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Q3142531 Matemática
Matheus comprou um videogame por R$ 2.975,00, em uma promoção na qual o produto estava com um desconto de 15%. Sabendo-se disso, assinalar a alternativa que corresponde ao valor original do videogame.
Alternativas
Q3142530 Matemática
Sérgio contraiu um empréstimo no valor de R$ 7.500,00, com uma taxa de juros simples de 4,5% ao mês. Ele pretende realizar o pagamento do empréstimo em um período de 5 meses. Qual será o valor final que Sérgio deverá pagar?
Alternativas
Q3142529 Matemática
Uma pessoa gastou uma média de R$ 50,00 por dia durante os primeiros 5 dias de um mês. Nos próximos 10 dias, sua média de gastos foi de R$ 65,00 por dia. Qual foi a média de gastos dessa pessoa ao longo desses 15 dias? 
Alternativas
Q3142528 Português

Analisar a tirinha abaixo, de Quino.



Imagem associada para resolução da questão



Na fala da personagem Mafalda, os verbos entre aspas estão em que modo?

Alternativas
Q3142527 Português
Sobre conotação e denotação, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Há sentido conotativo em “Aquele jornalista é uma cobra”.
( ) Há sentido conotativo em “A tampa da panela encaixa”.
( ) Há sentido denotativo em “Ela tem um coração de pedra”.
( ) Há sentido denotativo em “Fomos ao museu semana passada”.
Alternativas
Q3142525 Português
Em relação à concordância nominal, assinalar a alternativa que apresenta erro.
Alternativas
Q3142524 Português
A floresta como pirâmide


   “A Amazônia é ocupada há mais de 10 mil anos, em alguns casos por populações de milhares de pessoas. É de se esperar, portanto, que a floresta que hoje recobre muitos sítios arqueológicos tenha, além de uma história natural, também uma história cultural.” Essa passagem aparece no livro Arqueologia da Amazônia, do pesquisador Eduardo Góes Neves, um dos responsáveis por mudar a nossa compreensão do que vem a ser uma floresta.

   Reconhecemos a obra de civilizações antigas por marcas que nos são familiares, por ruínas que lemos como encarnações antigas de estruturas contemporâneas. O templo romano é a catedral, a mesquita, a sinagoga; o anfiteatro grego é a sala de espetáculos; a pirâmide egípcia é o túmulo e o monumento. Vale também para as construções simbólicas — para as epopeias, as leis, o Estado. Não temos dificuldade em identificá-las e valorizá-las porque sabemos do que se trata: somos feitos dessas mesmas coisas [...].

    Na Amazônia não se encontraram (até agora pelo menos) indícios do uso de metal, de domesticação significativa de animais, de estruturas centrais de poder que remetam à ideia de Estado. Mais prosaicamente, não vemos pirâmides na floresta, e ainda hoje essas ausências induzem à interpretação de que as civilizações amazônidas ficaram numa espécie de estágio inaugural da aventura humana [...].

   A pedra fica, o metal fica; a madeira, o cipó, a palma retornam ao solo e são reabsorvidos pelo que nasce e vive. Ruínas de civilizações orgânicas são mais difíceis de serem reconhecidas porque se confundem com a paisagem natural.

    As civilizações amazônidas precisam ser compreendidas nos seus próprios termos, sem tomar como referência padrões exteriores à floresta, construídos como representação de cidades, palácios, templos e estátuas. Aqui, coisas diferentes importam; coisas que, tomadas em seu conjunto, configuram uma complexidade de outro tipo. Na falta de expressão melhor, pode-se chamá-la de inteligência ecológica.

    Exemplo dessa inteligência é a manipulação de espécies vegetais. “Uma das maiores contribuições dos índios das Américas para a humanidade foi a domesticação de uma série de plantas que atualmente são consumidas de diferentes modos por todo o planeta”, diz Eduardo Neves.


Fonte: Revista Brasileira. 2022. — adaptado.
Na frase “Na Amazônia não se encontraram (até agora pelo menos) indícios do uso de metal, de domesticação significativa de animais, de estruturas centrais de poder que remetam à ideia de Estado.”, a flexão da forma verbal sublinhada, na terceira pessoa do plural, justifica-se pela sua concordância com: 
Alternativas
Q3142523 Português
A floresta como pirâmide


   “A Amazônia é ocupada há mais de 10 mil anos, em alguns casos por populações de milhares de pessoas. É de se esperar, portanto, que a floresta que hoje recobre muitos sítios arqueológicos tenha, além de uma história natural, também uma história cultural.” Essa passagem aparece no livro Arqueologia da Amazônia, do pesquisador Eduardo Góes Neves, um dos responsáveis por mudar a nossa compreensão do que vem a ser uma floresta.

   Reconhecemos a obra de civilizações antigas por marcas que nos são familiares, por ruínas que lemos como encarnações antigas de estruturas contemporâneas. O templo romano é a catedral, a mesquita, a sinagoga; o anfiteatro grego é a sala de espetáculos; a pirâmide egípcia é o túmulo e o monumento. Vale também para as construções simbólicas — para as epopeias, as leis, o Estado. Não temos dificuldade em identificá-las e valorizá-las porque sabemos do que se trata: somos feitos dessas mesmas coisas [...].

    Na Amazônia não se encontraram (até agora pelo menos) indícios do uso de metal, de domesticação significativa de animais, de estruturas centrais de poder que remetam à ideia de Estado. Mais prosaicamente, não vemos pirâmides na floresta, e ainda hoje essas ausências induzem à interpretação de que as civilizações amazônidas ficaram numa espécie de estágio inaugural da aventura humana [...].

   A pedra fica, o metal fica; a madeira, o cipó, a palma retornam ao solo e são reabsorvidos pelo que nasce e vive. Ruínas de civilizações orgânicas são mais difíceis de serem reconhecidas porque se confundem com a paisagem natural.

    As civilizações amazônidas precisam ser compreendidas nos seus próprios termos, sem tomar como referência padrões exteriores à floresta, construídos como representação de cidades, palácios, templos e estátuas. Aqui, coisas diferentes importam; coisas que, tomadas em seu conjunto, configuram uma complexidade de outro tipo. Na falta de expressão melhor, pode-se chamá-la de inteligência ecológica.

    Exemplo dessa inteligência é a manipulação de espécies vegetais. “Uma das maiores contribuições dos índios das Américas para a humanidade foi a domesticação de uma série de plantas que atualmente são consumidas de diferentes modos por todo o planeta”, diz Eduardo Neves.


Fonte: Revista Brasileira. 2022. — adaptado.
Em relação ao uso do pronome oblíquo átono “as”, junto aos verbos “identificar” e “valorizar” no segundo parágrafo, é CORRETO afirmar que o pronome substitui:
Alternativas
Q3142522 Português
A floresta como pirâmide


   “A Amazônia é ocupada há mais de 10 mil anos, em alguns casos por populações de milhares de pessoas. É de se esperar, portanto, que a floresta que hoje recobre muitos sítios arqueológicos tenha, além de uma história natural, também uma história cultural.” Essa passagem aparece no livro Arqueologia da Amazônia, do pesquisador Eduardo Góes Neves, um dos responsáveis por mudar a nossa compreensão do que vem a ser uma floresta.

   Reconhecemos a obra de civilizações antigas por marcas que nos são familiares, por ruínas que lemos como encarnações antigas de estruturas contemporâneas. O templo romano é a catedral, a mesquita, a sinagoga; o anfiteatro grego é a sala de espetáculos; a pirâmide egípcia é o túmulo e o monumento. Vale também para as construções simbólicas — para as epopeias, as leis, o Estado. Não temos dificuldade em identificá-las e valorizá-las porque sabemos do que se trata: somos feitos dessas mesmas coisas [...].

    Na Amazônia não se encontraram (até agora pelo menos) indícios do uso de metal, de domesticação significativa de animais, de estruturas centrais de poder que remetam à ideia de Estado. Mais prosaicamente, não vemos pirâmides na floresta, e ainda hoje essas ausências induzem à interpretação de que as civilizações amazônidas ficaram numa espécie de estágio inaugural da aventura humana [...].

   A pedra fica, o metal fica; a madeira, o cipó, a palma retornam ao solo e são reabsorvidos pelo que nasce e vive. Ruínas de civilizações orgânicas são mais difíceis de serem reconhecidas porque se confundem com a paisagem natural.

    As civilizações amazônidas precisam ser compreendidas nos seus próprios termos, sem tomar como referência padrões exteriores à floresta, construídos como representação de cidades, palácios, templos e estátuas. Aqui, coisas diferentes importam; coisas que, tomadas em seu conjunto, configuram uma complexidade de outro tipo. Na falta de expressão melhor, pode-se chamá-la de inteligência ecológica.

    Exemplo dessa inteligência é a manipulação de espécies vegetais. “Uma das maiores contribuições dos índios das Américas para a humanidade foi a domesticação de uma série de plantas que atualmente são consumidas de diferentes modos por todo o planeta”, diz Eduardo Neves.


Fonte: Revista Brasileira. 2022. — adaptado.
Considerando-se a discussão sobre as civilizações amazônidas realizada por Eduardo Góes Neves, é CORRETO afirmar que o conceito de inteligência ecológica se refere à:
Alternativas
Q3142521 Português
A floresta como pirâmide


   “A Amazônia é ocupada há mais de 10 mil anos, em alguns casos por populações de milhares de pessoas. É de se esperar, portanto, que a floresta que hoje recobre muitos sítios arqueológicos tenha, além de uma história natural, também uma história cultural.” Essa passagem aparece no livro Arqueologia da Amazônia, do pesquisador Eduardo Góes Neves, um dos responsáveis por mudar a nossa compreensão do que vem a ser uma floresta.

   Reconhecemos a obra de civilizações antigas por marcas que nos são familiares, por ruínas que lemos como encarnações antigas de estruturas contemporâneas. O templo romano é a catedral, a mesquita, a sinagoga; o anfiteatro grego é a sala de espetáculos; a pirâmide egípcia é o túmulo e o monumento. Vale também para as construções simbólicas — para as epopeias, as leis, o Estado. Não temos dificuldade em identificá-las e valorizá-las porque sabemos do que se trata: somos feitos dessas mesmas coisas [...].

    Na Amazônia não se encontraram (até agora pelo menos) indícios do uso de metal, de domesticação significativa de animais, de estruturas centrais de poder que remetam à ideia de Estado. Mais prosaicamente, não vemos pirâmides na floresta, e ainda hoje essas ausências induzem à interpretação de que as civilizações amazônidas ficaram numa espécie de estágio inaugural da aventura humana [...].

   A pedra fica, o metal fica; a madeira, o cipó, a palma retornam ao solo e são reabsorvidos pelo que nasce e vive. Ruínas de civilizações orgânicas são mais difíceis de serem reconhecidas porque se confundem com a paisagem natural.

    As civilizações amazônidas precisam ser compreendidas nos seus próprios termos, sem tomar como referência padrões exteriores à floresta, construídos como representação de cidades, palácios, templos e estátuas. Aqui, coisas diferentes importam; coisas que, tomadas em seu conjunto, configuram uma complexidade de outro tipo. Na falta de expressão melhor, pode-se chamá-la de inteligência ecológica.

    Exemplo dessa inteligência é a manipulação de espécies vegetais. “Uma das maiores contribuições dos índios das Américas para a humanidade foi a domesticação de uma série de plantas que atualmente são consumidas de diferentes modos por todo o planeta”, diz Eduardo Neves.


Fonte: Revista Brasileira. 2022. — adaptado.
De acordo com o texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) O autor desaprova a perspectiva que associa civilizações antigas apenas às estruturas remanescentes, argumentando que a ausência dessas estruturas na Amazônia contribui para a concepção errônea de que os povos que ali viveram possuiriam valor inferior.

( ) Ao afirmar “somos feitos dessas coisas”, o autor refere-se à familiaridade da sociedade moderna com símbolos das civilizações antigas que moldaram sua identidade, o que resultou no reconhecimento e na valorização dessas marcas ao longo dos séculos.

( ) O autor sugere que, caso estruturas como pirâmides estivessem presentes na Amazônia, a população moderna agregaria menor valor ao desenvolvimento cultural dessas civilizações, permitindo comparações com aquelas amplamente reconhecidas.
Alternativas
Q3135282 Engenharia Ambiental e Sanitária
Determinada população está em condição de risco quando ocupa um terreno suscetível a desastres e de modo frágil, conforme o padrão construtivo das edificações, tornando-se, assim, vulnerável (DCES, 2023). Assinale a alternativa CORRETA que corresponde à relação entre ameaça e vulnerabilidade na definição de risco.
Alternativas
Q3135281 Engenharia Ambiental e Sanitária
Sobre o que é lixiviação urbana e qual seu impacto ambiental, julgue as afirmativas abaixo:

I.Processo de decomposição do lixo orgânico em aterros sanitários.
II.Carregamento de poluentes do solo urbano para o lençol freático e cursos d'água, contaminando-os.
III.Emissão de gases do efeito estufa por veículos automotores.
IV.Descarte inadequado de resíduos industriais em áreas urbanas.

Qual(is) a(s) afirmativa (s) está(ão) CORRETA(S)?
Alternativas
Q3135280 Engenharia Ambiental e Sanitária
Desastres Naturais são aqueles causados por fenômenos e desequilíbrios da natureza que atuam independentemente da ação humana. Assinale a alternativa CORRETA que corresponde às quatro fases da gestão de desastres naturais.
Alternativas
Q3135279 Segurança e Transporte
A ocorrência de enchentes, alagamentos e inundações em áreas urbanas pode ser explicada pelo agravamento do escoamento superficial natural.. Assinale a alternativa CORRETA que corresponde a quais cuidados devem ser tomados em operações de resgate durante enchentes.
Alternativas
Q3135278 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em relação ao colapso e subsidência, marque verdadeiro (V) ou falso (F) nas afirmativas abaixo:

(__)O processo de colapso corresponde ao movimento, relativamente lento, de afundamento de terrenos, devido à deformação ou deslocamento de direção, essencialmente, vertical descendente.
(__)A subsidência apresenta a mesma definição, porém apresenta-se como um movimento brusco do terreno.
(__)Os colapsos de terrenos são considerados os principais causadores de acidentes sérios em regiões cársticas, ocasionando mortes até pelo desaparecimento súbito de pessoas tragadas pelo afundamento.

Assinale a sequência CORRETA de cima para baixo.
Alternativas
Q3135277 Segurança Pública
De acordo com a doutrina de Defesa Civil, assinale a alternativa CORRETA que corresponde ao objetivo principal das medidas não-estruturais. 
Alternativas
Q3135276 Segurança Pública
Em relação a atualização do mapeamento de riscos periodicamente, assinale a alternativa CORRETA que corresponde à sua importância.
Alternativas
Q3135275 Engenharia Ambiental e Sanitária
Área de Preservação Permanente é uma área protegida, coberta ou não por vegetação nativa (Brasil, 2012). É CORRETO afirmar que a importância das Áreas de Proteção Permanente em zonas urbanas, é:
Alternativas
Q3135274 Segurança e Transporte
Sobre a importância de um plano de contingência, marque verdadeiro (V) ou falso (F) nas afirmativas abaixo:

(__)É um instrumento que formaliza estratégias para o enfrentamento de desastres, descrevendo ações a serem tomadas antes, durante e depois da emergência.
(__)Serve para documentar os desastres que já ocorreram em uma determinada área.
(__)É um documento que define as responsabilidades do governo federal em caso de desastre.
(__)É utilizado para solicitar recursos financeiros para a reconstrução após um desastre.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA de cima para baixo.
Alternativas
Q3135273 Direito Administrativo
Em licitação que envolva bens ou serviços especiais, desde que observados os requisitos estabelecidos em Lei, o agente de contratação poderá ser substituído por comissão de contratação formada por, no mínimo, ____ membros, que responderão solidariamente por todos os atos praticados pela comissão, ressalvado o membro que expressar posição individual divergente fundamentada e registrada em ata lavrada na reunião em que houver sido tomada a decisão.
Assinale a alternativa CORRETA que preenche a lacuna acima.
Alternativas
Respostas
601: B
602: C
603: B
604: B
605: C
606: D
607: D
608: B
609: C
610: A
611: B
612: C
613: D
614: A
615: A
616: D
617: A
618: C
619: A
620: A