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Q967529 Português

                                     Assassinos culturais


      Sou um assassino cultural, e você também é. Sei que é romântico chorar quando uma livraria fecha as portas. Mas convém não abusar do romantismo – e da hipocrisia. Fomos nós que matamos aquela livraria e o crime não nos pesa muito na consciência.

      Falo por mim. Os livros físicos que entram lá em casa são cada vez mais ofertas – de amigos ou editoras.

      Aos 20, quando viajava por territórios estranhos, entrava nas livrarias locais como um faminto na capoeira. Comprava tanto e carregava tanto que desconfio que o meu problema de ciática é, na sua essência, um problema livresco.

      Hoje? Gosto da flânerie*. Mas depois, fotografo as capas com o meu celular antes de regressar para o psicanalista – o famoso dr. Kindle. Culpado? Um pouco. E em minha defesa só posso afirmar que pago pelos meus vícios.

      E quem fala em livrarias, fala em todo o resto. Eu também ajudei a matar a Tower Records e a Virgin Megastore. Havia lá dentro uma bizarria chamada CD – você se lembra?

      Hoje, com alguns aplicativos, tenho uma espécie de discoteca de Alexandria onde, a meu bel-prazer, escuto meus clássicos e descubro novos.

      Se juntarmos ao pacote o iTunes e a Netflix, você percebe por que eu também tenho o sangue dos cinemas e dos blockbusters nas mãos.

      Eis a realidade: vivemos a desmaterialização da cultura. Mas não é apenas a cultura que se desmaterializa e tem deixado as nossas salas e estantes mais vazias. É a nossa relação com ela. Não somos mais proprietários de “coisas”; somos apenas consumidores e, palavra importante, assinantes.

      O livro “Subscribed”, de Tien Tzuo, analisa a situação. É uma reflexão sobre a “economia de assinaturas” que conquista a economia global. Conta o autor que mais de metade das empresas da famosa lista da “Fortune” já não existiam em 2017. O que tinham em comum? O objetivo meritório de vender “coisas” – muitas coisas, para muita gente, como sempre aconteceu desde os primórdios do capitalismo.

      Já as empresas que sobreviveram e as novas que entraram na lista souberam se adaptar à economia digital, vendendo serviços (ou, de forma mais precisa, acessos).

      Claro que na mudança algo se perde. O desaparecimento das livrarias não acredito que seja total no futuro (e ainda bem). Além disso, ler no papel não é o mesmo que ler na tela. Mas o interesse do livro de Tzuo não está apenas nos números; está no retrato de uma nova geração para quem a experiência cultural é mais importante do que a mera posse de objetos.

      Há quem veja aqui um retrocesso, mas também é possível ver um avanço – ou, para sermos bem filosóficos, o triunfo do espírito sobre a matéria. E não será essa, no fim das contas, a vocação mais autêntica da cultura?

          (João Pereira Coutinho. Folha de S.Paulo, 28.08.2018. Adaptado)

* Flânerie: ato de passear, de caminhar sem compromisso.

Considere os trechos do texto.


Mas convém não abusar do romantismo... (1° parágrafo)

... vendendo serviços (ou, de forma mais precisa, acessos). (10° parágrafo)

... não está apenas nos números; está no retrato de uma nova geração... (12º parágrafo)

... o triunfo do espírito sobre a matéria. (último parágrafo)


Sem alteração do sentido do texto, as expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente, por:

Alternativas
Q967528 Português

                                     Assassinos culturais


      Sou um assassino cultural, e você também é. Sei que é romântico chorar quando uma livraria fecha as portas. Mas convém não abusar do romantismo – e da hipocrisia. Fomos nós que matamos aquela livraria e o crime não nos pesa muito na consciência.

      Falo por mim. Os livros físicos que entram lá em casa são cada vez mais ofertas – de amigos ou editoras.

      Aos 20, quando viajava por territórios estranhos, entrava nas livrarias locais como um faminto na capoeira. Comprava tanto e carregava tanto que desconfio que o meu problema de ciática é, na sua essência, um problema livresco.

