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Q3784945 Português

Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café

 

Tem gente que diz que felicidade é uma xícara de café quente. Pode até ser. Mas a verdade é que essa felicidade tem prazo de validade. E não é longo. Basta dar uma distraída, responder um e-mail, ou se perder num papo, e pronto: o café já esfriou — e com ele, boa parte do encanto.

É que o café, meus amigos, é um pouco como o amor no verão: intenso, cheio de aroma e calor, mas fugaz. Não dá para segurar por muito tempo. Ele nasce vibrante, perfumado, cheio de promessas e vai embora pela borda da xícara enquanto a gente pensa na vida.

A ciência, que tudo explica, mas nem sempre entende, mostra que à medida que a temperatura do café cai, os tais compostos voláteis, que são como os perfumes que sentimos ao passar por alguém interessante, simplesmente evaporam. Vão embora como o cheiro de um bom domingo, e levam junto a alma da bebida.

E tem mais: nosso paladar também é meio temperamental. Quando o café está "pelando", sentimos pouco. Quando esfria demais, também. Mas naquele meio do caminho, ali pelos 40 e poucos graus, é onde mora a magia. É quando o café se mostra como é de verdade, com suas notas de frutas, flores, chocolates, caramelos... Ou aquele amargor triste de um grão mal tratado.

Fiz o teste. Café coado com carinho, tomado aos poucos, marcando no relógio. Nos primeiros goles, quente demais. Depois de uns 10, 15 minutos... Ah, aí sim. O sabor aparece, elegante, equilibrado. Uns toques de acidez, doçura no fundo.

Trinta minutos depois, ele começa a se despedir. Ainda está ali, mas já não brilha como antes. Com uma hora... Bom, aí já virou outra coisa. Frio, opaco, um pouco melancólico. Como uma festa que durou demais. Ah, e nem pense em colocar no micro-ondas. Aquilo ali é como tentar reviver um amor antigo com uma mensagem no WhatsApp às duas da manhã: pode até esquentar, mas nunca mais vai ser a mesma coisa. O sabor volta torto, cozido, com gosto de ontem.

A solução? Tratar o café com respeito: pré-aquecer a xícara, usar uma tampinha, servir menos por vez. Ou investir numa daquelas canecas tecnológicas que mantêm tudo na temperatura certa, um luxo necessário para quem não quer ver o melhor do café evaporar antes da hora.

No fim das contas, tomar café é quase um ato de presença, um exercício de atenção: é estar ali, de verdade, nos primeiros minutos, quando o sabor ainda canta. Porque se tem uma lição que o café ensina, é essa: o melhor da vida tem hora marcada e passa rápido.

 

Fonte: Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café | CNN Brasil V&G

Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo termo em destaque no período: E tem mais: nosso paladar também é meio temperamental.
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Q3784944 Português

Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café

 

Tem gente que diz que felicidade é uma xícara de café quente. Pode até ser. Mas a verdade é que essa felicidade tem prazo de validade. E não é longo. Basta dar uma distraída, responder um e-mail, ou se perder num papo, e pronto: o café já esfriou — e com ele, boa parte do encanto.

É que o café, meus amigos, é um pouco como o amor no verão: intenso, cheio de aroma e calor, mas fugaz. Não dá para segurar por muito tempo. Ele nasce vibrante, perfumado, cheio de promessas e vai embora pela borda da xícara enquanto a gente pensa na vida.

A ciência, que tudo explica, mas nem sempre entende, mostra que à medida que a temperatura do café cai, os tais compostos voláteis, que são como os perfumes que sentimos ao passar por alguém interessante, simplesmente evaporam. Vão embora como o cheiro de um bom domingo, e levam junto a alma da bebida.

E tem mais: nosso paladar também é meio temperamental. Quando o café está "pelando", sentimos pouco. Quando esfria demais, também. Mas naquele meio do caminho, ali pelos 40 e poucos graus, é onde mora a magia. É quando o café se mostra como é de verdade, com suas notas de frutas, flores, chocolates, caramelos... Ou aquele amargor triste de um grão mal tratado.

Fiz o teste. Café coado com carinho, tomado aos poucos, marcando no relógio. Nos primeiros goles, quente demais. Depois de uns 10, 15 minutos... Ah, aí sim. O sabor aparece, elegante, equilibrado. Uns toques de acidez, doçura no fundo.

