Questões de Concurso Para professor - educação especial

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Q3865291 Matemática Financeira
Thales aplicou recursos em duas modalidades de investimento oferecidas por uma cooperativa de crédito.
Na aplicação “Gamma”, o valor inicial foi de R$10.000,00, com taxa mensal de juros simples de 2,5%. Já na aplicação “Delta”, o montante investido foi de R$15.000,00, com rendimento mensal a juros simples de 2%.
Considerando um período de 5 meses, assinale a alternativa que indica a diferença absoluta entre os rendimentos obtidos nas aplicações Delta e Gamma.
Alternativas
Q3865290 Matemática
A tabela abaixo mostra a quantidade de água consumida pela família Nogueira em diferentes dias da semana. O consumo está registrado em litros (L).
Imagem associada para resolução da questão
Considerando que 1 metro cúbico (m³) equivale a 1.000 litros (L), qual foi o consumo de água da família na terça-feira, expresso em metros cúbicos?

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3865289 Matemática
Considere a sequência numérica abaixo:
1, 3, 5, 7, 9, 11, 13, 15, 17, 19, …
Essa sequência é formada apenas por números ímpares positivos, dispostos em ordem crescente e seguindo um padrão regular. Qual é o 131º termo dessa sequência?

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3865288 Matemática
Em uma escola, foi realizada uma pesquisa sobre o número de horas semanais dedicadas ao estudo. Sabe-se que:

• O grupo A, com 12 alunos, apresentou média de 6 horas semanais.
• O grupo B, com x alunos, apresentou média de 8 horas semanais.

Considerando todos os alunos juntos (grupos A e B), a média ponderada foi de 7 horas semanais. Qual é o número de alunos do grupo B?

Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3865287 Matemática
A Receita Federal enviou uma notificação à contribuinte Raquel para pagar pendências que foram identificadas na sua última declaração de imposto. O valor a pagar representa 16% do valor declarado.
Sabendo que Raquel declarou R$ 130.000,00 anual, qual será o valor da pendência que Raquel deverá pagar?

Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3865286 Matemática
O médico Dr. Mariano atende 12 pacientes por dia, trabalhando 6 horas diárias em sua clínica. Como irá sair de férias no final do ano, decidiu antecipar sua agenda para atender, nesta mesma semana, mais 60 pacientes correspondentes a uma semana inteira de atendimentos, além dos 12 pacientes que já atende diariamente.
Mantendo fixos os 5 dias úteis da semana, quantas horas por dia ele precisará trabalhar para conseguir atender todos os pacientes?

Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3865284 Matemática
Considere os números inteiros: A = 20, B = 28 e C = 36.
Calcule o mínimo múltiplo comum MMC e o máximo divisor comum MDC de cada par de números (A, B), (B, C) e (A, C). Em seguida, determine o valor da expressão: 
Imagem associada para resolução da questão
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3865282 Matemática
Você está estudando matemática para concursos públicos e, em meio aos diversos exercícios que estava resolvendo, se deparou com o seguinte problema:
Dado o sistema de equações abaixo, encontre todas as soluções do sistema:
Imagem associada para resolução da questão
Assinale a alternativa que indica o par ordenado que representa a solução desse sistema de equações.
Alternativas
Q3865281 Português
Analise cada enunciado abaixo em relação à concordância estabelecida pelo verbo, assinalando C ou E conforme esteja respectivamente certo ou errado. A seguir, assinale a sequência correta obtida.

(___) Coube na minha gaveta todos os meus apetrechos.
(___) Chegou para a firma todos os formulários solicitados.
(___) Houveram muitas queixas na pesquisa de opinião aplicada ontem.
(___) Existem vários aspectos que precisam ser discutidos.
Alternativas
Q3865280 Português
“__________ a este documento as portarias de nomeação que foram solicitadas através de e-mail por esse departamento.”

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do enunciado acima.
Alternativas
Q3865279 Português
Imagem associada para resolução da questão BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. Disponível em <https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tirasde-armandinho>.

