Questões de Concurso
Para técnico de contabilidade
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1) Despesas Administrativas ( ) Conta de Ativo Circulante 2) Duplicatas a Pagar ( ) Conta de Resultado 3) Duplicatas a Receber ( ) Conta de Passivo 4) Móveis e Utensílios ( ) Conta do Patrimônio Líquido 5) Capital Social ( ) Conta de Ativo Imobilizado
A sequência correta de cima para baixo é:
Duplicatas a receber R$ 200.000,00. Caixa R$ 200.000,00. Imóveis R$ 100.000,00. Estoques R$ 100.000,00. Duplicatas a pagar R$ 250.000,00. Impostos a recolher R$ 300.000,00.
terá seu Patrimônio Líquido no valor de:
1) Efetuar os registros contábeis. 2) Atender a fiscalização. 3) Atuar como perito judicial. 4) Atuar como auditor independente. 5) Operacionalizar a contabilidade de custos. 6) Realizar controle de patrimônio das empresas. 7) Assumir cargos de direção administrativa.
Estão corretas, apenas:
1) Diferentemente de aplicativo-cliente de correio eletrônico local, o webmail pode ser ativado via navegadores web, a partir de qualquer máquina ligada na internet.
2) O protocolo IMAP permite que “flags” de status das mensagens (ex: lida ou não lida) tenham seu armazenamento junto à caixa-postal, o que garante que o status será o mesmo, independentemente de por qual máquina-cliente o sistema foi acessado.
3) O protocolo POP3 permite que o cliente acesse as mensagens diretamente no servidor, sem a necessidade de transferi-las para a máquina local.
Está(ão) correta(s), apenas:

A média salarial dos funcionários de nível fundamental é de R$ 1.200,00, a média dos de nível médio é de R$ 1.600,00 e média dos de nível superior é de R$ 3.000,00.
Analise as afirmações a seguir, segundo os dados acima, e assinale a incorreta.
Texto 1
A família dos porquês
A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque”: o “porque” causa (“a jarra espatifou-se porque caiu ao chão”); o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer”); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). O pensamento científico revelouse uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês que povoam a imaginação humana desde os tempos imemoriais: as causas imaginárias dos acontecimentos, as pseudoexplicações de toda sorte e os argumentos falaciosos.
Mas o preço de tudo isso foi uma progressiva clausura ou estreitamento do âmbito do que é ilegítimo indagar. Imagine, por exemplo, o seguinte diálogo. Alguém sob o impacto da morte de uma pessoa especialmente querida está inconformado com a perda e exclama: “Eu não consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?!”. Um médico solícito entreouve o desabafo no corredor do hospital e responde: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso da sua filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia, ao que tudo indica, de uma máformação vascular, e foi vítima da ruptura da artéria carótida interna que irriga o lobo temporal direito; ficamos surpresos que ela tenha sobrevivido tantos anos sem que a moléstia se manifestasse”.
A explicação do médico, admita-se, é irretocável; mas seria essa a resposta ao “por quê” do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por natureza rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porquê” da ciência médica nem sequer arranha o “por quê” do pai. Perguntar “por que os homens estão aqui na face da Terra”, afirma o biólogo francês Jacques Monod, é como perguntar “por que fulano e não beltrano ganhou na loteria”.
No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida, as mãos de ferro da necessidade brincam com o copo de dados do acaso por toda a eternidade. Mas, se tudo começa e termina em bioquímica, então por que – e para que – tanto sofrimento?
In: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo:
Companhia das Letras, 2016. p. 25-26. Adaptado.
Texto 2

Disponível em: https://www.google.com.br/search?q=Mafalda+e+os+dilemas+da+vida. Acesso em: 15
out. 2016. Adaptado.