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Q3528792 Português
Assinale a alternativa em que a colocação pronominal obedece às regras da norma-padrão:
Alternativas
Q3528790 Português
Assinale a alternativa em que a concordância nominal está de acordo com a norma-padrão: 
Alternativas
Q3528789 Português
O Saci (1921)
  
  Pedrinho acordou ainda escuro, quando o quintal do sítio dormia coberto de neblina. Espreguiçou-se na rede, escutou o silêncio e decidiu: era manhã de caçar saci. Calçou as velhas botinas de couro, apanhou a peneira de taquara encostada ao forno de barro e saiu pisando macio, para não acordar Tia Nastácia. O terreiro cheirava a terra molhada; os galinheiros ainda não tinham falado.
    No caminho, Pedrinho repetia o que ouvira de Emília: “Saci gosta de esconder-se nos redemoinhos”. Por isso, caminhava atento aos giros súbitos de folhas. De repente, o vento riscou um assovio e as folhas secas levantaram um pequeno tornado junto à cerca. O coração do menino bateu mais forte. Correu, ergueu a peneira e, com um golpe rápido, cobriu o redemoinho. O ar cheirou a pimenta; dentro da malha de taquara alguma coisa se debatia, soltando risadinhas finas.
    Pedrinho mal conteve a alegria: finalmente provaria ao Visconde que não era conversa de caipira. Segurando a borda da peneira contra o chão, chamou Narizinho, que vinha correndo, ainda de camisola, curiosa com a algazarra. “Peguei! Peguei!”, gritava. Mas Tia Nastácia, ao ver o menino ajoelhado na terra fria, perigando esfriar o peito, ralhou de longe: “Menino, sai já daí!”
    O saci — se era saci — ficou invisível, mas o vento fugiu, deixando no ar cheiro de fumo e gargalhada distante. Pedrinho hesitou entre obedecer à cozinheira ou persistir na aventura. Por fim, levantou a peneira devagar. Nada. Um tufo de fumaça se desfez e sumiu no céu claro. O menino, entre desapontado e maravilhado, compreendeu que, às vezes, coisas do mato gostam mais de ser lenda que presa. Voltou, então, para o café quente, prometendo tentar de novo no dia seguinte.

    Fonte: LOBATO, Monteiro. O saci. São Paulo: Brasiliense, 1921. (Adaptado)
No desfecho do trecho, quando Pedrinho levanta a peneira e “hesita entre obedecer a Tia Nastácia ou persistir na aventura”, o conflito interno expõe principalmente: 
Alternativas
Q3528788 Português
O Saci (1921)
  
  Pedrinho acordou ainda escuro, quando o quintal do sítio dormia coberto de neblina. Espreguiçou-se na rede, escutou o silêncio e decidiu: era manhã de caçar saci. Calçou as velhas botinas de couro, apanhou a peneira de taquara encostada ao forno de barro e saiu pisando macio, para não acordar Tia Nastácia. O terreiro cheirava a terra molhada; os galinheiros ainda não tinham falado.
    No caminho, Pedrinho repetia o que ouvira de Emília: “Saci gosta de esconder-se nos redemoinhos”. Por isso, caminhava atento aos giros súbitos de folhas. De repente, o vento riscou um assovio e as folhas secas levantaram um pequeno tornado junto à cerca. O coração do menino bateu mais forte. Correu, ergueu a peneira e, com um golpe rápido, cobriu o redemoinho. O ar cheirou a pimenta; dentro da malha de taquara alguma coisa se debatia, soltando risadinhas finas.
    Pedrinho mal conteve a alegria: finalmente provaria ao Visconde que não era conversa de caipira. Segurando a borda da peneira contra o chão, chamou Narizinho, que vinha correndo, ainda de camisola, curiosa com a algazarra. “Peguei! Peguei!”, gritava. Mas Tia Nastácia, ao ver o menino ajoelhado na terra fria, perigando esfriar o peito, ralhou de longe: “Menino, sai já daí!”
    O saci — se era saci — ficou invisível, mas o vento fugiu, deixando no ar cheiro de fumo e gargalhada distante. Pedrinho hesitou entre obedecer à cozinheira ou persistir na aventura. Por fim, levantou a peneira devagar. Nada. Um tufo de fumaça se desfez e sumiu no céu claro. O menino, entre desapontado e maravilhado, compreendeu que, às vezes, coisas do mato gostam mais de ser lenda que presa. Voltou, então, para o café quente, prometendo tentar de novo no dia seguinte.

    Fonte: LOBATO, Monteiro. O saci. São Paulo: Brasiliense, 1921. (Adaptado)
A partir dos elementos sensoriais presentes no momento em que Pedrinho cobre o redemoinho, qual leitura simbólica melhor se aplica ao cheiro de pimenta e às “risadinhas finas” que ele percebe?
Alternativas
Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Guajará-Mirim - RO
Q1224471 Engenharia Naval
Quando um cabo de aço se parte pode-se improvisar alças usando grampos apropriados. O nome náutico dessas alças é:
Alternativas
Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Guajará-Mirim - RO
Q1224322 Engenharia Naval
Existem algumas ferramentas indispensáveis a bordo e que, segunda a velha tradição, são guardadas num saquinho de lona, sendo a mais importante de todas:
Alternativas
Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Guajará-Mirim - RO
Q1224321 Engenharia Naval
Existem casos de emergência no mar em que se exige o pedido de socorro, que pode ser feito por sinais convencionais ou pelos sinais chamados pirotécnicos (foguetes, fachos de luz). Todos os pirotécnicos devem ser guardados: 
Alternativas
Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Guajará-Mirim - RO
Q1224139 Engenharia Naval
Incêndio a bordo é talvez a pior coisa que pode acontecer. Se o incêndio for no compartimento do motor, deve-se fechar o registro de combustível, descarregar o extintor e, em seguida:
Alternativas
Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Guajará-Mirim - RO
Q1181741 Noções de Primeiros Socorros
O procedimento adequado com alguém que acabou de ser salvo de um afogamento é afrouxar suas roupas, deitá-lo em um lugar mais alto para que fique com a cabeça pendendo, o que facilitará:
Alternativas
Respostas
11: C
12: A
13: B
14: D
15: A
16: A
17: B
18: A
19: C
20: B