Questões de Concurso Para fiscal de posturas

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Q2447194 Matemática
José comprou um álbum de figurinhas que possui 200 espaços vazios para colá-las. Cada espaço é destinado a uma figurinha diferente das demais, e essas figurinhas devem ser compradas em pacotes fechados contendo 4 unidades de figurinhas aleatórias. José adquiriu 25 pacotes de figurinhas e 1 / 5 delas não pode ser colada no álbum, pois eram figurinhas repetidas. Em outro momento José comprou mais 40 pacotes de figurinhas. Dessa forma, para conseguir completar o álbum, até quantas figurinhas, dessa última aquisição, podem ser repetidas?
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Q2447193 Matemática
Os entregadores de determinada pizzaria podem escolher entre dois tipos de pagamento:

 Tipo I: R$ 1,20 por entrega, mais um acréscimo de R$ 0,90 por quilômetro rodado.
 Tipo II: R$ 3,00 fixos por entrega, independentemente da distância percorrida.


Ao final de um dia de trabalho, dois entregadores dessa pizzaria fizeram a mesma quantidade de entregas e, embora tivessem escolhido opções de pagamento diferentes, receberam a mesma quantia de R$ 330,00. Sendo assim, qual foi a distância percorrida pelo entregador que escolheu receber o pagamento do Tipo I?
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Q2447192 Matemática
Muitas vezes, shows de artistas que atraem um grande público geram filas quilométricas nas entradas. Para que não se tenha problemas nestas filas é necessário que a organização pense muito bem na logística de distribuição de funcionários nas entradas, para que a fila ande o mais rápido possível. Considere um show que vendeu um total de 3 mil ingressos e que a entrada do público se iniciará 3 horas antes de início do show. Sabendo-se que cada funcionário que trabalha na portaria do evento leva 3 minutos para liberar cada pessoa, quantos funcionários, no mínimo, serão necessários para que todas as pessoas consigam entrar no evento antes do início do show?
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Q2447188 Banco de Dados
“O comando ____________ é usado em SQL (Structured Query Language); é possível especificar quais colunas se deseja recuperar de uma tabela, aplicar condições para filtrar e ordenar de acordo com o critério especificado.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
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Q2447186 Noções de Informática
Os diretórios “C:\Arquivos de programas” e “C:\Arquivos de Programas (x86)” são pastas padrão em Sistemas Operacionais Windows (Configuração Padrão – Idioma português Brasil), e sua função está relacionada à organização e armazenamento de aplicativos instalados no sistema. No Windows 10 Pro (Configuração Padrão – Idioma Português Brasil), em sua versão 64 Bits, por padrão em sua grande maioria, em qual diretório são instalados os aplicativos 64 Bits?
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Q2447185 Noções de Informática
“O conector _____ é um tipo de conector de seis pinos utilizado para ligar periféricos, como mouses e teclados, a computadores, tornando-se um padrão amplamente adotado em PCs durante muitos anos. Com o tempo foi substituído em grande parte pelas portas _____, que oferecem maior versatilidade e capacidade de alimentação elétrica para os periféricos.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
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Q2447184 Português
Chuva


     Houve um prefeito, paisano e sem imaginação, que resolveu acabar com as inundações do Rio. Foi o engenheiro João Carlos Vital, cujo breve reinado se perde, na série imensa dos prefeitos, entre um calvo general atrabiliário que construiu o Maracanã e um bravo coronel do P.T.B. que ali recebeu a mais estrondosa das manifestações.

     Vital foi um Frontin às avessas, e conseguiu livrar o Rio do excesso de água com esta providência original: mandou desentupir os bueiros. Nunca ninguém se lembrara disso antes; e depois, como se viu no dia de ontem, nunca ninguém voltou a se lembrar. Tivemos ruas, praças e amplas avenidas transformadas em córregos, lagoas e rios. Foi a bela resposta do coronel à populaça que no estádio lhe gritava: água, água! “Pois tomem água”! – Disse ele.

          Eu tive pena foi de sair de casa calçado e, além disso, com 30 anos de idade mais do que o conveniente. Descalço e menino, faria o que os meninos descalços eu vi fazendo: entraria na enchente, patinaria na lama, soltaria na esquina meus barcos de papel, e me divertiria imenso com a aflição da gente grande a empilhar trastes e móveis no andar térreo e a buzinar nervosamente atrás de um carro de capota levantada e distribuidor enlameado.

       A infância pobre do Rio, sempre esquecida, teve ontem um lindo dia de folga e festa: desculpa para não ir à escola e divertimentos animados na grande alegria das enxurradas.

       Quando a infância ri, Deus está contente. O telhado de minha mansarda amanheceu limpinho, e as árvores da rua engordaram de verde, pingando alegria, muito gratas ao senhor prefeito. Os chauffeurs de táxi tungaram alegremente seus passageiros; não é à toa que esses marotos gostam de ter, no quadro do carro, a imagem de São Cristóvão carregando o menino Jesus no ombro durante uma enchente.

          Salve, portanto, a chuva, amiga das crianças, da lavoura e dos motoristas. Cheguei em casa de pés molhados, mas um gole de pisco, lembrança do Peru, me esquentou os pés e a alma. Para dizer a verdade, foi um gole para os pés e outro para a alma; e para dizer toda a verdade, houve mais um de lambuja. Haja pisco; motivos para beber não hão de faltar neste país sempre desgovernado e às vezes, graças a Deus, chuvoso.


(BRAGA, Rubem. Dois pinheiros e o mar: e outras crônicas sobre meio ambiente. Brasil, Global Editora, 2017.)
Considere o trecho “Eu tive pena foi de sair de casa calçado e, além disso, com 30 anos de idade mais do que o conveniente.” (3º§). Dele, é correto depreender que o autor: 
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Q2447183 Português
Chuva


     Houve um prefeito, paisano e sem imaginação, que resolveu acabar com as inundações do Rio. Foi o engenheiro João Carlos Vital, cujo breve reinado se perde, na série imensa dos prefeitos, entre um calvo general atrabiliário que construiu o Maracanã e um bravo coronel do P.T.B. que ali recebeu a mais estrondosa das manifestações.

     Vital foi um Frontin às avessas, e conseguiu livrar o Rio do excesso de água com esta providência original: mandou desentupir os bueiros. Nunca ninguém se lembrara disso antes; e depois, como se viu no dia de ontem, nunca ninguém voltou a se lembrar. Tivemos ruas, praças e amplas avenidas transformadas em córregos, lagoas e rios. Foi a bela resposta do coronel à populaça que no estádio lhe gritava: água, água! “Pois tomem água”! – Disse ele.

          Eu tive pena foi de sair de casa calçado e, além disso, com 30 anos de idade mais do que o conveniente. Descalço e menino, faria o que os meninos descalços eu vi fazendo: entraria na enchente, patinaria na lama, soltaria na esquina meus barcos de papel, e me divertiria imenso com a aflição da gente grande a empilhar trastes e móveis no andar térreo e a buzinar nervosamente atrás de um carro de capota levantada e distribuidor enlameado.

       A infância pobre do Rio, sempre esquecida, teve ontem um lindo dia de folga e festa: desculpa para não ir à escola e divertimentos animados na grande alegria das enxurradas.

       Quando a infância ri, Deus está contente. O telhado de minha mansarda amanheceu limpinho, e as árvores da rua engordaram de verde, pingando alegria, muito gratas ao senhor prefeito. Os chauffeurs de táxi tungaram alegremente seus passageiros; não é à toa que esses marotos gostam de ter, no quadro do carro, a imagem de São Cristóvão carregando o menino Jesus no ombro durante uma enchente.

          Salve, portanto, a chuva, amiga das crianças, da lavoura e dos motoristas. Cheguei em casa de pés molhados, mas um gole de pisco, lembrança do Peru, me esquentou os pés e a alma. Para dizer a verdade, foi um gole para os pés e outro para a alma; e para dizer toda a verdade, houve mais um de lambuja. Haja pisco; motivos para beber não hão de faltar neste país sempre desgovernado e às vezes, graças a Deus, chuvoso.


(BRAGA, Rubem. Dois pinheiros e o mar: e outras crônicas sobre meio ambiente. Brasil, Global Editora, 2017.)
Considere os termos sublinhados no trecho “motivos para beber não hão de faltar neste país sempre desgovernado e às vezes, graças a Deus, chuvoso” (6º§). É correto dizer que eles foram formados, respectivamente, por:
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Q2447177 Português
Chuva


     Houve um prefeito, paisano e sem imaginação, que resolveu acabar com as inundações do Rio. Foi o engenheiro João Carlos Vital, cujo breve reinado se perde, na série imensa dos prefeitos, entre um calvo general atrabiliário que construiu o Maracanã e um bravo coronel do P.T.B. que ali recebeu a mais estrondosa das manifestações.

     Vital foi um Frontin às avessas, e conseguiu livrar o Rio do excesso de água com esta providência original: mandou desentupir os bueiros. Nunca ninguém se lembrara disso antes; e depois, como se viu no dia de ontem, nunca ninguém voltou a se lembrar. Tivemos ruas, praças e amplas avenidas transformadas em córregos, lagoas e rios. Foi a bela resposta do coronel à populaça que no estádio lhe gritava: água, água! “Pois tomem água”! – Disse ele.

          Eu tive pena foi de sair de casa calçado e, além disso, com 30 anos de idade mais do que o conveniente. Descalço e menino, faria o que os meninos descalços eu vi fazendo: entraria na enchente, patinaria na lama, soltaria na esquina meus barcos de papel, e me divertiria imenso com a aflição da gente grande a empilhar trastes e móveis no andar térreo e a buzinar nervosamente atrás de um carro de capota levantada e distribuidor enlameado.

       A infância pobre do Rio, sempre esquecida, teve ontem um lindo dia de folga e festa: desculpa para não ir à escola e divertimentos animados na grande alegria das enxurradas.

       Quando a infância ri, Deus está contente. O telhado de minha mansarda amanheceu limpinho, e as árvores da rua engordaram de verde, pingando alegria, muito gratas ao senhor prefeito. Os chauffeurs de táxi tungaram alegremente seus passageiros; não é à toa que esses marotos gostam de ter, no quadro do carro, a imagem de São Cristóvão carregando o menino Jesus no ombro durante uma enchente.

          Salve, portanto, a chuva, amiga das crianças, da lavoura e dos motoristas. Cheguei em casa de pés molhados, mas um gole de pisco, lembrança do Peru, me esquentou os pés e a alma. Para dizer a verdade, foi um gole para os pés e outro para a alma; e para dizer toda a verdade, houve mais um de lambuja. Haja pisco; motivos para beber não hão de faltar neste país sempre desgovernado e às vezes, graças a Deus, chuvoso.


(BRAGA, Rubem. Dois pinheiros e o mar: e outras crônicas sobre meio ambiente. Brasil, Global Editora, 2017.)
É certo que o pretérito mais-que-perfeito denota uma ação anterior a outra já passada. Esse tempo verbal se faz presente no texto em “Nunca ninguém se lembrara disso antes; [...]” (2º§). Por vezes considerado obsoleto, essa forma verbal é mais frequente na comunicação oral em sua forma composta. Caso optasse por ela, o autor escreveria, sem alteração de sentido:
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Q2446024 História
Durante o período da História do Brasil entre 1831 e 1840, conhecido como o Período Regencial, testemunhamos a emergência de diversos movimentos revolucionários. No entanto, há um movimento que não se encaixa nesse contexto. Assinale a alternativa incorreta.
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Q2446023 História e Geografia de Estados e Municípios
As cidades goianas que surgiram no período da mineração exibem traços arquitetônicos distintivos: o formato peculiar dos casarões, as paredes geminadas, numerosas janelas e portas voltadas para as ruas, extensos quintais e ruas de configuração irregular. As igrejas, decoradas com ornamentos e esculturas de santos e anjos, contribuem para a identidade desses locais. Cidades como Jaraguá, Pirenópolis, Pilar, Santa Cruz, Corumbá de Goiás e a Cidade de Goiás são representativas dessa era. Esses conjuntos arquitetônicos, característicos do período da mineração, são conhecidos por:
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Q2446022 História e Geografia de Estados e Municípios
Com o início da colonização portuguesa em Goiás no século XVI, muitos povos indígenas que habitavam o território foram dizimados. Segundo estimativas apresentadas por Leandro Mendes Rocha (2016, p. 52), na metade do século XVIII, a população indígena era de aproximadamente 30.000 indivíduos. No entanto, ao chegar à segunda metade do século XIX, esse número havia diminuído drasticamente, não ultrapassando 4.000. Atualmente, quais são os povos que vivem em aldeamentos no território goiano?
Alternativas
Q2446021 História e Geografia de Estados e Municípios