      Hoje? Gosto da flânerie*. Mas depois, fotografo as capas com o meu celular antes de regressar para o psicanalista – o famoso dr. Kindle. Culpado? Um pouco. E em minha defesa só posso afirmar que pago pelos meus vícios.

      E quem fala em livrarias, fala em todo o resto. Eu também ajudei a matar a Tower Records e a Virgin Megastore. Havia lá dentro uma bizarria chamada CD – você se lembra?

      Hoje, com alguns aplicativos, tenho uma espécie de discoteca de Alexandria onde, a meu bel-prazer, escuto meus clássicos e descubro novos.

      Se juntarmos ao pacote o iTunes e a Netflix, você percebe por que eu também tenho o sangue dos cinemas e dos blockbusters nas mãos.

      Eis a realidade: vivemos a desmaterialização da cultura. Mas não é apenas a cultura que se desmaterializa e tem deixado as nossas salas e estantes mais vazias. É a nossa relação com ela. Não somos mais proprietários de “coisas”; somos apenas consumidores e, palavra importante, assinantes.

      O livro “Subscribed”, de Tien Tzuo, analisa a situação. É uma reflexão sobre a “economia de assinaturas” que conquista a economia global. Conta o autor que mais de metade das empresas da famosa lista da “Fortune” já não existiam em 2017. O que tinham em comum? O objetivo meritório de vender “coisas” – muitas coisas, para muita gente, como sempre aconteceu desde os primórdios do capitalismo.

      Já as empresas que sobreviveram e as novas que entraram na lista souberam se adaptar à economia digital, vendendo serviços (ou, de forma mais precisa, acessos).

      Claro que na mudança algo se perde. O desaparecimento das livrarias não acredito que seja total no futuro (e ainda bem). Além disso, ler no papel não é o mesmo que ler na tela. Mas o interesse do livro de Tzuo não está apenas nos números; está no retrato de uma nova geração para quem a experiência cultural é mais importante do que a mera posse de objetos.

      Há quem veja aqui um retrocesso, mas também é possível ver um avanço – ou, para sermos bem filosóficos, o triunfo do espírito sobre a matéria. E não será essa, no fim das contas, a vocação mais autêntica da cultura?

          (João Pereira Coutinho. Folha de S.Paulo, 28.08.2018. Adaptado)

* Flânerie: ato de passear, de caminhar sem compromisso.

No texto, é correto afirmar que o autor
Alternativas
Q967527 Português

                                     Assassinos culturais


      Sou um assassino cultural, e você também é. Sei que é romântico chorar quando uma livraria fecha as portas. Mas convém não abusar do romantismo – e da hipocrisia. Fomos nós que matamos aquela livraria e o crime não nos pesa muito na consciência.

      Falo por mim. Os livros físicos que entram lá em casa são cada vez mais ofertas – de amigos ou editoras.

      Aos 20, quando viajava por territórios estranhos, entrava nas livrarias locais como um faminto na capoeira. Comprava tanto e carregava tanto que desconfio que o meu problema de ciática é, na sua essência, um problema livresco.

      Hoje? Gosto da flânerie*. Mas depois, fotografo as capas com o meu celular antes de regressar para o psicanalista – o famoso dr. Kindle. Culpado? Um pouco. E em minha defesa só posso afirmar que pago pelos meus vícios.

      E quem fala em livrarias, fala em todo o resto. Eu também ajudei a matar a Tower Records e a Virgin Megastore. Havia lá dentro uma bizarria chamada CD – você se lembra?

      Hoje, com alguns aplicativos, tenho uma espécie de discoteca de Alexandria onde, a meu bel-prazer, escuto meus clássicos e descubro novos.

      Se juntarmos ao pacote o iTunes e a Netflix, você percebe por que eu também tenho o sangue dos cinemas e dos blockbusters nas mãos.

      Eis a realidade: vivemos a desmaterialização da cultura. Mas não é apenas a cultura que se desmaterializa e tem deixado as nossas salas e estantes mais vazias. É a nossa relação com ela. Não somos mais proprietários de “coisas”; somos apenas consumidores e, palavra importante, assinantes.

