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Q3516797 Matemática
Um furgão apresentava, inicialmente, um rendimento médio de 7,8 km por litro de combustível. Depois de ser realizado um procedimento de descarbonização e limpeza do motor desse furgão, seu rendimento médio aumentou para 8,5 km por litro de combustível. Esse furgão sempre é abastecido em um posto onde o litro de combustível é vendido a R$ 6,00. Tomando por base um trajeto de 663 km e o referido preço do litro de combustível, é correto afirmar que o gasto com combustível para realizar esse trajeto, após o procedimento de descarbonização e limpeza do motor, em comparação com o que seria gasto se não tivesse sido feito esse procedimento representa uma economia de
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Q3516796 Matemática
Em um posto de saúde, onde trabalhavam 7 médicos, eram atendidos, em média, 84 pacientes por dia – o que significa que cada médico desse posto de saúde atendia, em média, 12 pacientes por dia. Depois de alguns meses, esse posto de saúde passou a atender, em média, 116 pacientes por dia e, por isso, além dos 7 médicos que ali já trabalhavam, mais alguns médicos foram contratados. Dessa forma, cada médico desse posto de saúde passou a atender, em média, 7,25 pacientes por dia. O número de médicos contratados foi
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Q3516795 Matemática
O limite de velocidade em certa rodovia é de 80 km/h. Juliano estava conduzindo por ela a 90 km/h. Isso significa que ele ultrapassou o limite de velocidade da rodovia em:
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Q3516794 Raciocínio Lógico
As normas de segurança de certo município determinam a todos os condutores de veículos de transporte e atendimento médico que realizem a verificação da pressão dos pneus a cada 10 dias; a verificação dos níveis dos fluidos hidráulicos a cada 15 dias; e a verificação das luzes sinalizadoras a cada 20 dias. Certo dia, Lucas realizou todas essas verificações no veículo sob sua responsabilidade, e seguiu realizando cada uma dessas verificações de acordo com os prazos próprios de cada uma. A próxima vez em que ele fará todas essas verificações em um mesmo dia ocorrerá depois de passados
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Q3516793 Matemática
Do número total de vagas de estacionamento em um hospital, 1/20 delas são vagas restritas, porque são reservadas para viaturas e ambulâncias. Se o número de vagas restritas é igual a 14, o número total de vagas desse estacionamento é
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Q3516792 Português
A frase que está em conformidade com a norma-padrão de concordância é:
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Q3516791 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Entre 1982 e 1987, missionários se aproximaram dos indígenas Zo’é que viviam isolados nas florestas do norte do Pará. Os Zo’é ficaram doentes em pouco tempo. Eles não tinham memória imunológica para combater os vírus e bactérias trazidos pelos missionários. Morreu tanta gente que os próprios missionários entraram em contato com a Funai para obter ajuda.

    

    Desde a saída dos missionários da tribo, em 1991, o povo Zo’é sobrevive na Amazônia. Hoje eles são classificados como “povo de recente contato”. Embora tenham alguma comunicação com pessoas de fora do grupo, eles mantêm suas formas tradicionais de organização social.

    

    Também há aqueles que não querem contato algum com não indígenas. Esses são chamados de “povos isolados” São pessoas que mantêm seu modo de vida tradicional, e sobre as quais temos informações limitadas. Eles se concentram principalmente na América do Sul e na Oceania.

    

    A maior parte dos povos isolados do mundo, porém, vive no Brasil. Segundo a Funai, existem 114 registros de povos isolados na Amazônia, sendo 29 confirmados, 25 em estudo e 60 com “informações em qualificação”. Esta última categoria se aplica, por exemplo, a povos que foram vistos uma ou outra vez pela comunidade de cidades próximas ao seu território.

    

    “Eles têm consciência de que existe uma sociedade ao redor deles. Eles sabem que existem outras pessoas. E eles optam por continuar isolados.” diz Priscilla Oliveira, antropóloga e pesquisadora da ONG Survival International.

    

    Não é por falta de informação. Muitos desses povos já tiveram algum contato com pessoas não indígenas no passado – e é justamente o trauma desse encontro que motiva o isolamento.