 Monumento aos Bandeirantes no ano de sua inauguração, em 1942. 

Imagem associada para resolução da questão

 Disponível em: https://jornal.ufg.br/n/90447-resgate-do-passado. Data de acesso: 16/01/2024 


“Incorporada à paisagem do Centro de Goiânia, a escultura de 3,5 m de altura, talhada em bronze, pode passar despercebida para quem percorre a região no ritmo de duas das principais avenidas da capital - Anhanguera e Goiás. Exposto no cruzamento há mais de sete décadas, o monumento que acompanhou o crescimento da cidade hoje não só divide o espaço com ônibus e carros. Fincado em um minúsculo canteiro inacessível a pedestres, o Bandeirante foi isolado tanto fisicamente quanto da memória da população. 


Apesar de já ter sido descrita tanto como ato heroico como de exploração e dominação, a participação dos expedicionários que adentraram o sertão brasileiro no período colonial foi determinante para a formação do que hoje é o Estado de Goiás. O Monumento aos Bandeirantes - nome oficial da obra - remete, à história regional” (FERNANDES, 2016. Disponível em: https://jornal.ufg.br/n/90447-resgate-do-passado. Data de acesso: 16/01/2024).


Durante os séculos XVI e XVII, o território goiano começou a receber diversas expedições exploratórias, chamadas bandeiras. Sobre as bandeiras, são corretas as afirmações abaixo, exceto:

Alternativas
Q2446020 História e Geografia de Estados e Municípios
Cocalzinho de Goiás foi elevado à categoria de município e distrito pela Lei Estadual nº. 11.262, de 03 de julho de 1990. O município de Cocalzinho de Goiás foi desmembrado do território do município de:
Alternativas
Q2446019 Matemática
Um engenheiro precisa calcular a altura de uma antena de transmissão, que forma um ângulo de 45° com o solo a uma distância de 50 metros da base. Qual é a altura aproximada da antena?
Alternativas
Q2446018 Matemática
Um engenheiro eletricista desenha um circuito onde a impedância é representada pelo número complexo 4 + 3i. Em um diagrama de impedância, onde estaria localizada essa impedância?
Alternativas
Q2446017 Matemática
Uma cidade planeja plantar árvores ao longo de uma avenida, aumentando o número de árvores plantadas a cada ano em uma progressão aritmética. No primeiro ano, são plantadas 100 árvores e, a cada ano subsequente, 20 árvores a mais do que no ano anterior. Quantas árvores serão plantadas após 5 anos?
Alternativas
Q2446016 Matemática
Uma empresa de embalagens projeta uma nova caixa com formato de um cilindro. Se o raio da base da caixa é de 5 cm e sua altura é de 20 cm, qual é o volume da caixa em centímetros cúbicos? (Considere π = 3,14)
Alternativas
Q2446015 Matemática
Uma empresa realizou uma pesquisa de satisfação com seus clientes, obtendo as seguintes notas em uma escala de 1 a 10: 7, 8, 9, 6, 10, 8, 9, 5, 7, 8. Qual é o desvio padrão aproximado dessas notas, indicando a variação na satisfação dos clientes?
Alternativas
Q2446014 Português
O emprego da crase está correto, EXCETO em:
Alternativas
Respostas
2401: B
2402: D
2403: B
2404: B
2405: C
2406: A
2407: C
2408: A
2409: C
2410: C
2411: B
2412: A
2413: B
2414: A
2415: B
2416: A
2417: C
2418: B
2419: B
2420: D