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Para técnico de contabilidade
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Texto para responder à questão.
A guerra das marcas
Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates.
Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem.
Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc.
Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal.
Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.
As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.
Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org.
A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão.
As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte.
Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022
Texto para responder à questão.
A guerra das marcas
Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates.
Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem.
Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc.
Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal.
Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.
As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.
Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org.
A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão.
As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte.
Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022
Texto para responder à questão.
A guerra das marcas
Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates.
Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem.
Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc.
Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal.
Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.
As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.
Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org.
A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão.
As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte.
Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022
Texto para responder à questão.
A guerra das marcas
Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates.
Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem.
Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc.
Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal.
Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.
As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.
Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org.
A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão.
As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte.
Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022
Texto para responder à questão.
A guerra das marcas
Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates.
Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem.
Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc.
Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal.
Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.
As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.
Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org.
A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão.
As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte.
Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022
Preço de venda unitário = R$ 10,00;
Custo variável unitário = R$ 5,00;
Despesa variável total = R$ 1.000,00;
Custos fixos anuais = R$ 30.000,00;
Despesas fixas anuais = R$ 20.000,00;
Quantidade produzida e vendida = 1.000 unidades;
Lucro desejado = R$ 10.000,00;
Depreciação = R$ 4.000,00.
A partir dos dados abaixo informados, os pontos de equilíbrio contábil, econômico e financeiro são, respectivamente:
Quantidade produzida e vendida = 5.000 unidades;
Preço de venda total = R$ 60.000,00;
Custos variáveis totais = R$ 30.000,00;
Despesa variável unitária = R$ 2,00;
Custo fixo anual = R$ 5.000,00;
Despesas fixas anuais = R$ 2.000,00.
Com base nos dados apresentados, a margem de contribuição unitária é de:
A empresa adota a técnica de custeio por absorção e o rateio dos seus custos indiretos de fabricação é feito por meio do material direto. Portanto, o custo total dos produtos X e Y é, respectivamente, de:
01/06/2022 - Compra de 40 unidades de mercadorias para revenda no valor de R$ 150,00 cada;
05/06/2022 - Compra de 25 unidades de mercadorias para revenda no valor de R$ 180,00 cada;
10/06/2022 - Venda de 50 unidades pelo valor de R$ 300,00 cada.
Sabendo que a empresa atua somente com uma mercadoria, o saldo de estoque antes dessas operações estava zerado e a empresa utiliza o método Primeiro que Entra Primeiro que Sai (PEPS) para controle de estoque, qual o lucro apurado pela empresa, considerando somente as operações apresentadas?
Pagamento de fornecedores = R$ 15.000,00;
Compra de móveis = R$ 12.000,00;
Venda de máquinas = R$ 20.000,00;
Pagamento de dividendos = R$ 5.000,00;
Vendas de mercadorias = R$ 80.000,00;
Emissão de debêntures = R$ 25.000,00.
Com base nessas informações, qual foi o impacto nas atividades de financiamento da organização KWY S/A?
Receita bruta de vendas = R$ 100.000,00;
Impostos sobre vendas = R$ 17.000,00;
Fretes e carretos = R$ 2.000,00;
Juros passivos = R$ 2.500,00;
Despesas de material de expediente administrativo = R$ 3.500,00;
Salários a pagar administrativo = R$ 10.000,00;
Salário do pessoal de vendas = R$ 2.000,00;
Conta de telefone administrativo = R$ 1.000,00;
Imposto de renda = R$ 4.000,00;
Contribuição social sobre o lucro líquido = R$ 1.000,00;
Custo das mercadorias vendidas = R$ 25.000,00.
A partir dos dados apresentados, a Receita líquida de vendas e o Lucro/Prejuízo líquido do período é de:
Bancos = R$ 11.000,00;
Fornecedores = R$ 10.000,00;
Clientes = R$ 4.000,00;
Empréstimos no curto prazo = R$ 5.000,00;
Duplicatas a receber a curto prazo = R$ 2.150,00;
Provisão para devedores duvidosos = R$ 200,00;
Promissórias a pagar = R$ 2.950,00;
Estoques = R$ 4.000,00;
Financiamentos em 48 meses = R$ 2.400,00;
Promissórias a receber em 90 dias = R$ 1.200,00;
Capital = R$ 10.000,00;
Obra de arte = R$ 1.000,00;
Investimento em ações de outras empresas = R$ 1.000,00;
Reserva de lucros = R$ 4.100,00;
Veículos = R$ 2.000,00;
Máquinas e equipamentos = R$ 2.000,00;
Imóveis = R$ 2.000,00;
Marcas = R$ 4.500,00;
Depreciação de máquinas e equipamentos = R$ 200,00;
Títulos a receber a curto prazo = R$ 12.300,00.
Considerando os dados apresentados, o valor do ativo circulante da empresa é de:
I. As contas do ativo circulante apresentam maior liquidez do que as contas do ativo não circulante.
II. O ativo não circulante apresenta uma subdivisão em Realizável a curto prazo, Investimentos, Imobilizado e Intangível.
III. As contas contábeis imóveis, máquinas, equipamentos e terrenos mantidos para valorização de capital fazem parte do imobilizado da empresa.
IV. O passivo circulante possui prazo de exigibilidade menor do que o passivo não circulante.
V. As contas do Balanço Patrimonial consideradas do ativo são contas de natureza credora e as contas do passivo são contas de natureza devedora.
Estão corretas APENAS as afirmativas:
03/05/2022 - débito de caixa = R$ 32.000,00, débito de máquinas e equipamentos = R$ 48.000,00 e créditos de capital = R$ 80.000,00;
04/05/2022 - débito de mercadorias = R$ 5.000,00 e crédito de caixa = R$ 5.000,00.
Considerando somente os fatos contábeis apresentados, após feita a escrituração no livro diário, o balancete de verificação da empresa apresentou os seguintes valores: