Questões de Concurso
Para técnico de contabilidade
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Quanto ao orçamento público, analise as afirmativas a seguir.
I. Sua forma rígida não permite qualquer alteração durante a execução da lei orçamentária anual.
II. As operações de crédito contraídas e as aquisições de bens são exemplos de receitas e despesas orçamentárias.
III. O plano plurianual tem duração de quatro anos coincidentes com um mandato completo do agente político.
Assinale:
A responsabilidade na gestão fiscal pressupõe diretamente duas ações em que se previnem riscos e corrigem desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas. Assinale a alternativa que as indica.
O conjunto de elementos necessários e suficientes, com nível de precisão adequado, para caracterizar a obra ou serviço, ou complexo de obras ou serviços objeto da licitação, é denominado
Avalie os fatos a seguir e responda às questões 46, 47, 48, 49 e 50:
1. Integralização em dinheiro de capital social de uma companhia de economia mista no valor total de R$100.000.
2. Aquisição de equipamentos no valor de R$80.000 sendo R$30.0000 em dinheiro e o restante financiado a longo prazo.
3. Aquisição de 20 (vinte) peças para revenda no valor de R$50 cada, para pagamento em duas parcelas iguais vencíveis em 30 e 60 dias.
4. Aquisição de móveis e utensílios no valor de R$40.000 a vista.
5. Aquisição, à vista, de 10 (dez) peças para revenda no valor de R$45 cada.
6. Venda de 15 (quinze) peças a prazo, por R$80 cada.
7. Pagamento da parcela dos fornecedores dos primeiros trinta dias.
8. Recebimento do valor integral de Clientes.
9. Apropriação das despesas administrativas no valor de R$100 a serem pagas no mês seguinte.
10. Pagamento de 10% referente à Comissão com base no valor da venda total.
O valor do estoque final no caso da utilização do critério de avaliação de estoque PEPS (primeiro a entrar, primeiro a sair) foi de
Avalie os fatos a seguir e responda às questões 46, 47, 48, 49 e 50:
1. Integralização em dinheiro de capital social de uma companhia de economia mista no valor total de R$100.000.
2. Aquisição de equipamentos no valor de R$80.000 sendo R$30.0000 em dinheiro e o restante financiado a longo prazo.
3. Aquisição de 20 (vinte) peças para revenda no valor de R$50 cada, para pagamento em duas parcelas iguais vencíveis em 30 e 60 dias.
4. Aquisição de móveis e utensílios no valor de R$40.000 a vista.
5. Aquisição, à vista, de 10 (dez) peças para revenda no valor de R$45 cada.
6. Venda de 15 (quinze) peças a prazo, por R$80 cada.
7. Pagamento da parcela dos fornecedores dos primeiros trinta dias.
8. Recebimento do valor integral de Clientes.
9. Apropriação das despesas administrativas no valor de R$100 a serem pagas no mês seguinte.
10. Pagamento de 10% referente à Comissão com base no valor da venda total.
As contas de resultado envolvidas no fato 6 foram
Avalie os fatos a seguir e responda às questões 46, 47, 48, 49 e 50:
1. Integralização em dinheiro de capital social de uma companhia de economia mista no valor total de R$100.000.
2. Aquisição de equipamentos no valor de R$80.000 sendo R$30.0000 em dinheiro e o restante financiado a longo prazo.
3. Aquisição de 20 (vinte) peças para revenda no valor de R$50 cada, para pagamento em duas parcelas iguais vencíveis em 30 e 60 dias.
