Questões de Concurso Para técnico de contabilidade

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Q2053579 Contabilidade Geral
O encerramento de todas as contas de Receitas e de Despesas, ao final de cada exercício social, tem por finalidade a determinação: 
Alternativas
Q2053578 Contabilidade Geral
No Plano de Contas de uma empresa, existem contas que identificam o ramo de suas atividades. Analisando os Planos de Contas de três empresas, verificou-se o seguinte: Na empresa 1, havia, no Ativo Circulante, a conta “Estoque de Produtos Acabados”; na empresa 2, havia, no Passivo Circulante, uma conta denominada “Reserva Matemática” e, na empresa 3, havia, nas Contas de Resultados, a conta “Custo dos Medicamentos Vendidos”. Indique o ramo de atividade exercido, respectivamente, por cada uma das empresas:
Alternativas
Q2053577 Contabilidade Geral
Na ótica contábil, o patrimônio corresponde a bens, direitos e obrigações, a que a teoria patrimonialista atribuiu a terminologia de Ativo, Passivo e Patrimônio Líquido. O Ativo de uma empresa corresponde:
Alternativas
Q2053576 Contabilidade Geral
Correlacione os tipos de contas citados abaixo e suas respectivas funções.
1) Despesas Administrativas                  ( ) Conta de Ativo Circulante 2) Duplicatas a Pagar                             ( ) Conta de Resultado 3) Duplicatas a Receber                         ( ) Conta de Passivo 4) Móveis e Utensílios                            ( ) Conta do Patrimônio Líquido 5) Capital Social                                      ( ) Conta de Ativo Imobilizado
A sequência correta de cima para baixo é:
Alternativas
Q2053575 Contabilidade Geral
É uma conta classificável no Ativo Não Circulante – Realizável a Longo Prazo:  
Alternativas
Q2053574 Contabilidade Geral
O total do Ativo menos o total do Passivo é igual ao Patrimônio Líquido. Uma empresa que tenha apresentado os saldos de contas dados a seguir
Duplicatas a receber                     R$ 200.000,00. Caixa                                             R$ 200.000,00. Imóveis                                          R$ 100.000,00. Estoques                                       R$ 100.000,00. Duplicatas a pagar                        R$ 250.000,00. Impostos a recolher                      R$ 300.000,00.
terá seu Patrimônio Líquido no valor de:
Alternativas
Q2053573 Contabilidade Geral
Tomando-se por base a equação fundamental do patrimônio, composta pelos elementos A = ATIVO, P = PASSIVO e PL = PATRIMÔNIO LIQUIDO, aponte a situação abaixo que representa um passivo a descoberto. 
Alternativas
Q2053572 Contabilidade Geral
Considere que em determinado período contábil uma empresa incorreu em uma despesa para aquisição de material de expediente, porém não efetuou o pagamento. Nesse contexto, podemos afirmar que essa despesa: 
Alternativas
Q2053571 Contabilidade Geral
Normalmente, as pessoas têm em mente que o patrimônio de qualquer ente é representado pelos bens que possui. Entretanto, contabilmente, o patrimônio de qualquer ente tem um sentido mais abrangente. Assinale, dentre as alternativas abaixo, aquela que tem o sentido correto de patrimônio, na linguagem contábil.
Alternativas
Q2053570 Contabilidade Geral
O campo de atuação do técnico em contabilidade, segundo o CFC, atualmente está restrito a algumas atividades. Dentre as atividades citadas abaixo, pode-se afirmar que compete ao técnico em contabilidade:
1) Efetuar os registros contábeis. 2) Atender a fiscalização. 3) Atuar como perito judicial. 4) Atuar como auditor independente. 5) Operacionalizar a contabilidade de custos. 6) Realizar controle de patrimônio das empresas. 7) Assumir cargos de direção administrativa.
Estão corretas, apenas:
Alternativas
Q2053569 Contabilidade Geral
No 1º Congresso Brasileiro de Contabilidade, realizado no Rio de Janeiro no ano de 1924, a Contabilidade foi apresentada como “a ciência que estuda e pratica as funções de orientação, de controle e de registro, relativos aos atos e aos fatos da administração econômica”. Assim, pode-se afirmar que o objeto da Contabilidade é:
Alternativas
Q2053568 Noções de Informática
Considere as seguintes afirmações sobre clientes e servidores de e-mails.
1) Diferentemente de aplicativo-cliente de correio eletrônico local, o webmail pode ser ativado via navegadores web, a partir de qualquer máquina ligada na internet.
2) O protocolo IMAP permite que “flags” de status das mensagens (ex: lida ou não lida) tenham seu armazenamento junto à caixa-postal, o que garante que o status será o mesmo, independentemente de por qual máquina-cliente o sistema foi acessado.
3) O protocolo POP3 permite que o cliente acesse as mensagens diretamente no servidor, sem a necessidade de transferi-las para a máquina local.
Está(ão) correta(s), apenas: 
Alternativas
Q2053556 Matemática
Uma pousada cobra R$ 2.640,00 para hospedar 6 pessoas por 4 dias. Quanto cobrará de 5 pessoas para hospedá-las por uma semana?
Alternativas
Q2053553 Matemática
O gráfico abaixo representa a distribuição do nível de escolaridade dos trabalhadores de uma empresa.  