(Bela Lobato e Maria Clara Rossini. “Os últimos povos isolados:

como vivem os humanos não contatados”. https://super.abril.com.br/,

17.04.2025. Adaptado.)

Considere o 5⁠º parágrafo:
“Eles têm consciência de que existe uma sociedade ao redor deles. Eles sabem que existem outras pessoas. E eles optam por continuar isolados.” diz Priscilla Oliveira, antropóloga e pesquisadora da ONG Survival International.
As expressões em destaque podem ser substituídas, respectivamente e de acordo com a norma-padrão de regência, por
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Q3516790 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Entre 1982 e 1987, missionários se aproximaram dos indígenas Zo’é que viviam isolados nas florestas do norte do Pará. Os Zo’é ficaram doentes em pouco tempo. Eles não tinham memória imunológica para combater os vírus e bactérias trazidos pelos missionários. Morreu tanta gente que os próprios missionários entraram em contato com a Funai para obter ajuda.

    

    Desde a saída dos missionários da tribo, em 1991, o povo Zo’é sobrevive na Amazônia. Hoje eles são classificados como “povo de recente contato”. Embora tenham alguma comunicação com pessoas de fora do grupo, eles mantêm suas formas tradicionais de organização social.

    

    Também há aqueles que não querem contato algum com não indígenas. Esses são chamados de “povos isolados” São pessoas que mantêm seu modo de vida tradicional, e sobre as quais temos informações limitadas. Eles se concentram principalmente na América do Sul e na Oceania.

    

    A maior parte dos povos isolados do mundo, porém, vive no Brasil. Segundo a Funai, existem 114 registros de povos isolados na Amazônia, sendo 29 confirmados, 25 em estudo e 60 com “informações em qualificação”. Esta última categoria se aplica, por exemplo, a povos que foram vistos uma ou outra vez pela comunidade de cidades próximas ao seu território.

    

    “Eles têm consciência de que existe uma sociedade ao redor deles. Eles sabem que existem outras pessoas. E eles optam por continuar isolados.” diz Priscilla Oliveira, antropóloga e pesquisadora da ONG Survival International.

    

    Não é por falta de informação. Muitos desses povos já tiveram algum contato com pessoas não indígenas no passado – e é justamente o trauma desse encontro que motiva o isolamento.


(Bela Lobato e Maria Clara Rossini. “Os últimos povos isolados:

como vivem os humanos não contatados”. https://super.abril.com.br/,

17.04.2025. Adaptado.)

É correto afirmar que o Brasil
Alternativas
Q3516789 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Entre 1982 e 1987, missionários se aproximaram dos indígenas Zo’é que viviam isolados nas florestas do norte do Pará. Os Zo’é ficaram doentes em pouco tempo. Eles não tinham memória imunológica para combater os vírus e bactérias trazidos pelos missionários. Morreu tanta gente que os próprios missionários entraram em contato com a Funai para obter ajuda.

    

    Desde a saída dos missionários da tribo, em 1991, o povo Zo’é sobrevive na Amazônia. Hoje eles são classificados como “povo de recente contato”. Embora tenham alguma comunicação com pessoas de fora do grupo, eles mantêm suas formas tradicionais de organização social.

    

    Também há aqueles que não querem contato algum com não indígenas. Esses são chamados de “povos isolados” São pessoas que mantêm seu modo de vida tradicional, e sobre as quais temos informações limitadas. Eles se concentram principalmente na América do Sul e na Oceania.

    

    A maior parte dos povos isolados do mundo, porém, vive no Brasil. Segundo a Funai, existem 114 registros de povos isolados na Amazônia, sendo 29 confirmados, 25 em estudo e 60 com “informações em qualificação”. Esta última categoria se aplica, por exemplo, a povos que foram vistos uma ou outra vez pela comunidade de cidades próximas ao seu território.

    

    “Eles têm consciência de que existe uma sociedade ao redor deles. Eles sabem que existem outras pessoas. E eles optam por continuar isolados.” diz Priscilla Oliveira, antropóloga e pesquisadora da ONG Survival International.

    

    Não é por falta de informação. Muitos desses povos já tiveram algum contato com pessoas não indígenas no passado – e é justamente o trauma desse encontro que motiva o isolamento.


(Bela Lobato e Maria Clara Rossini. “Os últimos povos isolados:

como vivem os humanos não contatados”. https://super.abril.com.br/,

17.04.2025. Adaptado.)

Os Zo’é são um povo indígena que
Alternativas
Q3516788 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão.


              (Alexandre Beck. “Armandinho”.

                      Disponível em https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/

                                                         118237245724/tirinha-original)

Na fala do 2º quadro da tira “Pois o medo de lagartixas não tem fundamento... se você não é um mosquito, claro...”, a expressão destacada pode ser substituída, sem prejuízo do sentido original, por:
Alternativas
Q3516787 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão.


              (Alexandre Beck. “Armandinho”.

