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Ano: 2018 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: INB Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Analista de Comunicação | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Engenheiro de Segurança do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Engenheiro Ambiental | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Administrador | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Engenheiro da Computação | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Engenheiro de Produção | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Engenheiro Civil | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Engenheiro de Automação e Controle | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Engenheiro Mecânico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Engenheiro Químico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Engenheiro Agrônomo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Engenheiro Eletricista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Engenheiro Metalúrgico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Médico do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Bibliotecário | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Analista de Sistemas | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Economista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Advogado | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Contador | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Analista de Comércio Exterior | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Assistente Social | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Psicólogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Geólogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Biólogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Auditor | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Enfermeiro do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Químico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Físico |
Q917065 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


As anatomias do belo


Ainda polêmico, o corpo livre sempre foi um dos elementos centrais para a produção artística, seja a serviço de padrões de beleza, seja para quebrá-los radicalmente


O corpo sempre esteve presente na arte, durante muito tempo por meio de representações que dizem bastante sobre a cultura de cada época e, também, sobre a maneira como enxergamos cada uma delas. Nas pinturas rupestres, por exemplo, as imagens ilustravam basicamente homens em lutas com animais. Eram quase dicas de sobrevivência. Naquela época, não existiam pretensões estéticas, mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua. Também aprendemos a apreciar as figuras humanas angulosas da Grécia antiga, reflexos de uma sociedade otimista, voltada para uma revolução filosófica e, aí sim, em busca de ideais de beleza.

Entre a violência de um e a harmonia de outro, a história da arte foi construindo o que seria a percepção da beleza através do corpo humano. Trata-se de um conceito largo mesmo, que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa: variações entre esses dois extremos estão no centro da discussão, atualíssima, de como o corpo pode expressar – ou não – o belo na arte.

Ato 1: No dia 19 de novembro de 1971, o artista norte-americano Chris Burden entrou na pequena galeria F Space, em Santa Ana, Califórnia, e se posicionou em frente a uma parede. A uma distância de cerca de quatro metros, seu assistente empunhou um rifle calibre 22 e disparou em sua direção. O plano era que o tiro pegasse de raspão o seu braço esquerdo, fazendo escorrer uma única gota de sangue. Um vermelho singelo e poético. Belo. Mas a bala acabou entrando na pele. No registro da performance, filmada em Super 8, vemos um Chris Burden assustado sair de cena.

Shoot era uma crítica aos tiroteios a que os norte-americanos assistiam diariamente na TV durante a Guerra do Vietnã. Mas foi além e garantiu ao artista um lugar de destaque entre aqueles que exploram os limites entre a arte e a vida, e questionam a repulsa ou a atração que situações extremas causam nas pessoas. Os espectadores podiam interromper o atirador a qualquer momento. Mas, como viria a acontecer outras vezes na arte, testemunharam tudo em silêncio. A possibilidade do sangue derramado se impôs como outro tipo de estética – a de uma beleza que nasce do terrível.


KATO, Gisele. Bravo. Disponível em: <http://bravo.vc/seasons/ s03e02/>. Acesso em: 28 nov. 2017 (Adaptação).

Releia o trecho a seguir.
“Trata-se de um conceito largo mesmo, que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa: variações entre esses dois extremos estão no centro da discussão, atualíssima, de como o corpo pode expressar – ou não – o belo na arte.”
A respeito da pontuação utilizada nesse trecho, analise as afirmativas a seguir.
I. Os travessões utilizados podem ser substituídos por parênteses. II. As vírgulas que separam o advérbio superlativo podem ser suprimidas. III. O dois-pontos foi utilizado para indicar uma enumeração explicativa.
De acordo com o trecho e com a norma padrão, estão corretas as afirmativas:
Alternativas
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Q917064 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


As anatomias do belo


Ainda polêmico, o corpo livre sempre foi um dos elementos centrais para a produção artística, seja a serviço de padrões de beleza, seja para quebrá-los radicalmente


