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“O Ministério da Saúde confirmou em novo boletim desta quarta-feira (15/02/17) que o Brasil registrou 243 casos de febre amarela desde o início do surto. Minas Gerais registrou 208 deles, e 70 das 82 mortes do país. Do total de óbitos suspeitos (197) em 132 municípios brasileiros, o órgão investiga 112 e descartou três. Os estados do Espírito Santo, São Paulo, Bahia, Tocantins e Rio Grande do Norte receberam notificações da doença, com alguns casos confirmados, outros em análise ou descartados.”
(Disponível em: http://g1.globo.com/bemestar/febre-amarela/noticia/ministerio-confirma-243-casos-de-febre-amarela-208-foram-em-minasgerais.ghtml.)
Pessoas que morem nestas regiões ou que devem viajar nos próximos meses devem receber uma dose da vacina 10
dias antes de chegar ao local. Em relação à vacina contra a febre amarela, é correto afirmar que
“Os quatro países fundadores do Mercosul enviaram uma ‘comunicação’ à Venezuela indicando que os direitos do país no bloco ‘estariam suspensos’. A decisão está relacionada ao vencimento do último prazo acordado em setembro para que Caracas cumprisse suas obrigações de adesão ao Mercosul. Os chanceleres do bloco elaboraram um comunicado no qual explicam que a Venezuela não cumpriu seus acordos. A marginalização da Venezuela se desenhava desde que os demais sócios bloquearam, em julho passado, o acesso do país à presidência semestral do bloco.”
(Disponível em: http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2016-12/venezuela-e-suspensa-do-mercosul.)
Os quatro países fundadores do Mercosul são, respectivamente:
“A próxima edição do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) contará com notas de todas as escolas de ensino médio do país, incluindo públicas e particulares. Atualmente, o ensino médio não tem notas por escola. Só há um índice geral da etapa, por amostragem. O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), órgão do Ministério da Educação, anunciou pelas redes sociais que a avaliação feita até hoje apenas por uma amostra de escolas será ampliada para todas as escolas. Todos os alunos do 3º ano do ensino médio deverão fazer a avaliação federal neste ano.”
(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2017/02/1861365-ideb-do-ensino-medio-ira-abranger-todas-as-escolas-publicas-eprivadas.shtml.)
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado em 2007 e:
“A Receita Federal liberou nesta quinta-feira (23/02/17) o programa para o contribuinte declarar o Imposto de Renda 2017. A Receita esclareceu que todos os contribuintes terão que baixar o programa deste ano. Não será possível atualizar a versão do ano passado que já está instalada no computador. As atualizações automáticas, divulgadas nesta quinta, referem-se às mudanças e correções que o órgão pode fazer ao longo do período de preenchimento da declaração, que serão incluídas automaticamente no sistema instalado pelo contribuinte.”
(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/02/1861705-confira-como-instalar-o-programa-do-imposto-de-renda-2017.shtml.)
Sobre a declaração do Imposto de Renda 2017, no Brasil, é correto afirmar que:
“Carnaval no Brasil é coisa séria. Considerado patrimônio cultural no Brasil, o carnaval agita vários setores. Recentemente, o Museu da República, no Rio de Janeiro (RJ), apresentou uma exposição comemorativa ao centenário de nascimento do museólogo, carnavalesco, ator, cantor, pesquisador, professor, organizador de exposições e criador de bailes e concursos de fantasias de fantasia considerado um dos mais famosos do Brasil. Em pouco tempo, esse artista se transformou num mestre das fantasias de carnaval com reconhecimento nacional e internacional.”
(Disponível em: http://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2016/exposicao-marca-centenario-do-museologo-e-carnavalesco.)
“Carnavalesco de escolas de samba como Salgueiro, Unidos de Lucas, Portela, Mocidade Independente de Padre Miguel e Unidos da Tijuca. Foi campeão com a Portela em 1970, com o enredo ‘Lendas e Mistérios da Amazônia’.” Trata-se de:
A equipe de educação física de uma escola fez uma pesquisa com x alunos sobre a preferência por futebol ou natação. Os resultados foram:
• 100 alunos gostam das duas modalidades;
• 170 alunos gostam de futebol;
• 100 alunos gostam de apenas uma das duas modalidades de esporte; e,
• 95 alunos não gostam de nenhuma das duas modalidades.
Qual é o valor total x do número de alunos entrevistados nessa pesquisa?
Analise as instruções a seguir.
I. A reta y = x + 1 corta o eixo y no ponto (0, 1).
II. O par ordenado (2, 3) pertence à reta y = x + 1.
III. O par ordenado (0, 0) não pertence à reta y = x + 1.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Encontre o termo geral da progressão aritmética (PA) a seguir.

O caminho a seguir
Como é inútil o exercício de dourar a pílula, convém enfrentar a realidade: os desafios do Brasil para 2017 são imensos. O país precisa voltar a crescer para elevar o padrão de vida material do seu povo e explorar nossa energia criadora em sua plenitude. Precisa aprovar as reformas estruturais para modernizar-se e competir com qualidade no mundo globalizado. Precisa civilizar a vida política, estabelecendo um padrão ético aceitável, e superar as feridas de uma profunda divisão de ideologia e método. Precisa, enfim, reencontrar o caminho da estabilidade institucional, arranhada nos últimos tempos.