                      Disponível em https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/

                                                         118237245724/tirinha-original)

Assinale a alternativa em que os termos destacados estão empregados de acordo com o sentido da fala do 1⁠º quadro e com a norma-padrão de crase e de regência.
Alternativas
Q3516786 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

    As pessoas que defendem o pastoral e a volta ao primitivo, ao enaltecer a vida rústica, nunca se lembram dos insetos. Sempre que ouço alguém descrever as delícias de um acampamento – ah, dormir no chão, fazer fogo com gravetos e ir ao banheiro atrás do arbusto – me espanto um pouco mais com a variedade humana. Somos todos da mesma espécie, mas o que encanta uns horroriza outros. Sou dos horrorizados com a privação deliberada. Muitas gerações contribuíram com seu sacrifício e seu engenho para que eu não precisasse fazer mais nada atrás do arbusto.
    E a verdade é que, mesmo para quem não tem os meus preconceitos, as delícias do primitivo nunca são exatamente como as descrevem. Aquela casinha à beira de uma praia escondida, onde a civilização ainda não chegou e tudo é bom e puro, não existe. E se existe, nunca é bem assim.
    – Um paraíso! Não há nem um armazém por perto.
    Quer dizer, não há acesso à aspirina, fósforos ou qualquer tipo de leitura salvo, talvez, metade de uma revista “Cigarra” de 1948, deixada pelos últimos ocupantes da casa quando foram carregados pelos mosquitos.
    – A gente dorme ouvindo o barulho do mar...
    E de animais terrestres e anfíbios tentando entrar na casa para morder o seu pé. E, se morder, você morre. O antibiótico mais próximo fica a 100 quilômetros e está com a data vencida. Não. Fico na cidade.
    Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados) e agorafobia (medo de espaços abertos) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos) e iatrofobia (medo de médicos), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses.
    Alguns hotéis brasileiros imitam os americanos e deixam uma Bíblia no quarto, e ela tem sido a minha salvação. A Bíblia tem tudo para acompanhar uma insônia: enredo fantástico, grandes personagens, romance, ação, paixão, violência – e uma mensagem positiva.
    Mas, e quando não tem nem a Bíblia? Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma revista.
    – Desculpe, cavalheiro. Infelizmente, não tenho nenhuma revista.
    – Não é possível! O que você faz durante a noite?
    – Tricô.
    Uma esperança!
    – Com manual?
    – Não.
    Danação.
    – Você não tem nada para ler? Na bolsa, sei lá.
    – Bem... Tem uma carta da mamãe.
    – Manda!

(Luís Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. 2001. Adaptado)
No último parágrafo do texto “– Manda!”, há humor porque o autor
Alternativas
Q3516785 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

    As pessoas que defendem o pastoral e a volta ao primitivo, ao enaltecer a vida rústica, nunca se lembram dos insetos. Sempre que ouço alguém descrever as delícias de um acampamento – ah, dormir no chão, fazer fogo com gravetos e ir ao banheiro atrás do arbusto – me espanto um pouco mais com a variedade humana. Somos todos da mesma espécie, mas o que encanta uns horroriza outros. Sou dos horrorizados com a privação deliberada. Muitas gerações contribuíram com seu sacrifício e seu engenho para que eu não precisasse fazer mais nada atrás do arbusto.
    E a verdade é que, mesmo para quem não tem os meus preconceitos, as delícias do primitivo nunca são exatamente como as descrevem. Aquela casinha à beira de uma praia escondida, onde a civilização ainda não chegou e tudo é bom e puro, não existe. E se existe, nunca é bem assim.
    – Um paraíso! Não há nem um armazém por perto.
    Quer dizer, não há acesso à aspirina, fósforos ou qualquer tipo de leitura salvo, talvez, metade de uma revista “Cigarra” de 1948, deixada pelos últimos ocupantes da casa quando foram carregados pelos mosquitos.
    – A gente dorme ouvindo o barulho do mar...
    E de animais terrestres e anfíbios tentando entrar na casa para morder o seu pé. E, se morder, você morre. O antibiótico mais próximo fica a 100 quilômetros e está com a data vencida. Não. Fico na cidade.
    Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados) e agorafobia (medo de espaços abertos) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos) e iatrofobia (medo de médicos), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses.
    Alguns hotéis brasileiros imitam os americanos e deixam uma Bíblia no quarto, e ela tem sido a minha salvação. A Bíblia tem tudo para acompanhar uma insônia: enredo fantástico, grandes personagens, romance, ação, paixão, violência – e uma mensagem positiva.
    Mas, e quando não tem nem a Bíblia? Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma revista.
    – Desculpe, cavalheiro. Infelizmente, não tenho nenhuma revista.
    – Não é possível! O que você faz durante a noite?
    – Tricô.
    Uma esperança!
    – Com manual?
    – Não.
    Danação.
    – Você não tem nada para ler? Na bolsa, sei lá.
    – Bem... Tem uma carta da mamãe.
    – Manda!