O corpo sempre esteve presente na arte, durante muito tempo por meio de representações que dizem bastante sobre a cultura de cada época e, também, sobre a maneira como enxergamos cada uma delas. Nas pinturas rupestres, por exemplo, as imagens ilustravam basicamente homens em lutas com animais. Eram quase dicas de sobrevivência. Naquela época, não existiam pretensões estéticas, mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua. Também aprendemos a apreciar as figuras humanas angulosas da Grécia antiga, reflexos de uma sociedade otimista, voltada para uma revolução filosófica e, aí sim, em busca de ideais de beleza.

Entre a violência de um e a harmonia de outro, a história da arte foi construindo o que seria a percepção da beleza através do corpo humano. Trata-se de um conceito largo mesmo, que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa: variações entre esses dois extremos estão no centro da discussão, atualíssima, de como o corpo pode expressar – ou não – o belo na arte.

Ato 1: No dia 19 de novembro de 1971, o artista norte-americano Chris Burden entrou na pequena galeria F Space, em Santa Ana, Califórnia, e se posicionou em frente a uma parede. A uma distância de cerca de quatro metros, seu assistente empunhou um rifle calibre 22 e disparou em sua direção. O plano era que o tiro pegasse de raspão o seu braço esquerdo, fazendo escorrer uma única gota de sangue. Um vermelho singelo e poético. Belo. Mas a bala acabou entrando na pele. No registro da performance, filmada em Super 8, vemos um Chris Burden assustado sair de cena.

Shoot era uma crítica aos tiroteios a que os norte-americanos assistiam diariamente na TV durante a Guerra do Vietnã. Mas foi além e garantiu ao artista um lugar de destaque entre aqueles que exploram os limites entre a arte e a vida, e questionam a repulsa ou a atração que situações extremas causam nas pessoas. Os espectadores podiam interromper o atirador a qualquer momento. Mas, como viria a acontecer outras vezes na arte, testemunharam tudo em silêncio. A possibilidade do sangue derramado se impôs como outro tipo de estética – a de uma beleza que nasce do terrível.


KATO, Gisele. Bravo. Disponível em: <http://bravo.vc/seasons/ s03e02/>. Acesso em: 28 nov. 2017 (Adaptação).

Releia o trecho a seguir.
“Ainda polêmico, o corpo livre sempre foi um dos elementos centrais para a produção artística, seja a serviço de padrões de beleza, seja para quebrá-los radicalmente”
Em relação ao uso da estrutura “seja...seja...”, analise as afirmativas a seguir.
I. Em contextos como esse, podem aparecer sem estar separadas por vírgula. II. Nesse contexto, indica ideias incompatíveis entre si, isto é, se uma delas acontece, a outra, necessariamente, não. III. Nesse caso, pode ser substituída por estruturas similares como “quer...quer” ou “ora...ora”.
De acordo com o trecho e com a norma padrão, estão corretas as afirmativas:
Alternativas
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Q917063 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


As anatomias do belo


Ainda polêmico, o corpo livre sempre foi um dos elementos centrais para a produção artística, seja a serviço de padrões de beleza, seja para quebrá-los radicalmente


O corpo sempre esteve presente na arte, durante muito tempo por meio de representações que dizem bastante sobre a cultura de cada época e, também, sobre a maneira como enxergamos cada uma delas. Nas pinturas rupestres, por exemplo, as imagens ilustravam basicamente homens em lutas com animais. Eram quase dicas de sobrevivência. Naquela época, não existiam pretensões estéticas, mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua. Também aprendemos a apreciar as figuras humanas angulosas da Grécia antiga, reflexos de uma sociedade otimista, voltada para uma revolução filosófica e, aí sim, em busca de ideais de beleza.

Entre a violência de um e a harmonia de outro, a história da arte foi construindo o que seria a percepção da beleza através do corpo humano. Trata-se de um conceito largo mesmo, que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa: variações entre esses dois extremos estão no centro da discussão, atualíssima, de como o corpo pode expressar – ou não – o belo na arte.

Ato 1: No dia 19 de novembro de 1971, o artista norte-americano Chris Burden entrou na pequena galeria F Space, em Santa Ana, Califórnia, e se posicionou em frente a uma parede. A uma distância de cerca de quatro metros, seu assistente empunhou um rifle calibre 22 e disparou em sua direção. O plano era que o tiro pegasse de raspão o seu braço esquerdo, fazendo escorrer uma única gota de sangue. Um vermelho singelo e poético. Belo. Mas a bala acabou entrando na pele. No registro da performance, filmada em Super 8, vemos um Chris Burden assustado sair de cena.

Shoot era uma crítica aos tiroteios a que os norte-americanos assistiam diariamente na TV durante a Guerra do Vietnã. Mas foi além e garantiu ao artista um lugar de destaque entre aqueles que exploram os limites entre a arte e a vida, e questionam a repulsa ou a atração que situações extremas causam nas pessoas. Os espectadores podiam interromper o atirador a qualquer momento. Mas, como viria a acontecer outras vezes na arte, testemunharam tudo em silêncio. A possibilidade do sangue derramado se impôs como outro tipo de estética – a de uma beleza que nasce do terrível.


KATO, Gisele. Bravo. Disponível em: <http://bravo.vc/seasons/ s03e02/>. Acesso em: 28 nov. 2017 (Adaptação).

Releia o trecho a seguir.
“Nas pinturas rupestres, por exemplo, as imagens ilustravam basicamente homens em lutas com animais.”
A palavra destacada indica que as imagens são:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: INB Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Analista de Comunicação | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Engenheiro de Segurança do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Engenheiro Ambiental | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Administrador | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Engenheiro da Computação | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Engenheiro de Produção | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Engenheiro Civil | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Engenheiro de Automação e Controle | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Engenheiro Mecânico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Engenheiro Químico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Engenheiro Agrônomo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Engenheiro Eletricista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Engenheiro Metalúrgico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Médico do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Bibliotecário | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Analista de Sistemas | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Economista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Advogado | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Contador | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Analista de Comércio Exterior | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Assistente Social | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Psicólogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Geólogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Biólogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Auditor | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Enfermeiro do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Químico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Físico |
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As anatomias do belo


Ainda polêmico, o corpo livre sempre foi um dos elementos centrais para a produção artística, seja a serviço de padrões de beleza, seja para quebrá-los radicalmente


O corpo sempre esteve presente na arte, durante muito tempo por meio de representações que dizem bastante sobre a cultura de cada época e, também, sobre a maneira como enxergamos cada uma delas. Nas pinturas rupestres, por exemplo, as imagens ilustravam basicamente homens em lutas com animais. Eram quase dicas de sobrevivência. Naquela época, não existiam pretensões estéticas, mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua. Também aprendemos a apreciar as figuras humanas angulosas da Grécia antiga, reflexos de uma sociedade otimista, voltada para uma revolução filosófica e, aí sim, em busca de ideais de beleza.

Entre a violência de um e a harmonia de outro, a história da arte foi construindo o que seria a percepção da beleza através do corpo humano. Trata-se de um conceito largo mesmo, que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa: variações entre esses dois extremos estão no centro da discussão, atualíssima, de como o corpo pode expressar – ou não – o belo na arte.

Ato 1: No dia 19 de novembro de 1971, o artista norte-americano Chris Burden entrou na pequena galeria F Space, em Santa Ana, Califórnia, e se posicionou em frente a uma parede. A uma distância de cerca de quatro metros, seu assistente empunhou um rifle calibre 22 e disparou em sua direção. O plano era que o tiro pegasse de raspão o seu braço esquerdo, fazendo escorrer uma única gota de sangue. Um vermelho singelo e poético. Belo. Mas a bala acabou entrando na pele. No registro da performance, filmada em Super 8, vemos um Chris Burden assustado sair de cena.

Shoot era uma crítica aos tiroteios a que os norte-americanos assistiam diariamente na TV durante a Guerra do Vietnã. Mas foi além e garantiu ao artista um lugar de destaque entre aqueles que exploram os limites entre a arte e a vida, e questionam a repulsa ou a atração que situações extremas causam nas pessoas. Os espectadores podiam interromper o atirador a qualquer momento. Mas, como viria a acontecer outras vezes na arte, testemunharam tudo em silêncio. A possibilidade do sangue derramado se impôs como outro tipo de estética – a de uma beleza que nasce do terrível.


KATO, Gisele. Bravo. Disponível em: <http://bravo.vc/seasons/ s03e02/>. Acesso em: 28 nov. 2017 (Adaptação).

Releia o trecho a seguir.
“Naquela época, não existiam pretensões estéticas, mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua.”
Em relação a essa frase, analise as afirmativas a seguir.
I. A conjunção utilizada nesse trecho indica que o que é dito na segunda oração é uma ressalva do que é dito na primeira. II. O advérbio e a locução adverbial presentes na frase conferem a ela um aspecto comparativo. III. Os sujeitos das orações são compostos.
Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
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As anatomias do belo


Ainda polêmico, o corpo livre sempre foi um dos elementos centrais para a produção artística, seja a serviço de padrões de beleza, seja para quebrá-los radicalmente


O corpo sempre esteve presente na arte, durante muito tempo por meio de representações que dizem bastante sobre a cultura de cada época e, também, sobre a maneira como enxergamos cada uma delas. Nas pinturas rupestres, por exemplo, as imagens ilustravam basicamente homens em lutas com animais. Eram quase dicas de sobrevivência. Naquela época, não existiam pretensões estéticas, mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua. Também aprendemos a apreciar as figuras humanas angulosas da Grécia antiga, reflexos de uma sociedade otimista, voltada para uma revolução filosófica e, aí sim, em busca de ideais de beleza.

Entre a violência de um e a harmonia de outro, a história da arte foi construindo o que seria a percepção da beleza através do corpo humano. Trata-se de um conceito largo mesmo, que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa: variações entre esses dois extremos estão no centro da discussão, atualíssima, de como o corpo pode expressar – ou não – o belo na arte.

Ato 1: No dia 19 de novembro de 1971, o artista norte-americano Chris Burden entrou na pequena galeria F Space, em Santa Ana, Califórnia, e se posicionou em frente a uma parede. A uma distância de cerca de quatro metros, seu assistente empunhou um rifle calibre 22 e disparou em sua direção. O plano era que o tiro pegasse de raspão o seu braço esquerdo, fazendo escorrer uma única gota de sangue. Um vermelho singelo e poético. Belo. Mas a bala acabou entrando na pele. No registro da performance, filmada em Super 8, vemos um Chris Burden assustado sair de cena.

Shoot era uma crítica aos tiroteios a que os norte-americanos assistiam diariamente na TV durante a Guerra do Vietnã. Mas foi além e garantiu ao artista um lugar de destaque entre aqueles que exploram os limites entre a arte e a vida, e questionam a repulsa ou a atração que situações extremas causam nas pessoas. Os espectadores podiam interromper o atirador a qualquer momento. Mas, como viria a acontecer outras vezes na arte, testemunharam tudo em silêncio. A possibilidade do sangue derramado se impôs como outro tipo de estética – a de uma beleza que nasce do terrível.


KATO, Gisele. Bravo. Disponível em: <http://bravo.vc/seasons/ s03e02/>. Acesso em: 28 nov. 2017 (Adaptação).