Trinta minutos depois, ele começa a se despedir. Ainda está ali, mas já não brilha como antes. Com uma hora... Bom, aí já virou outra coisa. Frio, opaco, um pouco melancólico. Como uma festa que durou demais. Ah, e nem pense em colocar no micro-ondas. Aquilo ali é como tentar reviver um amor antigo com uma mensagem no WhatsApp às duas da manhã: pode até esquentar, mas nunca mais vai ser a mesma coisa. O sabor volta torto, cozido, com gosto de ontem.

A solução? Tratar o café com respeito: pré-aquecer a xícara, usar uma tampinha, servir menos por vez. Ou investir numa daquelas canecas tecnológicas que mantêm tudo na temperatura certa, um luxo necessário para quem não quer ver o melhor do café evaporar antes da hora.

No fim das contas, tomar café é quase um ato de presença, um exercício de atenção: é estar ali, de verdade, nos primeiros minutos, quando o sabor ainda canta. Porque se tem uma lição que o café ensina, é essa: o melhor da vida tem hora marcada e passa rápido.

 

Fonte: Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café | CNN Brasil V&G

Assinale a alternativa na qual as duas palavras sejam acentuadas pela mesma regra:  
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Q3784943 Português

Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café

 

Tem gente que diz que felicidade é uma xícara de café quente. Pode até ser. Mas a verdade é que essa felicidade tem prazo de validade. E não é longo. Basta dar uma distraída, responder um e-mail, ou se perder num papo, e pronto: o café já esfriou — e com ele, boa parte do encanto.

É que o café, meus amigos, é um pouco como o amor no verão: intenso, cheio de aroma e calor, mas fugaz. Não dá para segurar por muito tempo. Ele nasce vibrante, perfumado, cheio de promessas e vai embora pela borda da xícara enquanto a gente pensa na vida.

A ciência, que tudo explica, mas nem sempre entende, mostra que à medida que a temperatura do café cai, os tais compostos voláteis, que são como os perfumes que sentimos ao passar por alguém interessante, simplesmente evaporam. Vão embora como o cheiro de um bom domingo, e levam junto a alma da bebida.

E tem mais: nosso paladar também é meio temperamental. Quando o café está "pelando", sentimos pouco. Quando esfria demais, também. Mas naquele meio do caminho, ali pelos 40 e poucos graus, é onde mora a magia. É quando o café se mostra como é de verdade, com suas notas de frutas, flores, chocolates, caramelos... Ou aquele amargor triste de um grão mal tratado.

Fiz o teste. Café coado com carinho, tomado aos poucos, marcando no relógio. Nos primeiros goles, quente demais. Depois de uns 10, 15 minutos... Ah, aí sim. O sabor aparece, elegante, equilibrado. Uns toques de acidez, doçura no fundo.

Trinta minutos depois, ele começa a se despedir. Ainda está ali, mas já não brilha como antes. Com uma hora... Bom, aí já virou outra coisa. Frio, opaco, um pouco melancólico. Como uma festa que durou demais. Ah, e nem pense em colocar no micro-ondas. Aquilo ali é como tentar reviver um amor antigo com uma mensagem no WhatsApp às duas da manhã: pode até esquentar, mas nunca mais vai ser a mesma coisa. O sabor volta torto, cozido, com gosto de ontem.

A solução? Tratar o café com respeito: pré-aquecer a xícara, usar uma tampinha, servir menos por vez. Ou investir numa daquelas canecas tecnológicas que mantêm tudo na temperatura certa, um luxo necessário para quem não quer ver o melhor do café evaporar antes da hora.

No fim das contas, tomar café é quase um ato de presença, um exercício de atenção: é estar ali, de verdade, nos primeiros minutos, quando o sabor ainda canta. Porque se tem uma lição que o café ensina, é essa: o melhor da vida tem hora marcada e passa rápido.

 

Fonte: Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café | CNN Brasil V&G

Assinale a alternativa na qual a letra c NÃO represente o mesmo fonema representado pela letra c na palavra xícara
Alternativas
Q3784942 Português

Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café

 

Tem gente que diz que felicidade é uma xícara de café quente. Pode até ser. Mas a verdade é que essa felicidade tem prazo de validade. E não é longo. Basta dar uma distraída, responder um e-mail, ou se perder num papo, e pronto: o café já esfriou — e com ele, boa parte do encanto.

É que o café, meus amigos, é um pouco como o amor no verão: intenso, cheio de aroma e calor, mas fugaz. Não dá para segurar por muito tempo. Ele nasce vibrante, perfumado, cheio de promessas e vai embora pela borda da xícara enquanto a gente pensa na vida.

A ciência, que tudo explica, mas nem sempre entende, mostra que à medida que a temperatura do café cai, os tais compostos voláteis, que são como os perfumes que sentimos ao passar por alguém interessante, simplesmente evaporam. Vão embora como o cheiro de um bom domingo, e levam junto a alma da bebida.

E tem mais: nosso paladar também é meio temperamental. Quando o café está "pelando", sentimos pouco. Quando esfria demais, também. Mas naquele meio do caminho, ali pelos 40 e poucos graus, é onde mora a magia. É quando o café se mostra como é de verdade, com suas notas de frutas, flores, chocolates, caramelos... Ou aquele amargor triste de um grão mal tratado.

Fiz o teste. Café coado com carinho, tomado aos poucos, marcando no relógio. Nos primeiros goles, quente demais. Depois de uns 10, 15 minutos... Ah, aí sim. O sabor aparece, elegante, equilibrado. Uns toques de acidez, doçura no fundo.

Trinta minutos depois, ele começa a se despedir. Ainda está ali, mas já não brilha como antes. Com uma hora... Bom, aí já virou outra coisa. Frio, opaco, um pouco melancólico. Como uma festa que durou demais. Ah, e nem pense em colocar no micro-ondas. Aquilo ali é como tentar reviver um amor antigo com uma mensagem no WhatsApp às duas da manhã: pode até esquentar, mas nunca mais vai ser a mesma coisa. O sabor volta torto, cozido, com gosto de ontem.

A solução? Tratar o café com respeito: pré-aquecer a xícara, usar uma tampinha, servir menos por vez. Ou investir numa daquelas canecas tecnológicas que mantêm tudo na temperatura certa, um luxo necessário para quem não quer ver o melhor do café evaporar antes da hora.

No fim das contas, tomar café é quase um ato de presença, um exercício de atenção: é estar ali, de verdade, nos primeiros minutos, quando o sabor ainda canta. Porque se tem uma lição que o café ensina, é essa: o melhor da vida tem hora marcada e passa rápido.

 

Fonte: Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café | CNN Brasil V&G

Assinale a alternativa na qual as duas palavras possuam dígrafos:  
Alternativas
Q3784941 Português

Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café

 

Tem gente que diz que felicidade é uma xícara de café quente. Pode até ser. Mas a verdade é que essa felicidade tem prazo de validade. E não é longo. Basta dar uma distraída, responder um e-mail, ou se perder num papo, e pronto: o café já esfriou — e com ele, boa parte do encanto.

É que o café, meus amigos, é um pouco como o amor no verão: intenso, cheio de aroma e calor, mas fugaz. Não dá para segurar por muito tempo. Ele nasce vibrante, perfumado, cheio de promessas e vai embora pela borda da xícara enquanto a gente pensa na vida.

A ciência, que tudo explica, mas nem sempre entende, mostra que à medida que a temperatura do café cai, os tais compostos voláteis, que são como os perfumes que sentimos ao passar por alguém interessante, simplesmente evaporam. Vão embora como o cheiro de um bom domingo, e levam junto a alma da bebida.

E tem mais: nosso paladar também é meio temperamental. Quando o café está "pelando", sentimos pouco. Quando esfria demais, também. Mas naquele meio do caminho, ali pelos 40 e poucos graus, é onde mora a magia. É quando o café se mostra como é de verdade, com suas notas de frutas, flores, chocolates, caramelos... Ou aquele amargor triste de um grão mal tratado.

Fiz o teste. Café coado com carinho, tomado aos poucos, marcando no relógio. Nos primeiros goles, quente demais. Depois de uns 10, 15 minutos... Ah, aí sim. O sabor aparece, elegante, equilibrado. Uns toques de acidez, doçura no fundo.

Trinta minutos depois, ele começa a se despedir. Ainda está ali, mas já não brilha como antes. Com uma hora... Bom, aí já virou outra coisa. Frio, opaco, um pouco melancólico. Como uma festa que durou demais. Ah, e nem pense em colocar no micro-ondas. Aquilo ali é como tentar reviver um amor antigo com uma mensagem no WhatsApp às duas da manhã: pode até esquentar, mas nunca mais vai ser a mesma coisa. O sabor volta torto, cozido, com gosto de ontem.

A solução? Tratar o café com respeito: pré-aquecer a xícara, usar uma tampinha, servir menos por vez. Ou investir numa daquelas canecas tecnológicas que mantêm tudo na temperatura certa, um luxo necessário para quem não quer ver o melhor do café evaporar antes da hora.

No fim das contas, tomar café é quase um ato de presença, um exercício de atenção: é estar ali, de verdade, nos primeiros minutos, quando o sabor ainda canta. Porque se tem uma lição que o café ensina, é essa: o melhor da vida tem hora marcada e passa rápido.

 

Fonte: Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café | CNN Brasil V&G

Assinale a alternativa que apresente termo que, ao ser usado no período, estabeleça o sentido contrário ao original no texto: É que o café, meus amigos, é um pouco como o amor no verão: intenso, cheio de aroma e calor, mas fugaz. 
Alternativas
Q3784940 Português

Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café

 

Tem gente que diz que felicidade é uma xícara de café quente. Pode até ser. Mas a verdade é que essa felicidade tem prazo de validade. E não é longo. Basta dar uma distraída, responder um e-mail, ou se perder num papo, e pronto: o café já esfriou — e com ele, boa parte do encanto.

É que o café, meus amigos, é um pouco como o amor no verão: intenso, cheio de aroma e calor, mas fugaz. Não dá para segurar por muito tempo. Ele nasce vibrante, perfumado, cheio de promessas e vai embora pela borda da xícara enquanto a gente pensa na vida.

A ciência, que tudo explica, mas nem sempre entende, mostra que à medida que a temperatura do café cai, os tais compostos voláteis, que são como os perfumes que sentimos ao passar por alguém interessante, simplesmente evaporam. Vão embora como o cheiro de um bom domingo, e levam junto a alma da bebida.

E tem mais: nosso paladar também é meio temperamental. Quando o café está "pelando", sentimos pouco. Quando esfria demais, também. Mas naquele meio do caminho, ali pelos 40 e poucos graus, é onde mora a magia. É quando o café se mostra como é de verdade, com suas notas de frutas, flores, chocolates, caramelos... Ou aquele amargor triste de um grão mal tratado.

Fiz o teste. Café coado com carinho, tomado aos poucos, marcando no relógio. Nos primeiros goles, quente demais. Depois de uns 10, 15 minutos... Ah, aí sim. O sabor aparece, elegante, equilibrado. Uns toques de acidez, doçura no fundo.

Trinta minutos depois, ele começa a se despedir. Ainda está ali, mas já não brilha como antes. Com uma hora... Bom, aí já virou outra coisa. Frio, opaco, um pouco melancólico. Como uma festa que durou demais. Ah, e nem pense em colocar no micro-ondas. Aquilo ali é como tentar reviver um amor antigo com uma mensagem no WhatsApp às duas da manhã: pode até esquentar, mas nunca mais vai ser a mesma coisa. O sabor volta torto, cozido, com gosto de ontem.

A solução? Tratar o café com respeito: pré-aquecer a xícara, usar uma tampinha, servir menos por vez. Ou investir numa daquelas canecas tecnológicas que mantêm tudo na temperatura certa, um luxo necessário para quem não quer ver o melhor do café evaporar antes da hora.

No fim das contas, tomar café é quase um ato de presença, um exercício de atenção: é estar ali, de verdade, nos primeiros minutos, quando o sabor ainda canta. Porque se tem uma lição que o café ensina, é essa: o melhor da vida tem hora marcada e passa rápido.

 

Fonte: Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café | CNN Brasil V&G

Assinale a alternativa que apresente o tipo de relação estabelecida entre os períodos do texto pelo termo em destaque no período: Mas a verdade é que essa felicidade tem prazo de validade. 
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Ano: 2025 Banca: IF-SP Órgão: IF-SP Prova: IF-SP - 2025 - IF-SP - Técnico em Contabilidade |
Q3781726 Contabilidade Pública

No Início de Janeiro de 2025, o Campus ABC tinha os seguintes valores em seu Balanço Orçamentário:



Imagem associada para resolução da questão


Neste mesmo mês, a Contabilidade empenhou:



• R$ 28.800,00 para os contratos vigentes;


• R$ 13.200,00 para compra de material de almoxarifado;


• R$ 2.000,00 para despesas de exercício anteriores referente a fatura de energia de competência de dez/24.



Também foram liquidados pela contabilidade:



• R$ 44.000,00 dos empenhos não processados em 2024 de despesas correntes;


• R$ 18.200,00 dos empenhos do exercício.



Após os lançamentos acima, e sabendo que não houveram outros lançamentos, qual o saldo total dos “Restos a Pagar não Processados” no final do mês de Janeiro de 2025?

Alternativas
Ano: 2025 Banca: IF-SP Órgão: IF-SP Prova: IF-SP - 2025 - IF-SP - Técnico em Contabilidade |
Q3781725 Contabilidade Pública
De acordo com a Lei n. 4.320/64, as receitas classificam-se nas seguintes categorias econômicas: Receitas correntes e Receitas de Capital. Quanto a isso é correto afirmar que:
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Ano: 2025 Banca: IF-SP Órgão: IF-SP Prova: IF-SP - 2025 - IF-SP - Técnico em Contabilidade |
Q3781724 Contabilidade Geral
Sobre ativos e passivos contingentes, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas: ( ) A entidade não deve reconhecer um passivo contingente.

( ) O passivo contingente é divulgado quando for provável a entrada de benefícios econômicos.
( ) O ativo contingente é divulgado, a menos que seja remota a possibilidade de uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos.
( ) Os ativos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações contábeis, uma vez que pode tratar-se de resultado que nunca venha a ser realizado.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IF-SP Órgão: IF-SP Prova: IF-SP - 2025 - IF-SP - Técnico em Contabilidade |
Q3781723 Contabilidade Pública
A estruturação das contas, no Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP), baseou-se na separação das contas contábeis em três grandes grupos, conforme as características dos atos e fatos registrados, possibilitando assim uma melhor organização dos dados e facilitando a análise das informações segundo sua natureza. O PCASP está estruturado de acordo com as naturezas das informações contábeis constantes na alternativa:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IF-SP Órgão: IF-SP Prova: IF-SP - 2025 - IF-SP - Técnico em Contabilidade |
Q3781722 Direito Administrativo
Ao iniciar a fase de Habilitação de um processo de licitação verificou-se que, embora a empresa vencedora atendesse todas as exigências de habilitação definidas no edital, ela havia sido criada naquele exercício financeiro e portanto, não tinha os demonstrativos contábeis dos últimos dois exercícios sociais. Conforme a Lei de Licitações e Contratos n. 14.133 de abril de 2021, qual procedimento correto para esses casos?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IF-SP Órgão: IF-SP Prova: IF-SP - 2025 - IF-SP - Técnico em Contabilidade |
Q3781721 Contabilidade Geral
Ao investimento inicial, feito pelos proprietários de uma empresa, é registrado pela contabilidade em uma conta contábil que recebe o nome de:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IF-SP Órgão: IF-SP Prova: IF-SP - 2025 - IF-SP - Técnico em Contabilidade |
Q3781720 Contabilidade Pública
A informação contábil é produzida e divulgada com o propósito de apoiar a prestação de contas, a responsabilização e a tomada de decisão, devendo apresentar características qualitativas que garantam sua utilidade e auxiliem no cumprimento dos seus objetivos. De acordo com o MCASP (2025) são características qualitativas da informação contábil as apresentadas na alternativa:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IF-SP Órgão: IF-SP Prova: IF-SP - 2025 - IF-SP - Técnico em Contabilidade |
Q3781719 Direito Financeiro
A CF/88, em seu art. 165, estabeleceu a estrutura orçamentária nacional, composta por três instrumentos interligados: o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA). A LOA é o instrumento anual que operacionaliza o orçamento público, possibilitando a implementação e manutenção das políticas públicas previstas no planejamento governamental.

Quanto a LOA, podemos afirmar que, para o exercício financeiro a que se refere, ela:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IF-SP Órgão: IF-SP Prova: IF-SP - 2025 - IF-SP - Técnico em Contabilidade |
Q3781718 Administração Financeira e Orçamentária
“Restos a pagar” são todas as despesas devidamente empenhadas, no exercício corrente ou em exercícios anteriores, mas que não foram pagas até 31 de dezembro do exercício financeiro atual, distinguindo-se as processadas das não processadas.
Considerando um empenho emitido em 10 de novembro do exercício atual para compra de carteiras escolares, com prazo de 60 dias corridos para a entrega, no qual, em 31 de dezembro do exercício financeiro em questão, não se cumpriram os termos do art. 63 da Lei n. 4.320/1964. Este empenho será inscrito em “Restos a pagar”?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IF-SP Órgão: IF-SP Prova: IF-SP - 2025 - IF-SP - Técnico em Contabilidade |
Q3781717 Contabilidade Pública
Conforme a Lei n. 4.320/1964, o empenho de despesa é o ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado obrigação de pagamento, pendente ou não de implemento de condição.