4. Aquisição de móveis e utensílios no valor de R$40.000 a vista.
5. Aquisição, à vista, de 10 (dez) peças para revenda no valor de R$45 cada.
6. Venda de 15 (quinze) peças a prazo, por R$80 cada.
7. Pagamento da parcela dos fornecedores dos primeiros trinta dias.
8. Recebimento do valor integral de Clientes.
9. Apropriação das despesas administrativas no valor de R$100 a serem pagas no mês seguinte.
10. Pagamento de 10% referente à Comissão com base no valor da venda total.
O valor da soma da coluna do Passivo do Balanço Patrimonial é de
Avalie os fatos a seguir e responda às questões 46, 47, 48, 49 e 50:
1. Integralização em dinheiro de capital social de uma companhia de economia mista no valor total de R$100.000.
2. Aquisição de equipamentos no valor de R$80.000 sendo R$30.0000 em dinheiro e o restante financiado a longo prazo.
3. Aquisição de 20 (vinte) peças para revenda no valor de R$50 cada, para pagamento em duas parcelas iguais vencíveis em 30 e 60 dias.
4. Aquisição de móveis e utensílios no valor de R$40.000 a vista.
5. Aquisição, à vista, de 10 (dez) peças para revenda no valor de R$45 cada.
6. Venda de 15 (quinze) peças a prazo, por R$80 cada.
7. Pagamento da parcela dos fornecedores dos primeiros trinta dias.
8. Recebimento do valor integral de Clientes.
9. Apropriação das despesas administrativas no valor de R$100 a serem pagas no mês seguinte.
10. Pagamento de 10% referente à Comissão com base no valor da venda total.
Considerando que a retirada do estoque é realizada pelo critério de Custo Médio Ponderado, o valor do Lucro Operacional Líquido é
Avalie os fatos a seguir e responda às questões 46, 47, 48, 49 e 50:
1. Integralização em dinheiro de capital social de uma companhia de economia mista no valor total de R$100.000.
2. Aquisição de equipamentos no valor de R$80.000 sendo R$30.0000 em dinheiro e o restante financiado a longo prazo.
3. Aquisição de 20 (vinte) peças para revenda no valor de R$50 cada, para pagamento em duas parcelas iguais vencíveis em 30 e 60 dias.
4. Aquisição de móveis e utensílios no valor de R$40.000 a vista.
5. Aquisição, à vista, de 10 (dez) peças para revenda no valor de R$45 cada.
6. Venda de 15 (quinze) peças a prazo, por R$80 cada.
7. Pagamento da parcela dos fornecedores dos primeiros trinta dias.
8. Recebimento do valor integral de Clientes.
9. Apropriação das despesas administrativas no valor de R$100 a serem pagas no mês seguinte.
10. Pagamento de 10% referente à Comissão com base no valor da venda total.
O saldo final da conta “Caixa” é de
Determinada entidade pública, desejando reconhecer a receita executada pelo princípio da competência, deve considerar como fato gerador para o resultado do período
Analise as afirmativas a seguir.
I. O saldo final positivo da demonstração do fluxo de caixa sempre será igual ao lucro líquido do exercício apresentado na demonstração de resultado.
II. O lucro líquido do exercício é a única conta transferida da demonstração do resultado para o balanço patrimonial no procedimento de encerramento do exercício fiscal.
III. A demonstração do resultado do exercício refere‐se à dinâmica patrimonial, enquanto o balanço patrimonial refere-se à estática patrimonial.
Assinale:
São contas patrimoniais de natureza de saldo devedora
Leia o fragmento a seguir.
A afirmativa “A autonomia patrimonial tem origem na destinação social do patrimônio e a responsabilização pela obrigatoriedade da prestação de contas pelos agentes públicos.”
Assinale a alternativa que indica o princípio de contabilidade a que o fragmento se refere.
Entre alternativas igualmente válidas, O técnico de contabilidade foi orientado a escriturar uma provisão trabalhista no passivo circulante, bem como a depreciação linearmente de um ativo imobilizado em razão do atendimento para atender ao seguinte princípio fundamental de contabilidade, diretamente relacionado com a situação descrita.
Observe a planilha a seguir, criada no Excel 2010 BR.
◢ |
A |
B |
C |
D |
1 |
2013 __________________________________ CONDEP-BA |
|||
2 |
||||
3 |
MATRICULA |
CARGO |
Nível |
Salario |
4 |
BA45682 |
Gerente |
8 |
R$ 6.400,00 |
5 |
BA12907 |
Administrador |
6 |
R$ 4.800,00 |
6 |
BA53926 |
Analista |
6 |
R$ 4.800,00 |
7 |
BA874569 |
Agente Administrativo |
3 |
R$ 2.400,00 |
8 |
R$ 18.400,00 |
|||
9 |
Valor do Salario de Referência: |
R$ 800,00 |
||
Nela foram realizados os seguintes procedimentos:
• Os valores indicados nas células D4, D5, D6 e D7 representam as multiplicações do salário de referência pelo respectivo nível, e foram determinados por meio de uma expressão que usa o conceito de referência absoluta.
• O valor mostrado em D8 resulta do acionamento do ícone , indicando o somatório de todos os valores entre D4 e D7.
As expressões inseridas nas células D5 e D8 foram, respectivamente,
INSTRUÇÕES: As questões de 21 a 30 dizem respeito ao conteúdo do TEXTO 1.
Leia-o atentamente antes de respondê-las.
TEXTO 1
Para ler no consultório
Esta é para você. É, você mesmo, que está nessa sala de espera, e mexeu no cesto de revistas velhas ali do ladinho esquerdo do sofá. Você foi lá, catou uma revista bem do fundo, e abriu logo nesta página - que coincidência: justamente a que foi escrita para você.
Você não sabe a confusão que deu quando esta crônica foi publicada. Choveram e-mails indignados. Como pode alguém desperdiçar a última página de uma revista de atualidades para se dirigir a pessoas que só lerão o texto quando esta for uma revista de desatualidades?
Posso ser sincero? Essas pessoas não entendem xongas de sala de espera. Da ansiedade de quem está na iminência de uma obturação. Ou a ponto de um checkup. Ou ainda à beira de uma consulta de rotina. Nesse momento, a única notícia nova que queremos ouvir é "Pode entrar, é a sua vez". Enquanto isso não acontece, tratamos de buscar apoio em quem está na sala há muito mais tempo do que nós: as revistas do cesto.
Por mais que se tente, entretanto, é muito difícil manter a concentração na leitura, quando um olho está no relógio e o outro não desgruda da porta. Às vezes, por azar, os assuntos não ajudam, e você se sente na sala de espera errada. Quantas vezes você não está no consultório do dentista e a revista manda você para o consultório do cirurgião plástico? Não, não, não: não dá para pensar em lipo quando você está envolvido da cabeça aos pés num tratamento de canal.
Leitura de consultório é diferente de leitura de salão de beleza. No cabeleireiro as revistas precisam ter muitas figurinhas, para funcionar como material didático ("Eu quero o meu ASSIM") e de discussão ("Você não acha isso PAVOROSO?").
Já no consultório é o oposto: quanto mais letrinhas, melhor. As revistas da sala de espera servem para você dar a impressão de que está absorto em alguma coisa que não o relógio ou a porta, de modo a erguer uma barreira protetora que impeça o paciente que acabou de chegar - aquele ali! - de alugar seu ouvido para contar toda a sua vida pregressa e seus problemas de saúde, nos mínimos detalhes.
(Como é que eu sei que você não é desses que chegam a uma sala de espera e imediatamente passam a contar seus problemas de saúde nos mínimos detalhes? Ora, porque você foi até o cesto do lado esquerdo do sofá catar esta revista bem lá no fundo.).
Infelizmente, nem todas as pessoas têm essa sua sorte de abrir uma revista na sala de espera e deparar com uma crônica antiga escrita especialmente para elas. Houve muitos casos em que os pacientes leram esta coluna quando a revista ainda era nova. Alguns ficaram um pouco confusos, sem entender como uma revista velha poderia ter previsto tantas coisas que estão acontecendo agora. Outros se deram conta de que esta página só teria toda a graça dali a uns meses, e pela primeira vez na vida se lamentaram por encontrar uma revista nova no consultório.