A palavra “só”, empregada no último quadro da tirinha acima, possui o sentido de:
Alternativas
Q3865278 Redação Oficial
Entre os documentos da redação técnica oficial abaixo, assinale o que fornece uma visão geral com relação à formação e à experiência profissional de alguém que se candidate a um cargo, curso ou outro.
Alternativas
Q3865277 Português
Assinale a alternativa cujo termo destacado remete ao conteúdo de toda a sentença, e não apenas a uma parte dela.
Alternativas
Q3865276 Português
Assinale a alternativa cujo espaço em branco pode ser preenchido corretamente tanto com “a” quanto com “à”, de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3865275 Português
Assinale a alternativa cuja expressão destacada está sendo empregada em seu sentido próprio, não se relacionando a uma frase-feita ou clichê em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3865274 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Saint-Exupéry e o mundo deserto

    Nos confins da Líbia, no centro do deserto, um avião ainda bastante primitivo toca o chão a uma velocidade de 270 quilômetros por hora. Dentro dele, o navegador André Prévot e o piloto Antoine de Saint-Exupéry, que ainda não havia escrito O Pequeno Príncipe. Milagrosamente, sobrevivem à queda, mas agora precisam enfrentar a sede e caminhar muito em busca da salvação. Se fossem sozinhos no mundo, desistiriam e esperariam a morte. Mas os gritos que vão dar as pessoas que esperam por eles são motivos para que não cruzem os braços: é preciso continuar.

    São quatro dias caminhando, fazendo rastros com os pés para não perder o caminho de volta até o avião, estendendo um pano para tentar conseguir alguma gota de orvalho para beber, delirando com miragens e temendo que os olhos se enchessem de luz (último estágio antes do fim), até finalmente encontrar um beduíno que os livrará de uma morte certa.

    Esta é uma das histórias que Saint-Exupéry conta ao longo do comovente Terra dos Homens, livro que, mais do que contar algumas das suas experiências como aviador, fala da sua relação com a humanidade. Aos seus olhos, há no mundo agonias maiores do que a de padecer em um deserto. Ali, ele está em contato com o vento, as estrelas, a noite, a areia e o mar, lutando com as forças naturais e tendo preocupações de ser humano. Bem mais amargo ele julgava o sofrimento das pessoas dos trens do subúrbio, pessoas que pensam que são pessoas, mas estão reduzidas ao uso que delas se faz. Sem a consciência do nosso papel no mundo, mesmo o mais obscuro, não somos felizes, não vivemos e tampouco morremos em paz – assim reflete o aviador, feliz na sua profissão de camponês do ar, porque sentia que ela estava ligada ao restante da humanidade.

    Afinal, foi o mundo que se fez deserto e nos deu a sede de encontrar companheiros. Um homem a dois passos de nós é como se habitasse nas solidões do Tibete, longe, tão longe que nenhum avião os levaria até lá, nunca. E a alma de uma simples mocinha é melhor protegida pelo silêncio do que os oásis do Saara pela extensão das areias. Saint-Exupéry parece fazer um apelo para que tomemos consciência e procuremos um fim que nos ligue a todos, ao que é essencial ao ser humano e que está além de ideologias, além do raciocínio que nos divide: a verdade é o que simplifica o mundo, e não o que gera o caos. (...)


FENDRICH, Henrique. Saint-Exupéry e o mundo deserto. Escotilha. Disponível em <https://escotilha.com.br/cronicas/henriquefendrich/saint-exupery-e-o-mundo-deserto/>
“Aos seus olhos, há no mundo agonias maiores do que a de padecer em um deserto.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Q3865273 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Saint-Exupéry e o mundo deserto

    Nos confins da Líbia, no centro do deserto, um avião ainda bastante primitivo toca o chão a uma velocidade de 270 quilômetros por hora. Dentro dele, o navegador André Prévot e o piloto Antoine de Saint-Exupéry, que ainda não havia escrito O Pequeno Príncipe. Milagrosamente, sobrevivem à queda, mas agora precisam enfrentar a sede e caminhar muito em busca da salvação. Se fossem sozinhos no mundo, desistiriam e esperariam a morte. Mas os gritos que vão dar as pessoas que esperam por eles são motivos para que não cruzem os braços: é preciso continuar.

    São quatro dias caminhando, fazendo rastros com os pés para não perder o caminho de volta até o avião, estendendo um pano para tentar conseguir alguma gota de orvalho para beber, delirando com miragens e temendo que os olhos se enchessem de luz (último estágio antes do fim), até finalmente encontrar um beduíno que os livrará de uma morte certa.

    Esta é uma das histórias que Saint-Exupéry conta ao longo do comovente Terra dos Homens, livro que, mais do que contar algumas das suas experiências como aviador, fala da sua relação com a humanidade. Aos seus olhos, há no mundo agonias maiores do que a de padecer em um deserto. Ali, ele está em contato com o vento, as estrelas, a noite, a areia e o mar, lutando com as forças naturais e tendo preocupações de ser humano. Bem mais amargo ele julgava o sofrimento das pessoas dos trens do subúrbio, pessoas que pensam que são pessoas, mas estão reduzidas ao uso que delas se faz. Sem a consciência do nosso papel no mundo, mesmo o mais obscuro, não somos felizes, não vivemos e tampouco morremos em paz – assim reflete o aviador, feliz na sua profissão de camponês do ar, porque sentia que ela estava ligada ao restante da humanidade.