Imagem associada para resolução da questão


A média salarial dos funcionários de nível fundamental é de R$ 1.200,00, a média dos de nível médio é de R$ 1.600,00 e média dos de nível superior é de R$ 3.000,00.
Analise as afirmações a seguir, segundo os dados acima, e assinale a incorreta.
Alternativas
Q2053551 Matemática
Os juros do cheque especial em um banco são de 300% ao ano. Sabendo que os juros são cumulativos, em quantos anos uma dívida não paga de R$ 1,00 no cheque especial se transforma em um débito de R$ 1.048.576,00? Dado: use que 1.048.576 = 220.
Alternativas
Q2053549 Matemática
No período de Natal, um gerente concedeu um prêmio no valor de R$ 6.390,00 para seus três funcionários, dividindo-o em partes, inversamente proporcionais ao número de faltas que cada funcionário teve ao longo do ano. Se os funcionários faltaram 3, 5 e 7 dias, quanto recebeu o que faltou 5 dias?
Alternativas
Q2053548 Português
Assinale a alternativa em que a forma verbal destacada está corretamente conjugada.
Alternativas
Q2053546 Português

Texto 1 


A família dos porquês


A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque”: o “porque” causa (“a jarra espatifou-se porque caiu ao chão”); o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer”); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). O pensamento científico revelouse uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês que povoam a imaginação humana desde os tempos imemoriais: as causas imaginárias dos acontecimentos, as pseudoexplicações de toda sorte e os argumentos falaciosos.


Mas o preço de tudo isso foi uma progressiva clausura ou estreitamento do âmbito do que é ilegítimo indagar. Imagine, por exemplo, o seguinte diálogo. Alguém sob o impacto da morte de uma pessoa especialmente querida está inconformado com a perda e exclama: “Eu não consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?!”. Um médico solícito entreouve o desabafo no corredor do hospital e responde: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso da sua filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia, ao que tudo indica, de uma máformação vascular, e foi vítima da ruptura da artéria carótida interna que irriga o lobo temporal direito; ficamos surpresos que ela tenha sobrevivido tantos anos sem que a moléstia se manifestasse”.


A explicação do médico, admita-se, é irretocável; mas seria essa a resposta ao “por quê” do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por natureza rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porquê” da ciência médica nem sequer arranha o “por quê” do pai. Perguntar “por que os homens estão aqui na face da Terra”, afirma o biólogo francês Jacques Monod, é como perguntar “por que fulano e não beltrano ganhou na loteria”.


No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida, as mãos de ferro da necessidade brincam com o copo de dados do acaso por toda a eternidade. Mas, se tudo começa e termina em bioquímica, então por que – e para que – tanto sofrimento?


In: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 25-26. Adaptado.