Analise as afirmativas a seguir.
I. A vida e a arte, algumas vezes, possuem limites sutis que as separam. II. A arte pode ser utilizada como crítica. III. A cultura de uma sociedade, de modo geral, influencia a arte.
Estão corretas, de acordo com o texto, as afirmativas:
Alternativas
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


As anatomias do belo


Ainda polêmico, o corpo livre sempre foi um dos elementos centrais para a produção artística, seja a serviço de padrões de beleza, seja para quebrá-los radicalmente


O corpo sempre esteve presente na arte, durante muito tempo por meio de representações que dizem bastante sobre a cultura de cada época e, também, sobre a maneira como enxergamos cada uma delas. Nas pinturas rupestres, por exemplo, as imagens ilustravam basicamente homens em lutas com animais. Eram quase dicas de sobrevivência. Naquela época, não existiam pretensões estéticas, mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua. Também aprendemos a apreciar as figuras humanas angulosas da Grécia antiga, reflexos de uma sociedade otimista, voltada para uma revolução filosófica e, aí sim, em busca de ideais de beleza.

Entre a violência de um e a harmonia de outro, a história da arte foi construindo o que seria a percepção da beleza através do corpo humano. Trata-se de um conceito largo mesmo, que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa: variações entre esses dois extremos estão no centro da discussão, atualíssima, de como o corpo pode expressar – ou não – o belo na arte.

Ato 1: No dia 19 de novembro de 1971, o artista norte-americano Chris Burden entrou na pequena galeria F Space, em Santa Ana, Califórnia, e se posicionou em frente a uma parede. A uma distância de cerca de quatro metros, seu assistente empunhou um rifle calibre 22 e disparou em sua direção. O plano era que o tiro pegasse de raspão o seu braço esquerdo, fazendo escorrer uma única gota de sangue. Um vermelho singelo e poético. Belo. Mas a bala acabou entrando na pele. No registro da performance, filmada em Super 8, vemos um Chris Burden assustado sair de cena.

Shoot era uma crítica aos tiroteios a que os norte-americanos assistiam diariamente na TV durante a Guerra do Vietnã. Mas foi além e garantiu ao artista um lugar de destaque entre aqueles que exploram os limites entre a arte e a vida, e questionam a repulsa ou a atração que situações extremas causam nas pessoas. Os espectadores podiam interromper o atirador a qualquer momento. Mas, como viria a acontecer outras vezes na arte, testemunharam tudo em silêncio. A possibilidade do sangue derramado se impôs como outro tipo de estética – a de uma beleza que nasce do terrível.


KATO, Gisele. Bravo. Disponível em: <http://bravo.vc/seasons/ s03e02/>. Acesso em: 28 nov. 2017 (Adaptação).

De acordo com o texto, é correto afirmar:
Alternativas
Q2214864 Mecânica
Analise os seguintes eventos associados ao fenômeno da fragilização por hidrogênio e sua prevenção nos aços e assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q2214863 Mecânica

Considere o fenômeno da fluência ocorrendo em materiais sólidos. 

A esse respeito, marque a alternativa INCORRETA

Alternativas
Q2214862 Mecânica
Durante a laminação a frio de tiras, os seguintes eventos ocorrem.
I. A velocidade com que o metal se move através dos cilindros tem que mudar para manter o fluxo de material através da abertura dos cilindros.
II. Ondulação da tira laminada.
III. Alongamento maior nas bordas da tira laminada.
IV. O aparecimento de tensões residuais de compressão no centro e tração nas bordas da tira.
Considerando os itens acima, em relação aos eventos citados, assinale a opção CORRETA.
Alternativas
Q2214861 Mecânica
Durante a trefilação, para cada redução aplicada existe um valor ótimo do ângulo da fieira, α * . O ângulo de abordagem ótimo é aquele que minimiza a carga e consequentemente o trabalho total de trefilação, Wt. 
Imagem associada para resolução da questão