Nada disso é fácil, mas há dois aspectos que autorizam os brasileiros a nutrir certo otimismo: o Brasil tem um potencial tão vasto, mas tão vasto que às vezes até gera efeitos prejudiciais à medida que nos permite relaxar, adiar, procrastinar tarefas que todos sabemos essenciais. Mas o potencial está aí, pujante, latente, só parcialmente aproveitado. Está na esplêndida diversidade étnica do Brasil, talvez o único país de dimensões continentais com tamanha capacidade para absorver e assimilar tudo e todos, eliminando diferenças com naturalidade. O Brasil, nunca é irrelevante lembrar, fala a mesma língua, com variações que acrescentam graça em vez de incompreensão. Comunga de valores muito semelhantes, não importam a região de procedência, a cor da pele, o gênero, a religião. Tudo isso – somado à tradição pacifista que cancelou conflitos regionais há séculos e à possibilidade de alçar-se à condição de uma potência ecológica –, tudo isso, repita-se, empresta ao Brasil uma notável originalidade a ser explorada.
Para que todo esse potencial seja posto em movimento, é preciso mais tolerância com as divergências, honestidade de princípios, disposição para o trabalho e, em grande medida, clareza sobre nossa missão como nação: a missão de construir um país livre da pobreza abjeta e da desigualdade obscena e pleno de justiça e oportunidades – um país, enfim, que possa oferecer a todos os seus cidadãos a possibilidade de ter uma vida feliz. [...]
(Carta do Editor. Veja, 28 de dezembro de 2016.)
O caminho a seguir
Como é inútil o exercício de dourar a pílula, convém enfrentar a realidade: os desafios do Brasil para 2017 são imensos. O país precisa voltar a crescer para elevar o padrão de vida material do seu povo e explorar nossa energia criadora em sua plenitude. Precisa aprovar as reformas estruturais para modernizar-se e competir com qualidade no mundo globalizado. Precisa civilizar a vida política, estabelecendo um padrão ético aceitável, e superar as feridas de uma profunda divisão de ideologia e método. Precisa, enfim, reencontrar o caminho da estabilidade institucional, arranhada nos últimos tempos.
Nada disso é fácil, mas há dois aspectos que autorizam os brasileiros a nutrir certo otimismo: o Brasil tem um potencial tão vasto, mas tão vasto que às vezes até gera efeitos prejudiciais à medida que nos permite relaxar, adiar, procrastinar tarefas que todos sabemos essenciais. Mas o potencial está aí, pujante, latente, só parcialmente aproveitado. Está na esplêndida diversidade étnica do Brasil, talvez o único país de dimensões continentais com tamanha capacidade para absorver e assimilar tudo e todos, eliminando diferenças com naturalidade. O Brasil, nunca é irrelevante lembrar, fala a mesma língua, com variações que acrescentam graça em vez de incompreensão. Comunga de valores muito semelhantes, não importam a região de procedência, a cor da pele, o gênero, a religião. Tudo isso – somado à tradição pacifista que cancelou conflitos regionais há séculos e à possibilidade de alçar-se à condição de uma potência ecológica –, tudo isso, repita-se, empresta ao Brasil uma notável originalidade a ser explorada.
Para que todo esse potencial seja posto em movimento, é preciso mais tolerância com as divergências, honestidade de princípios, disposição para o trabalho e, em grande medida, clareza sobre nossa missão como nação: a missão de construir um país livre da pobreza abjeta e da desigualdade obscena e pleno de justiça e oportunidades – um país, enfim, que possa oferecer a todos os seus cidadãos a possibilidade de ter uma vida feliz. [...]
(Carta do Editor. Veja, 28 de dezembro de 2016.)
O caminho a seguir
Como é inútil o exercício de dourar a pílula, convém enfrentar a realidade: os desafios do Brasil para 2017 são imensos. O país precisa voltar a crescer para elevar o padrão de vida material do seu povo e explorar nossa energia criadora em sua plenitude. Precisa aprovar as reformas estruturais para modernizar-se e competir com qualidade no mundo globalizado. Precisa civilizar a vida política, estabelecendo um padrão ético aceitável, e superar as feridas de uma profunda divisão de ideologia e método. Precisa, enfim, reencontrar o caminho da estabilidade institucional, arranhada nos últimos tempos.
Nada disso é fácil, mas há dois aspectos que autorizam os brasileiros a nutrir certo otimismo: o Brasil tem um potencial tão vasto, mas tão vasto que às vezes até gera efeitos prejudiciais à medida que nos permite relaxar, adiar, procrastinar tarefas que todos sabemos essenciais. Mas o potencial está aí, pujante, latente, só parcialmente aproveitado. Está na esplêndida diversidade étnica do Brasil, talvez o único país de dimensões continentais com tamanha capacidade para absorver e assimilar tudo e todos, eliminando diferenças com naturalidade. O Brasil, nunca é irrelevante lembrar, fala a mesma língua, com variações que acrescentam graça em vez de incompreensão. Comunga de valores muito semelhantes, não importam a região de procedência, a cor da pele, o gênero, a religião. Tudo isso – somado à tradição pacifista que cancelou conflitos regionais há séculos e à possibilidade de alçar-se à condição de uma potência ecológica –, tudo isso, repita-se, empresta ao Brasil uma notável originalidade a ser explorada.
Para que todo esse potencial seja posto em movimento, é preciso mais tolerância com as divergências, honestidade de princípios, disposição para o trabalho e, em grande medida, clareza sobre nossa missão como nação: a missão de construir um país livre da pobreza abjeta e da desigualdade obscena e pleno de justiça e oportunidades – um país, enfim, que possa oferecer a todos os seus cidadãos a possibilidade de ter uma vida feliz. [...]
(Carta do Editor. Veja, 28 de dezembro de 2016.)
Considere os segmentos a seguir.
I. “Nada disso é fácil, [...]” (2º§)
II. “[...] tudo isso, repita-se, [...]” (2º§)
III. “Tudo isso – somado à tradição pacifista [...]” (2º§)
Está correto o que se afirma em: