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Q3403982 Matemática

Uma pessoa decide pintar uma das paredes de sua sala de estar de amarelo, a fim de trazer mais cor para o ambiente. A parede que será pintada é retangular, com dimensões de 2,5 m × 3,0 m, e, como a tinta é de uma cor forte, ela passará uma única demão.



Sendo assim, essa pessoa deverá pintar uma área de

Alternativas
Q3403981 Matemática

Uma universidade faz uso da política de ações afirmativas, reservando anualmente 20% de suas vagas para ingressantes autodeclarados pretos e pardos que optem pelo sistema de cotas. No último ano, o processo seletivo contava, ao todo, com 3 300 vagas para ingressantes.



Quantos candidatos autodeclarados pretos e pardos ingressaram na universidade por meio do sistema de cotas nesse ano, considerando o percentual de 20%? 

Alternativas
Q3403980 Matemática

Carlos comprou um pequeno terreno e precisa cercá-lo. Para isso, ele utilizará uma cerca cujo custo é de R$ 5,00 por metro. A figura a seguir apresenta a forma do terreno: 



Imagem associada para resolução da questão



Quanto Carlos gastará para cercar seu terreno? 

Alternativas
Q3403979 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.


TEXTO I


A roda da escravidão da felicidade virtual





Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.


Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.


A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.


A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.


A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.


Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.


Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.


Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.



ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

Releia o trecho do texto I a seguir.



“O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes, em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.”


Com base na passagem transcrita do texto I, complete as lacunas sobre a análise sintática a seguir.


O período é composto por __________. A oração “muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.” possui sujeito __________ e predicado __________. Em “para atender a padrões externos”, o termo destacado exerce a função de __________.



Assinale a sequência que preenche correta e respectivamente as lacunas do trecho.

Alternativas
Q3403978 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.


TEXTO I


A roda da escravidão da felicidade virtual





Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.


Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.


A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.


A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.


A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.


Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.


Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.


Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.



ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

INSTRUÇÃO: Releia, a seguir, o trecho do texto I e o texto III para responder à questão.



TRECHO DO TEXTO I


“Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.”



TEXTO III



Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://www.facebook.com/oficialbellafalconi/ photos/a.327611534043057/1403343673136499/?type=3. Acesso em: 25 jan. 2024. 



Sobre os aspectos gramaticais e linguísticos, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.



(  ) Considerando as variações linguísticas, a denominada variação situacional se faz presente no texto III e constitui um recurso de persuasão empregado cujo objetivo é aproximar o emissor do receptor.


(  ) Considerando sua classificação morfológica, o termo “perfeitas”, no contexto apresentado em cada um dos dois textos, indica uma característica do substantivo a que esse termo se refere, respectivamente.


(  ) Considerando a classe gramatical, os conectores destacados no trecho do texto I são conjunções, assim como em “que eu construí pra mim”, no texto III.



Assinale a sequência correta.

Alternativas
Q3403977 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.


TEXTO I


A roda da escravidão da felicidade virtual





Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.


Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.


A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.


A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.


A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.


Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.


Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.


Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.



ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

Releia o trecho do texto I a seguir.

“[...] para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.”

Sobre os aspectos fonéticos e ortográficos, analise as afirmativas a seguir.

I. As palavras “indivíduo” e “métricas” são proparoxítonas, com acentuação tônica na antepenúltima sílaba.
II. Os termos “uma”, “do” e “que” são monossílabos átonos proferidos de forma fraca e nunca são acentuados.
III. Os substantivos “autenticidade” e “complexidade” foram escritos incorretamente devido a erros de digitação.


Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q3403976 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.


TEXTO I


A roda da escravidão da felicidade virtual





Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.


Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.


A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.


A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.


A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.


Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.


Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.


Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.



ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

INSTRUÇÃO: Releia, a seguir, o trecho do texto I e o texto II para responder à questão.


TRECHO DO TEXTO I


“Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.”


TEXTO II




Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://digofreitas.com/hq/outros-63-voce/. Acesso em: 25 jan. 2024. 



Tanto no trecho do texto I quanto no texto II, identifica-se a função conativa ou apelativa da linguagem, especificamente pelo(a) 


Alternativas
Q3403975 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.


TEXTO I


A roda da escravidão da felicidade virtual





Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.


Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.


A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.


A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.


A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.


Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.


Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.


Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.



ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

Sobre os aspectos gramaticais presentes no texto I, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.



(  ) Em “Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais [...].”, as convenções da norma-padrão da língua portuguesa exigem o emprego da crase em “às dinâmicas”.


(  ) No trecho “Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento.”, é indiferente, ou seja, facultativa a colocação do pronome antes ou depois do verbo.


(  ) Na frase “[...] perpetuação dessa farsa digital [...].”, a expressão destacada complementa o sentido do substantivo a que se refere, indicando uma relação de regência nominal.



Assinale a sequência correta.

Alternativas
Q3403974 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.


TEXTO I


A roda da escravidão da felicidade virtual





Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.


Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.


A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.


A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.


A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.


Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.


Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.


Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.



ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

Releia o trecho do texto I a seguir.



“A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que, muitas vezes, é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.”


Acerca dos sinais de pontuação nesse trecho, analise as afirmativas a seguir.



I. Os travessões, se substituídos por vírgulas, prejudicam o sentido pretendido.


II. As aspas em “parecer feliz, parecer bem-sucedido” sugerem breve hesitação.


III. As vírgulas em “muitas vezes”, caso retiradas, mantêm a continuidade da frase.



Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

Alternativas
Q3403973 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.


TEXTO I


A roda da escravidão da felicidade virtual





Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.


Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.


A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.


A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.


A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.


Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.


Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.


Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.



ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

As setas presentes na figura ilustrativa do texto I correspondem a qual expressão? 
Alternativas
Q3403972 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.


TEXTO I


A roda da escravidão da felicidade virtual





Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.


Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.


A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.


A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.


A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.


Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.


Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.


Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.



ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

Na Língua Portuguesa, as palavras podem apresentar significados diferentes, dependendo de como estão dispostas dentro da frase e do contexto. Na frase do texto I “[...] perdemos nossa verdadeira essência.”, a palavra em destaque refere-se à própria existência, a tudo que constitui a natureza de um ser. No entanto, em outros contextos, por exemplo, pode ser empregada no sentido de “perfume”, “cheiro”, “fragrância”.



A esse fato linguístico dá-se o nome de 

Alternativas
Q3403970 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.


TEXTO I


A roda da escravidão da felicidade virtual





Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.


Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.


A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.


A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.


A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.


Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.


Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.


Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.



ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

Sobre o texto I, analise as afirmativas a seguir.



I. Os elementos verbais tornam possível o que se deseja comunicar; caso a imagem que encabeça o texto fosse dispensada, seu sentido e objetivo não seriam prejudicados.


II. A intertextualidade explícita se faz presente no último parágrafo pela reprodução parcial do texto fonte, com a transcrição exata do que foi dito, seguida de identificação.


III. O termo destacado em “A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal.”, considerando o contexto apresentado, sugere uma situação contraditória.



Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

Alternativas
Q3403534 Direito Financeiro
O Princípio orçamentário que define que as receitas e despesas estejam dispostas na Lei do Orçamento Anual pelo seu valor total bruto, vedadas quaisquer deduções, é o Princípio:
Alternativas
Q3403533 Administração Financeira e Orçamentária
O Princípio orçamentário que define que as receitas e despesas estejam dispostas na Lei do Orçamento Anual pelo seu valor total bruto, vedadas quaisquer deduções, é o Princípio: 
Alternativas
Q3403532 Direito Financeiro
A Publicidade, é um princípio orçamentário que determina: 
Alternativas
Q3403531 Contabilidade Pública
Analise os itens abaixo a respeito da Demonstração dos Fluxos de Caixa.

I. Recebimentos de caixa decorrentes de royalties, honorários, comissões e outras receitas são exemplos de fluxos de caixa que decorrem das atividades de investimento.
II. A demonstração dos fluxos de caixa, quando usada em conjunto com as demais demonstrações contábeis, proporciona informações que permitem que os usuários avaliem, dentre outros aspectos, as mudanças nos ativos líquidos da entidade e sua estrutura financeira.
III. A demonstração dos fluxos de caixa deve apresentar os fluxos de caixa do período classificados por atividades operacionais, de investimento e de financiamento.
IV. A divulgação separada dos fluxos de caixa advindos das atividades de financiamento é importante por ser útil na predição de exigências de fluxos futuros de caixa por parte de fornecedores de capital à entidade, sendo os pagamentos de caixa a empregados ou por conta de empregados um exemplo de fluxo de caixa que decorre das atividades de financiamento.

Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3403530 Administração Financeira e Orçamentária
Assinale a alternativa que apresenta exemplos corretos de Despesas Correntes e Despesas de Capital, respectivamente: 
Alternativas
Q3403529 Direito Financeiro
Assinale a alternativa correta sobre as definições de despesas dadas na Lei do Orçamento:
Alternativas
Q3403528 Administração Financeira e Orçamentária
“Limitação que atinge as programações aprovadas na Lei Orçamentária Anual - LOA em razão da avaliação que o Governo faz periodicamente sobre o comportamento geral das receitas e despesas públicas, considerando ainda uma meta de resultado fiscal anual.”

O trecho acima se refere ao conceito de: 
Alternativas
Q3403527 Contabilidade Pública
Associe os termos numerados de 1 a 3 com suas definições.

1. Despesas de Exercícios Anteriores.
2. Crédito adicional.
3. Restos a Pagar.

Instrumento de ajuste orçamentário para autorização de despesas não computadas ou insuficientemente dotadas na lei orçamentária.
Despesa de exercício encerrado, para a qual o orçamento respectivo consignava crédito próprio, com saldo suficiente para atendê-la, que não se tenha processado na época própria, bem como os restos a pagar com prescrição interrompida e os compromissos reconhecidos após o encerramento do exercício correspondente.
Despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas (despesas empenhadas e liquidadas) das não processadas (despesas apenas empenhadas e aguardando a liquidação).

A sequência correta, na ordem apresentada, é: 
Alternativas
Respostas
3081: C
3082: B
3083: C
3084: A
3085: C
3086: A
3087: B
3088: D
3089: B
3090: C
3091: D
3092: D
3093: X
3094: X
3095: C
3096: D
3097: C
3098: B
3099: D
3100: C