O quê? A moça da recepção falou "Pode entrar, é a sua vez?". Desculpe, eu estava tão distraído no nosso papo que nem ouvi. Posso pedir um favor antes de você entrar? Coloque esta revista de novo no cesto. Lá no fundo. Isto ainda poderá ser útil para outras pessoas.
RICARDO FREIRE, Ricardo. Para ler no consultório. 20 fev.2009. Para ler no consultório.
Disponível em: <http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,ERT43562-15230,00.html>
Acesso em: 08 maio 2013.
Assinale a alternativa em que o termo entre parênteses NÃO se refere ao termo sublinhado na frase.
INSTRUÇÕES: As questões de 21 a 30 dizem respeito ao conteúdo do TEXTO 1.
Leia-o atentamente antes de respondê-las.
TEXTO 1
Para ler no consultório
Esta é para você. É, você mesmo, que está nessa sala de espera, e mexeu no cesto de revistas velhas ali do ladinho esquerdo do sofá. Você foi lá, catou uma revista bem do fundo, e abriu logo nesta página - que coincidência: justamente a que foi escrita para você.
Você não sabe a confusão que deu quando esta crônica foi publicada. Choveram e-mails indignados. Como pode alguém desperdiçar a última página de uma revista de atualidades para se dirigir a pessoas que só lerão o texto quando esta for uma revista de desatualidades?
Posso ser sincero? Essas pessoas não entendem xongas de sala de espera. Da ansiedade de quem está na iminência de uma obturação. Ou a ponto de um checkup. Ou ainda à beira de uma consulta de rotina. Nesse momento, a única notícia nova que queremos ouvir é "Pode entrar, é a sua vez". Enquanto isso não acontece, tratamos de buscar apoio em quem está na sala há muito mais tempo do que nós: as revistas do cesto.
Por mais que se tente, entretanto, é muito difícil manter a concentração na leitura, quando um olho está no relógio e o outro não desgruda da porta. Às vezes, por azar, os assuntos não ajudam, e você se sente na sala de espera errada. Quantas vezes você não está no consultório do dentista e a revista manda você para o consultório do cirurgião plástico? Não, não, não: não dá para pensar em lipo quando você está envolvido da cabeça aos pés num tratamento de canal.
Leitura de consultório é diferente de leitura de salão de beleza. No cabeleireiro as revistas precisam ter muitas figurinhas, para funcionar como material didático ("Eu quero o meu ASSIM") e de discussão ("Você não acha isso PAVOROSO?").
Já no consultório é o oposto: quanto mais letrinhas, melhor. As revistas da sala de espera servem para você dar a impressão de que está absorto em alguma coisa que não o relógio ou a porta, de modo a erguer uma barreira protetora que impeça o paciente que acabou de chegar - aquele ali! - de alugar seu ouvido para contar toda a sua vida pregressa e seus problemas de saúde, nos mínimos detalhes.
(Como é que eu sei que você não é desses que chegam a uma sala de espera e imediatamente passam a contar seus problemas de saúde nos mínimos detalhes? Ora, porque você foi até o cesto do lado esquerdo do sofá catar esta revista bem lá no fundo.).
Infelizmente, nem todas as pessoas têm essa sua sorte de abrir uma revista na sala de espera e deparar com uma crônica antiga escrita especialmente para elas. Houve muitos casos em que os pacientes leram esta coluna quando a revista ainda era nova. Alguns ficaram um pouco confusos, sem entender como uma revista velha poderia ter previsto tantas coisas que estão acontecendo agora. Outros se deram conta de que esta página só teria toda a graça dali a uns meses, e pela primeira vez na vida se lamentaram por encontrar uma revista nova no consultório.
O quê? A moça da recepção falou "Pode entrar, é a sua vez?". Desculpe, eu estava tão distraído no nosso papo que nem ouvi. Posso pedir um favor antes de você entrar? Coloque esta revista de novo no cesto. Lá no fundo. Isto ainda poderá ser útil para outras pessoas.