Texto 2 




Disponível em: https://www.google.com.br/search?q=Mafalda+e+os+dilemas+da+vida. Acesso em: 15 out. 2016. Adaptado.

Comparando as ideias de Mafalda (Texto 2) com as do Texto 1, é correto afirmar que os questionamentos de Mafalda:
Alternativas
Q2053541 Português
Texto 1

A família dos porquês

A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque”: o “porque” causa (“a jarra espatifou-se porque caiu ao chão”); o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer”); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). O pensamento científico revelou-se uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês que povoam a imaginação humana desde os tempos imemoriais: as causas imaginárias dos acontecimentos, as pseudoexplicações de toda sorte e os argumentos falaciosos.

Mas o preço de tudo isso foi uma progressiva clausura ou estreitamento do âmbito do que é ilegítimo indagar. Imagine, por exemplo, o seguinte diálogo. Alguém sob o impacto da morte de uma pessoa especialmente querida está inconformado com a perda e exclama: “Eu não consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?!”. Um médico solícito entreouve o desabafo no corredor do hospital e responde: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso da sua filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia, ao que tudo indica, de uma má-formação vascular, e foi vítima da ruptura da artéria carótida interna que irriga o lobo temporal direito; ficamos surpresos que ela tenha sobrevivido tantos anos sem que a moléstia se manifestasse”.

A explicação do médico, admita-se, é irretocável; mas seria essa a resposta ao “por quê” do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por natureza rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porquê” da ciência médica nem sequer arranha o “por quê” do pai. Perguntar “por que os homens estão aqui na face da Terra”, afirma o biólogo francês Jacques Monod, é como perguntar “por que fulano e não beltrano ganhou na loteria”.

No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida, as mãos de ferro da necessidade brincam com o copo de dados do acaso por toda a eternidade. Mas, se tudo começa e termina em bioquímica, então por que – e para que – tanto sofrimento?

In: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 25-26. Adaptado.
Em: “No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida” (4º parágrafo), o segmento sublinhado alude:
Alternativas
Q2053539 Português
Texto 1

A família dos porquês

A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque”: o “porque” causa (“a jarra espatifou-se porque caiu ao chão”); o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer”); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). O pensamento científico revelou-se uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês que povoam a imaginação humana desde os tempos imemoriais: as causas imaginárias dos acontecimentos, as pseudoexplicações de toda sorte e os argumentos falaciosos.

Mas o preço de tudo isso foi uma progressiva clausura ou estreitamento do âmbito do que é ilegítimo indagar. Imagine, por exemplo, o seguinte diálogo. Alguém sob o impacto da morte de uma pessoa especialmente querida está inconformado com a perda e exclama: “Eu não consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?!”. Um médico solícito entreouve o desabafo no corredor do hospital e responde: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso da sua filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia, ao que tudo indica, de uma má-formação vascular, e foi vítima da ruptura da artéria carótida interna que irriga o lobo temporal direito; ficamos surpresos que ela tenha sobrevivido tantos anos sem que a moléstia se manifestasse”.

A explicação do médico, admita-se, é irretocável; mas seria essa a resposta ao “por quê” do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por natureza rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porquê” da ciência médica nem sequer arranha o “por quê” do pai. Perguntar “por que os homens estão aqui na face da Terra”, afirma o biólogo francês Jacques Monod, é como perguntar “por que fulano e não beltrano ganhou na loteria”.

No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida, as mãos de ferro da necessidade brincam com o copo de dados do acaso por toda a eternidade. Mas, se tudo começa e termina em bioquímica, então por que – e para que – tanto sofrimento?

In: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 25-26. Adaptado.
No Texto 1, o autor argumenta a favor da seguinte ideia: 
Alternativas
Respostas
14361: A
14362: B
14363: D
14364: A
14365: D
14366: B
14367: B
14368: A
14369: D
14370: B
14371: C
14372: D
14373: B
14374: E
14375: C
14376: C
14377: E
14378: D
14379: D
14380: E