      O livro “Subscribed”, de Tien Tzuo, analisa a situação. É uma reflexão sobre a “economia de assinaturas” que conquista a economia global. Conta o autor que mais de metade das empresas da famosa lista da “Fortune” já não existiam em 2017. O que tinham em comum? O objetivo meritório de vender “coisas” – muitas coisas, para muita gente, como sempre aconteceu desde os primórdios do capitalismo.

      Já as empresas que sobreviveram e as novas que entraram na lista souberam se adaptar à economia digital, vendendo serviços (ou, de forma mais precisa, acessos).

      Claro que na mudança algo se perde. O desaparecimento das livrarias não acredito que seja total no futuro (e ainda bem). Além disso, ler no papel não é o mesmo que ler na tela. Mas o interesse do livro de Tzuo não está apenas nos números; está no retrato de uma nova geração para quem a experiência cultural é mais importante do que a mera posse de objetos.

      Há quem veja aqui um retrocesso, mas também é possível ver um avanço – ou, para sermos bem filosóficos, o triunfo do espírito sobre a matéria. E não será essa, no fim das contas, a vocação mais autêntica da cultura?

          (João Pereira Coutinho. Folha de S.Paulo, 28.08.2018. Adaptado)

* Flânerie: ato de passear, de caminhar sem compromisso.

Na frase do terceiro parágrafo – Comprava tanto e carregava tanto que desconfio que o meu problema de ciática é, na sua essência, um problema livresco. –, o autor
Alternativas
Q967526 Português

                                     Assassinos culturais


      Sou um assassino cultural, e você também é. Sei que é romântico chorar quando uma livraria fecha as portas. Mas convém não abusar do romantismo – e da hipocrisia. Fomos nós que matamos aquela livraria e o crime não nos pesa muito na consciência.

      Falo por mim. Os livros físicos que entram lá em casa são cada vez mais ofertas – de amigos ou editoras.

      Aos 20, quando viajava por territórios estranhos, entrava nas livrarias locais como um faminto na capoeira. Comprava tanto e carregava tanto que desconfio que o meu problema de ciática é, na sua essência, um problema livresco.

      Hoje? Gosto da flânerie*. Mas depois, fotografo as capas com o meu celular antes de regressar para o psicanalista – o famoso dr. Kindle. Culpado? Um pouco. E em minha defesa só posso afirmar que pago pelos meus vícios.

      E quem fala em livrarias, fala em todo o resto. Eu também ajudei a matar a Tower Records e a Virgin Megastore. Havia lá dentro uma bizarria chamada CD – você se lembra?

      Hoje, com alguns aplicativos, tenho uma espécie de discoteca de Alexandria onde, a meu bel-prazer, escuto meus clássicos e descubro novos.

      Se juntarmos ao pacote o iTunes e a Netflix, você percebe por que eu também tenho o sangue dos cinemas e dos blockbusters nas mãos.

      Eis a realidade: vivemos a desmaterialização da cultura. Mas não é apenas a cultura que se desmaterializa e tem deixado as nossas salas e estantes mais vazias. É a nossa relação com ela. Não somos mais proprietários de “coisas”; somos apenas consumidores e, palavra importante, assinantes.

      O livro “Subscribed”, de Tien Tzuo, analisa a situação. É uma reflexão sobre a “economia de assinaturas” que conquista a economia global. Conta o autor que mais de metade das empresas da famosa lista da “Fortune” já não existiam em 2017. O que tinham em comum? O objetivo meritório de vender “coisas” – muitas coisas, para muita gente, como sempre aconteceu desde os primórdios do capitalismo.

      Já as empresas que sobreviveram e as novas que entraram na lista souberam se adaptar à economia digital, vendendo serviços (ou, de forma mais precisa, acessos).

      Claro que na mudança algo se perde. O desaparecimento das livrarias não acredito que seja total no futuro (e ainda bem). Além disso, ler no papel não é o mesmo que ler na tela. Mas o interesse do livro de Tzuo não está apenas nos números; está no retrato de uma nova geração para quem a experiência cultural é mais importante do que a mera posse de objetos.