(Luís Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. 2001. Adaptado)
Para o autor, uma desvantagem da vida campestre é:
Alternativas
Q3516784 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

    As pessoas que defendem o pastoral e a volta ao primitivo, ao enaltecer a vida rústica, nunca se lembram dos insetos. Sempre que ouço alguém descrever as delícias de um acampamento – ah, dormir no chão, fazer fogo com gravetos e ir ao banheiro atrás do arbusto – me espanto um pouco mais com a variedade humana. Somos todos da mesma espécie, mas o que encanta uns horroriza outros. Sou dos horrorizados com a privação deliberada. Muitas gerações contribuíram com seu sacrifício e seu engenho para que eu não precisasse fazer mais nada atrás do arbusto.
    E a verdade é que, mesmo para quem não tem os meus preconceitos, as delícias do primitivo nunca são exatamente como as descrevem. Aquela casinha à beira de uma praia escondida, onde a civilização ainda não chegou e tudo é bom e puro, não existe. E se existe, nunca é bem assim.
    – Um paraíso! Não há nem um armazém por perto.
    Quer dizer, não há acesso à aspirina, fósforos ou qualquer tipo de leitura salvo, talvez, metade de uma revista “Cigarra” de 1948, deixada pelos últimos ocupantes da casa quando foram carregados pelos mosquitos.
    – A gente dorme ouvindo o barulho do mar...
    E de animais terrestres e anfíbios tentando entrar na casa para morder o seu pé. E, se morder, você morre. O antibiótico mais próximo fica a 100 quilômetros e está com a data vencida. Não. Fico na cidade.
    Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados) e agorafobia (medo de espaços abertos) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos) e iatrofobia (medo de médicos), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses.
    Alguns hotéis brasileiros imitam os americanos e deixam uma Bíblia no quarto, e ela tem sido a minha salvação. A Bíblia tem tudo para acompanhar uma insônia: enredo fantástico, grandes personagens, romance, ação, paixão, violência – e uma mensagem positiva.
    Mas, e quando não tem nem a Bíblia? Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma revista.
    – Desculpe, cavalheiro. Infelizmente, não tenho nenhuma revista.
    – Não é possível! O que você faz durante a noite?
    – Tricô.
    Uma esperança!
    – Com manual?
    – Não.
    Danação.
    – Você não tem nada para ler? Na bolsa, sei lá.
    – Bem... Tem uma carta da mamãe.
    – Manda!

(Luís Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. 2001. Adaptado)
Está empregada em sentido figurado a seguinte expressão destacada:
Alternativas
Q3516783 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

    As pessoas que defendem o pastoral e a volta ao primitivo, ao enaltecer a vida rústica, nunca se lembram dos insetos. Sempre que ouço alguém descrever as delícias de um acampamento – ah, dormir no chão, fazer fogo com gravetos e ir ao banheiro atrás do arbusto – me espanto um pouco mais com a variedade humana. Somos todos da mesma espécie, mas o que encanta uns horroriza outros. Sou dos horrorizados com a privação deliberada. Muitas gerações contribuíram com seu sacrifício e seu engenho para que eu não precisasse fazer mais nada atrás do arbusto.
    E a verdade é que, mesmo para quem não tem os meus preconceitos, as delícias do primitivo nunca são exatamente como as descrevem. Aquela casinha à beira de uma praia escondida, onde a civilização ainda não chegou e tudo é bom e puro, não existe. E se existe, nunca é bem assim.
    – Um paraíso! Não há nem um armazém por perto.
    Quer dizer, não há acesso à aspirina, fósforos ou qualquer tipo de leitura salvo, talvez, metade de uma revista “Cigarra” de 1948, deixada pelos últimos ocupantes da casa quando foram carregados pelos mosquitos.
    – A gente dorme ouvindo o barulho do mar...
    E de animais terrestres e anfíbios tentando entrar na casa para morder o seu pé. E, se morder, você morre. O antibiótico mais próximo fica a 100 quilômetros e está com a data vencida. Não. Fico na cidade.
    Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados) e agorafobia (medo de espaços abertos) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos) e iatrofobia (medo de médicos), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses.
    Alguns hotéis brasileiros imitam os americanos e deixam uma Bíblia no quarto, e ela tem sido a minha salvação. A Bíblia tem tudo para acompanhar uma insônia: enredo fantástico, grandes personagens, romance, ação, paixão, violência – e uma mensagem positiva.
    Mas, e quando não tem nem a Bíblia? Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma revista.
    – Desculpe, cavalheiro. Infelizmente, não tenho nenhuma revista.
    – Não é possível! O que você faz durante a noite?
    – Tricô.
    Uma esperança!
    – Com manual?
    – Não.
    Danação.
    – Você não tem nada para ler? Na bolsa, sei lá.
    – Bem... Tem uma carta da mamãe.
    – Manda!

