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Os ruminantes se alimentam de matéria vegetal rica em celulose, que é digerida em seus estômagos mediante participação de bactérias que secretam enzimas. Ao mesmo tempo em que estes microrganismos se beneficiam vivendo dentro do aparelho digestório desses animais (habitando e recebendo alimento), eles também trazem benefícios a seus hospedeiros, promovendo a digestão da celulose e disponibilizando nutrientes presentes na matéria vegetal.
A relação ecológica estabelecida entre os ruminantes e a microbiota presente em seu estômago é conhecida como

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A charge trata da ocorrência de queimadas no cerrado, ambiente
em que o fogo pode se originar em decorrência de fatores naturais
e pode até ser benéfico para esse bioma. Nesse contexto, o fogo
é considerado um fator
As baleias de barbatanas (misticetos) se alimentam de plâncton (krill e copépodos) e suas barbatanas são utilizadas para filtrá-los. Nos flamingos, o mecanismo de filtração é bastante parecido, pois esses animais apresentam uma mandíbula inferior grande, com extremidade anterior curva, franjas córneas inseridas na mandíbula superior e língua grande e grossa, estruturas que permitem a retenção de pequenos animais, como anelídeos, insetos e moluscos, presentes na água doce.
As características físicas dos dois animais que lhes conferem a capacidade de filtração mencionada no texto resultam de um fenômeno conhecido como
Segundo reportagem publicada em 16/08/2017, pela EBC Agência Brasil, mais de 300 animais estão em diferentes níveis de ameaças de extinção no estado da Bahia. A lista foi publicada, no Diário Oficial do Estado, da mesma data, contendo 331 espécies de anfíbios, aves, mamíferos, répteis, invertebrados, peixes e espécies ameaçadas de “interesse social”. Segundo a notícia, são 140 espécies, que se enquadram no nível "vulnerável"; 131, no nível "perigo"; 54, no "criticamente em perigo", e 5, em "regionalmente extintas". As espécies que constam nos níveis de ameaça passam a ter proteção integral dos órgãos de defesa do meio ambiente.
(Disponível em: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2017-08/mais-de-300-animais-estao-em-ameaca-de-extincao-na-bahia).
Alguns dos animais que estão sobre ameaça de extinção no estado da Bahia são:
Diferentes ações para a conservação da biodiversidade têm sido propostas. A revista Ciência no Zoo (número 9), informativo da Fundação Parque Zoológico de São Paulo, aponta um projeto de conservação de preguiças, pois algumas espécies podem estar ameaçadas na Mata Atlântica pela fragmentação do seu habitat e a consequente diminuição da variabilidade genética. Segundo a reportagem “existem projetos de conservação in situ (na natureza) em reservas biológicas na Bahia e pelo menos um centro de recuperação de animais doentes, desnutridos ou enfraquecidos da espécie preguiça-de-coleira na região cacaueira daquele estado”. De acordo com as regras de nomenclatura científica, a grafia correta do nome da espécie alvo desse projeto de conservação e a categoria taxonômica do primeiro termo são:
Considere o fragmento de reportagem de uma revista de divulgação científica.
Poluição que vem de longe
Regiões isoladas, com características primitivas e sem fontes locais de produção de resíduos tóxicos, também podem estar
sujeitas aos efeitos da poluição gerada a milhares de quilômetros. Os pesquisadores verificaram que, mesmo isoladas, algumas
espécies de crustáceos, peixes e aves apresentavam em seu organismo concentrações relativamente significativas de compostos químicos altamente tóxicos, como pesticidas organoclorados (ex. DDTs) e bifenilas policloradas (PCBs), substâncias
bastante usadas na fabricação de borrachas, plásticos e tintas. O pesquisador responsável explica que a dieta desses animais
geralmente se caracteriza como uma das principais formas de exposição às substâncias estudadas e que, apesar de não terem
observado diferenças significativas em relação ao acúmulo de poluentes entre as espécies estudadas, é natural que as aves
estejam mais expostas a esses resíduos. Isso porque elas estão sujeitas à contaminação, como as outras espécies do
arquipélago, de forma mais agravada, uma vez que acabam se alimentando dos peixes já contaminados.
(Adaptado de: Revista FAPESP, Edição Online. 26 de julho de 2013. Disponível em: http://revistapesquisa.fapesp.br/2013/07/26/
poluicao-que-vem-de-longe/)
O conceito e o significado do fenômeno biológico que expressa o problema ambiental apresentado pelos pesquisadores são:
O jogo Calangos, desenvolvido por pesquisadores de diferentes universidades, é ambientado na região de dunas da margem oeste do médio Rio São Francisco, no estado da Bahia. As dunas estão em um bioma caracterizado por chuvas irregulares, secas prolongadas, temperaturas elevadas, e que possuem espécies vegetais com proteções contra a perda de água. Três espécies de lagartos ou calangos são exclusivas dessas dunas. Aspectos do clima, da floração e frutificação das espécies vegetais e a topografia também são consideradas no jogo. A morfologia e as habilidades fisiológicas dos lagartos são simuladas, bem como a relação com predadores e presas. O Jogo foi testado pelos elaboradores com estudantes de uma escola de ensino médio de Salvador-BA e os resultados sugeriram que é capaz de motivar os estudantes, engajando-os ativamente na compreensão dos conteúdos trabalhados, sendo possível aprender sobre as dificuldades que os lagartos enfrentam para sobreviver, crescer e se reproduzir com sucesso.
(Disponível em: http://calangos.sourceforge.net/sobre.html)
O jogo permite que o professor explore conceitos biológicos, a partir de uma metodologia associada a um tipo específico de
aprendizagem. Os conceitos biológicos e de aprendizagem associados aos trechos em negrito são, respectivamente,