      Há quem veja aqui um retrocesso, mas também é possível ver um avanço – ou, para sermos bem filosóficos, o triunfo do espírito sobre a matéria. E não será essa, no fim das contas, a vocação mais autêntica da cultura?

          (João Pereira Coutinho. Folha de S.Paulo, 28.08.2018. Adaptado)

* Flânerie: ato de passear, de caminhar sem compromisso.

De acordo com o texto, entre outros fatores, a desmaterialização da cultura é decorrente
Alternativas
Q967495 Noções de Informática

Considere os resultados apresentados pelo Google, conforme imagem a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


O comando de pesquisa inserido antes do URL do Ministério Público_______ :www.mpsp.mp.br foi:

Alternativas
Q967494 Noções de Informática

Considere a mensagem de correio eletrônico digitada no MS-Outlook 2010, em sua configuração original, pronta para ser enviada.


Imagem associada para resolução da questão


Ao receber a mensagem, o analista pretende retransmití-la apenas para o fórum ([email protected]), mantendo somente a petição como anexo. Para isso, é necessário seguir o seguinte procedimento a partir da mensagem originalmente recebida: clicar na opção

Alternativas
Q967493 Noções de Informática

Considere a planilha do MS-Excel 2010, em sua configuração original, exibida na figura a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Com todas as linhas selecionadas, foi aplicada a seguinte classificação:


Imagem associada para resolução da questão


Após a classificação, Despesas Gerais e Administrativas aparecerá na linha:

Alternativas
Q967492 Noções de Informática

Observe a pasta de trabalho do MS-Excel 2010, na sua configuração padrão.


Imagem associada para resolução da questão


Considerando os parâmetros de impressão aplicados em toda a pasta de trabalho, assinale a alternativa que contém a quantidade de folhas que serão impressas, assumindo que o conteúdo de cada planilha cabe em uma página e que a impressora está alimentada com papel Ofício.


Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q967491 Noções de Informática

Observe o balanço da empresa Exemplo, que foi feito no MS-Excel 2010, em sua configuração padrão, e está apresentado parcialmente na figura, e responda à questão.


Note que alguns valores foram ocultados propositalmente.



Assinale a alternativa que contém a alíquota utilizada para calcular o imposto de renda a pagar, célula F6 da planilha Balanço, cuja fórmula está descrita a seguir.


=SE(C10>1000;SE(C10>3000;SE(C10>5000;C10*0,0612);C10*0,0825);C10*0,105)

Alternativas
Q967490 Noções de Informática

Observe o balanço da empresa Exemplo, que foi feito no MS-Excel 2010, em sua configuração padrão, e está apresentado parcialmente na figura, e responda à questão.


Note que alguns valores foram ocultados propositalmente.



Os valores do bloco de ativos circulantes foram obtidos da planilha Ativos, existente na mesma pasta de trabalho do balanço apresentado:


                         Imagem associada para resolução da questão


O valor 743 atribuído a Inventários, célula B7 da planilha Balanço, foi obtido com a fórmula:

Alternativas
Q967489 Noções de Informática

Observe o texto e as respectivas marcas de parágrafos e formatações presentes em um documento do MS-Word 2010, em sua configuração original.


Imagem associada para resolução da questão


Após selecionar todo o texto, o usuário executou o comando de conversão de texto em tabela. Assinale a alternativa que contém as palavras que permanecerão juntas em uma mesma célula na nova tabela.

Alternativas
Q967487 Noções de Informática
Assinale a alternativa que contém a quantidade máxima de itens que podem ser armazenados na área de transferência do MS-Windows 7 e no MS-Office 2010, ambos em sua configuração original, correta e respectivamente.
Alternativas
Q967486 Noções de Informática

Considere a pasta Ministério Público criada na biblioteca Documentos em um computador com MS-Windows 7, em sua configuração original, exibida a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Utilizando o WordPad do Windows, o usuário digitou um texto e deseja salvá-lo no formato original do aplicativo, mas com o nome Descrição. Assinale a alternativa que apresenta o resultado dessa ação.