Considerando a figura acima, indique, entre as alternativas listadas, a opção INCORRETA.  
Alternativas
Q2214860 Mecânica
Os processos de deformação a morno dos aços objetivam aliar as vantagens das deformações a quente e a frio.
Entre as alternativas abaixo, assinale a opção INCORRETA
Alternativas
Q2214859 Mecânica
Considere a fadiga dos metais e ligas.
I. É definida como uma degradação das propriedades mecânicas que conduzem à falha de um material ou componente mecânico submetido a um carregamento cíclico de tensões.
II. Na abordagem de mecânica da fratura, são aplicados os conceitos básicos da mecânica da fratura à fadiga cíclica, ou seja, usa-se o fator de intensidade de tensão como um guia do comportamento da trinca. Isso permite estimar a vida gasta na propagação de uma trinca de um tamanho inicial, a de tamanho maior, ou o tamanho crítico correspondente à falha.
III. As principais caracteristicas desse tipo de falha é a existência de um local de iniciação da trinca, geralmente no interior do componente, uma região de propagação da trinca de fadiga com o formato de marcas de praia e uma região de fratura abrupta, quando o comprimento da trinca excede um valor crítico.
IV. Existe também a fadiga estática ou mais apropriadamente relacionada a um fenômeno de corrosão sob tensão, em vez de um fenômeno relacionado com tensões cíclicas.
Considerando as afirmativas acima, marque o conjunto correspondente às alternativas CORRETAS.
Alternativas
Q2214858 Mecânica
A deformação plástica dos metais e ligas é caracterizada por alguns fenômenos que se relacionam diretamente ao encruamento dos mesmos.
A esse respeito, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q2214857 Mecânica
O endurecimento por precipitação é uma tecnologia importante para reforçar muitas ligas não ferrosas, tais como ligas de magnésio, ligas de cobre-berílio, ligas à base de níquel com elevados teores e alguns aços inoxidáveis. Existem vários passos ou etapas nesse procedimento.
A esse respeito, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q2214856 Mecânica
Com relação às ligas de alumínio, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q2214855 Mecânica
Foram contados 16 grãos/polegada2 em uma micrografia com ampliação de 250x.
Determine o tamanho de grão, n, segundo a norma ASTM e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2214854 Mecânica
Abaixo estão listadas algumas transformações em um aço hipereutetoide (1,0%C) que acontecem durante a sua têmpera industrial.
Entre elas, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2214853 Mecânica
Considere os aços inoxidáveis martensíticos.
Eles apresentam as seguintes propriedades.
I. São materiais magnéticos.
II. Apresentam boa resistência à corrosão e oxidação em temperaturas moderadas.
III. Não são suscetíveis à corrosão intergranular por terem em sua composição química o elemento molibdênio.
IV. São temperados para aumentar a resistência mecânica.
V. Apresentam ótimas características de estampagem após o revenimento.
Assinale a alternativa que apresenta o conjunto de itens CORRETOS
Alternativas
Q2214852 Mecânica
A cinética de esferoidização dos aços de alto carbono ligados com cromo (aço ABNT 52100 para rolamentos, por exemplo) é favorecida por um dos fatores relacionados a seguir.
Identifique a opção CORRETA.
Alternativas
Q2214851 Mecânica
Considere o tratamento térmico de recozimento de recristalização.
I. A temperatura é a variável mais importante no processo.
II. Uma alta taxa de aquecimento favorece a recuperação e, assim, a recristalização acontece mais rapidamente.
III. Antes do recozimento se aplica o tratamento de austêmpera para aliviar as tensões internas.
IV. A liga metálica em relação ao metal puro se recristaliza em temperatura mais alta.
V. O tamanho de grão recristalizado não depende da temperatura de recristalização e sim, da quantidade de deformação plástica imposta anteriormente ao material.
Estão CORRETOS apenas os itens
Alternativas
Respostas
281: A
282: C
283: C
284: A
285: D
286: B
287: C
288: B
289: D
290: D
291: A
292: A
293: B
294: C
295: B
296: A
297: B
298: C
299: C
300: B