Questões de Concurso Para técnico de contabilidade

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Q2774355 Português

É permitida mais de uma concordância para os verbos destacados em:

Alternativas
Q2774309 Português

A GENTE É VELHO...

Rubem Alves


A gente é velho quando, para descer uma escada, segura firme no corrimão. E os olhos olham para baixo para medir o tamanho dos degraus e a posição dos pés.

Quando eu era moço, não era assim. Não segurava no corrimão e não media degraus e pés. Descia os dois lances de escada do sobrado do meu avô com a mesma fúria com que um pianista toca o prelúdio 16, de Chopin. Ele, pianista, não pensa. Se pensasse, não conseguiria tocar, porque o pensamento não consegue seguir a velocidade das notas. Toca porque seus dedos sabem sem que a cabeça saiba. O pianista se abandona ao saber do corpo. Assim descia eu as escadas do sobradão do meu avô. Mas no dia em que o pé começou a tropeçar, a cabeça compreendeu que eles, os pés, já não sabiam como sabiam antes. Agora é preciso o corrimão. Depois virão as bengalas, corrimões portáteis que se leva por onde se vai.

A gente é velho quando, no restaurante, é preciso cuidado ao se levantar. Moço, as pernas sabem medir as distâncias que há debaixo da mesa. Mas, agora, é preciso olhar para medir a distância que há entre o pé da mesa e o bico do sapato. Há sempre o perigo de que o bico do sapato esbarre no pé da mesa e o pé da mesa lhe dê uma rasteira, você se estatelando no chão. Quando se é velho, até uma pequena queda pode se transformar em catástrofe. Há sempre o perigo de uma fratura.

A gente é velho quando é objeto de humilhações bondosas. Como aquela que aconteceu comigo 25 anos atrás. O metrô estava cheio. Jovem, segurei-me num balaústre. Notei então que uma jovem de uns 25 anos me olhava com um olhar amoroso. Olhei para ela. E houve um momento de suspensão romântica. Minha cabeça e meu coração se alegraram. Até o momento em que ela se levantou com um sorriso e me ofereceu o seu lugar. Foi um gesto de bondade. Com o seu gesto ela me dizia: "O senhor me traz memórias ternas do meu avô..."

A gente é velho quando entra no box do chuveiro com passos medrosos e cuidadosos. Há sempre o perigo de um escorregão. Por via das dúvidas, mandei instalar no box da minha casa uma daquelas barras metálicas horizontais que funcionam como corrimão.

A gente é velho quando começa a ter medo dos tapetes. Os tapetes são perigosos de duas maneiras. Há os pequenos tapetes de fundo liso, que escorregam. E há os grandes tapetes que ficam com as pontas levantadas e que fazem ondas. O pé dos velhos movimenta-se no arrasto e tropeça na ponta levantada do tapete ou na armadilha da onda.

A gente é velho quando começa a ter medo dos fotógrafos. Fugir das fotos de perfil porque nelas as barbelas de nelore aparecem. Nelore é um boi branco. Os pastos estão cheios deles, vivos, e as mesas também, sob o disfarce de bifes. E eles têm uma papada balançante, as barbelas, que vai da ponta do queixo (boi tem queixo?) até o peito. Velhice é quando as barbelas de nelore começam a aparecer. Aí vem a humilhação conclusiva. Prontas as fotos, eles nos mostram e dizem: "Como você está bem!"

A gente é velho quando, tendo de subir ao palco para dar uma palestra, tem sempre uma jovem simpática que nos oferece a mão, temendo que a gente se desequilibre e caia. A gente aceita o oferecimento com um sorriso. Nunca se sabe...

A gente é velho quando perde a vergonha e se desnuda fazendo as confissões que acabei de fazer...


Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff3010200704.htm Acesso em: 27 ago. 2016

Em alguns trechos, o narrador estabelece um diálogo com o leitor ou a ele se dirige. Isso ocorre em:

Alternativas
Q2769285 Atualidades

Analise os texto a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


No Brasil, o voto é obrigatório para todos os brasileiros com mais de 18 anos e menos de 70. O voto só é facultativo aos maiores de 16 e aos analfabetos. Mas muitas pessoas votam ser ter uma consciência política, apenas pela obrigação e não porque se identificam com as propostas do candidato. Atualmente, vários países, entre eles EUA, Alemanha e Inglaterra adotam o voto facultativo, pelo qual o cidadão decide livremente comparecer ou não às urnas. O ponto negativo é que o processo democrático pode acabar nas mãos de poucos ou estimular a prática do “voto de cabresto”, a troca do voto por benefícios pessoais.


Podemos concluir que o(s) texto(s)

Alternativas
Q2769257 Português

Marque a opção em que há um ditongo crescente oral.

Alternativas
Q2769239 Português

Leia o texto para responder às questões 1 a 6.

A mulher do vizinho


Contaram-me que, na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército, morava (ou mora) também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nos filhos do sueco.

O delegado resolveu passar uma chamada no homem e intimou-o a comparecer à delegacia.

O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo à ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:

— O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa chamada AUTORIDADES CONSTITUÍDAS? Não sabe que tem de conhecer as leis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada EXÉRCITO BRASILEIRO que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: duralex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.

Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:

— Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?

O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.

— Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general, ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, E FILHA DE UM GENERAL! Morou?

Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:

— Da ativa, minha senhora?

E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:

— Da ativa, Motinha! Sai dessa...

Fernando Sabino

“Foi então que a mulher do sueco interveio:” Sobre o verbo em destaque, marque a opção correta.

Alternativas
Q2769238 Português

Leia o texto para responder às questões 1 a 6.

A mulher do vizinho


Contaram-me que, na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército, morava (ou mora) também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nos filhos do sueco.

O delegado resolveu passar uma chamada no homem e intimou-o a comparecer à delegacia.

O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo à ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:

— O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa chamada AUTORIDADES CONSTITUÍDAS? Não sabe que tem de conhecer as leis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada EXÉRCITO BRASILEIRO que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: duralex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.

Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:

— Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?

O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.

— Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general, ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, E FILHA DE UM GENERAL! Morou?

Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:

— Da ativa, minha senhora?

E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:

— Da ativa, Motinha! Sai dessa...

Fernando Sabino

...compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. Sobre o termo destacado, indique a opção correta.

Alternativas
Q2769232 Português

Leia o texto para responder às questões 1 a 6.

A mulher do vizinho


Contaram-me que, na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército, morava (ou mora) também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nos filhos do sueco.

O delegado resolveu passar uma chamada no homem e intimou-o a comparecer à delegacia.

O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo à ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:

— O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa chamada AUTORIDADES CONSTITUÍDAS? Não sabe que tem de conhecer as leis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada EXÉRCITO BRASILEIRO que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: duralex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.

Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:

— Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?

O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.

— Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general, ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, E FILHA DE UM GENERAL! Morou?

Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:

— Da ativa, minha senhora?

E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:

— Da ativa, Motinha! Sai dessa...

Fernando Sabino

Em que parágrafo(s) se dá o clímax da história?

Alternativas
Q2769227 Português

Leia o texto para responder às questões 1 a 6.

A mulher do vizinho


Contaram-me que, na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército, morava (ou mora) também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nos filhos do sueco.

O delegado resolveu passar uma chamada no homem e intimou-o a comparecer à delegacia.

O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo à ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:

— O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa chamada AUTORIDADES CONSTITUÍDAS? Não sabe que tem de conhecer as leis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada EXÉRCITO BRASILEIRO que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: duralex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.

Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:

— Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?

O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.

— Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general, ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, E FILHA DE UM GENERAL! Morou?

Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:

— Da ativa, minha senhora?

E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:

— Da ativa, Motinha! Sai dessa...

Fernando Sabino

Sobre o texto, marque a opção CORRETA.

Alternativas
Q2758353 Contabilidade Geral

A Demonstração de Resultado do Exercício visa fornecer, de maneira esquematizada, os resultados – lucro ou prejuízo – auferidos pela empresa em determinado exercício social, os quais são transferidos para contas do Patrimônio Líquido. Nesse sentido, analise as contas abaixo:


I. Receita Bruta e Líquida de Vendas: refere- se ao valor nominal total das vendas de bens ou dos serviços prestados pela empresa, no exercício social considerado, antes de qualquer dedução.

II. Custo dos Produtos Vendidos e dos Serviços Prestados: representam todos os custos incorridos pela empresa em seu processo de fabricação ou prestação de serviços. Basicamente, são apurados pela atualização monetária, ou seja, corrigidos pela TR + 1% a.m.

III. Despesas Administrativas e de Vendas: além dos custos dos produtos que se verificam na atividade fabril, as empresas incorrem também em determinadas despesas oriundas da promoção, distribuição e vendas de seus produtos ou mercadorias, e de gestão de seus negócios. Essas despesas são definidas como operacionais.

IV. Outras Receitas/Despesas Operacionais: Compõem-se de itens que são provenientes da atividade objeto da empresa.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2758352 Análise de Balanços

Relativamente às Técnicas de Análise de Balanços e suas descrições, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.


Coluna 1

1. Análise Vertical.

2. Análise Horizontal.

3. Indicadores Econômico Financeiros.


Coluna 2

( ) Identifica a evolução dos diversos elementos patrimoniais e de resultados ao longo de determinado período de tempo. É uma análise temporal do crescimento da empresa, que permite avaliar a evolução das vendas, custos e despesas, aumento dos investimentos, entre outros aspectos.

( ) Permite conhecer a estrutura financeira e econômica da empresa, ou seja, a participação relativa de cada elemento patrimonial e de resultados.

( ) Procuram relacionar elementos afins das demonstrações contábeis de forma a melhor extrair conclusões sobre a situação da empresa.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q2758350 Matemática Financeira

Um dos procedimentos mais empregados para a avaliação de investimentos consiste na análise dos valores incrementais gerados pelos fluxos de caixas projetados, considerando o custo de oportunidade dos recursos investidos. Dentre as diferentes técnicas empregadas nas análises de valores gerados por projetos de investimento, estão:


I. Valor Presente Líquido: geralmente representado pelas iniciais VPL ou VAL, ou ainda, NPV, resulta da adição de todos os fluxos de caixa na data zero.

II. Valor Futuro Líquido: posiciona todos os fluxos em uma mesma data, obtendo um valor líquido do investimento inicial. O método do valor futuro líquido carrega todos os fluxos de caixa para a data terminal n.

III. Valor Uniforme Líquido: converte todo o fluxo de caixa do projeto em uma série de capitais iguais e postecipados entre as datas 1 e n.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2758349 Contabilidade Geral

Para responder às questões 54 a 56, considere as informações abaixo:


A Cia Rosada apresenta os seguintes dados contábeis em 31/12/X15 (em R$):


Caixa: 100.000,00

Fornecedores:

200.000,00

Capital Social:

400.000,00

Estoque: 420.000,00

Duplicatas a

Receber:

200.000,00

Empréstimos

Bancários:

120.000,00

Ações em outras

Cias: 1.000.000,00

Lucros Acumulados:

400.000,00

Impostos a Pagar:

500.000,00

Máquinas e

Equipamentos:

100.000,00

Salários a Pagar:

300.000,00

Adiantamento a

Empregados:

100.000,00


O montante do Ativo Circulante da empresa Cia Rosada é:

Alternativas
Q2758348 Contabilidade Pública

Restos a Pagar processados constituem-se, em Contabilidade Pública, as despesas que foram:

Alternativas
Q2758347 Contabilidade Pública

Quanto a sua natureza, a despesa orçamentária pode ser classificada da seguinte forma:

Alternativas
Q2758346 Contabilidade Pública

A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis para atender a despesa e será precedida de exposição justificada. Consideram-se recursos para atender a abertura dos créditos suplementares e especiais, desde que não comprometidos, entre outros:

Alternativas
Q2758345 Administração Financeira e Orçamentária

Princípios Orçamentários são premissas e recomendações que cercam a instituição orçamentária, visando dar-lhe consistência para a elaboração do orçamento. Em relação aos conceitos apresentados, assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, nas assertivas abaixo.


( ) A necessidade de autorização legislativa para a instituição de fundos assegura a observância escrita do princípio de não vinculação ou não afetação da receita pública.

( ) Na autorização para abertura de créditos especiais, na própria Lei Orçamentária, é uma das exceções a aplicação do princípio da exclusividade, de acordo com a atual constituição.

( ) A modificação legal dos exercícios financeiros para julho-junho é compatível com o princípio da anualidade.

( ) O recurso das operações de credito é uma das formas de garantir a observância formal do princípio do equilíbrio.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q2758344 Administração Financeira e Orçamentária

________________ são despesas resultantes de compromissos assumidos, em exercícios anteriores àquele em que for ocorrer o pagamento, para os quais não existe __________________ inscrito em _________________ porque foi cancelado ou não foi empenhado na época devida.


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

Alternativas
Q2758343 Contabilidade de Custos

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2 de acordo com os conceitos de Métodos de Custeio para apuração dos custos de produção do período nas empresas.


Coluna 1

1. Custeio por Absorção.

2. Custeio Variável.

3. Custeio Direto.

4. Custeio ABC.


Coluna 2

( ) Caracteriza-se por apropriar ao custo de produção do período, somente os custos variáveis de produção.

( ) Método de custeio para fins gerenciais, não sendo admitido seu uso para efeitos contábil e fiscal.

( ) Caracteriza-se por apropriar os custos indiretos inicialmente às atividades e, em uma etapa seguinte, aos produtos, serviços ou outros objetos de custeio que demandaram tais atividades.

( ) Caracteriza-se por apropriar ao custo dos produtos todos os custos fixos e custos variáveis.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q2758342 Contabilidade de Custos

De acordo com Ribeiro, o Custo dos Produtos Vendidos compreende a soma dos materiais, mão de obra e gastos gerais de fabricação aplicados ou consumidos na fabricação dos produtos que foram fabricados e vendidos pela empresa. Em relação aos conceitos de custos, atribuídos quando da Demonstração do Custo dos Produtos Vendidos, assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, nas assertivas abaixo.


( ) Custo Primário compreende a matéria- prima e a mão de obra direta.

( ) Custo Direto compreende a matéria-prima, a mão de obra indireta, materiais secundários e materiais de embalagem e possíveis gastos gerais de fabricação diretos.

( ) Custo de Transformação compreende a soma com mão de obra direta e indireta, com os gastos gerais de fabricação diretos e indiretos, aplicados na transformação dos materiais em produtos.

( ) Custo de Produção compreende o custo de produção do período menos o estoque inicial de produtos em elaboração.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q2758341 Contabilidade Geral

Os Princípios da Contabilidade representam a essência das doutrinas e teorias relativas à Ciência da Contabilidade, cujo objeto é o Patrimônio das Entidades. O Princípio que determina a adoção do menor valor para os componentes do Ativo e do maior valor para os componentes do Passivo, sempre que se apresentem alternativas igualmente válidas para a quantificação das mutações patrimoniais que alterem o Patrimônio Líquido, denomina-se:

Alternativas
Respostas
15421: C
15422: C
15423: B
15424: E
15425: A
15426: E
15427: B
15428: A
15429: C
15430: B
15431: E
15432: D
15433: A
15434: A
15435: C
15436: E
15437: C
15438: A
15439: C
15440: A