Alternativas
Q967485 Matemática
No site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há um link que leva o internauta a uma página contendo um contador que faz a projeção da população brasileira. No dia 13.11.2018, às 21h 21min 52s, horário de Brasília, o contador estava em 209100580 habitantes, e o tempo médio para o aumento de 1 habitante na população era de 19 segundos, levando-se em consideração as estatísticas de natalidade e mortalidade brasileiras. Mantidos esses parâmetros, no final daquele dia, ou seja, às 24h 00min 00s, a projeção para o número de brasileiros no referido site era de, aproximadamente,
Alternativas
Q967484 Matemática
Uma verba total de R$ 4,9 milhões deverá ser dividida em três partes, A, B e C, de modo que B deverá ser R$ 100 mil menor que a oitava parte de A, e C deverá ser R$ 200 mil maior que o quádruplo de B. Das partes A, B e C, a maior parte deverá ser no valor de
Alternativas
Q967483 Matemática
Ana e Flávio são analistas e trabalham de segunda a sexta-feira. A cada 3 dias efetivamente trabalhados, Ana participa um dia de um curso de formação em serviço e, a cada 4 dias efetivamente trabalhados, Flávio também participa um dia desse curso. Considere que, na segunda-feira, dia 04.02.2019, ambos participaram do curso de formação em serviço. Sabendo-se que o mês de janeiro tem 31 dias, e considerando-se que, na cidade em que Ana e Flávio trabalham não houve feriado municipal em 2019, até 04.02, a vez imediatamente anterior em que ambos participaram do referido curso foi no dia
Alternativas
Q967482 Matemática
Três máquinas idênticas e com a mesma força de produção, trabalhando juntas, embalam uma quantidade X de saquinhos do tipo A, contendo 50 parafusos cada um, em 5 horas e 40 minutos de trabalho ininterrupto. Sabendo- -se que para a embalagem dos mesmos parafusos, com cada saquinho do tipo B contendo apenas 30 unidades, essas máquinas realizam o trabalho da mesma quantidade X em um tempo 10% menor que o tempo necessário para embalar os saquinhos do tipo A, o tempo mínimo esperado para que apenas duas dessas máquinas embalem a terça parte de X saquinhos do tipo B, nas mesmas condições de trabalho, é de
Alternativas
Q967481 Matemática
Uma pessoa tem o propósito de efetuar, mensalmente, aportes em um investimento, iniciando em janeiro de 2020 e terminando em abril do mesmo ano. Para tanto, pensa em, a partir do aporte de fevereiro, sempre investir um capital maior em 1/10 em relação ao capital investido no mês anterior. Supondo que o primeiro aporte seja de R$ 2.000,00, a média aritmética simples de todos os aportes mensais que essa pessoa terá investido será igual a
Alternativas
Q967480 Matemática

A tabela a seguir, que consta do Boletim Regional – julho de 2018, do Banco Central do Brasil, apresenta informações sobre a evolução do emprego formal no Estado de São Paulo.


Imagem associada para resolução da questão


Considerando o ano completo encerrado em maio de 2018 e, apenas, os setores de Comércio e Serviços, o número de novos postos de trabalho criados no Comércio corresponde, do número total de novos postos de trabalho criados nesses dois setores, a, aproximadamente,

Alternativas
Q967479 Matemática

O gráfico a seguir, disponível no site do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP), faz parte do Relatório-Diagnóstico 2002-2010 e identifica a relação entre as despesas de pessoal e os valores totais executados pelo MP-SP, no período em questão.


Imagem associada para resolução da questão


Com base nas informações apresentadas no gráfico, assinale a alternativa que contém uma afirmação necessariamente verdadeira.

Alternativas
Respostas
15561: E
15562: A
15563: A
15564: C
15565: E
15566: D
15567: D
15568: E
15569: C
15570: A
15571: B
15572: B
15573: C
15574: C
15575: E
15576: B
15577: C
15578: B
15579: E
15580: D