(Luís Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. 2001. Adaptado)
O autor do texto demonstra seu incômodo com duas situações diferentes. São elas:
Alternativas
Q2508230 História e Geografia de Estados e Municípios
Leia a tabela a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

A tabela demonstra que o relevo do município de Cidade Ocidental apresenta qual característica? 
Alternativas
Q2508229 História e Geografia de Estados e Municípios
Texto 5


Praticamente todos os grandes municípios do Entorno cresceram mais que o Distrito Federal, segundo dados do Censo 2022. Um exemplo é a Cidade Ocidental, que cresceu 6 vezes mais que Brasília na última década, indo de 55 mil em 2010 para 91 mil habitantes em 2022. Para o antropólogo urbanista Paique Duques Santarém, esse crescimento é fruto de um movimento duplo, pois parte dos novos habitantes do Entorno eram moradores do DF e uma segunda parte são de outras regiões do país que vieram para o Centro-Oeste - região brasileira que mais cresceu.


BRASIL DE FATO. Censo 2022: cidades do Entorno crescem mais que DF e
população cobra melhores serviços. Disponível em:
<https://www.brasildefatodf.com.br/2023/06/30/censo-2022-cidades-doentorno-crescem-mais-que-df-e-populacao-cobra-melhores-servicos>. Acesso
em: 30 mar. 2024. [Adaptado].

Conforme o texto, o número de habitantes na Cidade Ocidental cresceu pela
Alternativas
Q2508228 História e Geografia de Estados e Municípios
Texto 5


Praticamente todos os grandes municípios do Entorno cresceram mais que o Distrito Federal, segundo dados do Censo 2022. Um exemplo é a Cidade Ocidental, que cresceu 6 vezes mais que Brasília na última década, indo de 55 mil em 2010 para 91 mil habitantes em 2022. Para o antropólogo urbanista Paique Duques Santarém, esse crescimento é fruto de um movimento duplo, pois parte dos novos habitantes do Entorno eram moradores do DF e uma segunda parte são de outras regiões do país que vieram para o Centro-Oeste - região brasileira que mais cresceu.


BRASIL DE FATO. Censo 2022: cidades do Entorno crescem mais que DF e
população cobra melhores serviços. Disponível em:
<https://www.brasildefatodf.com.br/2023/06/30/censo-2022-cidades-doentorno-crescem-mais-que-df-e-populacao-cobra-melhores-servicos>. Acesso
em: 30 mar. 2024. [Adaptado].

Segundo os dados apresentados, o aumento populacional do município de Cidade Ocidental em comparação entre os Censos do IBGE de 2010 e 2022 foi
Alternativas
Q2508227 História e Geografia de Estados e Municípios
Leia o texto a seguir.

Após a abolição em 1888, os negros libertos não tiveram acesso à terra, à educação ou à cidadania plena. Eles continuaram marginalizados e discriminados pela sociedade branca e elitista, que os excluía dos espaços públicos e dos cargos políticos. Os negros goianos tiveram que se adaptar à cultura dominante, mas também preservaram e recriaram elementos de sua identidade africana, como as religiões de matriz africana (candomblé, umbanda etc.), as manifestações culturais (congada, capoeira, samba etc.) e as expressões artísticas (música, literatura, pintura etc.). 

BEZERRA, Raphael. Fenômenos da cultura negra em Goiás. Jornal Opção. 10 maio 2023. Disponível em: <https://encurtador.com.br/tuV29>. Acesso em: 30 mar. 2024.


Por que o texto fala de identidade africana dos negros goianos? 
Alternativas
Q2508226 História e Geografia de Estados e Municípios
Quais são as roupas usadas na Procissão do Fogaréu?
Alternativas
Respostas
141: E
142: B
143: E
144: D
145: D
146: D
147: C
148: D
149: E
150: A
151: B
152: C
153: D
154: B
155: E
156: D
157: B
158: D
159: B
160: A