RICARDO FREIRE, Ricardo. Para ler no consultório. 20 fev.2009. Para ler no consultório.
Disponível em: <http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,ERT43562-15230,00.html>
Acesso em: 08 maio 2013.
É CORRETO afirmar que
INSTRUÇÕES: As questões de 21 a 30 dizem respeito ao conteúdo do TEXTO 1.
Leia-o atentamente antes de respondê-las.
TEXTO 1
Para ler no consultório
Esta é para você. É, você mesmo, que está nessa sala de espera, e mexeu no cesto de revistas velhas ali do ladinho esquerdo do sofá. Você foi lá, catou uma revista bem do fundo, e abriu logo nesta página - que coincidência: justamente a que foi escrita para você.
Você não sabe a confusão que deu quando esta crônica foi publicada. Choveram e-mails indignados. Como pode alguém desperdiçar a última página de uma revista de atualidades para se dirigir a pessoas que só lerão o texto quando esta for uma revista de desatualidades?
Posso ser sincero? Essas pessoas não entendem xongas de sala de espera. Da ansiedade de quem está na iminência de uma obturação. Ou a ponto de um checkup. Ou ainda à beira de uma consulta de rotina. Nesse momento, a única notícia nova que queremos ouvir é "Pode entrar, é a sua vez". Enquanto isso não acontece, tratamos de buscar apoio em quem está na sala há muito mais tempo do que nós: as revistas do cesto.
Por mais que se tente, entretanto, é muito difícil manter a concentração na leitura, quando um olho está no relógio e o outro não desgruda da porta. Às vezes, por azar, os assuntos não ajudam, e você se sente na sala de espera errada. Quantas vezes você não está no consultório do dentista e a revista manda você para o consultório do cirurgião plástico? Não, não, não: não dá para pensar em lipo quando você está envolvido da cabeça aos pés num tratamento de canal.
Leitura de consultório é diferente de leitura de salão de beleza. No cabeleireiro as revistas precisam ter muitas figurinhas, para funcionar como material didático ("Eu quero o meu ASSIM") e de discussão ("Você não acha isso PAVOROSO?").
Já no consultório é o oposto: quanto mais letrinhas, melhor. As revistas da sala de espera servem para você dar a impressão de que está absorto em alguma coisa que não o relógio ou a porta, de modo a erguer uma barreira protetora que impeça o paciente que acabou de chegar - aquele ali! - de alugar seu ouvido para contar toda a sua vida pregressa e seus problemas de saúde, nos mínimos detalhes.
(Como é que eu sei que você não é desses que chegam a uma sala de espera e imediatamente passam a contar seus problemas de saúde nos mínimos detalhes? Ora, porque você foi até o cesto do lado esquerdo do sofá catar esta revista bem lá no fundo.).
Infelizmente, nem todas as pessoas têm essa sua sorte de abrir uma revista na sala de espera e deparar com uma crônica antiga escrita especialmente para elas. Houve muitos casos em que os pacientes leram esta coluna quando a revista ainda era nova. Alguns ficaram um pouco confusos, sem entender como uma revista velha poderia ter previsto tantas coisas que estão acontecendo agora. Outros se deram conta de que esta página só teria toda a graça dali a uns meses, e pela primeira vez na vida se lamentaram por encontrar uma revista nova no consultório.
O quê? A moça da recepção falou "Pode entrar, é a sua vez?". Desculpe, eu estava tão distraído no nosso papo que nem ouvi. Posso pedir um favor antes de você entrar? Coloque esta revista de novo no cesto. Lá no fundo. Isto ainda poderá ser útil para outras pessoas.
RICARDO FREIRE, Ricardo. Para ler no consultório. 20 fev.2009. Para ler no consultório.
Disponível em: <http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,ERT43562-15230,00.html>
Acesso em: 08 maio 2013.
Com base em sua leitura, é CORRETO afirmar que o autor
INSTRUÇÕES: As questões de 21 a 30 dizem respeito ao conteúdo do TEXTO 1.