    Afinal, foi o mundo que se fez deserto e nos deu a sede de encontrar companheiros. Um homem a dois passos de nós é como se habitasse nas solidões do Tibete, longe, tão longe que nenhum avião os levaria até lá, nunca. E a alma de uma simples mocinha é melhor protegida pelo silêncio do que os oásis do Saara pela extensão das areias. Saint-Exupéry parece fazer um apelo para que tomemos consciência e procuremos um fim que nos ligue a todos, ao que é essencial ao ser humano e que está além de ideologias, além do raciocínio que nos divide: a verdade é o que simplifica o mundo, e não o que gera o caos. (...)


FENDRICH, Henrique. Saint-Exupéry e o mundo deserto. Escotilha. Disponível em <https://escotilha.com.br/cronicas/henriquefendrich/saint-exupery-e-o-mundo-deserto/>
“Se fossem sozinhos no mundo, desistiriam e esperariam a morte.”

A estrutura verbal apresentada pelas formas destacadas no trecho acima indica a ocorrência de: 
Alternativas
Q3865272 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Saint-Exupéry e o mundo deserto

    Nos confins da Líbia, no centro do deserto, um avião ainda bastante primitivo toca o chão a uma velocidade de 270 quilômetros por hora. Dentro dele, o navegador André Prévot e o piloto Antoine de Saint-Exupéry, que ainda não havia escrito O Pequeno Príncipe. Milagrosamente, sobrevivem à queda, mas agora precisam enfrentar a sede e caminhar muito em busca da salvação. Se fossem sozinhos no mundo, desistiriam e esperariam a morte. Mas os gritos que vão dar as pessoas que esperam por eles são motivos para que não cruzem os braços: é preciso continuar.

    São quatro dias caminhando, fazendo rastros com os pés para não perder o caminho de volta até o avião, estendendo um pano para tentar conseguir alguma gota de orvalho para beber, delirando com miragens e temendo que os olhos se enchessem de luz (último estágio antes do fim), até finalmente encontrar um beduíno que os livrará de uma morte certa.

    Esta é uma das histórias que Saint-Exupéry conta ao longo do comovente Terra dos Homens, livro que, mais do que contar algumas das suas experiências como aviador, fala da sua relação com a humanidade. Aos seus olhos, há no mundo agonias maiores do que a de padecer em um deserto. Ali, ele está em contato com o vento, as estrelas, a noite, a areia e o mar, lutando com as forças naturais e tendo preocupações de ser humano. Bem mais amargo ele julgava o sofrimento das pessoas dos trens do subúrbio, pessoas que pensam que são pessoas, mas estão reduzidas ao uso que delas se faz. Sem a consciência do nosso papel no mundo, mesmo o mais obscuro, não somos felizes, não vivemos e tampouco morremos em paz – assim reflete o aviador, feliz na sua profissão de camponês do ar, porque sentia que ela estava ligada ao restante da humanidade.

    Afinal, foi o mundo que se fez deserto e nos deu a sede de encontrar companheiros. Um homem a dois passos de nós é como se habitasse nas solidões do Tibete, longe, tão longe que nenhum avião os levaria até lá, nunca. E a alma de uma simples mocinha é melhor protegida pelo silêncio do que os oásis do Saara pela extensão das areias. Saint-Exupéry parece fazer um apelo para que tomemos consciência e procuremos um fim que nos ligue a todos, ao que é essencial ao ser humano e que está além de ideologias, além do raciocínio que nos divide: a verdade é o que simplifica o mundo, e não o que gera o caos. (...)


FENDRICH, Henrique. Saint-Exupéry e o mundo deserto. Escotilha. Disponível em <https://escotilha.com.br/cronicas/henriquefendrich/saint-exupery-e-o-mundo-deserto/>
Em relação ao texto “Saint-Exupéry e o mundo deserto”, é correto afirmar que o autor: 
Alternativas
Respostas
1101: A
1102: A
1103: E
1104: C
1105: E
1106: A
1107: B
1108: A
1109: A
1110: B
1111: D
1112: C
1113: A
1114: D
1115: C
1116: E
1117: B
1118: B
1119: A
1120: E