Em relação as despesas públicas, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IF-SP Órgão: IF-SP Prova: IF-SP - 2025 - IF-SP - Técnico em Contabilidade |
Q3781716 Contabilidade Geral
Sobre Patrimônio Líquido, considere as afirmações a seguir:

I. São contas do Patrimônio Líquido: Capital Social; Prejuízos Acumulados; Dividendos a Pagar.
II. Passivo a Descoberto ocorre quando a soma dos saldos das contas do ativo for maior que a soma dos saldos das contas do passivo.
III. Patrimônio Líquido é a participação residual nos ativos da entidade após a dedução de todos os seus passivos.
IV. O valor contábil total do patrimônio líquido não é mensurado diretamente. Equivale ao total dos valores contábeis de todos os ativos reconhecidos menos o total dos valores contábeis de todos os passivos reconhecidos

São CORRETAS as afirmações:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IF-SP Órgão: IF-SP Prova: IF-SP - 2025 - IF-SP - Técnico em Contabilidade |
Q3781715 Contabilidade Geral
O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, na Norma NBC TG 27 (R4), define Depreciação como “a alocação sistemática do valor depreciável de um ativo ao longo da sua vida útil”. Sobre depreciação, considere as afirmações a seguir:

I. Cada componente de um item do ativo imobilizado com custo significativo em relação ao custo total do item deve ser depreciado separadamente.
II. A depreciação do ativo se inicia quando este está disponível para uso, ou seja, quando está no local e em condição de funcionamento na forma pretendida pela administração.
III. Com algumas exceções, como as pedreiras e os locais usados como aterro, os terrenos têm vida útil ilimitada e, portanto, não são depreciados. Os edifícios têm vida útil limitada e, por isso, são ativos depreciáveis.
IV. O método dos saldos decrescentes resulta em despesa crescente durante a vida útil.

São CORRETAS as afirmações:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IF-SP Órgão: IF-SP Prova: IF-SP - 2025 - IF-SP - Técnico em Contabilidade |
Q3781714 Contabilidade de Custos
O sistema de custo padrão é uma importante ferramenta de controle gerencial, pois permite comparar custos reais com custos planejados, identificando variações e possibilitando a correção de desvios. Os componentes do custo padrão podem ser classificados em padrões físicos e padrões financeiros.

Com base nessa informação, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IF-SP Órgão: IF-SP Prova: IF-SP - 2025 - IF-SP - Técnico em Contabilidade |
Q3781713 Contabilidade de Custos
De acordo com CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, o objetivo da Norma NBC TG 16 (R2) é “estabelecer o tratamento contábil para os estoques. A questão fundamental na contabilização dos estoques é quanto ao valor do custo a ser reconhecido como ativo e mantido nos registros até que as espectivas receitas sejam reconhecidas. Esta Norma proporciona orientação sobre a determinação do valor de custo dos estoques e sobre o seu subsequente reconhecimento como despesa em resultado, incluindo qualquer redução ao valor realizável líquido. Também proporciona orientação sobre o método e os critérios usados para atribuir custos aos estoques”.
Sobre critérios de valoração de estoque, considere as afirmações a seguir:

I. A entidade deve usar o mesmo critério de custeio para todos os estoques que tenham natureza e uso semelhantes para a entidade.
II. Para os estoques que tenham outra natureza ou uso, não podem justificar-se diferentes critérios de valoração.
III. O critério PEPS (Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair) pressupõe que os itens de estoque que foram comprados ou produzidos primeiro sejam vendidos em primeiro lugar e, consequentemente, os itens que permanecerem em estoque no fim do período sejam os mais recentemente comprados ou produzidos.
IV. Pelo critério do custo médio ponderado, o custo de cada item é determinado a partir da média ponderada do custo de itens semelhantes no começo de um período e do custo dos mesmos itens comprados ou produzidos durante o período.
V. Os estoques usados em um segmento de negócio podem ter um uso para a entidade diferente do mesmo tipo de estoques usados em outro segmento de negócio. Porém, uma diferença na localização geográfica dos estoques (ou nas respectivas normas fiscais), por si só, não é suficiente para justificar o uso de diferentes critérios de valoração do estoque.

Estão CORRETAS as afirmações:
Alternativas
Respostas
1421: C
1422: B
1423: E
1424: D
1425: A
1426: C
1427: C
1428: D
1429: B
1430: A
1431: D
1432: C
1433: C
1434: B
1435: A
1436: D
1437: D
1438: B
1439: A
1440: D