Leia-o atentamente antes de respondê-las.
TEXTO 1
Para ler no consultório
Esta é para você. É, você mesmo, que está nessa sala de espera, e mexeu no cesto de revistas velhas ali do ladinho esquerdo do sofá. Você foi lá, catou uma revista bem do fundo, e abriu logo nesta página - que coincidência: justamente a que foi escrita para você.
Você não sabe a confusão que deu quando esta crônica foi publicada. Choveram e-mails indignados. Como pode alguém desperdiçar a última página de uma revista de atualidades para se dirigir a pessoas que só lerão o texto quando esta for uma revista de desatualidades?
Posso ser sincero? Essas pessoas não entendem xongas de sala de espera. Da ansiedade de quem está na iminência de uma obturação. Ou a ponto de um checkup. Ou ainda à beira de uma consulta de rotina. Nesse momento, a única notícia nova que queremos ouvir é "Pode entrar, é a sua vez". Enquanto isso não acontece, tratamos de buscar apoio em quem está na sala há muito mais tempo do que nós: as revistas do cesto.
Por mais que se tente, entretanto, é muito difícil manter a concentração na leitura, quando um olho está no relógio e o outro não desgruda da porta. Às vezes, por azar, os assuntos não ajudam, e você se sente na sala de espera errada. Quantas vezes você não está no consultório do dentista e a revista manda você para o consultório do cirurgião plástico? Não, não, não: não dá para pensar em lipo quando você está envolvido da cabeça aos pés num tratamento de canal.
Leitura de consultório é diferente de leitura de salão de beleza. No cabeleireiro as revistas precisam ter muitas figurinhas, para funcionar como material didático ("Eu quero o meu ASSIM") e de discussão ("Você não acha isso PAVOROSO?").
Já no consultório é o oposto: quanto mais letrinhas, melhor. As revistas da sala de espera servem para você dar a impressão de que está absorto em alguma coisa que não o relógio ou a porta, de modo a erguer uma barreira protetora que impeça o paciente que acabou de chegar - aquele ali! - de alugar seu ouvido para contar toda a sua vida pregressa e seus problemas de saúde, nos mínimos detalhes.
(Como é que eu sei que você não é desses que chegam a uma sala de espera e imediatamente passam a contar seus problemas de saúde nos mínimos detalhes? Ora, porque você foi até o cesto do lado esquerdo do sofá catar esta revista bem lá no fundo.).
Infelizmente, nem todas as pessoas têm essa sua sorte de abrir uma revista na sala de espera e deparar com uma crônica antiga escrita especialmente para elas. Houve muitos casos em que os pacientes leram esta coluna quando a revista ainda era nova. Alguns ficaram um pouco confusos, sem entender como uma revista velha poderia ter previsto tantas coisas que estão acontecendo agora. Outros se deram conta de que esta página só teria toda a graça dali a uns meses, e pela primeira vez na vida se lamentaram por encontrar uma revista nova no consultório.
O quê? A moça da recepção falou "Pode entrar, é a sua vez?". Desculpe, eu estava tão distraído no nosso papo que nem ouvi. Posso pedir um favor antes de você entrar? Coloque esta revista de novo no cesto. Lá no fundo. Isto ainda poderá ser útil para outras pessoas.
RICARDO FREIRE, Ricardo. Para ler no consultório. 20 fev.2009. Para ler no consultório.
Disponível em: <http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,ERT43562-15230,00.html>
Acesso em: 08 maio 2013.
É CORRETO afirmar que o texto
INSTRUÇÕES: As questões de 21 a 30 dizem respeito ao conteúdo do TEXTO 1.
Leia-o atentamente antes de respondê-las.
TEXTO 1
Para ler no consultório
Esta é para você. É, você mesmo, que está nessa sala de espera, e mexeu no cesto de revistas velhas ali do ladinho esquerdo do sofá. Você foi lá, catou uma revista bem do fundo, e abriu logo nesta página - que coincidência: justamente a que foi escrita para você.
