital, mostrando as festas na zona rural, os trabalhadores na cidade, a arquitetura e a paisagem. Por isso, sua obra pode ser considerada primitiva, pela simplicidade e escolha dos temas. Até sua morte em 1988, continuou pintando a cidade e o seu cotidiano, mas sem receber grande destaque. Ele morreu pobre e esquecido, e o silêncio sobre ele ainda permanece.
SANTOS, Fernando M. dos. Disponível em: <https://www.snh2021.anpuh.org/resources/anais/8/snh2021/1628279133_ARQUIVO_61812e558c31be39a7dfb21595d588df.pdf>. Acesso em: 21 mai. 2023.
No texto, “estafeta” refere-se à profissão de “entregador a cavalo de cartas e telegramas a longas distâncias”. Trata-se, portanto, de um exemplo de variação linguística
Leia o Texto 1 e responda às questões de 01 a 03.
Texto 1
Veiga Valle (1806-1874) como possibilidade de um estudo de história regional - Uma comparação da divulgação do “santeiro goiano” e o silenciamento de Octo Marques
Octo Outorino Marques nasceu na Cidade de Goiás, em 1915. Descendente de afro-brasileiro, ele foi pintor, desenhista, xilografista, cenógrafo, gravador, ceramista, jornalista, escritor e funcionário público.
O artista teve como primeiro professor um ex-presidiário (Pedro), que lhe ensinou desenho a partir do carvão e giz. No Colégio Sant´Anna, da antiga capital goiana, aprendeu, com as freiras dominicanas, a desenhar e a pintar em almofadas utilizando areia. Na mesma época, teve outro professor (Martiniano), estafeta dos Correios e Telégrafos, que lhe ensinou a técnica de bico-de-pena, nanquim e guache.
Octo Marques mudou-se para o Rio de Janeiro, em 1934, e logo depois para São Paulo, locais em que escreveu para importantes jornais e revistas. Em 1938, retornou para a Cidade de Goiás, sendo um dos fundadores e escritores do Jornal Cidade de Goiás. Após seu retorno, pintou painéis na cidade e vizinhança e iniciou sua participação em exposições coletivas e individuais. Nas décadas de 1940 e 1950, foi tido como uma promessa da arte goiana, e, mesmo participando de vários movimentos artísticos, não foi protagonista em nenhum deles.
Frequentemente, sua arte representava o cotidiano da antiga capital, mostrando as festas na zona rural, os trabalhadores na cidade, a arquitetura e a paisagem. Por isso, sua obra pode ser considerada primitiva, pela simplicidade e escolha dos temas. Até sua morte em 1988, continuou pintando a cidade e o seu cotidiano, mas sem receber grande destaque. Ele morreu pobre e esquecido, e o silêncio sobre ele ainda permanece.
SANTOS, Fernando M. dos. Disponível em: <https://www.snh2021.anpuh.org/resources/anais/8/snh2021/1628279133_ARQUIVO_61812e558c31be39a7dfb21595d588df.pdf>. Acesso em: 21 mai. 2023.
Quanto ao modo de organização, a sequência linguística predominante no texto é a
Leia o Texto 1 e responda às questões de 01 a 03.
Texto 1
Veiga Valle (1806-1874) como possibilidade de um estudo de história regional - Uma comparação da divulgação do “santeiro goiano” e o silenciamento de Octo Marques
Octo Outorino Marques nasceu na Cidade de Goiás, em 1915. Descendente de afro-brasileiro, ele foi pintor, desenhista, xilografista, cenógrafo, gravador, ceramista, jornalista, escritor e funcionário público.
O artista teve como primeiro professor um ex-presidiário (Pedro), que lhe ensinou desenho a partir do carvão e giz. No Colégio Sant´Anna, da antiga capital goiana, aprendeu, com as freiras dominicanas, a desenhar e a pintar em almofadas utilizando areia. Na mesma época, teve outro professor (Martiniano), estafeta dos Correios e Telégrafos, que lhe ensinou a técnica de bico-de-pena, nanquim e guache.
Octo Marques mudou-se para o Rio de Janeiro, em 1934, e logo depois para São Paulo, locais em que escreveu para importantes jornais e revistas. Em 1938, retornou para a Cidade de Goiás, sendo um dos fundadores e escritores do Jornal Cidade de Goiás. Após seu retorno, pintou painéis na cidade e vizinhança e iniciou sua participação em exposições coletivas e individuais. Nas décadas de 1940 e 1950, foi tido como uma promessa da arte goiana, e, mesmo participando de vários movimentos artísticos, não foi protagonista em nenhum deles.
Frequentemente, sua arte representava o cotidiano da antiga capital, mostrando as festas na zona rural, os trabalhadores na cidade, a arquitetura e a paisagem. Por isso, sua obra pode ser considerada primitiva, pela simplicidade e escolha dos temas. Até sua morte em 1988, continuou pintando a cidade e o seu cotidiano, mas sem receber grande destaque. Ele morreu pobre e esquecido, e o silêncio sobre ele ainda permanece.
SANTOS, Fernando M. dos. Disponível em: <https://www.snh2021.anpuh.org/resources/anais/8/snh2021/1628279133_ARQUIVO_61812e558c31be39a7dfb21595d588df.pdf>. Acesso em: 21 mai. 2023.
O texto pertence ao gênero acadêmico. Como prática de linguagem, sua função social é
Em consonância com o Estatuto das Cidades, instituído pela Lei n º 10.257 de 2001, são partes legítimas para a propositura da ação de usucapião especial urbana, EXCETO:
A luz da Lei Orgânica do Município de Guarapari/ES, em que pese as emendas à referida Lei, assinale a alternativa INCORRETA:
A Constituição Federal organiza e rege toda a legislação do Estado brasileiro. Entre seus dispositivos mais importantes, destacam-se os que tratam dos direitos e deveres individuais e coletivos, descritos no artigo 5 ° , ao longo de 77 incisos. Dos direitos constitucionais, a Integridade discorre sobre:
Em conformidade com o Código de Posturas Municipal de Guarapari/ES, sobre a ocupação das vias públicas, é CORRETO afirmar que a ocupação de vias com mesas e cadeiras ou outros objetos será permitida quando forem satisfeitos determinados requisitos, entre eles o de deixar livre, para o trânsito público, uma faixa de passeio de largura não inferior a:
Com base no Código de Posturas Municipal de Guarapari/ES, é INCORRETO afirmar que:
De acordo com o Código de Posturas Municipal de Guarapari/ES, os agentes fiscais que, por negligência ou má-fé, lavrarem autos sem obediência aos requisitos legais, de forma a lhes acarretar nulidade, serão punidos com multas equivalentes a:
O Estatuto da Cidade (Lei 10.257/2001), discorre, em texto de lei, sobre alguns instrumentos da política urbana. Desses, qual dos citados, abaixo, enquadra-se como institutos tributários e financeiros?