Questões de Concurso Para radialista

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Q417127 Português
Fora de foco 

      Deve-se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.
      Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.
      A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá-los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.
      É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.

(O Globo, 21/11/2013)

Usá-los ou não é um falso dilema,...”; a forma verbal sublinhada é fruto da união do infinitivo “usar” + o pronome pessoal “os”.

A forma do presente do indicativo desse mesmo verbo que, unido a esse mesmo pronome pessoal, apresenta erro é
Alternativas
Q417126 Português
Fora de foco 

      Deve-se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.
      Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.
      A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá-los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.
      É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.

(O Globo, 21/11/2013)

“É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células”.

Sobre a concordância nominal e verbal desse segmento do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q417125 Português
Fora de foco 

      Deve-se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.
      Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.
      A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá-los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.
      É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.

(O Globo, 21/11/2013)

Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima...”.

O conectivo que não substitui adequadamente o sublinhado, por alterar o sentido da frase, é
Alternativas
Q417124 Português
Fora de foco 

      Deve-se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.
      Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.
      A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá-los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.
      É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.

(O Globo, 21/11/2013)

O texto acima foi produzido num momento em que se discutia a validade ou não da utilização de animais em pesquisas.

Nesse caso, os dois primeiros parágrafos do texto têm a seguinte função
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: SEAD-PA
Q1238099 Mecânica de Autos
Marque a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: SEAD-PA
Q1236432 Comunicação Social
“É muito utilizado para gravações com a luz do dia, complementando fill, com a produção aproximada de 5,600º K.”A afirmativa trata-se do seguinte instrumento de iluminação: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: SEAD-PA
Q1236200 Áudio e Vídeo
Espera-se de um profissional de iluminação, conhecimento básico referente ao consumo de energia, já que em sua atividade, lida diretamente com este instrumento, o que o torna capacitado a apontar como afirmativa correta:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: SEAD-PA
Q1234965 Telecomunicações
O padrão de TV digital adotado no Brasil, que deu origem ao Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD), é: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: SEAD-PA
Q1234769 Áudio e Vídeo
São alguns modelos de softwares específicos para edição de vídeo não linear, EXCETO: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: SEAD-PA
Q1231268 Telecomunicações
“Padrão mundialmente usado de compressão de áudio e vídeo, que codifica, digitalmente, diversos tipos de informações multimídia numa única stream, podendo ser transmitido num canal ou armazenado. Permite a codificação da TV analógica para a TV totalmente digital.” A afirmativa trata-se:  
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: SEAD-PA
Q1231254 Engenharia de Telecomunicações
O sistema digital brasileiro vem sendo implantado a partir de um padrão ISDB-T, de criação:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: SEAD-PA
Q1230866 Conhecimentos de Serviços Gerais
“Uma nova apresentadora chega à emissora para apresentar um antigo programa e possui o formato de olhos fundos.” Assinale os procedimentos que o maquilador deverá tomar na hora de prepará-la para a gravação, considerados os mais adequados para este problema: 

Alternativas
Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: SEAD-PA
Q1229230 Comunicação Social
Na elaboração de um roteiro para produção audiovisual, os efeitos óticos têm a função de pontuar a ação, dando início ou encerramento a uma cena. Eles podem ser feitos através da iluminação, da câmara ou na montagem. Quando o roteirista sugere para uma cena o encadeamento, ele propõe: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: SEAD-PA
Q1222494 Jornalismo
No processo de administração de um programa de rádio, após a conclusão da fita e seu encaminhamento para ser veiculado, o produtor tem inúmeras tarefas sob sua responsabilidade, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: SEAD-PA
Q1211651 Áudio e Vídeo
Cada tipo de plano possui uma capacidade narrativa, um conteúdo dramático próprio e uma utilidade na transmissão da mensagem, tanto para determinar o centro da atenção quanto para passar emoção. Sobre o “Plano Americano”, é correto afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: SEAD-PA
Q1198825 Áudio e Vídeo
Analise as descrições de microfones usados para a captação de áudio na produção televisiva e as relacione com os respectivos microfones: 
1. Direcional.
2. Boom.
3. Lapela. 
(  ) É usado com uma haste móvel por cima da cabeça das pessoas. Capta melhor o som das entrevistas com vários participantes. 
(  ) É usado especialmente pelos apresentadores, preso à roupa. É muito sensível e capta todo o som à sua volta. 
(  ) Aquele que o repórter segura com a mão e direciona à boca, muito usado em reportagens externas.  

A sequência está correta em: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: SEAD-PA
Q1192992 Eletrônica
São causas mais comuns do baixo fator de potência, EXCETO: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: SEAD-PA
Q1183829 Áudio e Vídeo
 Sobre os tipos de tomadas, analise:
I. Tomada de dois: duas pessoas no enquadramento.
II. Tomada lateral: movimento de travelling da câmera, para frente ou para trás.
III. Tomada em ângulo elevado: cena tomada com a câmera acima da pessoa e dirigida de cima para baixo.
IV. Tomada intermediária: plano de corte usado para evitar pulos e inversão de imagem quando se está montando uma entrevista; serve também para possibilitar a inversão do eixo. 
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s): 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: SEAD-PA
Q1183711 Jornalismo
Qual é o nome dado à edição do material de vídeo na ordem correta, sobre a fita virgem, sem control track prégravado?
Alternativas
Respostas
153: B
154: C
155: E
156: A
157: B
158: D
159: D
160: D
161: E
162: D
163: E
164: D
165: B
166: E
167: C
168: B
169: B
170: D
171: C