Você não sabe a confusão que deu quando esta crônica foi publicada. Choveram e-mails indignados. Como pode alguém desperdiçar a última página de uma revista de atualidades para se dirigir a pessoas que só lerão o texto quando esta for uma revista de desatualidades?
Posso ser sincero? Essas pessoas não entendem xongas de sala de espera. Da ansiedade de quem está na iminência de uma obturação. Ou a ponto de um checkup. Ou ainda à beira de uma consulta de rotina. Nesse momento, a única notícia nova que queremos ouvir é "Pode entrar, é a sua vez". Enquanto isso não acontece, tratamos de buscar apoio em quem está na sala há muito mais tempo do que nós: as revistas do cesto.
Por mais que se tente, entretanto, é muito difícil manter a concentração na leitura, quando um olho está no relógio e o outro não desgruda da porta. Às vezes, por azar, os assuntos não ajudam, e você se sente na sala de espera errada. Quantas vezes você não está no consultório do dentista e a revista manda você para o consultório do cirurgião plástico? Não, não, não: não dá para pensar em lipo quando você está envolvido da cabeça aos pés num tratamento de canal.
Leitura de consultório é diferente de leitura de salão de beleza. No cabeleireiro as revistas precisam ter muitas figurinhas, para funcionar como material didático ("Eu quero o meu ASSIM") e de discussão ("Você não acha isso PAVOROSO?").
Já no consultório é o oposto: quanto mais letrinhas, melhor. As revistas da sala de espera servem para você dar a impressão de que está absorto em alguma coisa que não o relógio ou a porta, de modo a erguer uma barreira protetora que impeça o paciente que acabou de chegar - aquele ali! - de alugar seu ouvido para contar toda a sua vida pregressa e seus problemas de saúde, nos mínimos detalhes.
(Como é que eu sei que você não é desses que chegam a uma sala de espera e imediatamente passam a contar seus problemas de saúde nos mínimos detalhes? Ora, porque você foi até o cesto do lado esquerdo do sofá catar esta revista bem lá no fundo.).
Infelizmente, nem todas as pessoas têm essa sua sorte de abrir uma revista na sala de espera e deparar com uma crônica antiga escrita especialmente para elas. Houve muitos casos em que os pacientes leram esta coluna quando a revista ainda era nova. Alguns ficaram um pouco confusos, sem entender como uma revista velha poderia ter previsto tantas coisas que estão acontecendo agora. Outros se deram conta de que esta página só teria toda a graça dali a uns meses, e pela primeira vez na vida se lamentaram por encontrar uma revista nova no consultório.
O quê? A moça da recepção falou "Pode entrar, é a sua vez?". Desculpe, eu estava tão distraído no nosso papo que nem ouvi. Posso pedir um favor antes de você entrar? Coloque esta revista de novo no cesto. Lá no fundo. Isto ainda poderá ser útil para outras pessoas.
RICARDO FREIRE, Ricardo. Para ler no consultório. 20 fev.2009. Para ler no consultório.
Disponível em: <http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,ERT43562-15230,00.html>
Acesso em: 08 maio 2013.
No primeiro parágrafo, o termo “Esta” que introduz o período “Esta é para você.”, só NÃO pode se referir
Analise as seguintes afirmativas sobre responsabilização dos servidores públicos.
I. A absolvição na ação penal, por falta de provas ou ausência de dolo, não exclui a culpa administrativa e civil do servidor público que pode, assim, ser punido administrativamente e responsabilizado civilmente.
II. A responsabilização de que cuida a Constituição é a civil, visto que a administrativa decorre da situação estatutária e a penal está prevista no respectivo Código, em capítulo dedicado aos crimes funcionais.
III. Uma mesma conduta do servidor público pode configurar ilícito administrativo e ilícito penal, mas o processo administrativo disciplinar somente se inicia após a conclusão do processo crime, caso tenha restado comprovada a autoria.
A partir dessa análise, estão CORRETAS as afirmativas