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Q3360716 Português

Leia o texto III e responda à questão.


Texto III


Fonte: https://www.instagram.com/p/CpYqqt9PP2R/?igsh=MTBwbHBiamdpYnBhdA%3D%3D&img_index=1 Acesso em 04 de março de 2025.

Sobre o quadrinho, analise em sua integralidade, com especial atenção às falas das personagens e sua composição. A partir do contexto, analise as afirmações abaixo.
I- A temática deste quadrinho se relaciona às variações linguísticas e suas adequações aos contextos comunicacionais.
II- O uso de expressões como “minino”, “oxe”, “visse”, “gostasse” são marcas de uma variante regional.
III- O segundo quadrinho, em que há a expressão “Ai meu Deus”, possui um balão diferente que expressa que algo foi pensado.
IV- A menção a “cuscuz” e “São João de Campina Grande” reforça o contexto regional de uso da variante dita pelos pais.
V- No último quadrinho, há uma adesão dos pais à variante falada pelo filho.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3360715 Português

Leia o texto III e responda à questão.


Texto III


Fonte: https://www.instagram.com/p/CpYqqt9PP2R/?igsh=MTBwbHBiamdpYnBhdA%3D%3D&img_index=1 Acesso em 04 de março de 2025.

Sobre o uso da variedade linguística no trecho "Pô, mano, tá me zoando?", é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3360714 Português
No refrão “Eles querem te vender,/ Eles querem te comprar,/Querem te matar (de rir)/Querem te fazer chorar,/Quem são eles?/Quem eles pensam que são?” (versos 9-14), o primeiro verso traz:
Alternativas
Q3360713 Português
No trecho: “Tossir, cuspir, jogar pra fora” (4ª verso), qual a figura de linguagem presente?
Alternativas
Q3360709 Português

Leia o texto I para responder à questão.


Texto I - INFÂNCIA


        Ora, uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.

        Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.

        Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.

        Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.

        Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas.

        À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.

        Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso.

        E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo. Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.


Fonte: RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 2003.

Considerando a estrutura do período composto “Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida.”, analise as assertivas a seguir.
I- Explicou-me exerce a função sintática de oração principal em relação à “que se tratava de uma história, um romance”.
II- Que, no período composto em análise, exerce a função de conjunção integrante.
III- Que, no período composto em análise, exerce a função de pronome relativo.
IV- Há a presença de orações coordenadas e subordinadas no período.
V- Há a presença de oração coordenada sindética aditiva na composição do período.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3360708 Português

Leia o texto I para responder à questão.


Texto I - INFÂNCIA


        Ora, uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.

        Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.

        Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.

        Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.

        Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas.

        À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.

        Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso.

        E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo. Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.


Fonte: RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 2003.

Analise o que é solicitado, a partir da leitura do enunciado abaixo:


recebi ordem para me sentar e abrir o volume.” O elemento em destaque funciona no trecho como:

Alternativas
Q3360707 Português

Leia o texto I para responder à questão.


Texto I - INFÂNCIA


        Ora, uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.

        Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.

        Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.

        Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.

        Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas.

        À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.

        Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso.

        E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo. Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.


Fonte: RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 2003.

A partir da leitura do texto, é CORRETO inferir que a ideia central desenvolvida se resume em: 
Alternativas
Q3265147 Direito Digital
Márcia é proprietária de empresa de turismo e divulga seu trabalho por meio das redes sociais. Além de orientar os clientes como guia, ela também registra os momentos em fotos, que serão posteriormente publicadas nas redes sociais da empresa. Juliana contratou seus serviços, porém não deu autorização para postar as imagens nas redes sociais. Ela sustenta que aquele momento privado, em família, não deveria ser compartilhado para impulsionar as redes da empresa. Considerando o direito de imagem, é correto afirmar que
Alternativas
Q3265146 Pedagogia
Mônica é mãe de Matheus e realizará matrícula para seu primeiro ano escolar. As partes celebraram contrato, no qual ficou registrada cláusula que permite o registro de imagens pela escola para fins de segurança. Fotos do Matheus e de outras crianças foram publicadas nas redes sociais da escola no contexto da educação infantil. Na adolescência, seus colegas localizaram as imagens, o que desencadeou episódio de bullying. Considerando os direitos de imagem, é correto afirmar que
Alternativas
Q3265145 Direito Digital
Um aplicativo de jogos on-line, desenvolvido nacionalmente, tem como público-alvo as crianças. Nos termos da Lei Geral de Proteção de Dados, é correto afirmar que o responsável pelo aplicativo pode
Alternativas
Q3265144 Direito Digital
Nos termos da Lei Geral de Proteção de Dados, é correto afirmar que os dados sobre segurança pública podem ser tratados: 
Alternativas
Q3265143 Direito Digital
Refere-se a dado passível de tratamento, nos termos da Lei Geral de Proteção de Dados: 
Alternativas
Q3265142 Noções de Informática
A respeito dos hardwares, é correto afirmar que
Alternativas
Q3265141 Noções de Informática
Assinale a alternativa que apresenta a informação técnica correta sobre o funcionamento geral de um computador.
Alternativas
Q3265140 Noções de Informática
O conceito de hardware pode ser definido por:
Alternativas
Q3265139 Áudio e Vídeo
A respeito dos equipamentos e acessórios utilizados para apresentações multimídia, é correto afirmar que a tela de projeção
Alternativas
Q3265138 Áudio e Vídeo
A imagem projetada em uma tela de projeção
Alternativas
Q3265137 Áudio e Vídeo
Sobre o funcionamento de uma câmera digital, é correto afirmar que o 
Alternativas
Q3265136 Áudio e Vídeo
O sensor de tamanho padrão (full-frame) de uma câmera digital
Alternativas
Q3265135 Áudio e Vídeo
Com relação à profundidade de campo na Fotografia Digital, é correto afirmar que
Alternativas
Respostas
61: D
62: A
63: C
64: E
65: B
66: D
67: E
68: E
69: B
70: C
71: A
72: D
73: E
74: C
75: B
76: B
77: A
78: C
79: E
80: A